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sexta-feira, 23 de julho de 2010
Mar à vista 62ª Reunião Anual da SBPC, em Natal, estará de olho no oceano.
technorati: Mar, Meio Ambiente, Oceanos
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Testemunha ocular: Derramamento de óleo de BP
• Cobertura total do derramamento de óleo de BP
• Cobertura viva da saliência Tony Hayward de BP antes do congresso
technorati: Mar, Meio Ambiente, Natureza, Oceanos
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Oceanos interferem na mudança do clima da Amazônia
LUÍS MANSUÊTO
agenciamazonia
Ele se refere ao modelo de diagnóstico elaborado para a seca que assolou a região em 2005. "A experiência mostrou que não só a seca foi causada por um aquecimento anormal do oceano, mas que essas condições anormais vinham acontecendo desde 2003", revelou.
Inicialmente, a hipótese que se tinha, conforme Cândido, era de que a seca teria sido causada por um aquecimento anormal na parte equatorial do oceano Atlântico (mais próxima da Amazônia), o que foi confirmado.
technorati: amazônia, clima, Meio Ambiente, Oceanos
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Seca na Amazônia veio do oceano.
"Houve aquecimento anômalo no mar. A temperatura influencia a ocorrência de chuvas na região e, de um ano para outro, a quantidade de águas de chuva pode mudar", diz Cândido.
Através do "Estudo do potencial de previsibilidade climática para a Amazônia: influência da forçante oceânica e continental" avaliou-se de que forma o Atlântico e o Pacífico interferem no clima da floresta.
A ideia é que, a partir dos resultados obtidos com a pesquisa, seja possível prever novas influências ao clima antes que elas ocorram.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Festival de cinema em Goiás premia filme sobre oceanos
Os filmes "Uma mudança no mar", de Barbara Ettinger, e "Corumbiara", do diretor Vincent Carelli, foram os grandes vencedores da 11ª edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental (Fica), cuja mostra competitiva terminou na noite do último sábado (20) com a cerimônia de premiação.
"Uma mudança no mar", que fala sobre o aumento alarmante da acidez dos oceanos, foi escolhido pelo júri na categoria melhor longa-metragem, enquanto "Corumbiara", que denuncia o massacre de povos indígenas em Rondônia, foi premiado com o Troféu Cora Coralina, de melhor obra do festival.
"Minha maior satisfação seria ver o Ministério Público de Rondônia abrir uma investigação para esclarecer este caso", declarou Carelli, já com o prêmio nas mãos. "O que aconteceu foi um crime de genocídio."
A história de "Corumbiara" começou há mais de 20 anos, quando o massacre foi denunciado pela primeira vez. Na época, o cineasta conseguiu registrar com sua câmera os vestígios das tribos atacadas, que jamais haviam tido contato com o homem branco, mas o caso não chegou à justiça.
Segundo Carelli, nove anos se passaram até que fossem encontrados os primeiros sobreviventes, depois mais dois anos para descobrir índios capazes de traduzir a língua falada por eles. Dois dos que escaparam apresentavam marcas de tiros.
"Uma mudança no mar", que disputava o prêmio com mais três longas, alerta para a crescente degradação do oceano causada pela absorção de parte do dióxido de carbono lançado na atmosfera pelo homem.
O filme acompanha o educador norueguês radicado nos Estados Unidos Sven Huseby, que fica atônito ao ler um artigo sobre a acidificação dos oceanos e tenta entender as causas do fenômeno.
Ettinger causa perplexidade ao revelar que o oceano absorveu 118 milhões de toneladas cúbicas de CO2 em 200 anos ---43% disso apenas nas duas últimas décadas--, e que a maior ameaça desta mudança é a completa extinção da vida marinha.
Na categoria média-metragem, na qual concorriam 15 produções, o escolhido foi "Arrakis", do italiano Andrea di Nardo, que define seu filme como um "documentário-tributo" às vítimas do amianto.
"'Arrakis' é meu primeiro documentário, eu não esperava que fosse chegar tão longe", disse o diretor, explicando que Arrakis é o nome de um planeta desértico e sem vida em um livro de ficção científica do escritor Frank Herbert.
"Quando Capelli narra, o público não o vê, e por isso não lida com a imagem, lida diretamente com a doença. Este é o maior impacto", observa Di Nardo, referindo-se à voz rouca do narrador, Silvestro Capelli, ex-operário de uma fábrica de amianto que desenvolveu um câncer na garganta e precisou ter a laringe e as cordas vocais retiradas.
As outras produções premiadas do Fica são "Mar de dentro", de Paschoal Samora, que concorria na categoria curta-metragem com mais sete filmes, e "Na parte inferior do mundo", do dinamarquês Jakob Gottshau, que ganhou o prêmio de Melhor Série Televisiva.
O prêmio para Melhor Produção Eleita por Júri Popular ficou com o longa-metragem "Kalunga", de Luiz Elias, Pedro Nabuco e Sylvestre Campe, enquanto "A árvore da música", de Otávio Juliano, venceu na votação da imprensa.
technorati: aquecimento global, Oceanos
terça-feira, 26 de maio de 2009
Túnel sensorial leva visitantes em viagem ao fundo do mar
Túnel sensorial leva visitantes em viagem ao fundo do mar. A "Onda Sensorial" fica montada até dia 31 de maio
Imagem: Edilson Segundo/DP/D.A Press
A ONG internacional Greenpeace lançou nesta terça-feira (26) a primeira campanha em defesa dos oceanos. A principal atração é a “Onda Sensorial”, que está montada na praça de eventos do Shopping Guararapes, em Jaboatão dos Guararapes. No local, a população vai aprender que lixo, construções irregulares, descaso governamental, pesca predatória e aquecimento global são alguns dos fatores que contribuem para destruição desse ambiente.
A onda consiste em um túnel de 30 metros de comprimento que ocupa uma área de 210 metros quadrados. Dentro dele estão montados quatro ambientes onde a população vai poder conhecer a vida do fundo do mar e o que a poluição causa. “Vamos mostrar que não se deve jogar lixo na praia, como os peixes e os corais sobrevivem, além de assistir um vídeo sobre a preservação da vida marinha”, explicou a supervisora de captação de recursos do Greenpeace, Gabriela Ferreira.
O público interage em cada cenário. Na primeira parte foi montada uma praia coberta de copos descartáveis, latas de refrigerante e sacos plásticos. O visitante sente o desconforto da poluição, muitas vezes deixada por banhistas. Adiante, fotos e redes de nylon penduradas no teto levam todos para dentro de uma grande pesca predatória. Em seguida, ao som de gritos de baleias, o guia explica a importância dos corais marinhos para a reprodução dos peixes no oceano. No próximo ambiente, a pessoa tem a sensação de nadar junto com centenas de peixinhos coloridos no fundo do mar. Isso é possível devido a um painel que retrata imagens dos animais. Por fim, o público tem a oportunidade de assistir o filme inédito “O Mar é Nosso?”. O percurso dentro da “Onda Sensorial” dura cerca de 15 minutos.
Ainda do lado de fora do túnel inflável, está montada uma exposição de fotos que mostram a atuação do Greenpeace em diversas partes do mundo. São figuras sobre navios pesqueiros, aquecimento global e animais marinhos.
Para o estudante Anderson Diniz, 16 anos, que mora à beira mar da praia de Piedade, em Jaboatão, o lixo é a maior preocupação. “Sinto incomodado com a sujeira na areia e na água. Atrapalha a diversão”, afirmou. O aposentado Edemar Rodrigues, 65, deixou de frequentar a praia com a família por causa da poluição. “Ir à praia para mim é sinônimo de aborrecimento”, declarou.
A educação ambiental começa desde cedo, por isso um grupo de estudantes de uma escola particular do Recife foi convidado para visitar o projeto. Com idade média de cinco anos, os pequenos aprenderam sobre a importância dos mares. Para Larissa, aluna da pré-alfa, o home deve deixar os bichos viverem em paz. “Aprendi a não poluir, a ajudar os animais e a coletar o lixo deixado na praia”, disse.
O Brasil possui 8,6 mil km de extensão. De acordo com o Greenpeace, apenas 0,4% dos mares nacionais estão protegidos em unidades de conservação. A ONG recomenda que 40% dos oceanos sejam reservas marinhas.
A “Onda Sensorial” fica montada até dia 31 de maio. O horário de vistação é das 10h às 22h. A entrada é gratuita.
Por Edilson Segundo, do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
sábado, 16 de maio de 2009
Google lança ferramenta para explorar oceanos; assista

Chamada de Ocean in Google Earth, a ferramenta é a grande atração da nova versão do Google Earth, o programa gratuito que permite a visualização do mundo a partir de mapas, dados e imagens tiradas por satélites e aviões.
Ela combina imagens e mapas dos relevos oceânicos com material cedido por cientistas e oceanógrafos, para, segundo o Google, "permitir que usuários explorem algumas das partes mais difíceis de alcançar do mundo".
Os oceanos cobrem mais de 70% da superfície do planeta, mas acredita-se que apenas cerca de 5% de sua vasta extensão tenham sido explorados pelo homem.
Vulcões submersos
Os internautas poderão “nadar ao redor de vulcões submersos, assistir a vídeos sobre espécies marinhas exóticas, ler sobre navios naufragados nas redondezas e contribuir com fotos e vídeos de localidades favoritas para mergulhar e surfar”.
Com o Ocean in Google Earth, lançado em um suntuoso evento com participação de cientistas e personalidades ligados à defesa do meio ambiente, como o ex-vice-presidente americano Al Gore, a Google faz mais um passo importante rumo ao ambicioso objetivo de disponibilizar online uma representação completa da Terra.
A ferramenta vem recebendo muitos elogios da comunidade científica e de ativistas do meio ambiente, por permitir uma compreensão maior dos mares e de sua importância na vida e no futuro do planeta.
“Não consigo ver uma forma mais eficiente de conscientizar as pessoas e inspirar o amor pelo coração azul do planeta”, disse a oceanógrafa da National Geographic Society Sylvia Earle, uma das principais consultoras do projeto.
“Pela primeira vez, todos, desde crianças curiosas até cientistas renomados, poderão ver o mundo com novo olhos”, disse ela.
Para Ed Hill, diretor do Centro Oceanográfico Britânico, “entender o papel dos oceanos no aquecimento global será nosso maior desafio nos próximos anos...Com o Ocean, qualquer pessoa poderá ter acesso ao trabalho de nossos cientistas, criando uma conscientização mais ampla sobre as questões que envolvem a vida marinha”.
Segundo a Google, o Ocean oferecerá vários segmentos de conteúdo fornecido por alguns dos principais cientistas e grupos de pesquisa do mundo.
Estes segmentos permitirão que os internautas, entre outras coisas, acompanhem o movimento de animais “marcados” com rastreadores, acessem vídeos e fotos do arquivo do famoso explorador dos mares Jean-Jacques Cousteau e possam acompanhar o histórico, em imagens, do impacto da ação do homem sobre determinados ecossistemas.