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sábado, 6 de novembro de 2010

SAIBA UM POUCO MAIS SOBRE MATERIAIS RECICLÁVEIS

Nós nos habituamos a ouvir que a internet tem muita porcaria, o que não deixa de ser verdade. Talvez por causa disso nos acostumamos a criticar o que aos nossos olhos é inútil e muitas vezes nos esquecemos de elogiar o que é certo, útil e construtivo. A grande rede, todo mundo sabe, é livre, e quem aqui vem escreve o que achar melhor. Nós preferimos falar de utilidades, por isso hoje nos lembramos da Recicloteca.

A Recicloteca é um Centro de Informações sobre Reciclagem e Meio Ambiente criado pela ONG Ecomarapendi. Foi planejada com o objetivo de difundir informações sobre as questões ambientais, com ênfase na redução, reaproveitamento e reciclagem de resíduos e seu acervo é composto pelos mais diversos tipos de materiais incluindo livros, vídeos, revistas, periódicos técnico-científicos, cartilhas, teses, produtos reciclados e outros materiais que, somados à experiência de sua equipe, transformaram a ONG numa referência sobre a temática de resíduos sólidos no Brasil.

Fundada em 1991 e patrocinado pela AmBev desde 1993, a Recicloteca recebe visitantes em sua sede e atende gratuitamente a consultas por carta, fax, telefone e correio eletrônico. Realiza palestras em empresas e universidades, seminários, cursos e oficinas, além de manter este site que oferece dezenas de páginas com conteúdo de autoria de sua equipe. Publica também um informativo trimestral sobre temas relacionados ao meio ambiente.

Achei muito interessante o trabalho desenvolvido pela instituição, por isso dei uma passadinha pelo seu portal e lá colhi as informações abaixo:



MATERIAL RECICLÁVEL – METAL

O primeiro metal descoberto foi o cobre, ainda na pré-história, no oriente médio. Com a descoberta deste material e posteriormente de outros metais foi possível desenvolver ferramentas mais eficientes que as de pedra. Com o uso do metal também foi possível fabricar a roda. 

Hoje em dia ele é encontrado em nossa casa (ex: panelas, armários, talheres), nos automóveis, nas embalagens de alimentos, etc. 

Ele é sólido, não deixa passar luz (é opaco) e conduz bem a eletricidade e o calor, possuindo um brilho especial chamado de metálico. Quando aquecido é maleável, podendo ser moldado em várias formas, desde fios até chapas e barras. Os metais podem ser encontrados misturados no solo e nas rochas, sendo chamados de minérios.



MATERIAL RECICLÁVEL – MATÉRIA ORGÂNICA

A matéria orgânica é definida biologicamente como matéria de origem animal ou vegetal e geologicamente como compostos de origem orgânica, encontrados sob a superfície do solo. Os papéis, que são feitos com fibra vegetal, também são considerados matéria orgânica, porém, trataremos dele separadamente.



MATERIAL RECICLÁVEL – VIDRO

O vidro é feito de uma mistura de matérias-primas naturais. Conta-se que ele foi descoberto por acaso, quando, ao fazerem fogueiras na praia, os navegadores perceberam que a areia e o calcário (conchas) se combinaram através da ação da alta temperatura. Há registros de sua utilização desde 7.000 a.C. por sírios, fenícios e babilônios. 

Hoje o vidro está muito presente em nossa civilização e pode ser moldado de qualquer maneira: nos pára-brisas e janelas dos automóveis, lâmpadas, garrafas, compotas, garrafões, frascos, recipientes, copos, janelas, lentes, tela de televisores e monitores, fibra ótica e etc.

As matérias-primas do vidro sempre foram as mesmas há milhares de anos.

Somente a tecnologia é que mudou, acelerando o processo e possibilitando maior diversidade para seu uso.



MATERIAL RECICLÁVEL – PLÁSTICO

O primeiro plástico sintético foi desenvolvido no início do século XX, e registrou um desenvolvimento acelerado a partir de 1920. Este material, relativamente novo se comparado a outros como o vidro e o papel, passou a estar presente em grande parte dos nossos utensílios.



MATERIAL RECICLÁVEL – PAPEL

Os registros pré-históricos de desenhos e sinais nas pedras e cavernas foram o início de uma história contínua que retrata a cultura e os hábitos de cada sociedade. Na Antiguidade, o povo egípcio desenvolveu uma forma de utilizar o junco (papiro), ensopando-o com água e sovando até obter uma forma de pergaminho, com espessura semelhante a um tecido. 

Mas o papel, tal como o conhecemos hoje, teve origem na China: misturando cascas de árvores e trapos de tecidos. Depois de molhados, eram batidos até formarem uma pasta.

Esta pasta, depositada em peneiras para escorrer a água, depois de seca tornava-se uma folha de papel. 

Ainda hoje os trapos de algodão e linho são utilizados por alguns países na fabricação de papéis resistentes, como o papel-moeda. 

Os árabes assimilaram a técnica e a espalharam na Península Ibérica, quando a conquistaram (isto se iniciou lá por 1300). Os demais países europeus só a conheceram por volta dos séculos XIII e XIV. 

Graças ao trabalho de copiar manuscritos, na Idade Média, em formas artesanais de papel, foi possível conservar os mais importantes registros da história da humanidade até então. Com a invenção da "imprensa", permitindo a impressão por linotipos em papel, a disseminação da informação passou a ser muito mais veloz e acessível a todos, e a Revolução Industrial impulsionou ainda mais essas mudanças; hoje o papel talvez seja o produto mais utilizado e corriqueiro.



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Novo material pode servir como curativo e embalagem de alimento.

Bactérias não conseguem se desenvolver sobre o material
Wikimedia Commons/ACS Nano
Bactérias não conseguem se desenvolver sobre o material

Célio Yano, de EXAME.com - 18/08/2010
São Paulo - O grafeno, um tipo de material formado por carbono e descoberto há pouco tempo, tem sido amplamente estudado por empresas de semicondutores que buscam explorar o alto potencial de eficiência em comparação com o silício. Mas além dessa característica, o novo material, que consiste em uma espécie de folha de átomos de carbono, pode servir de base para a criação de curativos, embalagens de alimentos e até calçados "anti-chulé", por ter naturalmente propriedades antibactericidas.
As aplicações foram descritas pelos pesquisadores Chunhai Fan e Qing Huang, em um trabalho publicado na revista ACS Nano. Para estudar as características do grafeno, eles tentaram "criar" bactérias sobre uma folha do material que continha ainda células humanas. Os micro-organismos não conseguiram se desenvolver sobre o grafeno e tiveram pouco efeito nas células humanas
"Levando em conta os efeitos antibactericidas superiores do grafeno e o fato de que ele pode ser produzido em massa e facilmente processado para fazer folhas autônomas e flexíveis de baixo custo, esperamos que este novo nanomaterial pode encontrar aplicações clínicas e ambientais importantes", diz a publicação.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Museu do Amanhã do RJ, será feito com material reciclável

Publicado por Tulio
museu amanha620 Museu do Amanhã do RJ, será feito com material 
reciclável
Uma foto computadorizada mostra como deve ficar o Centro do Rio depois de pronto o Museu do Amanhã
O arquiteto espanhol Santiago Calatrava mostrou, detalhes do projeto do Museu do Amanhã, que será construído no Píer Mauá, na Zona Portuária do Rio. “O projeto prevê um museu totalmente autossuficiente. E vamos usar somente materiais recicláveis na construção”, frisou Calatrava. De acordo com a prefeitura, as obras começam no primeiro trimestre de 2011, com previsão de inauguração no segundo semestre de 2012.
Na apresentação, Calatrava tomou de lapiseira, pincel e tinta guache para desenhar esboços do Museu do Amanhã. “O visitante não vai apenas apreciar o museu. Ele também vai ter a experiência da luz, da vida, da natureza”, ressaltou o arquiteto, para explicar que o projeto vai permitir a reflexão da luz solar para parte interna do piso inferior do Museu do Amanhã.
Paixão pelo Rio
Além de ser considerado uma dos grandes profissionais do mundo em sua área, eleito em 2005 pela revista americana Time como uma das cem pessoas mais influentes do planeta, Santiago Calatrava também se tornou um apaixonado pela cidade do Rio de Janeiro.
Durante a apresentação, que contou com a presença de várias autoridades e personalidades da sociedade carioca, o arquiteto não se cansou de exaltar as belezas do Rio. “Eu fiquei impressionado com o visual da cidade em um entardecer no ‘Mirador del Chines’”, disse, referindo-se à Vista Chinesa, na Zona Sul, um dos principais mirantes do Rio.
E a exuberância do Rio foi determinante na inspiração do arquiteto, que fez o projeto do Museu do Amanhã totalmente integrado à paisagem do entorno Píer Mauá, que inclui a Baía de Guanabara, o Morro da Conceição e o Mosteiro de São Bento. “Do interior do museu, o público vai poder contemplar, entre outras paisagens, o Dedo de Deus”, destacou Calatrava, referindo-se à montanha símbolo da cidade de Teresópolis, localizada a cerca de 90 quilômetros do Centro do Rio, na Região Serrana.
Elevado da Perimetral será derrubado depois da inauguração do museu
Durante a apresentação, Santiago Calatrava afirmou que a demolição do Elevado da Perimetral, uma das obras previstas no projeto Porto Maravilha, da prefeitura, é “imprescindível para ligar o Centro do Rio, a Praça Mauá, ao Museu do Amanhã”. Entretanto, na coletiva para a imprensa, o prefeito Eduardo Paes disse que ainda não existe a verba para derrubar a Perimetral.
O secretário municipal de Desenvolvimento, Felipe Góes, esclareceu que a demolição do elevado da Elevado da Perimetral, bem como a construção de um túnel para substituí-lo, serão feitos através de verba captada junto à iniciativa privada. “A previsão é de que a obra comece no início de 2013, com duração de um ano”, explicou Góes. Com isso, o Museu do Amanhã deve ser inaugurado ainda com o elevado aberto ao tráfego.
O secretário frisou que o trânsito não deve sofrer grandes complicações. “Primeiro será construído o túnel sobre a Avenida Rodrigues Alves, que vai receber o fluxo da Perimetral. A obra do túnel vai ser realizada com o elevado ainda de pé”, afirmou.
O presidente da Fundação Roberto Marinho, José Roberto Marinho, ressaltou que o “Rio de Janeiro passa por um renascimento civilizatório”. Para ele, é importante construir empreendimentos culturais ao mesmo tempo em que se recupera a infraestrutura do Rio. “Quando você revitaliza a cidade, a área cultural tem que avançar junto”, concluiu.
Fonte G1

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Quadros e Painéis com materiais reciclados. Vejam

Por: http://sherolvinhas.blogspot.com/ 


Estes quadros fiz inspirados na nossa amiga Lúcia do Blog Calma que estou com pressa, acho lindo os seus trabalhos em papel mache, já postei aqui no blog alguns trabalhos dela, tem tanta gente talentosa nessa técnica que é ótimo de ver!Mas a Lúcia foi quem me inspirou mais.Queria muito tentar algum dia fazer uma bonequinha que seja, mas como não tenho a habilidade... rsrs vai demorar.Usei a técnica para aprender e para inspirar vocês também a lidarem com este material maravilhoso, é muito fácil de preparar a massa, deixei de molho de um dia para o outro uma porção boa de jornal, bati no liquidificador coei bem apertado em um pano de prato, depois misturei cola até ficar uma massa normal, fácil! Mas para fazer esculturas....ainda tenho que aprender muuuiito. rsrs

Painel com cds usados, papel mache, e pó de vidro.


Ele fica é alto relevo, usei madeira reaproveitada também. Ele esta á venda por R$ 125,00 + frete.

Este foi o primeiro, as flores de garrafa pet, vaso de papel mache de jornal e madeira reaproveitada.

Esta a venda por R$ 45,00 + frete.

O segundo de flores.....

O detalhe da borboletinha, se clicar na foto vai dar para ver as anteninhas. R$ 40,00 + frete.





Este painel é meio complicado de fazer mas da um resultado lindo na parede.
Painel de cd usados com flores de pet.
R$ 56,00 + frete
A Casa Cor Goiás foi um sucesso! Confira a amostra aqui http://www.casacor.com.br/goias/
Tenham uma excelente semana.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O novo VAIO W ECO é feito com CDs e DVDs reciclados e conta com bolsa de tecido produzida a partir de garrafas PET recicladas



Para atender aos consumidores que buscam produtos ambientalmente responsáveis e sentem a necessidade de contribuir com uma sociedade sustentável, a Sony traz ao Brasil o netbook VAIO W ECO (VPC-W210AB/WI), equipamento inovador que oferece tudo que o consumidor precisa para uso diário, além de apresentar uma cadeia de composição e funcionamento com impacto ambiental reduzido.
O novo mini notebook tem 80% das peças plásticas feitas com material reciclado, a partir de CDs e DVDs descartados, e manual de instruções eletrônico, o que resulta em uma redução de 70% no uso de papel.
Outro diferencial é a sua embalagem: a caixa de papelão foi substituída por uma moderna bolsa de transporte, feita com tecido produzido a partir da reciclagem de garrafas PET. A substituição da caixa de papelão, além de reduzir o uso de papel, otimiza o transporte do produto e reduz a emissão de CO2 proveniente do transporte.
O novo VAIO W ECO vem com tela de 10,1 polegadas, memória de 2GB, disco rígido de 320GB, sistema operacional Windows 7 Starter Edition, Bluetooth, Wi-fi e bateria com duração de até 3,5 horas. Virá na cor branco com palm rest verde e com peso de apenas 1,19 kg.
O lançamento também chama atenção pelo design. Além de leve, tem textura diferenciada e detalhes em verde. Suas teclas são confortáveis e espaçadas. E o case exclusivo, além de se tornar um bonito e moderno acessório, confere ainda mais portabilidade ao netbook.
O VAIO W ECO chega ao mercado brasileiro pelo preço sugerido de R$ 2.099,00 e estará à venda nas lojas Sony Style e nas revendas autorizadas.
Tá vendo, isso sim é uma tecnologia Ecológicamente correta!
Fonte: Sony
written by Thalita Alexia \\ tags: , ,

sábado, 17 de abril de 2010

Sala de jantar descontraída e aconchegante na Casa Cor Santa Catarina



O apartamento do casal tem como característica principal ser um local voltado tanto para o descanso a dois quanto para momentos de descontração entre os amigos mais íntimos. Para o projeto da Sala de Jantar do Casal, da Casa Cor Santa Catarina, as arquitetas Graziele de Souza e Isabela Faraco buscaram experiências vivenciadas por seus clientes para desenvolver o Projeto. O conceito do ambiente é inspirado na frase “A boa arquitetura de um determinado período vai sempre bem com a arquitetura de qualquer período anterior – o que não combina com coisa nenhuma é a falta de arquitetura”, de Lúcio Costa – homenageado nacional da Casa Cor.
No espaço de 16 m², pertencente ao Apartamento do Casal, composições que lembram o passado, como o painel com tratamento rústico – o pé de raiz, um reaproveitamento de madeira feita a partir de matérias-primas recicladas e com peças com detalhes em dourado, dão um sentimento caloroso e um ar moderno ao ambiente.
As cores são refinadas e delicadas como tons cremosos de bege e tons de laranja, remetendo à ideia de um espaço quente voltado a degustação de saboroso Jantar. O conjunto formado entre as cores e os tecidos florais e listrados presentes tornam a decoração da sala mais descontraída, moderna e atual retratando um jovem casal que gosta de reunir os amigos em casa para reuniões informais.
Outro destaque é o uso da iluminação direta e indireta para criar aconchego ao antes e depois do jantar. O pendente e arandelas com fios de seda e acabamentos delicados, adornados com cristais, formam a combinação da mais pura elegância, com o mais belo estilo clássico.
A interação do espaço – o bom bate papo – acontece com a composição de um pequeno estar que foi criado integrando a mesa de jantar. Além das confortáveis poltronas, itens modernos como TV de LED, DVD, lareira e peças espelhadas completam o espaço.
Sustentabilidade
As arquitetas priorizaram fornecedores que trabalham com preocupação com a sustentabilidade no uso de seus materiais. Com madeiras de reflorestamento, tecnologia de LED e produtos ecologicamente corretos, seguindo o conceito sustentável defendido pela mostra Casa Cor em 2010. Até mesmo as tradicionais cadeiras de jantar foram revestidas com capas, para que sua vida útil seja prolongada.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

EcoGlass - A pastilha de vidro 100 % reciclada

16 de abril de 2010




"Preservar o meio ambiente está cada vez mais na moda. Por isso, a Gyotoku aproveita o embalo da feira (Revestir) para apresentar a novidade no quesito pastilhas de vidro: a linha Ecoglass. Sua fabricação com vidro 100% reciclado confere ao produto características técnicas adequadas para sua aplicação em fachadas de prédios e superfícies arredondadas, já que tem fácil instalação. Com 0% de absorção de água, resistência à pichação, altíssimo isolamento térmico e isolamento elétrico próximo a zero, as pastilhas são resistentes e remetem ao aconchego e à sofisticação. Em tons de marrom, a Ecoglass Terra e Madeira traz a resistência dos elementos da natureza ao ambiente, transformando o rústico em aconchego e sofisticação. A Ecoglass Florestas (em tons de verde) proporciona a sensação de contato com a mata virgem e transporta a energia das florestas para o cotidiano deixando o dia-a-dia mais vibrante.  A Ecoglass Tons de Azul mistura o azul intenso ao branco e ao lilás para levar ao ambiente a sensação de imensidão e leveza. Transmite calma, dando um colorido especial à vida. Por fim, a Ecoglass Rochas (em tons de branco, platina e chumbo) deixa os ambientes mais altivos e luxuosos, já que a exuberância do preto ganha um brilho especial cinza e platina, que remetem à força e imponência das rochas. Parte da receita proveniente das vendas da Linha Ecoglass será doada a instituições de prevenção ambiental e social."
Essa reportagem é de Abril de 2008


A linha Ecoglass  foi lançada na Feira Revestir  de 2008; vi o material e o acabamento é impecável, o preço é bom diante da concorrência, e o fato de ter o apelo ecologico é o melhor de tudo. A confecção das pastilhas advem do reaproveitamento de vidros quebrados nos canteiros de obra;  o material mede 5cm x 5cm e vem em placas de 30,8cm x 30,8cm. No site da Gyotoko tem os telefones dos representantes comerciais de venda de todo país.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Eco Toys... mto bom!!! idéias otimas fazem o Planeta mais feliz!!!

Brinquedos
 com Material Reciclado, por Zio Ribeiro. by Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio 
Ribeiro. by Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio 
Ribeiro. by Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio 
Ribeiro. por Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio Ribeiro. 
por Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio 
Ribeiro. por Poema Pictures.
Brinquedos com Material Reciclado, por Zio 
Ribeiro. por Poema Pictures.
Eco Toys produzidos pelo Zio Ribeiro (zioribeiro)

Fotos Moema Costa

Remuneração de catadores amplia reciclagem

LILIAN MILENA
Da Redação

Programa que remunera catadores por serviços prestados à prefeitura de São Carlos garante proteção trabalhista à classe, com resultados diretos no aumento de materiais recicláveis.

Nesta quinta-feira (8), a prefeitura realiza o pagamento dos primeiros prêmios aos trabalhadores, pelas metas alcançadas no quesito de resíduos coletados e efetivamente vendidos às indústrias de recuperação.

Reynaldo Sorbille, diretor do Departamento de Apoio a Economia Solidária de São Carlos, explica que os acordos com catadores começaram em 2001, quando o acesso ao aterro sanitário municipal foi proibido aos trabalhadores. Em troca, a prefeitura ajudou a criar a Ecoativa, cooperativa com toda a infra-estrutura garantida pelo município. A classe foi incentivada a melhorar a coleta de porta em porta, enquanto os grandes geradores de resíduos recicláveis (empresas, prédios públicos e mercados), a separar e fornecer materiais descartados aos catadores.

Com o passar do tempo, foram estabelecidas mais duas cooperativas (Coopervida e Cooletiva), segundo o mesmo esquema de apoio: equipamentos e galpões comprados e cedidos pelo município, sem o ônus do pagamento da água, luz e do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU), aos cooperados.

Em 2009, os três grupos concordaram em constituir uma única cooperativa, mantendo o nome da Coopervida, que agora agrega todos os trabalhadores. “A unificação permite otimizar os equipamentos e a infra-estrutura. Já tivemos casos de uma prensa quebrar e paralisar o trabalho dentro de uma unidade. Agora, se isso voltar a acontecer, os trabalhadores terão a disposição mais equipamentos para continuar a atividade”, conta Sorbille.

Cerca 80% de São Carlos é coberta pelos catadores. Sorbille destaca que o objetivo é intensificar a coleta de material nessa área, antes de expandir para 100% do território a passagem direta de trabalhadores de porta em porta. Os 20% não cobertos, são bairros de baixa ocupação populacional, ou distantes dos galpões, de tal forma que, economicamente, acabam não valendo o deslocamento e tempo gasto na coleta.

Ao todo, são 43 catadores cooperados hoje na Coopervida. A prefeitura estima que São Carlos produza perto de 170 toneladas de lixo ao mês, ou 700 gramas por habitante/dia. Cerca de 1/3 (um terço) do montante é composto de material reciclável. A média coletada, em 2009, foi de 80 toneladas de recicláveis/mês, sendo que, efetivamente, foram vendidos e aproveitados pela indústria recicladora, cerca de 60 toneladas/mês.

Em 2010, o município introduziu novos mecanismos de Programa de Coleta Seletiva, para aumentar a eficiência de material efetivamente reciclado na cidade. A Coopervida deve atingir uma meta de coleta/mês igual a 100 toneladas. A partir dessa quantidade, a prefeitura remunera a entidade em 8 mil reais. E, a cada tonelada efetivamente vendida às empresas recicladoras, a cooperativa recebe R$ 130 reais.

“A ideia é aumentar essa remuneração a partir da produtividade da cooperativa”, completa Sorbille. O primeiro pagamento dos prêmios esta sendo realizado nesta quinta-feira (8 de abril). Os trabalhadores superaram a expectativa da prefeitura. Em março foram coletadas mais de 120 toneladas de recicláveis, sendo 74 toneladas efetivamente encaminhadas para o reaproveitamento nas indústrias.

A fiscalização é realizada graças a uma parceria feita com a Papel São Carlos S.A., que disponibiliza sua balança de caminhões. Quando a cooperativa enche um caminhão, pesa no equipamento instalado dentro das dependências da empresa. A Papel São Carlos emite um comprovante em cada pesagem, que deve ser guardado pela própria Coopervida e entregue junto a um relatório de coleta, no final do mês, à prefeitura. Já a quantidade de material efetivamente vendido à reciclagem, é provada a partir de nota fiscal emitida pelas empresas que compram papel, plástico, vidro e metais dos catadores.

A renda líquida que cada catador da Coopervida está recebendo pelo trabalho realizado em março é de R$ 650 reais. A cooperada Natália Fabiana Vicente, conta que a renda média retirada nos meses anteriores foi de R$ 500 reais.

Vicente, hoje com 22 anos, trabalha desde os 18 na Coopervida. Conta que seus pais já trabalhavam como catadores antes da classe se organizar em cooperativas. “O trabalho direto no aterro sanitário não era digno, porque era feito no meio do lixo, mesmo. Agora a gente percebe que até a dinheiro que chega em casa é maior”. Atualmente a cooperada realiza serviços de coleta, separação e também ajuda na parte administrativa da instituição.

Perguntada se está satisfeita com o trabalho, responde: “Não penso hoje em procurar outro emprego. Em crescer dentro da cooperativa, sim. Em sair, não”.

Sorbille afirma que São Carlos tem se baseado no Art. 57 da Lei Nacional do Saneamento Básico, de 5 de janeiro de 2007, que garante a contratação das organizações dos catadores em contratos públicos, sem licitação.

Atualmente tramita no Senado outra normativa que garante subsídios de apoio a organização de catadores por parte dos municípios. Trata-se do Projeto de Lei (PL) nº 203/91, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Após tramitar por 19 anos, a Câmara dos Deputados aprovou, em 11 de março, a proposta de PNRS. Em artigo publicado na Folha de São Paulo, no dia 7 de abril, Carlos Minc, ex-ministro do Meio Ambiente, Arnaldo Jardim, deputado e presidente do Grupo de Trabalho responsável pelo PL, e Paulo Teixeira, deputado federal do PT-SP, que integrou o Grupo de Trabalho, afirmaram que o projeto de lei deverá ter uma rápida tramitação no Senado, e ser sancionado ainda este ano pelo presidente da República.

sábado, 13 de março de 2010

Projeto premia autores de projetos que utilizam material reciclado...

Arquitetando a Cidadania vai premiar com um notebook estudantes e profissionais de Arquitetura, Design e artesãos que apresentarem as melhores ideias

Da Redação do pe360graus.com
O Núcleo de Decoração de Pernambuco promove o Projeto Arquitetando a Cidadania, que vai premiar com um notebook estudantes e profissionais de Arquitetura, Design e artes que apresentarem as melhores ideias de construção de objetos com material reciclado.

As melhores obras, escolhidas por meio do concurso, serão apresentadas em uma exposição no Shopping Recife. Elas também estarão contidas em um manual que vai servir de orientação para membros de uma oficina no bairro da Bomba do Hemetério e da comunidade Entra Apulso.

Para se inscrever, o interessado precisa ir à sede do Núcleo até o dia 26 de março, na Avenida Domingos Ferreira, 1486, sala 6, no bairro de Boa Viagem, zona sul do Recife. O horário de atendimento é das 8h às 12h e das 14h às 17h. O regulamento e a fica de inscrição podem ser acessados através do site www.nucleope.com.br. Mais informações pelo telefone (81) 3325.7557.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Barco solar vai dar volta ao mundo....

Paula Rothman, de INFO Online Sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010


SÃO PAULO – Lançado ontem em Kiel, na Alemanha, o Planet Solar quer ser o primeiro barco movido a energia solar a dar a volta no planeta.




O catamaran de 30 metros de comprimento por 15 metros de largura possui 470 m2 de painéis solares e autonomia para navegar 1000 km sem Sol.

O barco de 60 toneladas consegue 120 kW de energia, sendo que a média de consumo do motor fica em torno de 20kW. Viajando a 15 km/h, ele precisa de apenas três funcionários e comporta até 200 passageiros.

Para o projeto de volta ao mundo, no entanto, ele poderá acomodar 50 pessoas durante os meses de viagem.

O projeto é ideia do suíço Raphaël Domjan e foi construído pela empresa alemã Knierim Yacht Club.

Durante 2010, o barco fará um tour pela Europa, que servirá também como teste. Em abril de 2011 ele inicia a volta ao mundo, com paradas estrategicamente escolhidas ao longo da linha do Equador (onde a incidência dos raios solares é maior).

Serão 40 mil km percorridos em 140 dias, cruzando o Atlântico, o Canal do Panamá, o oceano Pacífico, Índico e o Canal de Suez para chegar ao Mediterrâneo.



Mapa mostra o caminho que o Planet Solar fará a partir de Abril de 2011

Reciclagem vira bandeira no Mundial...

Equipe Dez

A preocupação com a sustentabilidade chegou aos uniformes da Copa do Mundo. A camisa que a seleção brasileira usará na África do Sul será composta de material reciclado. Essa é a grande aposta da Nike para ganhar mais "respeito" do consumidor.

Na apresentação das camisas das nove seleções que a multinacional vestirá na Copa africana (Austrália, Brasil, Coreia do Sul, Eslováquia, Estados Unidos, Holanda, Nova Zelândia, Portugal e Sérvia), o conceito de sustentabilidade foi constantemente abordado pela empresa, que criou uma camisa feita com 100% de material reciclável.

Cada camisa dos times patrocinados pela fabricante americana, que na última quarta-feira anunciou ter se tornado a número 1 em vendas no futebol, é formada de 8 garrafas de plástico recicláveis. A novidade serviu como motivo para a empresa ambientar toda a apresentação dos uniformes em torno de garrafas de plástico.

Fonte: Máquina do Esporte

Moda ética, muito além do reciclado...

LONDRES - Upcycle é a palavra do momento no mundo eco-fashion. Ela esteve presente em 90% das marcas que participaram da Estethica, o salão de moda ética realizado pela oitava vez dentro da London Fashion Week, que terminou esta semana.

E, como a Inglaterra é um dos principais centros de comércio justo, e sua capital é pioneira na criação e no desenvolvimento da moda sustentável, pode-se dizer que esta é a principal tendência para a indústria da moda consciente, que nada tem a ver com alternativa.



Upcycle significa transformar algo que está no fim de sua vida útil ou que vai virar lixo em algo novo sem precisar passar pelo processo físico ou químico de reciclagem. O material é usado tal qual ele é. E a partir dele são feitos novos produtos.





A estilista inglesa Lu Flux é uma adepta dessa nova tendência. Ela sempre gostou de tecidos e virou uma colecionadora. “As pessoas jogam as coisas fora sem pensar duas vezes. Muitos tecidos bonitos e até retalhos às vezes são descartados”, conta a estilista, que aposta em modelos coloridos e divertidos.



Mas, para garantir uma boa produção, ela compra os tecidos de segunda mão da empresa britânica LMB, que desde 1985 coleta roupas usadas, separa os tecidos, descostura os pedaços e vende. A LMB tem hoje mais de 4 mil pontos de coleta espalhados pelo Reino Unido e recolhe de 170 a 200 toneladas de tecidos por semana. Desse total, 80% é reutilizado e exportado, 10% é transformado em retalhos, 5% vira feltro e apenas 5% acaba no lixo.



Há 13 anos no mercado, a grife From Somewhere também aderiu ao upcycle. A empresa começou customizando peças e hoje compra tecidos que sobram de grifes conhecidas que produzem na Itália.
Também veterana na moda sustentável é a marca Junky Styling. Em 1997, as duas amigas Annika Sanders e Kerry Seager resolveram transformar em negócio a mania de criarem suas próprias roupas.



Para quem gosta de alfaiataria com uma pegada contemporânea, a Junky é um prato cheio. Tudo que eles produzem é upcycled. Eles compram roupas de segunda mão e cortam, criam novas modelagens e transformam em uma nova peça, que muitas vezes combina alguns tecidos diferentes.



A loja da marca oferece um serviço chamado Wardrobe Surgery (cirurgia no guarda-roupa), no qual o cliente pode levar peças que ele quer que sejam desfeitas e recriadas com o mesmo tecido, seja por razões emocionais ou práticas. Uma espécie de alta-costura do upcycled, o serviço virou até livro (Junky Styling – Wardrobe Surgery), lançado em julho de 2009.



Mangueiras e paraquedas

Criar o belo a partir do lixo também é a proposta da recém-lançada marca Elvis & Kresse Arts – parceria entre uma empresa da área ambiental e outra que trabalha com produtos de arte e design.



O resultado são bolsas e acessórios criados por artistas premiados. Eles trabalham com materiais inusitados, como mangueiras de bombeiros usadas, que seriam levadas para aterros. Outros itens descartados e depois recuperados também são utilizados, como couro do arreio de cavalo, nylon de paraquedas e até embalagens para transportar chá.



Focada no estilo e na silhueta dos anos 40 e 50, com referências de pin-ups e donas de casa, a inglesa Tara Starlet usa lixo da indústria têxtil na sua marca. “Este é o verdadeiro estilo que não sai de moda. Por isso nossas peças sempre têm essa inspiração e são feitas para serem atemporais.”



Ela utiliza sobras de tecidos para fazer sua coleção, além de peças e adereços vintages que ganham novos ares, como golas e acabamentos.



Os estilistas da Estethica, no entanto, não utilizam apenas o upcycle para serem sustentáveis. Eles investem em outras frentes, como a produção local para diminuir a pegada de carbono do produto e criar trabalho para a comunidade, a venda de produtos atemporais para durarem mais do que uma estação e o uso de diversos tipos de materiais ecológicos.



A sueca Maxjenny, por exemplo, desenvolve roupas que são verdadeiras esculturas. Capas e jaquetas são feitas com PET reciclado e vestidos, blusas e cardigans são produzidos com tecido de bambu. A proposta de novos volumes e silhuetas tão cobrada das badaladas grifes estão presentes de forma moderna e sustentável.
Os materiais não são novidades, mas a forma de usá-los cada vez mais quebra o estigma de que moda sustentável não é fashion.



Italiana de nascimento, educada na Alemanha e atualmente vivendo na Inglaterra, Ivana Basilotta utiliza nas suas blusas e vestidos a chamada “seda da paz”. Normalmente o casulo do bicho da seda é colocado na água fervente ainda com o animal vivo dentro. Nessa seda ecológica, o processo de dissolução do casulo só é feito depois que o bicho da seda deixou o mesmo e virou borboleta. O casulo é depositado em água fervente e sua produção segue da maneira tradicional. Além disso, Ivana trabalha com fibras biodegradáveis, orgânicas e recicladas.



Fibras naturais orgânicas são, aliás, uma grande preocupação entre os estilistas ingleses. Eles estão empenhados na recuperação da indústria de lã nacional, em decadência por ter sido trocada por fornecedores mais baratos de outros países. Cerca de 80% da lã usada no Reino Unido é importada.



A marca Izzy Lane é um exemplo da recuperação da lã inglesa desde a criação de ovelhas e carneiros até o desenvolvimento do produto final. Em 2002, a vegetariana Isobel Davies salvou os primeiros carneiros que seriam abatidos e começou sua criação do animal, que é tratado como um bicho de estimação e tem sua lã tirada sem crueldade.



Um de seus compradores é a The North Circular, uma sociedade das modelos Lily Cole e Katharine Poulton com a estilista Alice Ashby e a própria Isobel. A marca faz acessórios e roupas em tricôs feitos à mão por senhoras inglesas carinhosamente chamadas de “vovós”, resgatando a tradição local.



Outra cliente da Izzy Lane é a Beautiful Soul. A coleção traz jaquetas e vestidos misturando tecidos de lã com seda de quimonos antigos. A Makepiece também resgata a lã produzida usando somente fios naturais ou tingidos sem substâncias químicas banidas na Europa.



Todas essas iniciativas têm um único objetivo: tornar a indústria da moda mais sustentável e fazer as pessoas entenderem que moda ética é não só um nicho, mas o começo de uma atitude da indústria, que deve se tornar realidade também dentro das grandes marcas.



“Hoje existe ‘moda’ e ‘moda ética’ separadas. Daqui a um tempo a divisão será outra: ‘moda’ e ‘moda não-ética’”, explica Orsola de Castro, fundadora e curadora da Estethica e da marca From Somewhere.



É por isso que tanto o Conselho de Moda Britânico como a London College of Fashion têm programas para incentivar jovens estilistas a fazer uma moda sustentável. O conselho lançou o Estethica Mentoring Programme, um projeto onde novos estilistas selecionados recebem acompanhamento e consultoria de profissionais renomados para tornar sua coleção ao mesmo tempo fashion, comercial e sustentável.



Eco-sutil

Entre as “eleitas” está Ada Zanditon, que chegou a apresentar uma mistura de diversas iniciativas “eco” e de comércio justo numa só peça. Sua coleção traz essa mistura de maneira sutil, com camisetas feitas com bambu, saias e jaquetas de algodão orgânico, casacos de lã inglesa e vestidos feitos com sobras industriais.



Seus acessórios são feitos com uma resina desenvolvida a partir de lixo reciclado. “ Foi uma experiência incrível. Consegui desenvolver todo um novo lado comercial e ao mesmo tempo manter o lado criativo”, conta Ada.



Já a London College of Fashion tem um setor especializado no assunto. É o Centro de Moda Sustentável, fundado há três anos e patrocinado pelo Fundo de Desenvolvimento Regional da União Europeia. O projeto levou para a Estethica uma exposição com looks de quatro estilistas escolhidos pela ex-editora da revista inglesa iD, Merryn Leslie.



“O Centro de Moda Sustentável foi criado para provocar e desafiar a indústria da moda a achar novas práticas sustentáveis”, diz o diretor do centro, Dilys Williams.



“Ao apoiar essas marcas londrinas é possível transformar nossas pesquisas em prática e mostrar como a adoção de um modelo de negócio sustentável pode causar um impacto positivo. Isso mostra o poder que a moda tem para se transformar e ajuda a proteger o seu próprio futuro.”

Com Pato de modelo, seleção brasileira lança camisa ecologicamente correta.

Tecido do novo uniforme canarinho é feito com garrafas de plástico e material 100% reciclável

Thiago Lavinas Londres


Uma camisa ecologicamente correta. A seleção brasileira vai buscar o hexa, na África do Sul, levando o conceito de sustentabilidade do planeta. Com Alexandre Pato como modelo, o uniforme amarelo do país pentacampeão do mundo foi apresentado nesta quinta-feira, em um evento em Londres, na Inglaterra.



GALERIA DE FOTOS: confira fotos do novo uniforme da seleção brasileira







O tecido da camisa é feito com oito garrafas de plástico e o material é 100% reciclável. O Brasil estreia o novo uniforme na próxima terça-feira contra a Irlanda, em Londres, no último amistoso antes da convocação final para a Copa do Mundo. A partida vai ser às 17h (horário de Brasília) e vai ter transmissão ao vivo da Rede Globo e acompanhamento em Tempo Real no GLOBOESPORTE.COM.

- Falam que a camisa da seleção pesa, mas essa é bem levinha. Realmente fica bem justa ao corpo e esse material facilita muito o atacante - disse Pato.

A camisa que vai ser usada pelo Brasil na África do Sul é 15% mais leve do que a utilizada na Copa do Mundo de 2006. Alexandre Pato foi uma solução de última hora conseguida pela Nike para apresentá-la, já que o Barcelona não aceitou liberar Daniel Alves, e o atacante Luís Fabiano está machucado. O jogador do Milan não faz parte do grupo de Dunga para o amistoso contra a Irlanda, na próxima terça-feira. A última partida de Pato pela seleção foi na Copa das Confederações, na vitória por 4 a 3 sobre o Egito na estreia da competição, em 15 de junho de 2009.





Questionado se pensa em ser chamado para Copa, o ex-jogador colorado foi político:

- Meu sonho ainda é ir para a Copa. Vou continuar trabalhando forte até o último minuto. Estou fazendo bem o meu papel no Milan, mas respeito qualquer decisão do Dunga.


A camisa amarela da seleção brasileira tem pequenos detalhes em verde nos ombros, com cinco estrelas no fim. A camisa azul já foi lançada durante o carnaval do Rio de Janeiro e de Salvador, no último dia 14. Robinho foi o modelo na Sapucaí, e o cantor Carlinhos Brown teve a honra nos trios elétricos baianos.



Além do Brasil, outras nove seleções apresentaram seus uniformes para a Copa do Mundo: Inglaterra, Eslovênia, Sérvia, Nova Zelândia, Portugal, Holanda, EUA, Austrália e Coreia do Norte.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Casas feitas de plástico reciclado...

Uma companhia inglesa desenvolveu um processo que transforma plástico num novo material...

Por: Redação/VG




Uma empresa da Grã-Bretanha construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclado. A companhia Affresol desenvolveu uma tecnologia que transforma plástico e minerais num material baptizado de Thermo Poly Rock, que poderia revolucionar a indústria de construção, informa a BBC.

O projecto, apoiado pelo governo e por organizações ambientais, já lançou uma linha de casas verdes e construções modulares portáteis de quatro toneladas.

O secretário da Economia do país de Gales, Ieuan Wyn Jones, declarou que «o novo processo sustentável» tem muito potencial e pode gerar uma grande quantidade de empregos.

A Affresol afirma que o processo tem baixo consumo de energia e transforma plástico num material durável e resistente.

O director e gerente, Ian McPherson, disse que o novo material é leve e resistente, sendo também térmico, impermeável, não-inflamável e não apodrece.

«Todos os países do mundo têm problemas com lixo e agora temos a oportunidade de transformar este lixo num recurso de construção de moradias 100 por cento reciclável», sustentou McPherson.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Pneus de bicicletas...





Uma alternativa para o meio ambiente e para a moda Americano transforma pneus usados de bicicletas em resistentes cintos, resultando em uma alternativa sustentável e fashion


Por Victor Vasques

A reciclagem de pneus sempre foi um problema no Brasil e no mundo. Recicla, joga no Tietê ou transforma em chinelo? A dúvida sempre persiste e com ela o problema da poluição gerada pelos pneus.

Você pode dizer: “ah, mas eu não uso carro. Só ando com a minha bicicleta“. Oras, elas também não tem pneus?

Foi pensando nisso que o americano Julien Jaborska criou uma série de cintos para ciclistas. Apaixonado por bicicletas, Jaborska usou os pneus (antes jogados fora) para transformá-los em resistentes cintos.

De acordo com Rebicyclist, blog feito por Jaborska, em um mês são produzidos mais de 120 cintos, ou seja, mais de 120 pneus que poderiam ser jogados em lugares impróprios ou queimados.

Apenas para efeito de conscientização, existem estudos onde demonstram que a poluição de águas causada por derivados da queima de pneus pode durar até 100 anos. Essa atividade ainda pode liberar óleo pirolítico, que contém produtos tóxicos e metais pesados capazes de gerar perda de memória, danos nos rins e fígados.

Em resumo, está esperando o que para transformar aquele seu pneu velho em um cinto bem interessante? Se você acha que não vai conseguir, pense duas vezes onde vai descartar eles e compre um cinto criativo por apenas US$ 30,00.


Victor Vasques é ceo e editor chefe do Com limão. Como designer já passou pelos principais portais brasileiros, atuando sempre nas áreas de design digital e branding.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Coleta de lixo cresce, mas destino dos resíduos ainda é problema

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil

São Paulo – Apesar do crescimento em 2008 da coleta dos resíduos sólidos urbanos (RSU) no Brasil, quase a metade do lixo diário ainda tem destino inadequado, revela o estudo Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil, divulgado hoje (10) pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

De acordo com o documento, apenas 55% das 149,1 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos recolhidas diariamente tiveram destinação adequada no ano passado. O restante, ou foi para os lixões ou para os aterros não licenciados. O estudo mostra ainda um crescimento de 5,9% em relação a 2007 na quantidade de lixo urbano recolhido no país, em 2008.

“Neste mercado de meio ambiente, o que chamamos de destino correto são as centrais de tratamento de resíduos, conhecidos como aterros sanitários licenciados, que são preparados para receber os resíduos, sem contaminar o meio ambiente e o lençol freático”, disse João Carlos David, presidente da Abrelpe, em entrevista à Agência Brasil.

O destino do lixo hospitalar é mais um grave problema citado pelo documento da Abrelpe. Das 210 mil toneladas coletadas no ano passado, cerca de 80% não tiveram tratamento adequado, segundo Carlos David. “A gente só tratou adequadamente 23%, ou seja, o resíduo hospitalar, além de ser um problema para o meio ambiente, também é um problema de saúde pública porque ele acaba sendo transmissor de várias doenças”, afirmou.

O tratamento correto para os resíduos hospitalares, segundo explicou o presidente da Abrelpe, é realizado por meio de três diferentes tecnologias: a desativação eletrotérmica, micro-ondas e autoclave. Em alguns casos, pode também ocorrer a incineração antes deles serem levados levados para os aterros sanitários.

Para Carlos David, a responsabilidade sobre a destinação do lixo no país não ser apenas do poder público. Ela deve envolver também a sociedade. “A população consegue contribuir fazendo a sua parte, consumindo adequadamente e com consciência, sabendo separar os resíduos, não misturando os resíduos orgânicos, ou seja, não misturando a sobra de alimentos com resíduos potencialmente recicláveis como plásticos, vidros, papéis e latas”, disse.

O estudo revela ainda o crescimento da coleta seletiva. Ela já é feita em 56% dos 5.565 municípios brasileiros, e o da reciclagem de latas de alumínio, onde o Brasil aparece na liderança mundial, com 96,5% do total de latas comercializadas no país, em 2007, oriundas da reciclagem. Fonte: Agência Brasil

Catadores entram na era da informática...

Os catadores de materiais recicláveis de todo o País ganharam um importante aliado. Começou a funcionar na internet um sistema on-line inédito no Brasil: o Cadastro Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, que facilitará a organização, integração e fortalecimento do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), além de permitir o acompanhamento da frota de carrinhos elétricos desenvolvidos pela usina de Itaipu e usados na coleta.

O sistema, em software livre, tem múltiplas utilidades, como permitir localizar cooperativas, determinar as melhores rotas para os catadores, evitar a sobreposição de territórios e definir os pontos ideais para a implantação de novos galpões, além de ajudar na gestão da frota dos carrinhos elétricos.

"Podemos chegar ao ponto de ter o controle do que está sendo coletado e reciclado em todo o Brasil", ressalta Jair Kotz, superintendente de Gestão Ambiental da Itaipu, de acordo com sua assessoria.

No Brasil, o número de catadores organizados por cooperativas, associações ou grupos e devidamente cadastrados chega a 40 mil. Uma proporção relativamente pequena (5%), se comparada ao contingente de trabalhadores não organizados. "Estimamos que, em todo o País, devem existir cerca de 800 mil catadores", diz Davi Amorim, coordenador de comunicação do MNCR. "O sistema pode nos ajudar a aumentar o atual número de associações e de trabalhadores organizados."

Para Valdirene Ruiz Lopes, representante do MNCR no Estado de São Paulo, a ferramenta é acessível e muito útil. "Ela vem ao encontro das necessidades surgidas na rua e nas cooperativas", afirma.

O software é mais uma etapa do esforço iniciado em 2003, quando a Itaipu pôs em prática o Projeto Coleta Solidária. O objetivo central é fazer com que os catadores sejam reconhecidos como prestadores de serviço públicos e tratados com respeito. O projeto já resultou na formalização de quatro cooperativas e 16 associações, além da capacitação de mão-de-obra e da entrega de equipamentos como prensas, balanças e uniformes.

Em 2008, a Itaipu desenvolveu e entregou 80 carrinhos de coleta elétricos ao MNCR. O convênio de cooperação técnica ainda prevê a gestão de aterros sanitários para a geração de energia e o estudo de logística urbana para a otimização da coleta de material reciclável.

DiárioNet

Ambiente: Nova legislação vai impedir que resíduos recicláveis acabem nos aterros - secretário de Estado

Lisboa, (Lusa) - O secretário de Estado do Ambiente considerou hoje que o novo regime jurídico de deposição de resíduos é mais um passo em frente para impedir que resíduos com potencial de reciclagem e valorização acabem nos aterros.

O novo regime jurídico de deposição de resíduos em aterro, publicado hoje em Diário da República, prevê a minimização da deposição em aterro de resíduos urbanos biodegradáveis que tenham potencial de reciclagem e valorização.

"Este novo regime simplifica o licenciamento, mas ao mesmo tempo cria mais obrigações de monitorização dos lixiviados e do acompanhamento e análises que um aterro tem que ter", explicou Humberto Rosa à agência Lusa.

O secretário de Estado do Ambiente destacou também o facto de este novo regime prever que, no futuro, as revisões de licenciamento de cada aterro estejam dependentes da proibição da deposição de certos materiais recicláveis.

"O que queremos é uma política de resíduos que tenda a penalizar crescentemente que aquilo que pode ser reciclado acabe por ir parar ao aterro", frisou o governante, lembrando que o objectivo é que "no futuro existam aterros nos quais não se admita qualquer tipo de material reciclável ou então apenas em circunstâncias especiais".

Quanto à concretização dos objectivos estabelecidos na nova legislação - reduzir até Julho de 2013 os resíduos urbanos biodegradáveis destinados a aterro para metade da quantidade total, em peso, dos produzidos em 1995, e em 35 por cento até Julho de 2020 -, Humberto Rosa mostrou-se "confiante".

"Era impossível concretizar estas metas em 2009, como estava previsto. Em 2013 e 2020, com as unidades de valorização que estão a ser feitas país fora, algumas já inauguradas, como no Alto Alentejo, teremos todas as condições para alcançar esses objectivos", assegurou.

O decreto-lei estabelece a existência de três tipos de aterro, para resíduos inertes, não perigosos e perigosos.

Os resíduos líquidos e os que são, nas condições de aterro, explosivos, corrosivos, oxidantes, muito inflamáveis ou inflamáveis não são admitidos em aterros.

A esta lista juntam-se ainda os resíduos hospitalares e os pneus usados com diâmetro exterior inferior a 1400 milímetros, refere ainda a legislação.

Dos requisitos técnicos dos aterros fazem parte os referentes à localização, controlo de emissões e protecção de solo e das águas, estabilidade, equipamentos, instalações e infra-estruturas de apoio, bem como os referentes ao encerramento e à integração paisagística.

A inspecção relativa à verificação do cumprimento desta lei compete à Inspecção-Geral do Ambiente e do Ordenamento do Território (IGAOT).

SK/SB.

Lusa/Fim

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Coeso faz parceria com McDonald's Sorocaba

(*) Assessoria de Comunicação

Sorocaba - A Coeso (Centro de Orientação e Educação Social), com o apoio da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Parcerias (Separ), está firmando uma aliança com o McDonald's.

Nesta sexta-feira (26), no restaurante da rua Afonso Vergueiro, o proprietário da rede McDonald´s de Sorocaba, Cláudio Costa, recebeu o vice-prefeito José Aliton, a deputada Maria Lucia Amary, o secretário de Parcerias, Roberto Juliano, e demais representantes do governo municipal, além da diretora da Coeso, Sandra Borges, para apresentar o Programa de Coleta Seletiva que será realizado no local.

A Ecoeso, cooperativa de reciclagem que é gerida pela Coeso, recolherá periodicamente os materiais recicláveis do restaurante.

Segundo dados do McDonald´s, 50% dos materiais descartados nas lixeiras de suas lojas podem ser reciclados. Para facilitar a separação desses resíduos recicláveis dos orgânicos foram implantadas lixeiras especiais no local, o que ajudará também na educação e conscientização dos clientes da rede.

A Ecoeso é hoje umas das quatro cooperativas de reciclagem que formam o sistema de coleta seletiva em Sorocaba, com apoio e infraestrutura da Prefeitura. Elas contam com aproximadamente 220 agentes ambientais e juntas, coletam uma média 320 ton/mês de material reciclável. No entanto, o potencial de geração é bastante superior a essa capacidade, chegando à média de 420 toneladas de lixo recolhido por dia, sendo que cerca de 70% do volume representa material reciclável.

A Prefeitura fornece infraestrutura como prensas, caminhões, bags, elevador de fardos, geladeira, fogão, computadores, impressoras, uniformes, equipamento de proteção individual e outros. Esse apoio logístico representa uma ajuda de custo de aproximadamente R$ 150 mil por cooperativa.

A Prefeitura de Sorocaba também já coordena uma parceria entre a Cooperativa Reviver e uma empresa de São Paulo que, juntas, coletam e dão a destinação correta para o chamado REE - resíduo eletroeletrônico. Até junho deste ano cerca de 30 toneladas deste produto foram encaminhados para reciclagem em Sorocaba.

Fábrica de Sabão Ecológico

Na usina de reciclagem de óleo vegetal - produto utilizado na produção de sabão ecológico - em média são preparados 260 kg de sabão por dia, com o reaproveitamento de 300 litros do produto. "Hoje a fábrica tem capacidade para produzir cerca de 40 mil barras de sabão por mês e, para que isto aconteça é muito importante que outras empresas, social e ecologicamente responsáveis de Sorocaba, realizem a doação de óleo. A Iesa reaproveita esse resíduo e o transforma em renda, que depois é revertida para as obras sociais", explica o secretário de Parcerias, Roberto Juliano.

A Iesa recolhe o óleo vegetal usado de restaurantes, padarias, escolas, entre outros estabelecimentos comerciais ou residências. O trabalho consiste na retirada das impurezas do resíduo em sua sede, a partir da utilização de sete agentes ecológicos, e transforma o óleo vegetal em sabão em barra ou em pó que, depois, é comercializado. A renda é revertida para os projetos da Coeso, como a creche "Semeadores do Amanhã" e o "Espaço de Convivência Larissa", que atendem centenas de crianças.

Para a diretora do instituto, Sandra Borges, o maior desafio é conscientizar a comunidade a doar o óleo vegetal. "As pessoas não sabem que destino dar ao produto e, por fim, jogam o resíduo na pia sem saber que apenas um litro de óleo contamina um milhão de litros de água". Sandra explica que o óleo jogado no ralo ou na pia também pode impermeabilizar as caixas de passagem e fossos sépticos e, até mesmo, entupir o encanamento. Quando o óleo chegar aos rios, o produto vai contaminá-los, inclusive, podendo causar o fim de algumas espécies de peixes e plantas aquáticas.

As pessoas interessadas em doar óleo vegetal para o projeto podem entregar diretamente na Fábrica de Sabão, que fica na Alameda Augusto Severo, 317, na Vila Angélica. O óleo deve ser armazenado em recipientes de vidro ou em garrafas pet. Os estabelecimentos comerciais interessados em realizar doações devem entrar em contato pelo telefone (15) 3388-8896.

Espaço de Convivência Larissa

Presta assistência para crianças de 7 a 12 anos, criando um círculo alternativo de convivência em períodos complementares ao horário escolar. O objetivo é desenvolver habilidades e proporcionar acesso à cultura, ao esporte, ao lazer e à reestruturação familiar, por meio de acompanhamento com psicólogo.

Semeadores do Amanhã

A instituição atende crianças em regime de semi-internato, na faixa etária de 3 meses a 4 anos, no período diurno.

(*) Prefeitura de Sorocaba