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sexta-feira, 18 de junho de 2010

Espécies Arbóreas Brasileiras...


Por: Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa






Foto: Vera L. B. Eifler
Espécies Arbóreas Brasileiras é uma coleção sobre espécies florestais que ocorrem em todos os biomas e Unidades da Federação, visando suprir a grande carência de dados técnicos, sistematizados,  sobre  a silvicultura, botânica e ecologia de diferentes espécies brasileiras. As informações básicas foram obtidas por meio de revisão de literatura e complementadas com informações técnicas inéditas. Incorpora também os 37 anos de experiência do autor. A escolha das espécies baseia-se na sua importância econômica, silvicultural, botânica e ecológica. Os dados de crescimento resultam de uma extensa rede experimental da Embrapa Florestas, de responsabilidade do autor. Cada nó corresponde a uma família, sendo subdividido em subfamília, gênero e espécie.
Cada espécie aborda informações referentes à taxonomia e nomenclatura; descrição botânica; biologia reprodutiva e eventos fenológicos; ocorrência natural; aspectos ecológicos; biomas/tipos de vegetação; clima; solos; sementes; produção de mudas; características silviculturais; melhoramento e conservação de recursos genéticos; características da madeira, produtos e utilizações; e principais pragas e doenças.
Utilizando a tecnologia da Agencia de Informação Embrapa, estão sendo disponibilizadas por meio eletrônico, inicialmente, 31 espécies extraídas do total de 220 disponíveis nos três volumes  da série “Espécies Arbóreas Brasileiras” publicados até 2008. Estes dados poderão ser acessados a partir de uma estrutura ramificada em forma de árvore hiperbólica, hipertexto ou por meio do serviço de busca.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Árvores são trocadas em restauração da Alfândega.

Trinta e oito plantas exóticas serão substituídas por ipês-amarelos em praça no centro da Capital
Francisco Amorim | francisco.amorim@zerohora.com.br


O movimento de operários, máquinas e caminhões na Praça da Alfândega, nos últimos dias, tem chamado a atenção de pedestres que passam pelo centro da Capital. Houve quem ficasse preocupado ao constatar que as equipes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) se dedicavam a arrancar algumas árvores.

O que parecia se tratar, a um olhar desavisado, de um ato contra a natureza, integra um projeto de restauração da área verde que está em andamento.

– Estamos arrancando ligustros que estão em péssimo estado. No local, serão plantados ipês-amarelos – explica o supervisor de praças e parques da Smam, Carlos Py.

A remoção de 38 árvores na Praça da Alfândega continua nesta semana. Iniciado no dia 10 deste mês, o trabalho integra o processo de remodelação do local por meio do Programa Monumenta. As extrações estão sendo acompanhadas pelas arquitetas Renata Rizzotto e Ana Maria Germani e pelo engenheiro agrônomo Clovis Breda, da Smam.

O Programa Monumenta tenta garantir que a Praça da Alfândega retorne a sua formatação original. Os ligustros, por se tratarem de vegetação exótica e se encontrarem bastante prejudicados, serão substituídos por ipês-amarelos, espécie nativa do Brasil, em função de seu porte e floração de cor intensa.

– Isso só será feito em uma fase seguinte. Primeiro, será realizado, por outras secretarias, o trabalho de calçamento, iluminação e limpeza de monumentos. Quando isso estiver pronto, voltaremos para fazer o plantio e ajeitar o jardim – ressaltou o supervisor da Smam.

Reforma da praça deve estar pronta até a Feira do Livro

As obras do Programa Monumentanão devem atrapalhar a realização da Feira do Livro de Porto Alegre, segundo a prefeitura. O projeto, que tem duração prevista de oito meses, deve encerrar em outubro – coincidindo o final das obras com a montagem das barracas da feira.

Em Porto Alegre, o Monumenta abrange uma área central da cidade com 24,5 hectares, dentro dos quais estão 170 imóveis públicos e privados que compõem o acervo a ser preservado. Os recursos utilizados nas reformas são do Ministério da Cultura, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e das administrações do município e do Rio Grande do Sul, contando com a cooperação da Unesco.