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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

AFF...Se for assim Anjo NUNCA mais rsss





terça-feira, 19 de outubro de 2010

Vídeo - Ministério do Meio Ambiente mostra a importância do uso das sacolas ecológicas

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Vídeo - Biodiversidade Cingapura

domingo, 7 de junho de 2009

Meneghini fazem balanço da Mudança Geral


Assista ao último episódio da série.

Fantástico
Rede Globo
Mudança geral da família Meneghini chega ao fim

Os Meneghini estão com a casa cheia! Chegou toda a parentada de Americana, no interior de São Paulo: o sogro e a sogra de Reginaldo; e Michelle, irmã de Andréa, com o marido, Rogério, e duas filhas. Contando com a família, são dez pessoas no maior aperto. Haja comida para esse povo!


“A Michelle queria comer rabada. Tem que comprar muita rabada”, comentou Andréa. “O rabo tem de ser grande. Tem de economizar”, brincou Reginaldo.

As visitas trazem velhos hábitos. Rogério deu refrigerante para a bebezinha. Você se lembra da irmã de Andréa? Ela apareceu no primeiro episódio de “Mudança geral” gastando água adoidada e fazendo confidências.

“Se deixar, tomo um litro de refrigerante no almoço”, revelou.

Quase 40 dias atrás, quando Michelle passou o fim de semana na casa, os Meneghini abusavam de frituras e do açúcar, sem falar na famigerada pizza no café da manhã. Agora, a irmã de Andréa encontrou uma família muito diferente. Os Meneghini mudaram, sim! Duvida?

“A gente está muito contente, porque mostrou que mudança de hábito, de fato, causa algum impacto e já num curto espaço de tempo”, afirmou o cardiologista César Jardim.
Sem dieta Maluca, sabe quanto Reginaldo e Andréa emagreceram? Três quilos cada um em um mês. Isso com exercícios físicos, alimentação equilibrada e apenas reduzindo o exagero de doces e frituras. Não precisaram abrir mão das coisas que gostam e nem da cerveja. Sábado continua sendo dia de festa.

“Seu risco para doença cardiovascular, que estava bem crítico, já melhorou bastante. O peso precisa diminuir um pouquinho mais. Caminhando e continuando com esse hábito alimentar, você vai conseguir ter uma vida muito boa, com qualidade”, diz a nutricionista.

Andréa estava também pré-diabética. E agora, como anda a taxa de glicemia? “Entrou num nível de normalidade”, aponta o cardiologista.

Reginaldo perdeu cinco centímetros de circunferência abdominal. Antes, a barriga era fator de risco para enfarte. “Só com essa mudança, em quatro semanas de dieta e de exercícios, você normalizou”, afirma o cardiologista.

“Eu estou me sentindo melhor. Até na hora de amarrar um tênis, eu não sinto a barriga atrapalhar”, comenta Reginaldo.

Está certo que o nível de triglicérides precisa baixar mais um pouquinho. Era de 200 e caiu para 160, mas... “O nível ótimo seria estar abaixo de 150”, recomenda o cardiologista César Jardim.

Até a pele das crianças melhorou. Que transformação! “Uma experiência única. Como eu aprendi, eu acho que muita gente aprendeu”, comemora Andréa.

Quer ver outra coisa que os Meneghini aprenderam? Banho de 20 minutos nunca mais.

“Quando eu vou lavar o cabelo também, eu já lavo e desligo o chuveiro. Depois eu lavo de novo. Já é costume. Antes, não. Antes eu ficava com o chuveiro ligado”, diz Malu.

O tempo médio de banho agora é de seis minutos para cada pessoa – mais do que suficiente. Os Meneghini controlaram também o uso de aparelhos que gastam muita energia, como secador de cabelo e grelha. Lavar e passar roupas? Só uma vez por semana. Tudo isso, além da troca da geladeira, ajudou a família a economizar 25% na conta de luz.

“Daria uns R$ 350, mais ou menos, no ano”, afirma o consultor Marco Saidel.

É o mesmo que três contas de luz em um ano. Pague nove e leve doze. “Dá para ter conforto, qualidade e saber usar a energia de uma maneira mais adequada”, acrescenta o consultor Marco Saidel.

Antes o consumo de água era de 200 litros diários por pessoa. Hoje... “Vocês tiveram uma redução de 55%”, calcula a bióloga Silvana Cutolo.

Ou seja: agora cada Meneghini usa diariamente, no máximo, 90 litros de água. E o lixo? Só nota dez! Os Meneghini aprenderam a separar o material de reciclagem, que está sendo entregue toda semana a uma cooperativa. E mais: “Vocês diminuíram muito o desperdício”, aponta Ana Maria Luz, ambientalista do Instituto GEA.

O desperdício de comida despencou. Começou com quase quatro quilos na primeira semana e hoje não chega a um décimo do que era antes.

Repensar os hábitos de consumo faz bem ao bolso. Se os Meneghini economizassem apenas 10% em água, luz, alimentação e telefone, juntariam sabe quanto? “Equivaleria mais ou menos a R$ 100 por mês”, estima Raquel Diniz, especialista em consumo do Instituto Akatu.

Esse dinheiro, aplicado na poupança, daria mais ou menos R$ 1.240 em um ano.

“Isso daria para comprar uma coisa que vocês estão querendo muito: um computador”, continua a especialista em consumo. Ou então daria para reduzir a dívida de R$ 1,8 mil no cartão de crédito do Reginaldo.

O futuro de nosso planeta também depende de uma mudança geral. Nós já consumimos 30% além da capacidade da Terra de repor os recursos naturais. “É como se a gente entrasse no cheque especial da Terra”, compara Raquel Diniz, especialista em consumo do Instituto Akatu.

Os Estados Unidos são o país que mais consome. Se todo mundo quiser ter os padrões de consumo dos americanos, são necessários quatro planetas e meio para dar conta de todos os recursos naturais capazes de sustentar essa gastança. Mas nós não ficamos muito atrás. Se todos quiserem consumir como o brasileiro de classe alta, são necessárias três Terras. O padrão da classe C, como a família Meneghini, só é possível com duas Terras.

Mas não falamos só de ecologia. “Mudança geral” levantou também uma discussão em família: como lidar com adolescentes? O que o Matheus vai mudar?

“Não ficar xingando ela por trás. Ela faz tanta coisa para a gente, e a gente fica fazendo isso”, se arrepende o menino.

Malu acha que já pode namorar, e isso foi motivo de briga com os pais durante a série.
“Eu acho que ela está nova ainda para namorar. Tem tanta coisa boa para desfrutar, sem precisar estar pensando só nisso”, defende Reginaldo.

“Não adianta ficar prendendo também. Eu acho assim: melhor fazer na frente do que fazer por trás. Eu acho assim”, rebate Malu.

“Com 18 anos ela vai estar pronta para namorar”, brinca Reginaldo.

Será que muda a relação de pai e filho depois de uma experiência como essa? “Tem de mudar. A gente tem de conversar mais, procurar ouvir mais um e outro”, diz Reginaldo.

Essa família nunca mais será a mesma.

“Talvez isso não aconteceria se vocês não fossem uma família unida, pessoas unidas, que estão com um objetivo, afinados os quatro”, acredita a bióloga Silvana Cutolo.

“Eu acho que a gente vai conseguir manter essa mudança geral”, acredita Andréa.

“Se quiser, dá para fazer e sem muito sacrifício”, diz o consultor Marco Saidel. “Mudança geral sem ser radical”, acrescenta Reginaldo.

sábado, 16 de maio de 2009

Restos de banana viram combustível

O cultivo da banana é um negócio global que envolve mais de cem países. Cientistas estimam que cada tonelada produzida gera até dez toneladas de detritos não aproveitados.

Pesquisadores da Universidade de Nottingham, na Grã-Bretanha, afirmam ter achado uma maneira de acabar com o desperdício transformando os restos em uma fonte de combustível eficiente, usando instrumentos simples e serragem para criar blocos de banana prensada.

"Esse projeto teve origem em Ruanda, quando uma pessoa de lá chamou a nossa atenção para o problema com os restos de banana. Há muitos detritos não utilizados e também há falta de lenha, então essa é uma solução para os dois problemas," diz Mike Clifford, da Universidade de Nottingham.

A queima de lenha é a fonte mais comum de energia na África e uma das causas de desmatamento, aumentando o impacto das mudanças climáticas.

Os blocos de banana podem ser uma alternativa mais barata que madeira e são fáceis de fazer. Podem ser uma solução sustentável para milhares de famílias na África.


Assista ao vídeo... clique aqui...


O melhor lixo é aquele não produzido...



ste vídeo, enviado ao blog Vozes do Clima por Mariana Kapps, do Rio de Janeiro, trata da quantidade de lixo produzida diariamente pela população carioca e aponta alternativas para reduzir o consumo e a geração de resíduos. O meio ambiente e o clima do planeta precisam de atitudes como essas. Também se deve investir em reaproveitar e reciclar materiais, diminuindo a necessidade de se extrair da natureza mais e mais matérias-primas.

Ajudar o clima mantém dinheiro no bolso



A série especial Vozes do Clima tem mostrado, desde seu primeiro episódio, que o combate às mudanças climáticas é um trabalho conjunto de toda a sociedade.

Ao setor industrial, cabe reduzir o consumo de matérias-primas e de energia, ampliar a reciclagem e conter o lançamento de poluentes, os governos devem criar e fazer valer leis que estimulem economias mais amigáveis do ponto de vista ambiental, atuar contra o desmatamento das florestas nacionais e promover o desenvolvimento sustentável. E tão importante quanto isso tudo: cada família brasileira também pode fazer a sua parte.

É justamente isso o que trará Mudança Geral (veja o primeiro episódio acima), novo quadro especial do Fantástico. Nele, uma típica família de classe média aprenderá e ensinará ao país como melhorar a alimentação, controlar o consumo de água, de luz, a separar o lixo e a combater o desperdício generalizado. Além de alívio para o clima do planeta, tais medidas ajudarão nas contas da casa, sem perda de qualidade de vida.

A experiência é acompanhada de perto por especialistas da Universidade de São Paulo (USP) e de entidades não-governamentais.

Mais informações aqui.

Aldem Bourscheit

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fazer xixi no banho ajuda a proteger a natureza

Para descargas com caixa acoplada são pelo menos 12 litros por uso. E nos vasos com válvulas, muito mais: 60 litros por vez. A ideia é economizar água e dinheiro.

edição do dia 12/05/2009

Um hábito muito comum entre as crianças passou a ser recomendado como forma de proteger o meio ambiente e também o seu dinheiro: fazer xixi no banho! Veja na reportagem de Monalisa Perrone. Num simples toque, muitos litros que poderiam ser economizados. Para descargas com caixa acoplada são pelo menos 12. E nos vasos com válvulas muito mais: 60 litros por vez. Com todos esses números, a ONG SOS Mata Atlântica quer incentivar um hábito. Sempre quando há uma campanha para preservar o meio ambiente o "não" aparece muito: não faça isso, não jogue aquilo. Mas desta vez a ideia é trabalhar o "sim”: sim, faça xixi durante o banho. “Fazer xixi no banho com água correndo não há problema nenhum de pegar doença, não se pega doença dessa forma”, esclarece o infectologista André Lomar. “Se você não faz nada pelo meio ambiente, faz xixi no banho. É um jeito divertido, uma forma boa de você também participar. Atrás de fazer o xixi no banho, tem a proteção da água, tem a proteção da floresta e do planeta”, explicou Mário Mantovani, diretor da Fundação SOS Mata Atlântica. Na casa de Ana Lúcia Silveira, o hábito veio antes da consciência. “Depois que a gente começou a ter essa ideia da economia, a gente realmente está fazendo um bem e está economizando com a água. Aqui todo mundo faz xixizinho no banho. A mãe às vezes sim, está com vontade e não dá para sair, ir na privada e voltar“. Para economizar o tempo todo há no mercado equipamentos específicos para casa. Torneira com sensor e até descarga inteligente: de um lado três litros e do outro, seis. O uso depende da necessidade. “Antigamente, você soltava água à vontade. Hoje, você consegue administrar o consumo de água da forma que você achar interessante. Tudo isso aí é uma forma de economia de água”, disse o comerciante Hiroshi Shimuta.

terça-feira, 12 de maio de 2009