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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Agricultores participam de oficina sobre Agroecologia (clipping)

 
A Emater-DF promoveu, na última quarta-feira (20), a primeira oficina de Produção Agroecológica Integrada e Sustentável (Pais) no Assentamento Betinho, em Brazlândia. Dez agricultores familiares da região participaram da atividade que teve o objetivo de despertar o interesse pelas práticas agroecológicas. O Pais é um projeto que visa integrar a produção animal e vegetal da propriedade em um sistema que evita o uso de agrotóxicos e insumos que degradam o ambiente, estimulando a biodiversidade e o equilíbrio ecológico.
 
A oficina foi ministrada pela gerente de Agroecologia e Meio Ambiente da Emater-DF, Eusângela Costa, e pela extensionista rural da Emater Brazlândia, Roberta Sara de Matos, ambas engenheiras agrônomas. Na palestra sobre os conceitos envolvidos na produção agroecológica, as agrônomas destacaram a importância da recuperação e conservação do solo. “O solo é vivo também. Quando tiramos os alimentos, tiramos os nutrientes junto e, se não houver uma recuperação, o solo morre”, explicou Roberta.
 
As agrônomas também explicaram como funciona a integração da criação de animais – no caso, galinhas – com o plantio de hortaliças. Em seguida, elas demonstraram algumas técnicas agroecológicas, como a produção de composto orgânico, do adubo chamado bokashi e da calda de micro-organismos, todos usados para fertilização. A previsão é que sejam ministradas oficinas mensais aos agricultores familiares a fim de capacitá-los a utilizar o sistema.
 
O projeto Pais é realizado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e pretende distribuir kits para implantação de horta e galinheiro dentro desse sistema a 69 agricultores familiares em todo Distrito Federal. Em Brazlândia, dez agricultores familiares serão beneficiados com os kits, que contêm dez galinhas, material para construção de um galinheiro e de 3 canteiros de horta com irrigação, além de uma caixa d'água de 5 mil litros.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Nas Nuvens... lindas imagens do céu!!! 26/03













sábado, 26 de fevereiro de 2011

"Conectados pela mesma Paixão" Veja com participar


Olá Amigos!

Você pode ajudar o documentário "Conectados pela mesma Paixão" a ser o ganhador da FUMPROARTE. 

Para ajudar é bem simples! 

Poste em nosso mural seu depoimento, com até 200 caracteres, contando como as redes sociais te ajudaram a lutar por causas sócioambientais. 

O prazo é até dia 03/04 para concorrermos ao FUMPROARTE! 

E, se você... enviar seu vídeo ele ainda participará no documentário!

Pense como as redes sociais possibilitaram a VOCÊ Internalta Amigo do planeta.


 Comece dizendo seu nome, de onde vc é então diga como as redes sociais te ajudaram a ajudar "diga o nome do projeto"

As pessoas querem saber QUEM é vc e o que vc fez através das redes sociais para ajudar o planeta.


Então peguem suas câmeras, seus amigos, seus famíliares... e façam seus vídeos.

Pode ser em casa, no colégio, na pracinha do seu prédio, no shopping, onde desejarem monte seus vídeos e mandem seu depoimento.


Faça a parte de voceis, para que o amanhã ainda exista.

Todos por um mundo melhor!!! 


 

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Todos "Conectados pela mesma Paixão"

Vamos lá amigos! Veja o trailler e se inspirem! Vamos colocar a imaginação a funcionar! Nós somos os responsáveis hoje por muitas decisões polícticas que refletem no mundo inteiro. O mundo precisa saber como a paixão de vocês os levam a ficar horas e horas nas redes sociais postando ...soluções, ideias e ações que mobilize autoridades em prol do meio ambiente. Este documentário só existirá com a ajuda de todos você
 

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Para quem Adora as formigas...

... Como meu novo Amigo Bruno...


Visitem o blog: http://adoroformigas.blogspot.com/


Entrem, Visitem,  Comentem...

 

Segue um post do blog dele...

Minha atta chegou!

O amigo Thiago do blog Formigueiross me mandou uma atta semana passada (na minha região está difícil vê-las)..  A bonitonha chegou agora a pouco! Ele tinha me mandado duas fotos dela, como minha camera é ruim, vou postar as que ele me mandou...

EEEEEEEEEE!!!! (felicidade excessiva)

(Clique para ampliar)



Vida longa à rainha!

Lembrando que minha câmera é ruim e eu só vou comprar outra no ano que vem, vou postar sempre sobre como está a vida da dondoca, sua saúde e a de seus descendentes.

O nome dela será Beta, escolhi este nome porque minhas rainhas vão ter o nome das letras do alfabeto grego. Beta porque ela não será minha primária, a Alfa será uma que se alimente de doces e outros animais...

Parabéns... Bruno pelo Blog


Beijos!!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Fotos enviadas Carinhosamente por um amigo.

Por: Rodrigo Dártora



Obrigadaaaaaa são lindissimas imagen. =D





















Por: Rodrigo Dártora

Obrigadaaaaaa são lindissimas imagens

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

WWF e Coca-Cola: Programa de Recuperação do Guadiana atinge objectivos.

Os trabalhos de conservação do ecossistema da bacia internacional do rio Guadiana desenvolvem-se em três áreas da bacia: ribeira do Vascão (Portugal), ribeira do Murtega e rio Ruecas (Espanha). O projecto de restauro transfronteiriço da bacia do rio Guadiana tem como prioridades: - melhorar o estado ecológico da bacia, como estabelece a Directiva-Quadro da Água da União Europeia; - promover a criação de corredores ecológicos que liguem as diferente secções da bacia; -recuperar a flora local tornando-a mais resistente a impactos futuros; -melhorar os conhecimentos técnicos e científicos de restauro de ecossistemas degradados; - sensibilizar o público sobre a importância de proteger, manter e restaurar as reservas de água em meio natural. O projecto visa ainda promover uma gestão coordenada, integrada e partilhada entre as entidades envolvidas, tanto em Portugal como Espanha.



sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Choquei... Veja o Vídeo!!! Empresa de brinquedos debocha do sofrimento dos animais vítimas de atropelamento

Por Lobo Pasolini (da Redação)
Foto: Reprodução/Vírgula


Uma empresa inglesa chamada Roadkill, uma expressão que se refere aos animais acidentalmente mortos por carros em estradas, vende bonecos que simulam os corpos dos animais amassados, com as entranhas escapulindo e olhos esbugalhados.

É óbvio que o que eles querem fazer é algum tipo de humor negro, mas infelizmente eles calcularam errado as possíveis consequências de fazer marketing em cima do sofrimento e da morte de outros seres.

O maior problema é a maneira como a empresa faz seu marketing. Em um dos vídeos de promoção da empresa, um menino compra um coelho de uma pet shop e depois o joga de um viaduto. Quando a câmera foca no corpo, o que se vê é um brinquedo Roadkill, contradizendo em cheio a ideia de que o animal morreu ‘por acidente’.

Até mesmo uma postagem do blog brasileiro Vírgula notou que o marketing dessa empresa vai longe demais: “Alguns [vídeos] são de gosto um pouco duvidoso e não nos espantaria se acabassem virando alvo de organizações de defesa dos animais. Afinal de contas, bichinho de pelúcia tudo bem, mas não é para ninguém sair por aí jogando coelhinhos na estrada, né?”

Bichinho de pelúcia realmente tudo bem, mas não bichinhos amassados por uma máquina que invade cada vez mais o habitat de animais silvestres.

Os hipócritas da Roadkill têm, ainda, a audácia de declarar em seu website que “gostam de animais” e que fazem doações para a WWF e RSPCA. Recentemente eles adotaram um urso-polar, eles dizem.

Assista aqui a um dos vídeos da Roadkill, em que um coelho é cruelmente morto por uma criança:



Eu imagino que as pessoas por trás dessa empresa se acham o suprassumo da ironia, mas eles não passam de irresponsáveis promovendo violência junto a um público jovem e altamente impressionável e influenciável.

Roadkill é o equivalente de fazer a “Barbie Estuprada” para vender para meninas.


Mais de mil tigres sacrificados para tráfico na última década... Imagens Fortes.

Mais de mil tigres foram mortos na última década, por causa do comércio ilegal de partes destes animais, concluiu um relatório do Traffic International.


De acordo com a edição online da BBC, o Traffic International, um grupo de trabalho que se dedica ao tráfico de animais selvagens, concluiu que as peles, os ossos e as garras estão entre as partes de tigres apreendidas com mais frequência pelas autoridades.

O tráfico de partes do corpo dos tigres continua muito elevado, apesar dos esforços para proteger as crias, alertou ainda a organização. No último século, o número de tigres caiu de cerca de 100 mil exemplares para uma estimativa de apenas 3500.

O estudo, que se baseia em dados de 11 dos 13 países onde há populações de panthera tigris, estima que entre 1069 e 1220 tigres tenham sido mortos para abastecer a procura ilícita de partes de tigres.

Desde outubro de 1987, quando os tigres foram listados como sendo uma espécie em risco de extinção, que o tráfego comercial destes animais ou das suas partes está banido.

Os números foram retirados de análises a 481 apreensões, 275 delas feitas na Índia, correspondendo a entre 469 a 533 tigres sacrificados, adiantam os autores do estudo.

A China, com 40, detém o segundo maior número de apreensões, correspondentes a 124 animais e o Nepal surge em terceiro lugar na lista, com 39 apreensões, relativas a entre 113 a 130 tigres.

"Tendo em conta que metade dos tigres do mundo vive na Índia, não é uma surpresa que o país tenha registado o maior número de apreensões", explicou Pauline Verheij, co-autora do estudo, membro do Traffic International e coordenadora do programa de tráfico de tigres do WWF (World Wild Fund).



(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

Lusa


Facebook ecológico... Rede social quer ser uma influência em mais um ramo da sociedade.

Facebook ecológico



A mais famosa rede social, que se fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo, também decidiu usar a sua influência para ajudar o ambiente.

Com o seu programa de apoio à ecologia, Green on Facebook, o gigante das redes sociais aliou-se aos grupos Alliance to Save Energy, Digital Energy Solutions Campaign e ao The Green Grid, para espalhar conhecimento pelos utilizadores acerca da protecção ambiental.

Além disso, o portal anunciou ter criado um sistema de linguagem de programação que diminui o uso do CPU em 50 por cento, noticia o site GoodCleanTech.

“Um dos nossos valores mais importantes é a responsabilidade de fazer o que estiver ao nosso alcance para reduzir o impacto ambiental no planeta”, pode ler-se na página do Green on Facebook.



Jogar pela sustentabilidade BES lança jogo online chamado Planeta BES.

Jogar pela sustentabilidade


Com um modo de jogo na primeira pessoa, o utilizador entra num mundo virtual onde pode explorar este Planeta BES por caminhos marcados pela estratégia do banco e por valores de responsabilidade social.

Este jogo, que é a primeira aplicação de entretenimento e aprendizagem online a nível mundial para uma entidade financeira, segundo afirma o banco, abre as portas a áreas de interesse do BES. Entre elas encontram-se a Biodiversidade, Literacia Financeira, Inovação, Energias Renováveis e Fotografia.

Assim que o jogador passa a fronteira da realidade para o entretenimento, é confrontado com um universo interactivo e virtual. É possível navegar pelo Planeta BES, onde existem 17 espécies de animais e 12 de flora que podem ser descobertas e, ainda, uma Casa da Biodiversidade onde o jogador vai encontrar informações sobre o meio ambiente e formas de lutar pela sustentabilidade.

Planeta BES foi desenvolvido pela empresa portuguesa Biodroid e reuniu também outros parceiros que apoiaram o jogo, como a Sociedade Portuguesa de Matemática, o Centro de Investigação de Biodiversidade e Recursos Genéticos e a Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva.


Agenda Bahia: Seminário debate os desafios do estado para a próxima década.

No primeiro encontro, dos quatro previstos, Sustentabilidade foi o tema discutido, gerando um amplo debate entre empresários, executivos e autoridades do estado


Pedro Carvalho | Redação CORREIO
pedro.carvalho@redebahia.com.br

“O crescimento sustentável deve estar associado a ações pelas quais as sociedades assegurem o futuro das próximas gerações”. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), José de Freitas Mascarenhas, feita na abertura do seminário Agenda Bahia - Olhando 10 Anos à Frente, ontem, no auditório da entidade.



Pedrosa, da Abrace; Sergio, editor-chefe do CORREIO, e José Mascarenhas, da Fieb

No primeiro encontro, dos quatro previstos, Sustentabilidade foi o tema discutido, gerando um amplo debate entre empresários, executivos e autoridades do estado, visando apontar diretrizes para o desenvolvimento da Bahia na próxima década.

“O desafio está em realizar o máximo de geração de novas riquezas com a ofensa mínima ao meio ambiente. Isso exige um equilíbrio dos responsáveis pelas decisões que só o tempo será capaz de introduzir”, disse Mascarenhas. Mas segundo ele, além de um meio ambiente preservado, é preciso que o cidadão tenha acesso a trabalho que sustente a si e a sua família. Ao pensar a Bahia para os próximos 10 anos, o presidente da Federação das Indústrias destacou que as prioridades deverão ser inovação, educação, qualificação, infraestrutura, interiorização e meio ambiente.

Panorama
Na palestra, José Mascarenhas mostrou um panorama da Bahia atual, maior economia do Nordeste, e responsável por 31,5% do Produto Interno Bruto e 57,3% de todas as exportações da região. No país, detém o sexto maior PIB. Mas, quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), está na 20ª posição. O setor industrial é responsável por 28,2% da economia baiana, mas apenas seis segmentos são responsáveis por 81,1% do Valor da Transformação Industrial (VTI), sendo que a cadeia do refino de petróleo e afins mais a química e petroquímica representam 54,5% do total.

Inovação
O Brasil e a Bahia, para Mascarenhas, ainda investem pouco em inovação. Quando medida a qualidade da educação em ciência e matemática, o Brasil está na 98ª posição. O país também forma poucos engenheiros, segundo ele. Mas há progressos. Segundo o IBGE, a taxa de inovação das empresas brasileiras melhorou, passando de 31,5% para 38,1%, no período 2000-2008. As maiores dificuldades mencionadas pelas empresas para não inovar são atribuídas aos custos elevados, riscos econômicos e à escassez de financiamentos. “As perspectivas são de mudanças na Bahia.

A Fieb reformulou seu Conselho de Inovação e Tecnologia e criou um comitê de inovação para interagir com o ambiente científico baiano, por meio de um fórum de inovação, que vai construir uma política de ciência, tecnologia e inovação para o setor industrial”, informou. Ele lembrou que a Bahia conta com dois centros tecnológicos, o Cetind e o Cimatec, com 70 mestres e 28 doutores. “O Cimatec, inclusive, é hoje considerado o melhor do Senai em todo o Brasil”, lembrou. Outros pontos positivos citados são a construção, pelo governo baiano, do Parque Tecnológico, e a existência do Centro de Desenvolvimento da Ford, em Camaçari.

“Precisamos, no entanto, fazer uma revolução na educação da Bahia”, disse o presidente da Fieb. Para ele, a inovação só vai se desenvolver na medida que for desenvolvida uma política de educação de qualidade que envolva toda a sociedade.

Federalização
José Mascarenhas defendeu a federalização das universidades estaduais baianas, dentro do esforço para melhorar a situação da educação no estado, principalmente no ensino fundamental e médio. Segundo ele, a Bahia é o único estado do Nordeste que despende recursos com a educação superior em quatro universidades.

“A proposta é que essas universidades sejam federalizadas, liberando recursos estaduais para aplicação no ensino fundamental e médio”, disse. Ele destacou que educação de qualidade no nível básico é fundamental para que a população seja preparada para ocupar os postos de trabalho atendendo às exigências da indústria moderna.




Bolsa encargo é maior do que o Bolsa Família
O presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, defendeu o “estouro da bolha tarifária de energia no Brasil” como uma das principais soluções para o país continuar se desenvolvendo de forma sustentável.

“Os motivos dos encargos são nobres, mas a soma de tantos impostos e taxas é prejudicial à economia”, afirmou Pedrosa durante sua palestra no seminário Agenda Bahia. “O setor elétrico paga US$ 16 bilhões de encargos por ano, mais do que o valor distribuído pelo Bolsa Família, que é de US$ 12 bilhões”, acrescentou o presidente da Abrace, entidade que congrega 47 associados e 500 unidades de consumo.

Paulo Pedrosa ressaltou que o Brasil ocupa uma situação privilegiada no cenário mundial em relação ao crescimento industrial, mas o governo precisa fazer a sua parte. Enquanto as grandes economias da Europa são dependentes do gás fornecido pela Rússia e os Estados Unidos necessitam do petróleo dos países do Oriente Médio, o Brasil tem tradição na geração de energia elétrica, indústria integrada e mão de obra. “Precisamos apenas de menos impostos para aumentar a competitividade no setor industrial”, disse.

Pedrosa afirmou que, nos últimos anos, o custo da energia elétrica no Brasil foi reajustado 100% acima do IGPM e do IPCA, índices que medem a inflação oficial. “Os consumidores não suportam mais o valor das tarifas e os empresários simplesmente estão paralisando investimentos, porque não podem arcar com os custos”.

O presidente da Abrace aproveitou para mandar um recado ao governo federal. “No Brasil, muitos encargos são criados, transformados e, depois, perdem a originalidade”, declarou. As indústrias precisam de competitividade e não de programas que atravancam o seu desenvolvimento”, finalizou.

(Por Luís Francisco, especial para o CORREIO)


Primeiros alunos recebem certificação de Meio Ambiente

Primeiros alunos recebem certificação
O PROEMAM busca ainda estimular os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental a adotarem comportamentos socioambientais que contribuam para a sustentabilidade e qualidade de vida, conhecendo e reconhecendo o meio ambiente onde se encontra inserido.

Cerca de 80 alunos das escolas Municipal Sebastião Francisco do Vale e Municipal Coronel José Máximo receberão certificação pela participação no Programa Educacional Meio Ambiente em Movimento (PROEMAM). Desenvolvido pela 13ª Cia de Meio Ambiente e Trânsito Rodoviário o programa piloto surgiu em 2009 diante da necessidade de trabalhar a prevenção e a resolução de problemas ambientais locais. O PROEMAM busca ainda estimular os alunos do 5º ano do Ensino Fundamental a adotarem comportamentos socioambientais que contribuam para a sustentabilidade e qualidade de vida, conhecendo e reconhecendo o meio ambiente onde se encontra inserido.

A diplomação, na E.M. Sebastião Francisco do Vale aconteceu na noite de quinta-feira (11). Na E.M. Coronel José Máximo a cerimônia será realizada às 19h desta sexta-feira (12).

Desde a implantação, em agosto, as turmas participaram de 12 encontros entre alunos e o policial militar ambiental mediador das atividades do projeto. Para o comandante da 13ª Cia MAT, Major Cláudio César Trevisani a partir dos estímulos recebidos durante os 12 encontros e através de processo pedagógico adequado às propostas de “Educação para o Pensar”, as crianças são estimuladas a provocar mudanças no comportamento ambiental em sua escola. “Depois de detectado pelos alunos um problema ambiental, por meio do Clubinho Ambiental, eles desenvolvem ações que busquem minimizá-lo ou corrigi-lo”, reafirmou o Major.




Em SP, radares vão multar quem não fez inspeção

AE - Agência Estado

Os radares da cidade de São Paulo começam a multar neste mês os veículos que não passaram pela inspeção veicular ambiental. São 177 equipamentos que têm o sistema de Leitura Automática de Placas (LAP) e que poderão fiscalizar a regra, de modo semelhante como acontece com o rodízio. Decreto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) autorizando a fiscalização será publicado na edição de hoje do Diário Oficial da Cidade.

O valor da multa é de R$ 550. A data exata para o início das autuações depende de uma portaria conjunta das Secretarias do Verde e do Meio Ambiente e dos Transportes regulamentando a fiscalização. O documento está em fase final de elaboração. Por isso, a previsão é de que as multas comecem a ser aplicadas no máximo até o fim do mês.

Os veículos serão flagrados sempre que passarem por um dos radares habilitados - o equipamento consegue identificar quem deixou de fazer a inspeção veicular ao cruzar a placa com a base de dados da Controlar, concessionária responsável pelo teste ambiental nos veículos. Apenas uma multa por dia será emitida. A lei que regulamentou a obrigatoriedade da inspeção também determinou que no máximo quatro autuações sejam aplicadas por mês.

A inspeção veicular ambiental é obrigatória para todos os veículos registrados na cidade de São Paulo. Um cronograma foi estabelecido no início do ano, de acordo com o final da placa. Os proprietários devem agendar a inspeção no site da empresa responsável (www.controlar.com.br). É necessário pagar uma taxa de R$ 56,44 que, ao contrário dos outros anos, não será devolvida pela Prefeitura após a aprovação do veículo.

Destino

A Prefeitura vai destinar todos os recursos arrecadados com as multas para o Fundo Especial do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, chamado Fundo Verde, e pretende investir tudo em projetos para reduzir a poluição, principalmente relacionados com os transportes. Esses investimentos vão seguir o princípio de que a melhoria na qualidade do ar trará economia com saúde pública - por evitar problemas respiratórios. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



Ribeirão corta verba para o Meio Ambiente.

Secretaria de Verde, Meio Ambiente e Saneamento Básico de Ribeirão Pires perdeu dois terços da receita para 2011. Segundo o orçamento encaminhado pelo prefeito Clóvis Volpi (PV) para a Câmara.a Pasta terá R$ 1,4 milhão no próximo ano, contra R$ 6 milhões em 2010.

O valor fica ainda menor se considerado o crescimento da receita. Atualmente, as despesas da secretaria representam 4,5% do orçamento, de R$ 133 milhões. Em 2011, a fatia destinada a Pasta será de apenas 0,8% da estimativa de arrecadação, de R$ 169 milhões.

A redução, afirmou ontem Volpi, ocorreu por erro do secretário de Meio Ambiente, Luiz Santiago, que esqueceu de requisitar verbas para coleta e destinação de lixo, um dos principais gastos da Pasta.

"Como não houve solicitação pelo Meio Ambiente, o sistema fez a reserva de dinheiro na Secretaria de Infraestrutura Urbana, que antigamente era responsável pelo serviço", declarou o prefeito, que tem no desenvolvimento sustentável e proteção ao verde uma das bandeiras do partido.

Ainda de acordo com o verde, a Prefeitura gasta cerca de R$ 320 mil por mês com a coleta de lixo e despesas com descarte - Ribeirão Pires não tem aterro municipal e paga para a Lara - Central de Tratamento de Resíduos, de Mauá, fazer o despeja do material.

Somado, o montante chega a quase R$ 4 milhões, próximo aos valores atuais. A maior parcela da secretaria, entretanto, vai para pagamento e ampliação do quadro de funcionários, que responde por R$ 937 mil.

O único investimento previsto, avaliado em R$ 31,3 mil, é para aquisição de uniformes para os agentes de orientação e fiscais de Meio Ambiente.


REFORMA

Embora o orçamento ainda esteja sob análise da Câmara, que tem até a última sessão do ano, em dezembro, para votá-lo, o prefeito Clóvis Volpi descartou substituir o projeto para corrigí-lo antes de ser aprovado pelo Legislativo.

"Não há necessidade de faze isso agora. A mudança será feita por lei ordinária, enviada para o Legislativo em janeiro", disse o prefeito, que já extinguiu a Secretaria de Meio Ambiente em 2006, para torná-la apenas uma diretoria subordinada a Secretaria de Obras.

Apenas em 2007, com a aproximação entre Volpi e Lair Moura, a Lair da Apae - candidata derrotada neste ano para a Câmara Federal pelo PMN -, é que a Pasta do Verde foi recriada para acomadar a então aliada, e que um ano depois deixaria o posto com a intenção, frustrada depois, de concorrer à Prefeitura de Ribeirão.

A última mudança no comando da secretaria foi em agosto deste ano, com a demissão de Pedro do Carmo por "motivos administrativos". No lugar, foi nomeado o ex-vereador e ouvidor municipal Luiz Santiago, que atualmente dirige a Pasta.





quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sacolinhas podem ser proibidas em São Paulo.

Afra Balazina - O Estado de S.Paulo

A Câmara Municipal de São Paulo deve votar hoje, em segunda discussão, um projeto de lei para proibir a distribuição de sacolas plásticas no comércio. A proposta do vereador Carlos Bezerra Jr. (PSDB) cria um cronograma para os estabelecimentos comerciais se adequarem.

Paulo Vitor/AE


Mudança. Se a lei for aprovada, consumidores terão de modificar hábitos para reduzir o consumo das sacolinhas

As lojas terão pelo menos seis meses para passarem a respeitar a lei - caso dos shoppings e das redes com mais de 20 lojas. As redes com 10 a 19 lojas terão prazo de um ano para adaptação, enquanto as redes com menos de dez lojas terão dois anos. As feiras-livres ganharam prazo maior, de quatro anos, para começar a obedecer a legislação.

Se for aprovado, o projeto precisa ser encaminhado ao prefeito Gilberto Kassab (DEM) para ser sancionado. "Não estamos numa cruzada contra o plástico. Sabemos dos benefícios de sua boa utilização. Mas queremos sensibilizar a população para o uso indiscriminado das sacolas", afirma o vereador. Ele ressalta que, por envolver uma mudança de cultura da sociedade, é preciso que o processo seja gradual e não "do dia para a noite".

Os sacos plásticos podem entupir bueiros e provocar enchentes, além de contribuir para o esgotamento dos aterros sanitários. Por serem derivados do petróleo, sua produção também provoca emissões de gases de efeito estufa, que causam o aquecimento global.

"A Secretaria do Verde e do Meio Ambiente acha a iniciativa ótima, equilibrada e urgente", diz o secretário Eduardo Jorge. A Associação Paulista de Supermercados (Apas) também avalia que a lei é viável e benéfica.

"Nós defendemos o uso responsável das embalagens. Entendemos que o plástico é nocivo ao ambiente, não temos como defender o indefensável", afirma Orlando Morando, vice-presidente da Apas e deputado estadual pelo PSDB. Ele ressalta que "é preciso conscientizar o consumidor de que ele paga pela sacolinha. Seu valor está embutido no preço dos produtos".

O projeto de lei estabelece que, no período de transição, os estabelecimentos terão de especificar quanto têm cobrado do consumidor pelas sacolinhas plásticas. "Hoje, o preço das sacolas é diluído, fica oculto entre as mercadorias. Com o projeto, esse custo praticado se tornaria transparente ao consumidor, que, a partir de então, sabendo quanto paga, poderia optar por deixar de usar as sacolinhas", diz Bezerra Jr.

Para quem não cumprir a lei, estão previstas as sanções da lei federal de proteção ambiental 9.605, que é de 1998: suspensão de licença, perda de benefícios fiscais e multa.

"Temos grande interesse em avançar nessa questão e estamos atentos à lei. Vale destacar a criação de um comitê interno para a discussão dos seus impactos e respectivas medidas de adequação, considerando os benefícios para a cidade, para o meio ambiente e para o consumidor", afirmou o Grupo Pão de Açúcar, por meio de nota. A empresa ressalta que oferece alternativas a seus clientes para a redução do uso das embalagens plásticas - como sacolas retornáveis e de papel, além de caixas de papelão - e treina os funcionários para que colaborem e incentivem os consumidores a reduzir o consumo desse material.

A Plastivida (entidade que representa a cadeia produtiva do plástico) foi procurada, mas não atendeu a reportagem.

Aprovada. Em Birigui, no interior do Estado, as sacolinhas plásticas comuns serão proibidas a partir de janeiro. A lei foi aprovada em março. "Como a lei só deverá ser executada e fiscalizada em 1.º de janeiro de 2011, tenho certeza de que o Poder Público terá tempo suficiente para divulgar e orientar. E as empresas, por sua vez, de se adequarem às exigências da lei", diz a justificativa do projeto.

Porém, continua sendo permitida no município a oferta de sacolas biodegradáveis (feitas com amido de milho, por exemplo) e oxibiodegradáveis (que contêm um aditivo químico para se degradar mais rapidamente). A vantagem desses sacos é que eles não levam mais de um século para desaparecer na natureza. Entretanto, elas mantêm em sua composição o uso de plástico - a questão das emissões de gases-estufa, portanto, não está solucionada. E há indícios de que as sacolas "oxibio" se degradam em pequenos pedaços, mas não somem por completo.

"A lei ameniza o problema, mas não resolve", admite o vereador Aladim José Martins (PTB), autor da legislação aprovada em Birigui. Em sua opinião, é um passo importante e uma maneira de minimizar o problema.

Para ele, proibir todas as sacolas plásticas no município seria difícil. "As pessoas ainda não estão preparadas."

Para não confundir. A lei de São Paulo deverá proibir que se coloque nas sacolas plásticas a informação de que elas são biodegradáveis ou oxibiodegradáveis. A intenção é evitar que o consumidor entenda que o uso desse tipo de material não é prejudicial ao ambiente. / COLABOROU DIEGO ZANCHETTA


PARA LEMBRAR

A Prefeitura de Jundiaí, no interior de São Paulo, fez neste ano um acordo com a grande maioria dos supermercados para que eles deixassem de oferecer sacolas plásticas gratuitas aos clientes. Mas não existe uma lei para obrigar a adesão. Agora, os consumidores pagam R$ 0,19 por cada sacola que quiserem utilizar - no caso, os mercados têm disponíveis sacolas biodegradáveis, que se degradam em 180 dias.

Com a cobrança, o uso de sacolas caiu substancialmente - em um mês, houve uma economia de 20 milhões de sacolinhas. Os moradores do município têm optado por levar sacolas de casa, principalmente as de pano, ou por colocar os produtos adquiridos em caixas de papelão (que são dadas pelos estabelecimentos).

O Procon orientou que - para não haver problemas com a mudança - os clientes deveriam ser avisados com pelo menos 90 dias de antecedência.

CRONOGRAMA

Seis meses
É o prazo para shopping centers e redes com mais de 20 lojas se adequarem à lei e deixar de oferecer sacolas plásticas aos clientes. Os clientes poderão usar suas próprias sacolas ou usar caixas para levar as compras.

Um ano
É o tempo que redes com 10 a 19 lojas terão para se adaptar à nova legislação, se ela for aprovada.

Dois anos
É o prazo para adequação dado a redes com menos de dez lojas.

Quatro anos
É o tempo que as feiras livres terão para se adequar à lei.




terça-feira, 9 de novembro de 2010

O nascer do sol.

Pode ser em São Paulo, Rio ou Londres. Nada é mais lindo do q ver o sol nascendo e se pondo.
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Se pondo...

O magnífico sol indo se deitar...
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Gestão de resíduos sólidos é tema de seminário internacional.

 
Jefferson Rudy/MMA
 
 
 
 
O aproveitamento de gás metano produzido em lixões para geração de energia elétrica e a gestão e manejo de resíduos sólidos nestes locais são os principais temas do Seminário Internacional sobre Resíduos Sólidos, realizado em Brasília de 8 a 10 de novembro, no auditório da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Durante a abertura do evento, o secretário executivo do MMA, José Machado, disse que o Brasil experimenta um novo momento rumo à sustentabilidade com a aprovação da Lei Nacional de Resíduos Sólidos, que estabelece o marco regulatório para a gestão desse tipo de resíduo em todo o País.

Machado ressaltou a importância do seminário no mesmo ano em que a Política de Resíduos Sólidos foi aprovada. "As ações estabelecidas nesta política envolvem entidades produtivas, estados, setor privado e outras organizações, constituindo-se, assim, num vigoroso processo para a redução de emissões de gases-estufa."

Para o secretário de Recursos Hídricos do MMA, Silvano Silvério, a questão dos resíduos sólidos no País tem caráter ambiental, social e econômico. "Os lixões ainda são muitos no Brasil, e esta é uma situação degradante do ponto de vista social e ambiental, pois a maioria deles está localizada em áreas de nascentes, mananciais e em locais próximos a rios, que estão sendo contaminados. Quem sofre diretamente com isso são as comunidades mais carentes situadas nas proximidades destes lixões", avaliou.

Silvério explicou que em uma pesquisa feita pelo IBGE, no período de 2008, foi verificada diminuição de resíduos expostos em lixões - o que formou os chamados 'aterros controlados', classificados como intervenção intermediária entre o lixão e o aterro sanitário. "Apesar de haver uma cobertura dos resíduos em muitos destes locais, ainda não há a coleta seletiva de lixo nem o aproveitamento do gás metano", disse.

Silvério contou, também, que já existe um aumento no potencial de municípios com aterros controlados e sanitários. As duas categorias somam juntas 49,2% de aterros controlados no País. A Política de Resíduos Sólidos prevê que o governo fomente, como alternativa institucional, a implementação de consórcios de aterros sanitários que possam atender a várias localidades, o que favorece o custo operacional destas estações.

"A discussão sobre o gás metano está relacionada diretamente ao impacto da geração de lixo no País. Hoje, 960 municípios contam com coleta seletiva no Brasil, mas apresentam uma baixa produtividade (apenas 3%) para o potencial desta atividade. Dos 97% dos resíduos sólidos domésticos recolhidos, somente 12% são reciclados", alertou.

Silvério explicou que o custo de implantação de um aterro sanitário para receber os resíduos de 100 mil pessoas é de aproximadamente R$ 2,4 milhões. Mas alertou que o problema não se restringe apenas à implantação da estação, mas principalmente à sua gestão, e que a disseminação de pequenos aterros pode acarretar um grande passivo ambiental que depois pode se tornar difícil de solucionar.

Lixões - De acordo com especialistas na área, o Brasil ainda precisa avançar muito no que se refere ao manejo dos resíduos sólidos domiciliares. O País possui numerosos lixões onde os resíduos são lançados sem controle, o que provoca a contaminação do solo, do ar e das águas superficiais e subterrâneas.

No entanto, algumas iniciativas recentes já começam a surtir resultados ambientais, como o aproveitamento do gás metano para geração de energia elétrica. Globalmente, os lixões são responsáveis por 13% das emissões de metano, gás-estufa com poder 21 vezes superior ao do gás carbônico.

No contexto da nova legislação federal relativa aos serviços públicos de saneamento básico (Lei 11.445/2007) e da recente Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010), vários estados também estão estimulando a regionalização da gestão dos resíduos sólidos por meio de consórcios públicos intermunicipais. Estas iniciativas têm o objetivo de promover a oferta de serviços públicos de qualidade, ambientalmente adequados e com custos menores.

Ação conjunta - O seminário está sendo promovido pela Associação Brasileira de Agências de Regulação em parceria com a National Association of Regulatory Utility Commissioners. A iniciativa conta ainda como o apoio da Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento, da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental e da Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais.

Na programação serão abordados temas como planejamento, projetos, implantação e operação de aterros sanitários, além de aproveitamento energético do metano gerado nestes locais e as experiências dos Estados Unidos e do Chile. Outras ações em execução em diversas regiões do Brasil também serão apresentadas e discutidas, a exemplo dos aterros que atendem as cidades de Salvador, Belo Horizonte, Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

por Ascom/MMA