terça-feira, 30 de junho de 2009

PROENÇA-A-NOVA – Mestrado em Tecnologia e Sustentabilidade dos Sistemas Florestais

30-Jun-2009
O Centro de Ciência Viva das Floresta em Proença-a-Nova (CCVF) vai receber o Mestrado em Tecnologia e Sustentabilidade dos Sistemas Florestais. Este curso de mestrado (2º ciclo de Bolonha) surge pela necessidade de qualificação dos agentes no sector florestal, para a efectiva modernização deste sector e respectivo crescimento económico e vai ser leccionado pela Escola Superior Agrária de Castelo Branco.
Ofélia Anjos da comissão científica deste curso explicou que “durante anos formamos alunos de engenharia florestal e com agrado pediam-nos alunos formados na Escola Agrária. Não quisemos perder esse vínculo e agora que temos um curso mais abrangente, de Engenharia Agronómica com vertente florestal, quisemos fazer este mestrado e dar oportunidade a alunos que venham de outros cursos”, explicou Ofélia Anjos
Com a entrada em vigor do Processo de Bolonha que reduz os cursos para três anos, “há necessidade de mais”, surgindo assim os Mestrados para darem formação em diversas áreas, explicou ainda a Ofélia Anjos.
Na apresentação do curso, Ana Maria Vaz, presidente do Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) confessou que “este Mestrado anda para ser aprovado desde 2006”.
O CCVF fica assim ao serviço do ensino, um facto que agrada a João Paulo Catarino, presidente da Câmara Municipal de Proença-a-Nova. No dia em que reviu os que o ajudaram na sua formação académica, reforçou a ideia de que a ligação ao IPCB está cada vez mais estreita, até porque vai ser o IPCB a estar por detrás da renovação dos conteúdos do CCVF, que se pretendem mais “modernos”, com a questão do “carbono, da piscicultura ou das borboletas”.
Nesta cerimónia foi ainda assinado um protocolo relacionado com o projecto dos bio-aromas, o qual tem tido grande aceitação por parte das crianças da APPACDM e que pretende dar alguma autonomia às crianças com necessidades especiais, como o que tem sido desenvolvido nos viveiros da câmara e que vai contar, a partir de agora, também com o apoio do IPCB.

Sustentabilidade do ouro branco

Por Editor em 30/06/2009

O setor sucroalcooleiro teve grandes avanços nas sete décadas nas quais contou com forte participação de agentes privados, quase sempre com a intervenção do Estado. Surge, no entanto, uma pergunta: será possível no atual ambiente econômico, político e social do mundo globalizado assegurar a sustentabilidade de uma atividade com grandes impactos?



A resposta depende da capacidade de o Estado e os agentes privados juntos estabelecerem uma visão de futuro – um objetivo – e trabalharem para assegurar sua realização. A experiência mostra que esta não é tarefa trivial. No entanto, deixar de lado a sua elaboração seria um erro fatal. A formulação dessa visão deve partir do conceito de sustentabilidade.

Entretanto, em primeiro lugar, deve-se avaliar que a dinâmica econômica do setor sucroalcooleiro ainda é determinada pelas trajetórias altamente correlacionadas da produção e consumo de açúcar e de álcool. Além disso, apesar das atuais vantagens econômicas, o volume de investimentos necessário a sua preservação é ainda gigantesco, e está relacionado à disponibilidade de terras – sem comprometer outras culturas, ou áreas ocupadas por recursos naturais intocados –, à oferta de infra-estrutura de armazenamento e transporte e à construção de novas usinas para o processamento da cana. Assim, a sustentabilidade sistêmica depende da sustentabilidade de cada uma das empresas da cadeia produtiva.

Chamamos a atenção para esses pontos porque a análise histórica do desenvolvimento econômico brasileiro, desde o Descobrimento, pode ser caracterizada pela exploração impiedosa, em ciclos sobrepostos, de recursos naturais relativamente abundantes. Assim, exploramos o pau-brasil, depois o açúcar, o ouro, o café e a borracha. Em cada ciclo, a economia crescia de maneira acelerada, para depois entrar em colapso, deixando sequelas socioeconômicas. Uma avaliação dos erros e acertos de mais de quatro séculos de exploração desses recursos poderia ser resumida em uma expressão, senão inovadora, ao menos cândida: "É a sustentabilidade, estúpido".

O açúcar foi introduzido na Europa no início do século X e, anos mais tarde, considerado uma especiaria. Portugal, no início do Século XV, já dominava sua produção. Em 1516, foram implantados os primeiros núcleos açucareiros no Brasil. O beneficiamento no País fez com que os portugueses se tornassem os grandes supridores mundiais. A boa adaptação às terras do Brasil foi a força motriz da cana-de-açúcar, que chegou a ser chamado na época de "ouro branco" pela riqueza que gerava. Todavia, choques internos e externos fizeram com que, a partir da segunda metade do Século XVII, a produção fosse reduzida: desorganização do mercado, concorrência antilhana – subproduto das invasões holandesas ao Brasil –, queda do preço no mercado europeu, retração das exportações e aumento do custo com a mão-de-obra escrava, o que acabou por reduzir a rentabilidade dos engenhos. Apesar das vantagens competitivas, não se conseguiu assegurar a sustentabilidade.

Agora, nesse novo boom da cana-de-açúcar, é preciso estabelecer nesse setor padrões de excelência atrelados à sustentabilidade socioambiental. É necessário manter o respeito pleno às prerrogativas legais dos colaboradores, com adequada remuneração do capital e visão mais ampla da estratégia empresarial do negócio. Deve-se contemplar, ainda, o relacionamento com a comunidade em que a organização atua, visando ao seu desenvolvimento educacional e econômico, e o adequado relacionamento com os trabalhadores do setor.
Além disso, o item sustentabilidade tem também componentes importantes de interface com o consumo de energia das propriedades, a utilização dos subprodutos para produção interna de insumos e o destino dos resíduos gerados nas usinas.

As exigências de adequação já começaram. Devemos pensar que estamos no Século XXI.

AUTORIA

Antoninho Marmo Trevisan
Empresário e Educador
Presidente do Conselho Consultivo da BDO Trevisan, da Trevisan Consultoria e Gestão, da Trevisan Escola de Negócios
Membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES)

Colhendo Sustentabilidade realiza mutirão de implantação da Agrofloresta.

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120 mudas foram plantadas


O projeto Colhendo Sustentabilidade da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Embu realizou na sexta-feira, 26/6, um mutirão para implantação da agrofloresta no Jardim Itatuba. A agrofloresta é uma prática que integra a agricultura, a floresta e o ser humano, onde se aproveita tudo o que o terreno pode dar.

A atividade envolveu o cultivo de árvores frutíferas e nativas, lavouras e hortaliças, em um mesmo local, diferentemente da monocultura, onde apenas um tipo de produto é cultivado. Nesse sistema, não é utilizado agrotóxicos nem adubos químicos. São substituídos por adubos naturais, onde são misturados diversos elementos da natureza – pedras, terra, folhas, galhos, estrume, entre outros -, servindo como fertilizante e mantendo a umidade do solo.

Foram plantadas 120 mudas – entre elas jabuticaba, araçá, jacarandá e paineira –, doadas pelo Projeto Pomar, programa de arborização do Rio Pinheiros. Contou com a participação de cerca de 40 pessoas de diferentes bairros do município e de outras cidades, como é o caso de Carlos Turan, de 54 anos, morador do Jardim Helena, em Taboão da Serra, que está no projeto Colhendo Sustentabilidade desde o início. “Tenho um sítio próximo ao bairro do Caputera e me interessei pelo projeto para ter um novo aprendizado. Aqui aprendi a cultivar mais que um tipo de hortaliças e também a utilizar adubos naturais que não prejudicam o meio ambiente”, revelou Carlos. “Acho ótimo o projeto, mudou bastante minha mentalidade, pois devemos fazer um plantio ecologicamente correto”, disse Sebastião José da Conceição, 52 anos, morador do Jardim do Colégio.

A ideia dos coordenadores do projeto é fazer uma floresta produtora de alimentos, onde os mantimentos produzidos serão revertidos para as famílias dos participantes.

Sobre o Colhendo Sustentabilidade

O Colhendo Sustentabilidade é uma iniciativa da Prefeitura de Embu, com execução técnica da Sociedade Ecológica Amigos de Embu (SEAE) e patrocinado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.

O projeto traz formação permanente e gratuita em:
• Plantio ecológico;
• Adubo orgânico;
• Cuidados com a saúde e o meio ambiente;
• Culinária natural e sem desperdício;
• Plantio e uso de plantas medicinais;
• Economia solidária;

O projeto se desenvolve em dois locais: No Parque do Lago Francisco Rizzo, Rua Alberto Giosa, 300, e em Itatuba, no Centro de Zoonoses, Estrada Velha de Cotia, 336. Mais informações 4704-5948 ou colhendo_sustentabilidade@yahoo.com.br

Centro
Parque do Lago Francisco Rizzo
Rua Alberto Giosa, 300
Segundas e quartas-feiras das 8 às 11h30

Itatuba
Centro de Controle de Zoonoses
Estrada Velha de Cotia, 336
Terças e sextas-feiras das 8h30 às 11h30


Brunno Rocha

ABA Rio promove III Fórum de Responsabilidade Socioambiental



A Associação Brasileira de Anunciantes realiza na próxima terça-feira, dia 7 de julho, no Rio de Janeiro, o III Fórum de Responsabilidade Socioambiental para a Sustentabilidade. O evento vai debater os principais aspectos do marketing e da comunicação empresarial no que diz respeito à responsabilidade socioambiental para a sustentabilidade global. O Fórum também vai mostrar como estes fatores são decisivos para a melhoria da qualidade de vida e perpetuação da sociedade e dos negócios. Além disso, serão apresentados casos práticos e discussões teóricas relacionadas ao tema.

O evento será aberto com a apresentação do Relatório de Sustentabilidade SOI: Transparência e Equilíbrio para a Sociedade, para as Organizações e para os Indivíduos, feita por Marcos Felipe Magalhães, presidente do Instituto SOI. Em seguida, Amélia Gonzáles, editora do suplemento Razão Social, do jornal O Globo, vai mostrar o Case Jornal O Globo: O Papel da Mídia para a Mudança de Comportamento e Ações da Sociedade em prol da Responsabilidade Socioambiental. Na sequência, Luis Fernando Nery, gerente de responsabilidade social da Petrobras, vai ministrar a palestra Petrobras: Negócios Sustentáveis.

À tarde, Nádia Rebouças, presidente da Rebouças & Associados, vai abrir um debate sobre Comunicação e Sustentabilidade: o que uma coisa tem a ver com a outra?. Em seguida, Afonso Champi, diretor de assuntos corporativos da Cargill, vai falar sobre Sustentabilidade: Os Desafios na Convergência das Agendas. Encerrando as atividades, o público verá a Sustentabilidade na Prática, com a apresentação de três cases de sucesso. Miguel Dantas, gerente de sustentabilidade da Goodyear Brasil, vai mostrar A Estratégia da Goodyear: Sustentabilidade. O segundo case será o Programa Ambiental Fetranspor, apresentado por Guilherme Wilson, gerente de meio ambiente da Fetranspor. Arnô Araújo, diretor regional da Natura, falará sobre Natura e Gestão de Sustentabilidade, finalizando o Fórum.

O III Fórum ABA Rio de Responsabilidade Socioambiental para a Sustentabilidade será realizado no Centro de Convenções do Barrashopping, das 8h30 às 18h. Informações pelos telefones 0800-124588 e (21) 3385-4097, pelo site www.aba.com.br ou por e-mail (eventos@aba.com.br).

segunda-feira, 29 de junho de 2009

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O projeto “Garrafa Sustentável” une produtores de todo o Brasil, trazendo ao mercado a garrafa de vidro de 290ml retornável, e promovendo economia em escala e geração de empregos.

Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil anunciou nessa segunda-feira, 22, um investimento no valor de R$ 20 milhões em melhorias no setor de bebidas, por meio do projeto “Garrafa Sustentável”, que tem como objetivo produzir garrafas em vidro retornáveis, em três embalagens, nos tamanhos 200 ml, 290 ml e 1.000 ml, assim como uniformizar a produção e o transporte das garrafas.

Os recursos para a realização do projeto, que será implantado a partir do segundo semestre de 2009, são provenientes de parceria fechada com a Caixa Econômica Federal – CEF no início de junho.

A AFREBRAS, que representa mais de 130 pequenos e médios fabricantes nacionais de refrigerantes, concentrará suas ações em 6 áreas principais:

Promover a organização setorial;
Fomentar o desenvolvimento, crescimento e a competitividade das fábricas nacionais;
Reduzir custos de forma global para o setor, com o compartilhamento das garrafas;
Aumentar divisas;
Gerar riquezas e empregos para as regiões onde as fábricas estão instaladas; e
Fortalecer o setor para fazer frente aos dois grandes concorrentes internacionais, que correspondem a cerca de 90% do faturamento do setor.

O programa “Garrafa Sustentável”, inicialmente, será responsável pela produção de 20 milhões de garrafas, logo no primeiro ano de implantação, e mais 20 milhões no segundo ano, tendo sido projetado seguindo as regras de sustentabilidade e responsabilidade socioambiental, prática que vem sendo adotada em todo o mundo.

“O investimento tem como objetivo estimular ainda mais a economia brasileira e a concorrência, expandir negócios, aprimorar a qualidade dos produtos e serviços e, consequentemente, gerar empregos”, revelou o presidente da AFREBRAS, Fernando Rodrigues de Bairros.

Hoje, mais de 30 empresas associadas à AFREBRAS já adotaram a iniciativa, ou seja, mais de 30% do setor já comunga do projeto. Os demais produtores devem aderir nos próximos dois anos.


por: RedeNoticias.com.br

16ª Casa Cor Paraná deixará benfeitorias para o Asilo São Vicente de Paulo


[29-06-2009]
Entrada da Casa Cor Paraná 2009
foto: divulgação

A cada edição, a Casa Cor Paraná mostra novidades, unindo muita criatividade e a manutenção do compromisso com a arquitetura, promovendo um verdadeiro resgate urbano ao valorizar edificações emblemáticas da cidade. Na 16ª edição do evento, que estará aberta ao público no Asilo São Vicente de Paulo, até o dia 13 de julho de 2009, além de projetos de arquitetura e decoração de interiores, várias das benfeitorias executadas para abrigar o maior evento de decoração do Paraná permaneceráo no imóvel, proporcinando melhores condições às moradoras do tradicional asilo.

O evento foi planejado de acordo com as necessidades da instituição e executado de maneira inteligente, que reúne os interesses do Asilo e da Casa Cor. Todo o planejamento seguiu a orientação do do Escritório Luiz Bacoccini Arquitetura, gestor imobiliário do imóvel, que vem desenvolvendo um trabalho de regulamentação documental e planejamento das reformas necessárias já há dois anos. O processo sempre avaliou as necessidades apontadas pelo superintendente do Asilo São Vicente de Paulo, Padre José Aparecido Pinto, tudo sob a orientação da Comissão de Avaliação do Patrimônio Cultural da Cidade de Curitiba, órgão da Prefeitura Municipal.

Benfeitorias

Sob o tema “Eco-criatividade e Responsabilidade Social”, a 16ª Casa Cor Paraná apresenta 53 projetos inovadores em 7 mil m² (2.065 m² de área já existente, 500 de área construída especialmente para o evento, e jardins laterais do Asilo São Vicente de Paulo). O trabalho de repaginação do austero asilo envolveu a valorização do esplendoroso parque vegetal, com projetos de paisagismo que tiveram, como principal premissa, a manutenção das características básicas e uma homenagem ao artista brasileiro Roberto Burle Marx, que neste ano é homenageado pelos 100 anos de seu nascimento.

Ainda nas áreas externas foram construídos 2 pavilhões em estruturas de concreto pré-moldado L.C. Costa, tradicional parceiro de Casa Cor Paraná, e erguidos a partir de uma base de concreto sustentável (produzido pela empresa Soliforte, a partir de resíduos de construção) Estes pavilhões foram edificados num trabalho entre as empresas L.C. Costa Pré-Moldados e Fórmula Engenharia. As estruturas são constituídas de pilares e vigas produzidos em uma planta industrial, que foi transportada e montada no local da obra. “Por ser um produto industrializado, a estrutura tem a vantagem de ser montada com rapidez, e também proporciona grandes vãos entre pilares e vigas, tornando o projeto mais amplo”, explica o engenheiro Luís César da Costa, diretor da L.C. Costa.

Estes pavilhões, ambientados pelos arquitetos Ivan Wodzinsky (“Sala Vip e Toilettes), Eduardo Mourão (“Champagne Bar”), abrigam as atividades sociais da 16ª Casa Cor Paraná. Já no “Clube Gourmet”, projeto da arquiteta Denise Moura, são realizados jantares empresariais e o projeto Gastronomia Solidária (jantares promovidos por badalados chefs profissionais, em beneficio de instituições de benemerência).

Estes pavilhões, que somam 500 m² e são equipados com lavabos e copas auxiliares, permanecerão no Asilo São Vicente de Paulo após o evento, permitindo que a instituição passe a oferecer um novo serviço para quem realiza cerimônias na igreja lá localizada, alugando estes sofisticados ambientes como cenários para comemorações, além de outras atividades promovidas pelo asilo no decorrer do ano.

Pavilhão C

As melhorias que afetarão de forma mais direta o cotidiano das internas do Asilo São Vicente de Paulo estão localizadas no Pavilhão C. Além de obedecer às diretrizes de preservação do patrimônio histórico tombado que a instituição representa, as obras de infra-estrutura empreendidas pela Casa Cor Paraná permaneceráo no imóvel. Espaços que estavam muito desgastados pelo tempo e pelo uso foram reformulados, para que proporcionem mais conforto paras as idosas que residem na instituição.

O que na prática, significa toda a remodelação das redes hidráulica e elétrica do Pavilhão C; pintura completa do exterior, incluindo a Igreja; recuperação de telhados, calhas e estruturas; a total reforma de banheiros e áreas funcionais, além da remodelação completa do refeitório, dos setores de serviços e alojamentos. Todos estes trabalhos de reformas estruturais foram executados pela empresa AND Construtora, apoiadora local de Casa Cor Paraná.

Um dos trabalhos mais interessantes foi a repaginação das paredes internas dos dormitórios em madeiras sustentáveis, chapas duplas de OSB, fabricadas pela LP Brasil. Esta área dos dormitórios apresenta-se aos visitantes abrigando o setor do evento chamado “Casa Sob Medida”, com diferentes temas de studios residenciais. Interessante apontar que as áreas destes studios foram programadas para, após o evento, serem redistribuídas, voltando os espaços a abrigar os quartos individuais das moradoras do asilo.

Somam-se ainda como benfeitorias: pintura interna e externa completa com tintas Suvinil; pintura completa da Igreja, tetos em gesso, persianas Luxaflex e escadas novas, produzidas pela Manske.

O foco na responsabilidade social, além da temática abordando a Sustentabilidade do planeta, foi fundamental para o resultado do evento. As empresas e os expositores abraçaram a causa do Asilo São Vicente de Paulo e compreenderam a importante oportunidade de associar as suas ações de marketing, que o evento oportuniza, com ações de benemerência. Observa-se extremo capricho e cuidado com os espaços e ricas intervenções, chamando a atenção os trabalhos nos pisos do imóvel, tanto os originais restaurados, como a presença de mármores doados pelas empresas Michelangelo e Gramarcal.

Câmbio Verde e Sustentabilidade

Ainda com o foco na Sustentabilidade, a Casa Cor Paraná iniciou, neste evento, uma trajetória no sentido de promover uma mudança de atitude, chamando a atenção da sociedade para as questões do meio ambiente. Para executar o trabalho de gestão e controle dos resíduos sólidos e recicláveis, Casa Cor Paraná incorporou seus trabalhos ao projeto Câmbio Verde, da Prefeitura Municipal de Curitiba, promovendo a troca do lixo reciclável por alimentos orgânicos para a população carente, produzidos por hortas mantidas pela Secretaria do Abastecimento. Os jardins receberam áreas com hortas orgânicas e pomar, que permanecerão no imóvel, oferecendo alimento, ervas medicinais e, acima de tudo, terapia ocupacional para as idosas.

O tema Sustentabilidade, que norteou o trabalho dos expositores, é um projeto a se instalar a médio prazo, pretendendo-se que, em cinco anos, Casa Cor possa apresentar-se como um evento absolutamente enquadrado em todas as normas de sustentabilidade. A gestão das questões ambientais e orientações aos expositores foram mapeadas pela empresa Sustentax.

Homenagem a Curitiba na Revista Casa Cor Paraná

Neste ano de 2009 , todas as edições dos eventos Casa Cor no Brasil, que são realizados em 14 capitais, terão com fio condutor a Sustentabilidade, e como Curitiba é considerada referência nesta questão ambiental, não poderia ser diferente: Casa Cor Paraná, em sua edição do tradicional anuário do evento, apresenta-se no formato de uma revista, e presta uma homenagem à cidade. Além dos temas pertinentes aos ambientes de seus expositores e de seus fornecedores, aborda temas dedicados à arte, à cultura, ao estilo de vida, novidades do setor de decoração, assim como abordagem sobre cenários, tendências, personalidades locais e textos que revelam o tom da cidade.

SERVIÇO:

  • CASA COR PARANÁ 2009 – 16ª EDIÇÃO
  • Endereço: Asilo São Vicente de Paulo. Rua Barão dos Campos Gerais, 970 (entrada pela esquina com a Rua Manoel Eufrásio), bairro Cabral, Curitiba.
  • Visitação: De 5 de junho a 13 de julho de 2009.
  • Horário: De terça a sábado, das 13 às 21 horas; domingos, das 11 às 19 horas.
  • Preço: R$ 24 (entrada individual) e R$ 12 (estudantes mediante apresentação de carteira de estudante da UNE, UPES e UBES; pessoas com mais de 65 anos e crianças de 5 a 12 anos). Clientes HSBC Premier têm 50% de desconto mediante apresentação do cartão do banco. Clientes Balaroti têm 20% de desconto mediante apresentação do Cartão Balaroti. São aceitos todos os cartões de crédito e de débito. Telefone para informações: (41) 3029-6956.
  • Patrocínio Master: Deca.
  • Patrocínios Nacionais: HSBC Premier e Suvinil.
  • Patrocínios Locais: Casa Cláudia, Balaroti, Luxaflex, Kuat Eko, Kaiser e LC Costa. Apoio Nacional: Nextel.
  • Apoios Locais: Pastilhart, LP Brasil e BMW. Apoio Estrutural Local: AND Construtora.
  • Apoios Institucionais: Sustentax e Green Building.
  • Apoio Institucional Local: Prefeitura Municipal de Curitiba.
  • Serviços de Gastronomia:Oli Gastronomia.
  • Serviços de Vallet: Auto Park.
  • Seguradora Oficial: CHUBB Seguradora.
  • Mídia Partners: TVA e Curitiba Convention & Visitors Bureau.
  • Rádio Oficial: Mundo Livre FM.
  • Hospedagem Oficial: Crowne Plaza Curitiba.

Informações ao público:

  • Para melhor aproveitamento da exposição e por medidas de segurança, o percurso será controlado.
  • Não há serviço de elevadores. Acesso ao 1º piso por escadas.
  • Somente é permitido fumar nas áreas externas da exposição.
  • Não será permitida a presença de pessoas portando equipamentos fotográficos.
  • É expressamente proibido fotografar ou filmar.
  • Crianças devem ser conduzidas pelos responsáveis, pelas mãos.
Fonte: redacao@lidemultimidia.com.br

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Coeso faz parceria com McDonald's Sorocaba

(*) Assessoria de Comunicação

Sorocaba - A Coeso (Centro de Orientação e Educação Social), com o apoio da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Parcerias (Separ), está firmando uma aliança com o McDonald's.

Nesta sexta-feira (26), no restaurante da rua Afonso Vergueiro, o proprietário da rede McDonald´s de Sorocaba, Cláudio Costa, recebeu o vice-prefeito José Aliton, a deputada Maria Lucia Amary, o secretário de Parcerias, Roberto Juliano, e demais representantes do governo municipal, além da diretora da Coeso, Sandra Borges, para apresentar o Programa de Coleta Seletiva que será realizado no local.

A Ecoeso, cooperativa de reciclagem que é gerida pela Coeso, recolherá periodicamente os materiais recicláveis do restaurante.

Segundo dados do McDonald´s, 50% dos materiais descartados nas lixeiras de suas lojas podem ser reciclados. Para facilitar a separação desses resíduos recicláveis dos orgânicos foram implantadas lixeiras especiais no local, o que ajudará também na educação e conscientização dos clientes da rede.

A Ecoeso é hoje umas das quatro cooperativas de reciclagem que formam o sistema de coleta seletiva em Sorocaba, com apoio e infraestrutura da Prefeitura. Elas contam com aproximadamente 220 agentes ambientais e juntas, coletam uma média 320 ton/mês de material reciclável. No entanto, o potencial de geração é bastante superior a essa capacidade, chegando à média de 420 toneladas de lixo recolhido por dia, sendo que cerca de 70% do volume representa material reciclável.

A Prefeitura fornece infraestrutura como prensas, caminhões, bags, elevador de fardos, geladeira, fogão, computadores, impressoras, uniformes, equipamento de proteção individual e outros. Esse apoio logístico representa uma ajuda de custo de aproximadamente R$ 150 mil por cooperativa.

A Prefeitura de Sorocaba também já coordena uma parceria entre a Cooperativa Reviver e uma empresa de São Paulo que, juntas, coletam e dão a destinação correta para o chamado REE - resíduo eletroeletrônico. Até junho deste ano cerca de 30 toneladas deste produto foram encaminhados para reciclagem em Sorocaba.

Fábrica de Sabão Ecológico

Na usina de reciclagem de óleo vegetal - produto utilizado na produção de sabão ecológico - em média são preparados 260 kg de sabão por dia, com o reaproveitamento de 300 litros do produto. "Hoje a fábrica tem capacidade para produzir cerca de 40 mil barras de sabão por mês e, para que isto aconteça é muito importante que outras empresas, social e ecologicamente responsáveis de Sorocaba, realizem a doação de óleo. A Iesa reaproveita esse resíduo e o transforma em renda, que depois é revertida para as obras sociais", explica o secretário de Parcerias, Roberto Juliano.

A Iesa recolhe o óleo vegetal usado de restaurantes, padarias, escolas, entre outros estabelecimentos comerciais ou residências. O trabalho consiste na retirada das impurezas do resíduo em sua sede, a partir da utilização de sete agentes ecológicos, e transforma o óleo vegetal em sabão em barra ou em pó que, depois, é comercializado. A renda é revertida para os projetos da Coeso, como a creche "Semeadores do Amanhã" e o "Espaço de Convivência Larissa", que atendem centenas de crianças.

Para a diretora do instituto, Sandra Borges, o maior desafio é conscientizar a comunidade a doar o óleo vegetal. "As pessoas não sabem que destino dar ao produto e, por fim, jogam o resíduo na pia sem saber que apenas um litro de óleo contamina um milhão de litros de água". Sandra explica que o óleo jogado no ralo ou na pia também pode impermeabilizar as caixas de passagem e fossos sépticos e, até mesmo, entupir o encanamento. Quando o óleo chegar aos rios, o produto vai contaminá-los, inclusive, podendo causar o fim de algumas espécies de peixes e plantas aquáticas.

As pessoas interessadas em doar óleo vegetal para o projeto podem entregar diretamente na Fábrica de Sabão, que fica na Alameda Augusto Severo, 317, na Vila Angélica. O óleo deve ser armazenado em recipientes de vidro ou em garrafas pet. Os estabelecimentos comerciais interessados em realizar doações devem entrar em contato pelo telefone (15) 3388-8896.

Espaço de Convivência Larissa

Presta assistência para crianças de 7 a 12 anos, criando um círculo alternativo de convivência em períodos complementares ao horário escolar. O objetivo é desenvolver habilidades e proporcionar acesso à cultura, ao esporte, ao lazer e à reestruturação familiar, por meio de acompanhamento com psicólogo.

Semeadores do Amanhã

A instituição atende crianças em regime de semi-internato, na faixa etária de 3 meses a 4 anos, no período diurno.

(*) Prefeitura de Sorocaba

Fenearte comemora dez anos com homenagens especiais

Mestre Vitalino, Ana das Carrancas, Janete Costa e Mestre Salustiano são os artistas celebrados; organização espera público de 250 mil visitantes

Da Redação do pe360graus.com

Divulgação

Foto: Divulgação

Pernambuco celebra, este ano, a décima edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), que acontece de 3 a 12 de julho, no Centro de Convenções.

Considerada um dos mais importantes eventos do segmento na América Latina, a Feira celebra seus 10 anos de existência homenageando o centenário do Mestre Vitalino, além de render tributo a Ana das Carrancas, Janete Costa e Mestre Salustiano.

Nesta edição histórica, a Fenearte espera um público de 250 mil visitantes em uma área de 29 mil m², com mais de 800 espaços, sendo 752 estandes de comercialização, e cerca de 4 mil expositores. Com investimento de R$ 2,8 milhões, a estimativa é movimentar R$ 22 milhões em negócios durante os seus 10 dias.

Seguindo o mesmo modelo de sucesso desde 2007, com projeto assinado pelo arquiteto Carlos Augusto Lira, a Feira está organizada por setores: artesãos de Pernambuco, artesãos de outros estados, artesãos estrangeiros, espaços especiais e praça da alimentação.

Compõem o evento deste ano: Alameda dos Mestres, Museu Mestre Vitalino, Salão de Arte Popular Ana Holanda, Galeria de Reciclados, Museu de Arte Popular com acervo de Janete Costa, Espaço Indígena, Passarela Fenearte, Rodada de Negócios, Escolinha de Arte do Recife, Espaço Interferência, Espaço de Circo, Oficinas gratuitas, Praças de Apoio, Alameda de Serviços e a Praça Marinês e Sua Gente, com uma ampla programação artística com todas as manifestações da cultura pernambucana e os sabores da gastronomia regional e iternacional.

Para facilitar a localização, a décima Fenearte conta com uma sinalização mais eficiente, reforçada por carpetes coloridos e placas numeradas que indicarão o tipo de expositor e as 24 ruas da Feira. Além disso, ao longo do percurso estão disponibilizados quatro mapas interativos em monitores de 32 polegadas de ação de toque (“touch screen”), onde é possível localizar os expositores pelo nome, número do estande ou ainda pelo título de estabelecimento (nome-fantasia), como também consultar a programação artística e cultural.

ATRAÇÕES

MUSEU VITALINO - O Museu Mestre Vitalino, localizado na área externa do Centro de Convenções, é uma das novidades desta edição. O espaço, com ares contemporâneos e referências do Agreste, abriga mais de 20 réplicas de peças do artesão produzidos pelos seus familiares e seguidores do Alto do Moura, em Caruaru. Tecnologia de ponta e recursos interativos também são atrações do local, que conta com uma mesa de interação recheada de espelhos e imagens de peças do artista, além de telas de LCD com programa de realidade aumentada e um passeio virtual à casa do rei do barro. O museu tem ainda painéis ilustrativos e exibição de um documentário sobre a vida e obra de Vitalino.

ALAMEDA DOS MESTRES – Sob o tapete vermelho, a Alameda dos Mestres dá as boas vindas aos visitantes da 10ª Fenearte. Os trabalhos de 37 mestres-artesãos pernambucanos ficam expostos no corredor da entrada principal do evento como forma de valorizar e reverenciar nossos criadores. O espaço ainda rende homenagens à artesã Ana das Carrancas com painéis de fotos e duas grandes peças de 1.90m de diâmetro, contendo cada uma oito carrancas, produzidas pelas filhas da artista popular falecida no ano passado.

ESTADOS E PAÍSES – A Fenearte também apresenta a diversidade artesanal de todos os estados da Federação, parte deles vindos através do Programa de Artesanato Brasileiro (PAB). Com um expressivo aumento na participação internacional, o público tem a oportunidade de conferir a riqueza cultural de 26 países: Argentina, Bangladesh, Guatemala, México, Japão, Palestina, Venezuela, Vietnã, Bolívia, Chile, Cuba, Emirados Árabes (Dubai), Egito, Equador, Indonésia, Índia, Quênia, Líbano, Paquistão, Peru, Portugal, República Tcheca, Síria, Tailândia, Tunísia e Turquia.

QUALIFICAÇÃO - Outra inovação importante é a qualificação da praça de alimentação, que mais uma vez será instalada na área externa do Centro de Convenções. O local foi ampliado, totalizando uma área de 2 mil metros quadrados. A altura da cobertura também ficou maior, a fim de facilitar a ventilação. O espaço reúne 13 estandes de restaurantes, uma área com 130 mesas, arquibancada e o palco Mestre Salustiano, com programação artística e cultural. Há ainda uma área de dispersão e espera com quiosque para pagamento do estacionamento e “transfer” das vans que farão o traslado até o Shopping Tacaruna.

PRAÇAS – As nove praças de apoio, que funcionam como ilhas de descanso, oferecem pontos de alimentação rápida com equipamentos de serviço como carrinhos de pipoca, algodão doce, sorvete, etc. Quatro faculdades de arquitetura e cinco duplas de arquitetos de Pernambuco, supervisionadas pela coordenação da Feira e pelo Escritório de Arquitetura Carlos Augusto Lira, assinam os projetos das Praças. Os espaços projetados pelos estudantes reforçam o tributo aos homenageados da 10ª Fenearte (Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Janete Costa). Já os arquitetos trabalharam seus projetos inspirados nas tipologias do artesanato de Pernambuco, como a cerâmica, fibras, madeira, renda, papel, metal, entre outras.

ESPAÇO INTERFERÊNCIA – Nesta edição, o espaço que abriga objetos que receberam interferência de design, rende homenagem a Janete Costa. O objetivo é destacar o pioneirismo de um dos nomes mais respeitados da arquitetura brasileira na busca incansável pela inovação e aprimoramento de produtos artesanais e inclusão social dos artesãos. Sua trajetória e dedicação à arte popular podem ser conferidas num documentário produzido pelo Governo do Estado, com direção do neto de Janete, Francisco Baccaro, a ser exibido no local. A curadoria das peças e decoração fica por conta da filha da arquiteta, Roberta Borsoi.

MUSEU DE ARTE POPULAR – O tributo a Janete Costa tem continuidade no mezanino. O primeiro andar do pavilhão do Centro de Convenções recebe o Museu de Arte Popular com acervo da entusiasta e grande conhecedora do artesanato brasileiro. Com seleção das obras assinada por Carlos Augusto Lira, o museu é uma excelente oportunidade aos visitantes de apreciar peças raras garimpadas pela arquiteta ao longo de sua vida.

OFICINAS E PALESTRAS - Outra novidade do mezanino fica por conta das oficinas (couro, cerâmica, bordado em gola de maracatu, mamulengo e reciclados) que ocupam a área junto com a Passarela Fenearte, espaço de circo, teatro infantil, Galeria de Reciclados, Programa do Artesanato de Pernambuco, Rodada de Negócios, Rádio Fenearte e o bar e restaurante Padaria. Outra inovação é que o local também abriga um mini-auditório de 80 lugares com palestras para os expositores sobre empreendedorismo, exportação, desenvolvimento sustentável, entre outros temas.

PORTAL DO ARTESANATO – O Programa do Artesanato de Pernambuco aproveita a presença de centenas dos artistas na Fenearte para dar continuidade ao trabalho de cadastramento dos artesãos do Estado e catálogo de suas obras. Um mini-estúdio fotográfico será instalado no piso superior onde os artesãos pernambucanos serão convidados a tirar fotos suas e de suas peças para serem inseridas no Portal do Artesanato (www.portaldoartesanato.pe.gov.br).

PASSARELA FENEARTE – Com uma área de desfile maior, a Passarela Fenearte promete se vestir de originalidade e referências culturais para mostrar a costura entre moda e artesanato. Nesta edição, o espaço de moda da Feira vai receber 18 desfiles de coleções elaboradas por 13 criadores pernambucanos e alunos de todos os cursos de estilismo do Estado, além de projetos pilotados pela Secretaria da Mulher, Sebrae e Associação Sócio-Cultural de Artesãos da Mangueira - ASCAM (Paudalho). O público pode conferir as criações de Eduardo Ferreira, Fátima Rendas, Carol Azevedo, Roberta Imperiano, Carolina Escobar, Imã, Karina Leão, Batida Salve Todos, Simone Belo e Andrea Monteiro. Participam estudantes das seguintes instituições: Faculdade Boa Viagem - FBV, Faculdade Maurício de Nassau, Faculdade de Desenvolvimento e Integração Regional e o Curso Técnico de Moda – Senac.

RÁDIO FENEARTE – Pelo segundo ano consecutivo, a Rádio Fenearte entra no ar trazendo sucessos da música regional, entrevistas com visitantes ilustres, serviços e informações sobre a programação artística e cultural. Instalada no mezanino, a Rádio Fenearte promete deixar o público e os mais de 4 mil expositores informados sobre tudo o que acontece na Feira durante os seus dez dias.

RODADA DE NEGÓCIOS - Promovida pelo Sebrae, a Rodada de Negócios será realizada entre os dias 5 e 8 de julho, das 14 às 20h. Para esta edição, são esperados cerca de 40 empresários, entre lojistas regionais, nacionais e internacionais. A estimativa é gerar aproximadamente R$ 3,6 milhões nas negociações.

PRÊMIO - O Salão de Arte Popular Ana Holanda e a Galeria de Reciclados acolhem uma seleção de peças de artesãos de todo o País escolhidos por duas comissões julgadoras, formadas por colecionadores, estudiosos, professores da UFPE e pesquisadores da arte popular. O público pode votar na sua peça preferida, através das urnas eletrônicas instaladas na Feira. A premiação de aclamação será no valor de R$ 2 mil.

ACESSIBILIDADE E MEIO AMBIENTE – A Fenearte viabiliza acessibilidade através de rampas e corredores largos, além de disponibilizar cadeiras de roda e mapas da feira em braile para deficientes visuais. Como na edição passada, haverá distribuição gratuita de mais de 20 mil mudas de espécies da Mata Atlântica aos visitantes da feira. A iniciativa, ancorada pelo programa Chapéu de Palha, vai homenagear o centenário de Burle Max. Pelo terceiro ano consecutivo, a Fenearte implantará o conceito do Lixo Zero, onde 100% de todo o material reciclável produzido pela feira será coletado, separado e doado à Cooperativa de Catadores Profissionais do Recife (Pró-Recife), responsável pela destinação adequada dos materiais, comercializando-os para indústrias recicladoras. A Feira também terá coleta seletiva de óleo produzido pelos restaurantes da Praça da Alimentação. A renda do valor obtido com o óleo será revertida ao IMIP – Instituto Materno Infantil. A ação faz parte do Programa "Mundo Limpo, Vida Melhor", desenvolvido pela ASA.

HORÁRIO AMPLIADO E SERVIÇOS - No primeiro domingo (5), na última sexta (10), sábado (11) e no domingo de encerramento (12), o horário da Fenearte será ampliado com funcionamento das 10h às 22h. Para que os visitantes e compradores possam usufruir a feira com mais conforto, será disponibilizado um serviço de guarda-volumes e carregadores credenciados. Como na edição passada, o público poderá adquirir a preço de custo no balcão de informações, o Catálogo de Expositores com os contatos de todos os participantes. Mais uma vez, a Feira disponibiliza no mezanino uma alameda de serviços com massagem, lan house e cashes bancários.

A Fenearte é uma realização do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico/AD Diper, Secretaria de Turismo/Empetur e Fundarpe. Celebra convênio com o Recife Convention & Visitors Bureau e tem patrocínio do Ministério do Turismo, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Chesf, Sebrae, Banco Real, Coca-Cola e Hipercard. O Programa do Artesanato Brasileiro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a Rede Globo Nordeste e o Shopping Tacaruna apóiam o evento.

SERVIÇO
Data: de 03 a 12 de julho
Local: Centro de Convenções de Pernambuco
Horário de funcionamento: das 14h às 22h (nos dias 05, 10, 11 e 12, a Fenearte funcionará das 10h às 22h)
Preço dos ingressos de segunda a sexta: R$ 4 (inteira) e R$ 2 (estudantes, crianças até 12 anos, professores e pessoas com mais de 60 anos). Preço dos ingressos nos finais de semana: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia-entrada)
Locais de venda de Ingressos: Shopping Tacaruna, Hiper Bompreço Casa Forte, Hiper Bompreço Olinda, Hiper Bompreço Boa Viagem e nas bilheterias do pavilhão do Centro de Convenções
Serviço de vans gratuitas: a cada 15 minutos, do Shopping Tacaruna até o Centro de Convenções (das 14h às 22h)

Marcelo Miranda recebe apoio de governadores da Amazônia

Da Redação
Agência Pará

Palmas - Os governadores da Amazônia Legal manifestaram solidariedade ao governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB), que teve seu mandato cassado na noite de quinta-feira (25), pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), véspera do V Fórum de Governadores da Amazônia, que ocorreu em Palmas nesta sexta-feira, 26. A decisão ainda cabe recurso.

A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa considera que carece de compreensão as decisões tomadas por outros poderes, que interferem no Executivo e na vontade soberana, que é a vontade do povo. Ela destacou que Miranda sempre se colocou em favor do diálogo e é um defensor do Fórum. "Fiquei muito feliz em ver as manifestações populares que se espalharam pela cidade", acrescentou.

O governador do Amapá, Valdez Goes disse ser testemunho da luta de Miranda pela consolidação do Tocantins e que esse esforço pode ser constatado no crescimento humano e econômico do estado.

Blairo Maggi, do Mato Grosso lamentou o resultado do TSE e destacou que Miranda tem sido um grande companheiro, um líder sensato, sempre disposto a colaborar e avançar. Maggi lembrou que Miranda ainda tem a oportunidade de reverter a decisão, mas se ela for confirmada, está convicto de que ela se deu por uma interpretação eleitoral e não pela vontade do povo.

Já o governador do Acre, Binho Marques considera que o sentimento de tristeza de todos não é por corporativismo, mas pelo reconhecimento do empenho de Marcelo Miranda na construção do Fórum. Marques disse ainda que teme a descontinuidade das políticas públicas implantadas por Miranda, especialmente na área da Educação, que segundo ele inspirou muitos projetos no seu estado. Segundo ele, a política educacional liderada pelo Tocantins é reconhecida em todo o Brasil.

O governador do Amazonas, Eduardo Braga, que não pode comparecer ao evento, expressou sua solidariedade a Miranda por meio do diretor geral da Fundação Amazonas Sustentável, Virgílio Viana.

Para o governador de Roraima, Anchieta Júnior o episódio envolvendo Miranda remete a outra reflexão: a necessidade de se discutir e votar a reforma política. Para ele o advento da reeleição precisa sair da subjetividade, pois se um governador eleito promove ações na época da campanha, pode ser acusado de improbidade e até perder o mandato, se não realiza nada, será cobrado pelos eleitores e pode perder a eleição.

O governador de Rondônia, Ivo Cassol também foi solidário a Marcelo Miranda, bem como o representante do governo do Maranhão, que lembrou que embora fosse seu primeiro contato com o governador tocantinense, enxergava nela tenacidade e coerência.
Já o subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República, Alexandre Padilha lembrou que Marcelo Miranda ainda cogitou transferir para o Fórum de Governadores para o Amapá, dada a situação de instabilidade provocada pelo julgamento do TSE, mas foi convencido a manter o evento em Palmas.

Padilha disse que Miranda não está só, tanto que recebeu a solidariedade e o apoio político de todos os governadores da Amazônia, do ministro Mangabeira Unger, da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que aconteça o que acontecer Miranda será sempre um parceiro.

O Tocantins foi contemplado com R$ 4,7 bilhões de investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) até 2010 e um total de R$ 7,5 bilhões além de 2010. A Ferrovia Norte/Sul terá mais de mil quilômetros todos no Tocantins e segundo Padilha é por isso que é um dos estados da federação que mais cresce.


Ivonete Motta - Secom

Matel.doc lança documentário sobre biocombustíveis



Filme conta com apoio da Fiat Automóveis e traz um debate sobre o efeito do petróleo no meio ambiente e as vantagens das fontes de energia renováveis.

Em meio às discussões globais em torno da sustentabilidade na produção dos biocombustíveis, a Matel.Doc, produtora especializada em documentários do grupo Matel Comunicações, com patrocínio da Fiat Automóveis, lançou filme com o título Zugzwang, na última quarta-feira (17/06), na Conferência Internacional Ethos, em São Paulo.

Assinado pelo roteirista e diretor Duto Sperry, o documentário faz uma avaliação da história dos combustíveis alternativos e discute suas perspectivas, com cenas de imagens do Brasil e de outros países do mundo, como França, China, Inglaterra, Estados Unidos, Índia e Japão, entre outros. “O evento é uma excelente oportunidade para apresentarmos o filme, já que ele mostra a gravidade da situação que vivemos e como os biocombustíveis poderão ajudar a minimizar os impactos negativos no meio ambiente, se os critérios de sustentabilidade forem respeitados”, afirma Duto Sperry.

Foram mais de quatro meses de filmagem e uma equipe de 30 profissionais para a produção do filme. O resultado é a exposição da realidade dos biocombustíveis no Brasil e no mundo por meio de depoimentos de diversos atores sociais, ligados às áreas agrícola, de produção e bioenergias, que traçam um panorama abrangente nos contextos ambientais, sócio-ambientais e tecnológicos. “Mostramos as vantagens do uso das fontes de energia renováveis como a melhor alternativa ao uso dos combustíveis fósseis”. Trata-se de passarmos para uma civilização de baixo carbono, completa Duto Sperry.

O uso do petróleo como fonte energética representa uma das maiores causas da poluição do ar e sua queima contribui para o aquecimento global. O biocombustível é uma alternativa viável para substituição do petróleo com vantagens ambientais, econômicas e sociais. “O Brasil, reconhecido mundialmente pelo pioneirismo no setor, tem capacidade para liderar o maior mercado de energia renovável do mundo”, completa Eduardo Ribeiro dos Santos, produtor e idealizador do projeto.

De acordo com o diretor de Comunicação Corporativa da Fiat Automóveis, Marco Antônio Lage, o investimento no documentário está relacionado à postura da Fiat em dialogar e apoiar propostas e ações que visem à diminuição do impacto no meio ambiente. “Reconhecemos a urgência da preservação não apenas do ambiente que estamos inseridos, mas do planeta. Por essa razão, a Fiat fez questão de apoiar a produção do ZUGZWANG, que aprofunda a questão ambiental de maneira enriquecedora”, ressalta.

Sinopse – Zugzwang

Zugzwang, que em alemão quer dizer compulsão ao movimento, é um documentário que ilustra o potencial do fornecimento de energia a partir da biomassa, com ênfase na substituição dos combustíveis fósseis derivados do petróleo. Biomassa compreende todos os seres vivos de origem vegetal, animal e os subprodutos derivados de seu metabolismo. Zugzwang significa que “é hora de se mexer”, hora de tomar atitudes. Esse é um tema abrangente que irá tratar percorrendo várias partes do Brasil e do mundo, ilustrando as possibilidades que oferecem os diversos ecossistemas e as atividades produtivas relacionadas.

Depoentes

Thomas Lovejoy (presidente da Heinz Foundation/Washington/EUA), José Goldemberg (físico e preofessor do IEE/USP), José Tubino (representante no Brasil da FAO/ONU), Koya Nishikawa (Secretário do Parlamento do Ministério da Economia de Tóquio/Japão), Vandana Shiva (ambientalista e filósofa de Nova Delhi/Índia) e Rajendra Pachauri (Prêmio Nobel da Paz em 2007 e presidente do IPCC de Nova Delhi/Índia), Carlos Nobre (pesquisador do INPE e Membro do IPCC/Brasil), Clayton Lino (presidente do Conselho nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica), Ignacy Sachs (sociólogo e economista, professor emérito da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais Paris/França), Eduardo Viola (professor de relações internacionais da UNB/Brasília) e Inês Faccioli (freira da Pastoral do Migrante/Ribeirão Preto).

Diretor e roteirista – Duto Sperry

Atuou como diretor no mercado publicitário por mais de 15 anos. Sua estréia em documentários foi em 1999 na série Retrato do Brasil, composta por 16 filmes e média metragem sobre a história do Brasil. Esses programas educacionais foram distribuídos na rede escolar brasileira e em alguns países da Europa. Outros documentários dirigidos por Duto Sperry: o Sistema Prisional do Estado de São Paulo, uma visão sobre as utopias infantis, chamado “O Brasil de Meus Olhos” e um longa metragem sobre o trabalho irregular na indústria têxtil: “PRECISA-SE”.

Produtor – Eduardo Ribeiro dos Santos

Jornalista e presidente do grupo Matel Comunicações, é idealizador e produtor de programas de televisão e documentários há mais de 30 anos.

Sobre a Matel.doc

Com expertise de mais de 37 anos na área audiovisual, a Matel.doc é uma produtora de documentários fundada dentro da Matel Comunicações com o objetivo de atender as necessidades mais recentes do mercado. A Matel.doc é especializada na produção de projetos especiais e documentários. Seu diferencial é a produção exclusiva de formato, conteúdo e que pesquisa tendências de mercado e as transforma em soluções específicas de comunicação. Principais clientes da matel.doc: C&A, KIMBERLY-CLARK, INSTITUTO C&A, BRITISH PETROLEUM, UNIBANCO e FIAT.

(Envolverde/Assessoria)



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Testes desmentem alegações sobre qualidade do ar de Pequim

26 de junho de 2009
Apesar das críticas, Pequim divulgou na semana passada que estava a meio caminho de seu objetivo de 260 dias com qualidade do ar excelente ou muito ...
Apesar das críticas, Pequim divulgou na semana passada que estava a meio caminho de seu objetivo de 260 dias com qualidade do ar excelente ou muito boa
26 de junho de 2009
Nature

Pequim passou os preparativos para os Jogos Olímpicos de 2008 alegando que o ar da cidade havia sido drasticamente limpo, mas tais medidas estão agora sendo questionadas.

Usando um Índice de Poluição Atmosférica, API, na sigla em inglês, para o qual a pontuação de 100 ou menos indica uma qualidade "boa" do ar, todos os 17 dias de eventos olímpicos em Pequim passaram no teste. No geral, a cidade atingiu o recorde de 274 dias com boa qualidade do ar em 2008.

O API pode ser calculado de diversas maneiras; o de Pequim inclui medições de dióxido de enxofre, dióxido de nitrogênio e partículas com menos de 10 micrômetros de diâmetro ¿ chamadas de PM10. Polemicamente, Pequim não havia considerado anteriormente medições do nível de ozônio para calcular os índices e não aponta o nível de partículas com menos de 2,5 micrômetros de diâmetro (conhecidas como PM2,5). Tanto ozônio quanto PM2,5 têm impactos potencialmente negativos na saúde.

Agora, Jian Wang da divisão de prevenção à poluição do Ministério chinês do Meio Ambiente admitiu que a visibilidade nas cidades orientais da China está se deteriorando. Ele diz que a causa é a poluição por ozônio e, especialmente, por PM2,5.

"PM2,5 é a culpada pela neblina", ele disse ao jornal oficial do governo, China Daily, em 5 de junho. "Escapamentos de veículos que contêm carbono negro, sulfatos e nitratos contribuem muito para a densidade de PM2,5, que é mais prejudicial ao sistema respiratório do que PM10", afirmou. Ele acrescentou que o ministério em breve passará a incluir ozônio e PM2,5 em seu cálculo de API, com projetos-piloto de monitoramento das partículas previstos para começar nos rios Amarelo e das Pérolas no ano que vem.

"Isso é uma grande reviravolta", disse Steven Andrews, consultor ambiental que, em setembro de 2006, veio a Pequim por meio da organização Princenton-in-Asia para passar um período de 12 meses.

Andrews diz que a atenção ao ozônio e às partículas PM2,5 é bem-vinda, mas teme que os dados não sejam reportados abertamente. Ele conta que a Agência de Proteção Ambiental Municipal de Pequim costumava divulgar as leituras de ozônio, mas deixou de fazê-lo em 2002.

Ailun Yang, do escritório do Greenpeace em Pequim, acredita que a falha em divulgar os dados é provavelmente uma decisão política. Tendo visitado a Agência de Proteção Ambiental Municipal de Pequim recentemente, ela observa que "eles têm tecnologia de ponta. Eles deveriam ser capazes de fazer qualquer coisa."

Um sopro de ar fresco
No ano passado, Andrews acusou a agência ambiental de Pequim de retirar algumas das sete estações de monitoramento do ar para melhorar os resultados do API. Em um artigo no periódico Environmental Research Letters, ele alegou que duas estações que mediam emissões de veículos - a maior fonte de poluição do ar, segundo a agência - foram retiradas da lista do API em 2006 e que outras três foram adicionadas em áreas mais limpas fora do centro da cidade. Oficiais de Pequim negam a acusação. Andrews afirma que agora não há como provar o ocorrido porque os dados de locais de monitoramentos individuais, que eram disponibilizados online desde janeiro de 2003, foram removidos.

Andrews também aponta que um número consideravelmente alto de dias possui um API apenas ligeiramente abaixo do limiar crucial de 100 pontos. Durante 2006 e 2007, Pequim relatou um total de 107 dias com API entre 96 e 100, e apenas sete dias com um índice entre 101 e 105.

Oficiais de Pequim atribuem isso à sua capacidade de cortar elevações de curto prazo na poluição tendo como alvo certas fábricas. Mas, em uma análise nacional publicada em maio, Andrews acusa oficiais locais da China de manipular dados para cumprir com as metas do API. Em 2007, as cidades de Chengdu e Xian, por exemplo, tiveram 52 e 48 dias, respectivamente, com API entre 96 e 100, e nenhum dia com um índice entre 101 e 105.

Apesar das críticas em torno do API, Pequim divulgou na semana passada que estava a meio caminho de seu objetivo de 260 dias com qualidade do ar excelente ou muito boa este ano.

Tradução: Amy Traduções

Nature