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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Henkel participa do Latincoat & Adhesives 2010

Empresa discute sustentabilidade nos negócios e apresenta produtos que geram economia de energia.
São Paulo – A Henkel, líder mundial em adesivos, estará presente no Congresso Latincoat & Adhesives 2010, que acontecerá de 26 a 28 de outubro, no Espaço Apas, em São Paulo. Com iniciativas pautadas em inovação e tecnologia, a Henkel tem na sustentabilidade um dos seus principais valores corporativos e acredita que a mesma contribui diretamente para o seu negócio. No dia 27 de outubro, Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto da empresa, mostrará como isso acontece na prática na palestra “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”, às 15h.
Para a Henkel, a sustentabilidade é a forma pela qual a empresa conduz os seus negócios. A companhia investe cerca de 3% do seu faturamento global total em pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de lançar produtos que atendam cada vez melhor às necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, sejam mais compatíveis com o meio ambiente. Esse conceito norteia o tipo de produto que é desenvolvido, o modo de produção (do ponto de vista ambiental e social, com os funcionários), a utilização pelo cliente e a sua destinação após o uso.
A empresa está comprometida com a liderança em sustentabilidade, sendo que cinco pilares orientam as ações socioambientais desenvolvidas pela empresa no mundo. São eles: energia e clima; água e resíduos; segurança e saúde; progresso social; materiais e clima. Seguindo essas diretrizes, a Henkel, entre 2005 e 2009, reduziu em 57% os acidentes ocupacionais*, 37% o consumo de água, 26% o consumo de energia, 12% a geração de resíduos e 41% as emissões de dióxido de enxofre. Até 2012, a empresa tem como meta diminuir ainda mais os seus indicadores ambientais, sendo 15% em consumo de energia, 10% em consumo de água, 10% em geração de lixo e 20% em acidentes de trabalho. (*por milhões de horas trabalhadas).
Para 2012, a empresa tem como meta garantir que - Todos os novos produtos devem contribuir para o desenvolvimento sustentável em, pelo menos, uma área de foco. Todos os funcionários devem receber treinamento e educação continuada para assegurar que estão qualificados de forma apropriada para suas tarefas. Todos os fornecedores estratégicos devem atender as expectativas da Henkel relativas à ética corporativa..
“A Henkel oferece produtos, tecnologias e processos que atendem aos mais altos padrões. Nós temos um compromisso com a segurança e a saúde de nossos colaboradores, a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida das comunidades onde operamos.O fator decisivo é alcançar um balanço sustentável entre os objetivos econômicos, sociais e ecológicos”, explica Crude.
Produtos sustentáveis da Henkel - No evento, a Henkel apresentará os produtos Technomelt Cool e MiraFoil Coating. O Technomelt Cool é uma linha de hot melts (adesivos termofundíveis) para o mercado de embalagens e gráfico. Enquanto um hot melt convencional precisa ser aquecido entre 150C e 180ºC, a linha Technomelt Cool pode ser aplicada em temperaturas inferiores, entre 120ºC e 130ºC. Essa redução na temperatura de aplicação proporciona uma maior estabilidade térmica, menor degradação do adesivo e, consequentemente, reduz as paradas de máquinas por problema de carbonização e entupimento de bicos.
Além das características técnicas superiores, o Technomelt Cool conta com atributos sustentáveis, pois a aplicação em temperaturas mais baixas permite a redução do consumo de energia elétrica utilizada no aquecimento. O produto também diminui a emissão de voláteis, odor e fumaça no ambiente e é mais seguro ao operador na aplicação, pois proporciona a redução de riscos de queimaduras. Além disso, diminui as intervenções de manutenção e o desgaste dos equipamentos. Essa nova tecnologia é usada no fechamento de caixas e cartuchos e na construção de produtos editoriais tais como livros, listas telefônicas, catálogos, cadernos, entre outros.
Já o MiraFoil Coating é um revestimento totalmente reciclável que cria um efeito metálico brilhante nas embalagens, cartonagens flexíveis, etiquetas, entre outros. O produto pode ser aplicado em áreas precisas com uma simples demão, o que reduz o desperdício, economiza tempo e energia e diminui os custos. Além disso, reduz problemas no uso como atrito (rub-off), descascamento, empenamento (warping), e adesão da tinta. A reciclabilidade, baixa pegada de carbono e propriedades de rodagem (runability) do MiraFoil Coating em diversas superfícies, torna este produto ambientalmente sustentável, excelente nos processos e atraente para gerentes de marca, designers de embalagens, impressores e convertores e gerentes de sustentabilidade.
.[Latincoat & Adhesives:Palestra: “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”| Palestrante: Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto, dia 27 de outubro de 2010, às15h, no Espaço Apas, Rua Pio XI, n° 1200 – Alto da Lapa, São Paulo. www.latincoat.com.br ].
Perfil- A Henkel opera em todo mundo com marcas e tecnologias líderes em três áreas de negócios: Detergentes e Cuidados Domésticos, Cosméticos/ Higiene Pessoal, e Tecnologias em Adesivos. Fundada em 1876, a Henkel mantém posições de destaque no mercado global, tanto nos negócios ao consumidor quanto nos negócios industriais, com marcas de sucesso como Persil, Schwarzkopf e Loctite. A Henkel emprega cerca de 50 mil pessoas e obteve um faturamento de 13,573 bilhões de euros e lucro operacional ajustado de 1,364 bilhão de euros no ano fiscal de 2009. As ações preferenciais da Henkel são negociadas na bolsa de valores alemã DAX e a empresa faz parte do ranking Fortune Global 500.

sábado, 15 de maio de 2010

O que há de falso em discursos “verdes”

Por: http://colunas.galileu.globo.com/verdadeinconveniente/

“Tenho a impressão de que todos os políticos só fazem cena em relação às atitudes ambientais. Ninguém faz nada de verdade”, diz Antônio Ribeiro de Almeida Júnior, especialista em meio ambiente do Departamento de Economia e Sociologia do ESALQ. Clichê à parte, a afirmação tem respaldo na realidade. Há governantes com discurso sustentável e figuras importantes do ativismo ambiental que não cuidam muito bem do quintal. Verdade Inconveniente faz um post diferente nesta semana: em vez de produtos, listamos alguns desses líderes que não fazem jus aos discursos em prol do meio ambiente. Eles provam, na prática, outro clichê: é fácil falar, difícil é fazer.
Kevin Rudd – premiê da Austrália
A Austrália é o terceiro maior emissor de carbono per capita do mundo, com 19,06 toneladas de CO2 por pessoa em um ano, segundo o Instituto Potsdam para Pesquisas do Impacto Climático. Em 2008, Kevin Rudd foi empossado como primeiro-ministro do país, após uma campanha com discurso focado em atitudes para reverter a situação ambiental. A promessa era de  unir o mundo em torno da questão do aquecimento global, conforme disse ao jornal Sydney Herald, em reportagem de 2007: “A razão para a Austrália mudar a sua política é a nossa crença de que o planeta está agora sob a ameaça cada vez mais significativa e que, portanto, a necessidade de cooperação global já não é opcional, é urgente”.
A proposta era reduzir as emissões de carbono australianas em 25% em comparação aos níveis de 2000 até 2020, fazendo com que os poluidores industriais passassem a comprar licenças para emitir poluentes. O problema é que o plano, que começaria em julho de 2011, foi adiado pelo próprio Rudd, que preferiu esperar o Protocolo de Kyoto (acordo de redução entre vários países, que entrou em vigor em 2005) expirar, em 2012. “Estou certo de que é melhor esperar para implementar isso”, afirmou em abril deste ano, temendo reações negativas da população australiana, que estava com medo de um possível aumento de impostos com a nova política. A necessidade em deter a ameaça ao clima, ao que parece, não era tão urgente.

Barack Obama – presidente dos EUA
Durante sua candidatura em 2008, Obama prometeu realizar uma série de medidas para reduzir os níveis de poluição causados pelos Estados Unidos, classificando a mudança climática “de desafio urgente”. Uma das medidas prometidas era o corte de emissões do país para que elas voltassem aos índices de 1990 até 2020. Logo após ser eleito, disparou um vídeo sobre o tema. “É hora de confrontar isso de uma vez por todas, o atraso não é mais uma opção. Eu prometo, quando for presidente, que qualquer nação que quiser combater a mudança climática terá um aliado nos Estados Unidos da América”.
Não foi o que pareceu na 15ª Conferência do Clima da ONU (COP15), que ocorreu em dezembro do ano passado. O maior encontro diplomático da história tinha como objetivo estabelecer o compromisso de redução em 50% das emissões mundiais de CO2 até 2050. O presidente norte-americano só chegou no último dia das reuniões, e afirmou que os Estados Unidos cortariam 17% de suas emissões até 2020 – índice 5,5% inferior à sua promessa de campanha relacionada aos números de 1990, segundo o jornal Washington Post. E a proposta ainda sequer foi aprovada no senado norte-americano.
Em maio deste ano, o jornal alemão Der Spiegel publicou detalhes inéditos de uma conversa entre os líderes mundiais durante a COP15, e afirmou que Obama “apunhalou os europeus pelas costas”. Os líderes da Alemanha, França e Inglaterra eram os mais empenhados em agir, mas o presidente norte-americano esfriou tudo em um discurso de 3 minutos, pedindo para o acordo das reduções ser feito mais tarde. “Vamos tentar alguma resolução fora deste acordo multilateral”, afirmou. De carta fora do baralho, o atraso, por conta dos EUA, passou a ser a única opção.

Stephen Harper – premiê do Canadá
Em 2006, o primeiro-ministro do Canadá Stephen Harper fez com que o país fosse o primeiro a abandonar o protocolo de Kyoto após ratificá-lo. Entre 1990 a 2012, os canadenses deveriam reduzir suas emissões em 6% – em vez disso, caminhavam para um aumento de 26%. As críticas diminuíram por causa de uma meta colocada em prática pelo próprio Harper. O plano, que começou em 2007, previa a redução das emissões em 20% de acordo com os níveis de 2006.
Em fevereiro deste ano, Harper voltou atrás novamente. Seu ministro do meio ambiente, Jim Prentice, anunciou que o Canadá decidiu reduzir suas emissões de CO2 em 17% em comparação aos níveis de 2005 até 2020 – mesmos números dos Estados Unidos. A oposição não perdoou. O líder do partido Liberal, Michael Ignatieff, disse que o governo anunciou a medida desastrosa de propósito em um sábado à tarde. “É dia de hóquei no Canadá. Eles torcem para que os canadenses não percebam isso porque estão preocupados com outra coisa”, afirmou ao jornal local The Globe and Mail.
Presidente do IPCC
O cientista indiano Rajendra Pachauri é presidente do Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas (IPCC), da ONU. Ele e Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, dividiram um prêmio Nobel da Paz em 2007 pelo seu trabalho para divulgar as mudanças climáticas causadas pelo homem. Mas o jornal britânico Daily Mail o deixou em maus lençóis. A publicação fez uma reportagem acusando Pachauri de usar um carro de luxo para ir até seu escritório, a 1,6 quilômetro de sua casa em Nova Déli, na Índia – sendo que um dos institutos que ele coordena pede para as pessoas usarem transporte público para reduzir a poluição mundial. Ainda segundo o Daily Mail, o cientista ganhou quatro carros elétricos de uma montadora indiana e não os usa por serem “pequenos”.

Até tu, Al Gore?
Al Gore, ex-vice-presidente dos Estados Unidos, não conseguiu vencer a eleição contra George Bush em 2000 e passou a se dedicar à causa verde.  Ele idealizou o documentário Uma Verdade Inconveniente (2006), sobre mudanças climáticas, que lhe rendeu o Nobel da Paz com Rajendra Pachauri um ano depois, e 21 prêmios (entre eles dois Oscars).  Atualmente, dá palestras de conscientização sobre o aquecimento global pelo mundo afora. Não foi suficiente para deixar sua reputação intocável. Em 2007, descobriram que a mansão de Gore em Nashville, no Tennessee, poluía 20 vezes mais do que uma casa comum norte-americana. As críticas diminuíram ao passo em que ele fez uma enorme reforma para “esverdear” a mansão, em dois anos. Mas a pegada de carbono continuou gigantesca: no começo deste ano, o ativista comprou uma vila de quase US$ 9 milhões que não tem eficiência verde. Confira fotos neste link.

sábado, 24 de abril de 2010

Brasil precisa de nova imagem, a de "economia verde", diz Furlan

Atualizado às 10h04

Valmir Zambrano
Direto de Comandatuba
Especial para o Terra


Do ponto de vista econômico, o Brasil encostou no chamado primeiro mundo. De acordo com o critério de medição, o País está entre sétimo e oitavo lugar entre os mais ricos. Mas apesar do poder de sua economia, falta ainda uma espécie de imagem corporativa ao Brasil, algo pelo qual ele possa ser identificado imediatamente no exterior, na opinão do ex-ministro do Desenvolvimento e atual co-presidente da Brasil Foods, Luiz Fernando Furlan. Para ele, a melhor oportunidade é "colar" o nome do Brasil à chamada "economia verde".
"O Brasil pode não perceber, mas está hoje buscando um reposicionamento da sua marca. Deixamos de ser um país pobre e dependente para ganharmos protagonismo no mundo, mas ainda precisamos de um rótulo que não seja aqueles surrados do tipo país do samba, do carnaval ou de Pelé", afirmou o ex-ministro, durante o 9º Fórum Empresarial, evento que reuniu empresários e políticos em Comandatuba, na Bahia, para discutir sustentabilidade econômica.
Furlan lembra que todos os países mais importantes possuem empresas e uma imagem ligadas às suas economias. Os alemães são reconhecidos por suas máquinas de qualidade, os italianos por seu design vanguardista e até um país como a Finlândia, com economia menor que a brasileira, é famosa pela sua liderança em telefonia celular. No caso do Brasil, Furlan acredita que o melhor caminho é vincular a imagem a sinônimo de sustentabilidade.
Para ele, não há país em melhores condições de aproveitar esse selo verde do que o Brasil. "A maior parte da energia que consumimos é limpa, vem da água, no caso da hidrelétrica, e da terra, no caso do etanol e cana. Estamos muito melhores do que países que dependem de carvão, por exemplo", afirmou o empresário.
"No campo da emissão de gases de efeito estufa, a situação também é mais fácil de consertar. Queimadas na agricultura e o corte de árvores são nossas principais pegadas de carbono. E com programas de uso consciente da terra podemos reverter o problema. Ainda temos mais da metade da floresta tropical (Amazônia) que tínhamos há mil anos. Na Europa, por exemplo, não sobrou nada", disse Furlan.
Atualmente, além de chefiar a fusão entre Sadia e Perdigão, que resultou na Brasil Foods, Furlan também atua na Fundação Amazonas Sustentável, entidade que desenvolve projetos de economia sustentável para a Amazônia.
Invertia

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Produção + Limpa 2010 debate “Economia verde”

segunda-feira, 12 de abril de 2010.
 
A Conferência que acontece em 12 de maio, no Memorial da América Latina, tem por objetivo compartilhar, adquirir conhecimentos e propor soluções práticas que podem ser implantadas na capital paulista.
Está cada vez mais evidente a preocupação mundial com as questões relacionadas às mudanças climáticas. Assim como a Conferência Internacional de Copenhague, que aconteceu no último mês de dezembro, outras iniciativas para discutir o assunto estão sendo tomadas desenvolvidas regionalmente. Exemplo é a Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, organizada pela Câmara Municipal de São Paulo, que chega este ano à sua 9ª edição.
O evento, que é gratuito, reúne especialistas, empresários, representantes do poder público e da iniciativa privada, ONGs, estudantes, professores, jornalistas e cidadãos interessados em debater sobre um temas específicos, que fazem parte das grandes preocupações da metrópole. É uma oportunidade única para interagir com um público interessado em conhecer tendências, novas tecnologias, produtos e serviços alinhados aos parâmetros da sustentabilidade. Cases que mostram resultados práticos aplicados ao mundo dos negócios são apresentados por empresas e entidades, em painéis e na área de exposição.
Organizada pelo vereador Gilberto Natalini, a Conferência é inspirada no conceito de “produção limpa” defendido pela ONU, que tem por objetivo incentivar estratégias de desenvolvimento baseadas na sustentabilidade. Isso é fazer mais e melhor com menos impacto ambiental. O evento é uma iniciativa ideia pioneira para promover a conscientização e mostrar mais uma vez o potencial de São Paulo para discutir e implantar políticas inovadoras.
Já foram discutidos assuntos temas como etanol, gestão ambiental e impacto das mudanças climáticas na saúde e esse ano Em 2010, o tema será debatido “Economia verde frente às mudanças climáticas”. Na programação serão apresentadas alternativas para geração de renda com sustentabilidade, como novas tecnologias e oportunidades de “empregos verdes” no mercado de trabalho.
A Conferência está estruturada com uma palestra magna, Relação entre economia e meio ambiente. O primeiro painel dará um panorama sobre a Contribuição das empresas e do setor econômico na redução das emissões de GEE e com iniciativas para gerar emprego em locais de trabalho verde, o segundo irá tratar da Avaliação do Potencial de Empregos Verdes e o terceiro mostrará iniciativas da Cidade de São Paulo – do global ao local. Ao final da Conferência é apresentada uma Carta de Compromisso, com propostas de ações relacionadas ao tema, que contribuem para a melhoria da qualidade de vida dos paulistanos.
“Essa Conferência, se propõe a apresentar as oportunidades de geração de empregos na transição para uma economia de baixo carbono, estabelecendo uma ligação entre crise econômica, novas tecnologias e oportunidades do mercado de trabalho dentro dos parâmetros da sustentabilidade e sua correlação com as mudanças climáticas. Procuramos atingir todo tipo de público – população, leigos, especialistas, profissionais liberais, imprensa, educadores, estudantes, políticos e empresários e para isso contamos com diversos parceiros e apoiadores que se comprometem a divulgar o evento, por entenderem a sua importância para a cidade de São Paulo”, comenta Gilberto Natalini, autor dessa iniciativa.
Este ano, o evento acontece mais uma vez no Memorial da América Latina, no dia 12 de maio e todos os cidadãos estão convidados a participar. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site http://www.natalini.com.br/.

Serviço
9ª Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas
Data: 12 de maio de 2010
Local: Memorial da América Latina
Horário: 8h00 às 17h00