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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Facebook ecológico... Rede social quer ser uma influência em mais um ramo da sociedade.
A mais famosa rede social, que se fosse um país seria o terceiro mais populoso do mundo, também decidiu usar a sua influência para ajudar o ambiente.
Com o seu programa de apoio à ecologia, Green on Facebook, o gigante das redes sociais aliou-se aos grupos Alliance to Save Energy, Digital Energy Solutions Campaign e ao The Green Grid, para espalhar conhecimento pelos utilizadores acerca da protecção ambiental.
Além disso, o portal anunciou ter criado um sistema de linguagem de programação que diminui o uso do CPU em 50 por cento, noticia o site GoodCleanTech.
“Um dos nossos valores mais importantes é a responsabilidade de fazer o que estiver ao nosso alcance para reduzir o impacto ambiental no planeta”, pode ler-se na página do Green on Facebook.
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Jogar pela sustentabilidade BES lança jogo online chamado Planeta BES.
Com um modo de jogo na primeira pessoa, o utilizador entra num mundo virtual onde pode explorar este Planeta BES por caminhos marcados pela estratégia do banco e por valores de responsabilidade social.
Este jogo, que é a primeira aplicação de entretenimento e aprendizagem online a nível mundial para uma entidade financeira, segundo afirma o banco, abre as portas a áreas de interesse do BES. Entre elas encontram-se a Biodiversidade, Literacia Financeira, Inovação, Energias Renováveis e Fotografia.
Assim que o jogador passa a fronteira da realidade para o entretenimento, é confrontado com um universo interactivo e virtual. É possível navegar pelo Planeta BES, onde existem 17 espécies de animais e 12 de flora que podem ser descobertas e, ainda, uma Casa da Biodiversidade onde o jogador vai encontrar informações sobre o meio ambiente e formas de lutar pela sustentabilidade.
Planeta BES foi desenvolvido pela empresa portuguesa Biodroid e reuniu também outros parceiros que apoiaram o jogo, como a Sociedade Portuguesa de Matemática, o Centro de Investigação de Biodiversidade e Recursos Genéticos e a Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva.
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Agenda Bahia: Seminário debate os desafios do estado para a próxima década.
No primeiro encontro, dos quatro previstos, Sustentabilidade foi o tema discutido, gerando um amplo debate entre empresários, executivos e autoridades do estado
Pedro Carvalho | Redação CORREIO
pedro.carvalho@redebahia.com.br
“O crescimento sustentável deve estar associado a ações pelas quais as sociedades assegurem o futuro das próximas gerações”. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), José de Freitas Mascarenhas, feita na abertura do seminário Agenda Bahia - Olhando 10 Anos à Frente, ontem, no auditório da entidade.
Pedrosa, da Abrace; Sergio, editor-chefe do CORREIO, e José Mascarenhas, da Fieb
No primeiro encontro, dos quatro previstos, Sustentabilidade foi o tema discutido, gerando um amplo debate entre empresários, executivos e autoridades do estado, visando apontar diretrizes para o desenvolvimento da Bahia na próxima década.
“O desafio está em realizar o máximo de geração de novas riquezas com a ofensa mínima ao meio ambiente. Isso exige um equilíbrio dos responsáveis pelas decisões que só o tempo será capaz de introduzir”, disse Mascarenhas. Mas segundo ele, além de um meio ambiente preservado, é preciso que o cidadão tenha acesso a trabalho que sustente a si e a sua família. Ao pensar a Bahia para os próximos 10 anos, o presidente da Federação das Indústrias destacou que as prioridades deverão ser inovação, educação, qualificação, infraestrutura, interiorização e meio ambiente.
Panorama
Na palestra, José Mascarenhas mostrou um panorama da Bahia atual, maior economia do Nordeste, e responsável por 31,5% do Produto Interno Bruto e 57,3% de todas as exportações da região. No país, detém o sexto maior PIB. Mas, quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), está na 20ª posição. O setor industrial é responsável por 28,2% da economia baiana, mas apenas seis segmentos são responsáveis por 81,1% do Valor da Transformação Industrial (VTI), sendo que a cadeia do refino de petróleo e afins mais a química e petroquímica representam 54,5% do total.
Inovação
O Brasil e a Bahia, para Mascarenhas, ainda investem pouco em inovação. Quando medida a qualidade da educação em ciência e matemática, o Brasil está na 98ª posição. O país também forma poucos engenheiros, segundo ele. Mas há progressos. Segundo o IBGE, a taxa de inovação das empresas brasileiras melhorou, passando de 31,5% para 38,1%, no período 2000-2008. As maiores dificuldades mencionadas pelas empresas para não inovar são atribuídas aos custos elevados, riscos econômicos e à escassez de financiamentos. “As perspectivas são de mudanças na Bahia.
A Fieb reformulou seu Conselho de Inovação e Tecnologia e criou um comitê de inovação para interagir com o ambiente científico baiano, por meio de um fórum de inovação, que vai construir uma política de ciência, tecnologia e inovação para o setor industrial”, informou. Ele lembrou que a Bahia conta com dois centros tecnológicos, o Cetind e o Cimatec, com 70 mestres e 28 doutores. “O Cimatec, inclusive, é hoje considerado o melhor do Senai em todo o Brasil”, lembrou. Outros pontos positivos citados são a construção, pelo governo baiano, do Parque Tecnológico, e a existência do Centro de Desenvolvimento da Ford, em Camaçari.
“Precisamos, no entanto, fazer uma revolução na educação da Bahia”, disse o presidente da Fieb. Para ele, a inovação só vai se desenvolver na medida que for desenvolvida uma política de educação de qualidade que envolva toda a sociedade.
Federalização
José Mascarenhas defendeu a federalização das universidades estaduais baianas, dentro do esforço para melhorar a situação da educação no estado, principalmente no ensino fundamental e médio. Segundo ele, a Bahia é o único estado do Nordeste que despende recursos com a educação superior em quatro universidades.
“A proposta é que essas universidades sejam federalizadas, liberando recursos estaduais para aplicação no ensino fundamental e médio”, disse. Ele destacou que educação de qualidade no nível básico é fundamental para que a população seja preparada para ocupar os postos de trabalho atendendo às exigências da indústria moderna.
Bolsa encargo é maior do que o Bolsa Família
O presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, defendeu o “estouro da bolha tarifária de energia no Brasil” como uma das principais soluções para o país continuar se desenvolvendo de forma sustentável.
“Os motivos dos encargos são nobres, mas a soma de tantos impostos e taxas é prejudicial à economia”, afirmou Pedrosa durante sua palestra no seminário Agenda Bahia. “O setor elétrico paga US$ 16 bilhões de encargos por ano, mais do que o valor distribuído pelo Bolsa Família, que é de US$ 12 bilhões”, acrescentou o presidente da Abrace, entidade que congrega 47 associados e 500 unidades de consumo.
Paulo Pedrosa ressaltou que o Brasil ocupa uma situação privilegiada no cenário mundial em relação ao crescimento industrial, mas o governo precisa fazer a sua parte. Enquanto as grandes economias da Europa são dependentes do gás fornecido pela Rússia e os Estados Unidos necessitam do petróleo dos países do Oriente Médio, o Brasil tem tradição na geração de energia elétrica, indústria integrada e mão de obra. “Precisamos apenas de menos impostos para aumentar a competitividade no setor industrial”, disse.
Pedrosa afirmou que, nos últimos anos, o custo da energia elétrica no Brasil foi reajustado 100% acima do IGPM e do IPCA, índices que medem a inflação oficial. “Os consumidores não suportam mais o valor das tarifas e os empresários simplesmente estão paralisando investimentos, porque não podem arcar com os custos”.
O presidente da Abrace aproveitou para mandar um recado ao governo federal. “No Brasil, muitos encargos são criados, transformados e, depois, perdem a originalidade”, declarou. As indústrias precisam de competitividade e não de programas que atravancam o seu desenvolvimento”, finalizou.
(Por Luís Francisco, especial para o CORREIO)
Pedro Carvalho | Redação CORREIO
pedro.carvalho@redebahia.com.br
“O crescimento sustentável deve estar associado a ações pelas quais as sociedades assegurem o futuro das próximas gerações”. A afirmação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado (Fieb), José de Freitas Mascarenhas, feita na abertura do seminário Agenda Bahia - Olhando 10 Anos à Frente, ontem, no auditório da entidade.
Pedrosa, da Abrace; Sergio, editor-chefe do CORREIO, e José Mascarenhas, da Fieb
No primeiro encontro, dos quatro previstos, Sustentabilidade foi o tema discutido, gerando um amplo debate entre empresários, executivos e autoridades do estado, visando apontar diretrizes para o desenvolvimento da Bahia na próxima década.
“O desafio está em realizar o máximo de geração de novas riquezas com a ofensa mínima ao meio ambiente. Isso exige um equilíbrio dos responsáveis pelas decisões que só o tempo será capaz de introduzir”, disse Mascarenhas. Mas segundo ele, além de um meio ambiente preservado, é preciso que o cidadão tenha acesso a trabalho que sustente a si e a sua família. Ao pensar a Bahia para os próximos 10 anos, o presidente da Federação das Indústrias destacou que as prioridades deverão ser inovação, educação, qualificação, infraestrutura, interiorização e meio ambiente.
Panorama
Na palestra, José Mascarenhas mostrou um panorama da Bahia atual, maior economia do Nordeste, e responsável por 31,5% do Produto Interno Bruto e 57,3% de todas as exportações da região. No país, detém o sexto maior PIB. Mas, quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), está na 20ª posição. O setor industrial é responsável por 28,2% da economia baiana, mas apenas seis segmentos são responsáveis por 81,1% do Valor da Transformação Industrial (VTI), sendo que a cadeia do refino de petróleo e afins mais a química e petroquímica representam 54,5% do total.
Inovação
O Brasil e a Bahia, para Mascarenhas, ainda investem pouco em inovação. Quando medida a qualidade da educação em ciência e matemática, o Brasil está na 98ª posição. O país também forma poucos engenheiros, segundo ele. Mas há progressos. Segundo o IBGE, a taxa de inovação das empresas brasileiras melhorou, passando de 31,5% para 38,1%, no período 2000-2008. As maiores dificuldades mencionadas pelas empresas para não inovar são atribuídas aos custos elevados, riscos econômicos e à escassez de financiamentos. “As perspectivas são de mudanças na Bahia.
A Fieb reformulou seu Conselho de Inovação e Tecnologia e criou um comitê de inovação para interagir com o ambiente científico baiano, por meio de um fórum de inovação, que vai construir uma política de ciência, tecnologia e inovação para o setor industrial”, informou. Ele lembrou que a Bahia conta com dois centros tecnológicos, o Cetind e o Cimatec, com 70 mestres e 28 doutores. “O Cimatec, inclusive, é hoje considerado o melhor do Senai em todo o Brasil”, lembrou. Outros pontos positivos citados são a construção, pelo governo baiano, do Parque Tecnológico, e a existência do Centro de Desenvolvimento da Ford, em Camaçari.
“Precisamos, no entanto, fazer uma revolução na educação da Bahia”, disse o presidente da Fieb. Para ele, a inovação só vai se desenvolver na medida que for desenvolvida uma política de educação de qualidade que envolva toda a sociedade.
Federalização
José Mascarenhas defendeu a federalização das universidades estaduais baianas, dentro do esforço para melhorar a situação da educação no estado, principalmente no ensino fundamental e médio. Segundo ele, a Bahia é o único estado do Nordeste que despende recursos com a educação superior em quatro universidades.
“A proposta é que essas universidades sejam federalizadas, liberando recursos estaduais para aplicação no ensino fundamental e médio”, disse. Ele destacou que educação de qualidade no nível básico é fundamental para que a população seja preparada para ocupar os postos de trabalho atendendo às exigências da indústria moderna.
Bolsa encargo é maior do que o Bolsa Família
O presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores Industriais de Energia e Consumidores Livres (Abrace), Paulo Pedrosa, defendeu o “estouro da bolha tarifária de energia no Brasil” como uma das principais soluções para o país continuar se desenvolvendo de forma sustentável.
“Os motivos dos encargos são nobres, mas a soma de tantos impostos e taxas é prejudicial à economia”, afirmou Pedrosa durante sua palestra no seminário Agenda Bahia. “O setor elétrico paga US$ 16 bilhões de encargos por ano, mais do que o valor distribuído pelo Bolsa Família, que é de US$ 12 bilhões”, acrescentou o presidente da Abrace, entidade que congrega 47 associados e 500 unidades de consumo.
Paulo Pedrosa ressaltou que o Brasil ocupa uma situação privilegiada no cenário mundial em relação ao crescimento industrial, mas o governo precisa fazer a sua parte. Enquanto as grandes economias da Europa são dependentes do gás fornecido pela Rússia e os Estados Unidos necessitam do petróleo dos países do Oriente Médio, o Brasil tem tradição na geração de energia elétrica, indústria integrada e mão de obra. “Precisamos apenas de menos impostos para aumentar a competitividade no setor industrial”, disse.
Pedrosa afirmou que, nos últimos anos, o custo da energia elétrica no Brasil foi reajustado 100% acima do IGPM e do IPCA, índices que medem a inflação oficial. “Os consumidores não suportam mais o valor das tarifas e os empresários simplesmente estão paralisando investimentos, porque não podem arcar com os custos”.
O presidente da Abrace aproveitou para mandar um recado ao governo federal. “No Brasil, muitos encargos são criados, transformados e, depois, perdem a originalidade”, declarou. As indústrias precisam de competitividade e não de programas que atravancam o seu desenvolvimento”, finalizou.
(Por Luís Francisco, especial para o CORREIO)
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Planos de Bacias definirão estratégias hídricas para o Ceará.
A Companhia de Gestão de Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh) está elaborando os Planos de Bacia no Ceará. Os Planos são instrumentos de gestão que permitem à sociedade conhecer a situação da água na Bacia Hidrográfica e os problemas existentes, para que possam ser definidas ações estratégicas para a sustentabilidade hídrica a curto, médio e longo prazos. Os recursos financeiros para a elaboração desses Planos são oriundos do PROÁGUA Nacional.
Inicialmente a Cogerh está contratando a elaboração de planos de gerenciamento de águas em quatro Bacias Hidrográficas do Estado do Ceará: Acaraú, Coreaú, Litoral e a Revisão do Plano das Bacias Metropolitanas. Nesses Planos, está sendo proposta uma metodologia que garanta a participação social nas diversas etapas, prevendo o acompanhamento por parte dos Comitês de Bacias Hidrográficas-CBHs, através de suas reuniões em plenárias, audiências públicas e câmaras técnicas.
Além disso, foram realizados seminários em todas as regiões contempladas com o objetivo de inserir nos planos a percepção dos usuários dos problemas locais e de suas soluções e também fazer com que se sintam comprometidos com os Planos. Desses Seminários foram extraídos os principais problemas e demandas dos Comitês, os quais foram organizados em quatro eixos: Balanço Hídrico, Aspectos Institucionais, Interferências com o Meio Ambiente e Identificação de Conflitos.
Os Comitês de Bacias Hidrográficas-CBHs, são órgãos colegiados, compostos por usuários, sociedade civil, poder público municipal e poder público estadual e federal, com atribuições consultivas e deliberativas, com atuação na Bacia ou Sub-Bacia Hidrográfica de sua jurisdição. Uma das atribuições dos CBHs é a aprovação dos respectivos Planos de Bacias, sendo necessária a participação e o envolvimento de todos para que o referido Plano se converta em um efetivo instrumento de gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica.
Os Planos estão sendo desenvolvidos com a participação popular em uma ação conjunta entre o Governo do Estado do Ceará, as municipalidades, a sociedade civil organizada e usuários de água, através da fiscalização do trabalho pelos Comitês das Bacias Hidrográficas do Acaraú, Coreaú, Litoral e Metropolitanas e de Audiências Públicas que irão garantir a efetiva participação da sociedade.
Durante todo o ano de 2010, várias etapas dos Planos estão sendo desenvolvidas. Na primeira fase foram realizados estudos básicos e diagnósticos, que consistem no levantamento das características físicas, sociais e demográficas das Bacias, bem como o diagnóstico da situação dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica, com as respectivas demandas, disponibilidades, conflitos e oportunidades atuais relacionadas à água.
Na segunda fase foi feito um planejamento para avaliação quantitativa e qualitativa da disponibilidade hídrica e demandas atuais e futuras, a partir do levantamento dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos feitos na primeira fase. E na terceira fase foi discutido o estabelecimento de programas e ações. A partir da consolidação do diagnóstico, o plano de ações visa ordenar no tempo um conjunto de ações, inventariadas e propostas, para recuperação e melhor aproveitamento das águas da Bacia.
Recentemente foram aprovados pelos Comitês de Bacias em Audiências Públicas, os Planos das Bacias do Litoral, Acaraú e Coreaú e a Revisão do Plano das Bacias Metropolitanas. O Plano de Bacia aprovado, é um instrumento de gestão imprescindível na gestão das águas, consolida um avanço na gestão da Bacia e deverá se converter num efetivo instrumento de gestão democrático e participativo das águas, esse elemento estruturante para a implementação de políticas setoriais sob a ótica do desenvolvimento sustentável e da inclusão social.
08.11.2010
Assessoria de Imprensa da Cogerh
Vanja Boaventura
Inicialmente a Cogerh está contratando a elaboração de planos de gerenciamento de águas em quatro Bacias Hidrográficas do Estado do Ceará: Acaraú, Coreaú, Litoral e a Revisão do Plano das Bacias Metropolitanas. Nesses Planos, está sendo proposta uma metodologia que garanta a participação social nas diversas etapas, prevendo o acompanhamento por parte dos Comitês de Bacias Hidrográficas-CBHs, através de suas reuniões em plenárias, audiências públicas e câmaras técnicas.
Além disso, foram realizados seminários em todas as regiões contempladas com o objetivo de inserir nos planos a percepção dos usuários dos problemas locais e de suas soluções e também fazer com que se sintam comprometidos com os Planos. Desses Seminários foram extraídos os principais problemas e demandas dos Comitês, os quais foram organizados em quatro eixos: Balanço Hídrico, Aspectos Institucionais, Interferências com o Meio Ambiente e Identificação de Conflitos.
Os Comitês de Bacias Hidrográficas-CBHs, são órgãos colegiados, compostos por usuários, sociedade civil, poder público municipal e poder público estadual e federal, com atribuições consultivas e deliberativas, com atuação na Bacia ou Sub-Bacia Hidrográfica de sua jurisdição. Uma das atribuições dos CBHs é a aprovação dos respectivos Planos de Bacias, sendo necessária a participação e o envolvimento de todos para que o referido Plano se converta em um efetivo instrumento de gestão dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica.
Os Planos estão sendo desenvolvidos com a participação popular em uma ação conjunta entre o Governo do Estado do Ceará, as municipalidades, a sociedade civil organizada e usuários de água, através da fiscalização do trabalho pelos Comitês das Bacias Hidrográficas do Acaraú, Coreaú, Litoral e Metropolitanas e de Audiências Públicas que irão garantir a efetiva participação da sociedade.
Durante todo o ano de 2010, várias etapas dos Planos estão sendo desenvolvidas. Na primeira fase foram realizados estudos básicos e diagnósticos, que consistem no levantamento das características físicas, sociais e demográficas das Bacias, bem como o diagnóstico da situação dos recursos hídricos da Bacia Hidrográfica, com as respectivas demandas, disponibilidades, conflitos e oportunidades atuais relacionadas à água.
Na segunda fase foi feito um planejamento para avaliação quantitativa e qualitativa da disponibilidade hídrica e demandas atuais e futuras, a partir do levantamento dos recursos hídricos, superficiais e subterrâneos feitos na primeira fase. E na terceira fase foi discutido o estabelecimento de programas e ações. A partir da consolidação do diagnóstico, o plano de ações visa ordenar no tempo um conjunto de ações, inventariadas e propostas, para recuperação e melhor aproveitamento das águas da Bacia.
Recentemente foram aprovados pelos Comitês de Bacias em Audiências Públicas, os Planos das Bacias do Litoral, Acaraú e Coreaú e a Revisão do Plano das Bacias Metropolitanas. O Plano de Bacia aprovado, é um instrumento de gestão imprescindível na gestão das águas, consolida um avanço na gestão da Bacia e deverá se converter num efetivo instrumento de gestão democrático e participativo das águas, esse elemento estruturante para a implementação de políticas setoriais sob a ótica do desenvolvimento sustentável e da inclusão social.
08.11.2010
Assessoria de Imprensa da Cogerh
Vanja Boaventura
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John Elkington: o poder da sustentabilidade para o sucesso das empresas.
A maior autoridade mundial em responsabilidade corporativa sustentável relata os desafios futuros para as empresas sobreviverem
Se antes o intuito era apenas transmitir a imagem de "politicamente correto", hoje, as questões de responsabilidade sócio/ambiental estão cada vez mais em pauta nas agendas dos executivos em todo o mundo.
Os motivos são os mais variados: pensamento no futuro, consciência ambiental, expectativa de desenvolvimento econômico, busca na diminuição de gastos, exigência dos consumidores, entre muitos outros.
John Elkington, a maior autoridade mundial em responsabilidade corporativa sustentável e que atua nesse segmento há mais de três décadas, relata que ações relacionadas à sustentabilidade estão transformando tanto a teoria e prática da gestão.
Em sua palestra no ExpoManagement 2010, John Elkington reafirma a possibilidade de conciliar os retornos financeiros, sociais e ambientais das empresas. Para Elkington, entramos num momento deciso do capitalismo, onde, não se pode apenas explorar e retirar todos os recursos naturais. É preciso pensar nas futuras gerações e em qual mundo estamos deixando para nossos filhos e netos.
Veja alguns tópicos importantes que John Elkington ressaltou em sua palestra sobre a questão da sustentabilidade nas empresas:
- Mudança de atitude - "Empresas de diversas partes do mundo deixaram a "negação completa" e passaram pouco a pouco a dar mais interesse sobre a responsabilidade social corporativo";
- Consumidores conscientes - "O consumidor se tornou cada vez mais responsável e está mais interessado em saber qual é o impacto econômico, ambiental e social que geram os produtos que premia com a sua compra";
| John Elkington, em palestra no ExpoManagement 2010 |
- Marketing - "As empresas devem trabalhar sua marca de acordo com o surgimento desse novo paradigma. Mas essas ações não podem ser forçadas. É preciso ter ética e ser transparente nas realizações do marketing";
- Futuro - "Teremos nove bilhões de pessoas em 2050 e os recursos naturais não estão garantidos para esse período. É preciso agir agora para que as futuras gerações possam usufruir normalmente";
- Trabalho em conjunto - "Empresas precisam montar planos de ação e trabalhar também com outras empresas, com os setores público e com a sociedade civil".
Quem é John Elkington
John Elkington foi descrito pela revista BusinessWeek como "O Decano do movimento de sustentabilidade corporativa há mais de 3 décadas". É autor de 17 livros com mais de 1 milhão de cópias vendidas em todo o mundo. É o criador do conceito mundialmente famoso Triple Bottom Line, que concilia os retornos financeiros, sociais e ambientais das empresas.
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sábado, 6 de novembro de 2010
Arquitetos discutem sustentabilidade e tecnologia em São Paulo.
No 2º Simpósio de Arquitetura e Urbanismo, que aconteceu no Centro Universitário Senac, em Santo Amaro no dia 3 de novembro, arquitetos brasileiros e europeus discutiram soluções sustentáveis para construção de edifícios
Por Vanessa D’Amaro
Por Vanessa D’Amaro
Não dá mais para fugir: a sustentabilidade permeia todas as discussões atuais sobre arquitetura, novos jeitos de morar e novas formas de interação em centros urbanos. E foi este o tema que costurou as palestras do 2º Simpósio de Arquitetura e Urbanismo, que aconteceu no dia 3 de novembro no Centro Universitário Senac, em São Paulo. Com dois palestrantes internacionais, o espanhol Enric Ruiz Geli e o dinamarquês Andreas Klok Pedersen, o Simpósio apresentou soluções arquitetônicas funcionais no continente europeu.
Enric Ruiz Geli, do escritório catalão Cloud 9, começou a sua exposição com um tom provocativo: “nós somos a geração Star Wars. Vivemos a cultura pop!”. Depois de ensaiar alguns movimentos no palco, o arquiteto catalão jogou para a plateia folhas em branco. “A vida é uma performance”, completou. Entre as apresentações de projetos - claramente inspirados pela arquitetura orgânica de Antoni Gaudì em Barcelona, cidade natal do arquiteto –, Enric contou que trabalha com estrutura metálica, corian, concreto, fibra óptica e leds. Para criar seus prédios curvilíneos, o profissional usa máquinas que realizam o corte digital, isto é, através de um arquivo de computador as máquinas trabalham e produzem uma fachada. “É como Matrix, mas neste caso, as máquinas estão aqui para nos ajudar”, conta. Todas as explicações sobre a utilização da tecnologia na arquitetura foram salpicadas com referências a cultura pop. Em uma hora de apresentação, Enric mencionou: Guerra nas Estrelas, Edward Mãos de Tesoura, Miami Vice, Matrix, Michael Jackson e Avatar.
Enric justificou a sua preferência pelos materiais que usa em suas obras: “Peso é igual a CO2. Quanto mais leves forem os nossos edifícios, menos poluentes eles serão”, concluiu.
Enric Ruiz Geli, do escritório catalão Cloud 9, começou a sua exposição com um tom provocativo: “nós somos a geração Star Wars. Vivemos a cultura pop!”. Depois de ensaiar alguns movimentos no palco, o arquiteto catalão jogou para a plateia folhas em branco. “A vida é uma performance”, completou. Entre as apresentações de projetos - claramente inspirados pela arquitetura orgânica de Antoni Gaudì em Barcelona, cidade natal do arquiteto –, Enric contou que trabalha com estrutura metálica, corian, concreto, fibra óptica e leds. Para criar seus prédios curvilíneos, o profissional usa máquinas que realizam o corte digital, isto é, através de um arquivo de computador as máquinas trabalham e produzem uma fachada. “É como Matrix, mas neste caso, as máquinas estão aqui para nos ajudar”, conta. Todas as explicações sobre a utilização da tecnologia na arquitetura foram salpicadas com referências a cultura pop. Em uma hora de apresentação, Enric mencionou: Guerra nas Estrelas, Edward Mãos de Tesoura, Miami Vice, Matrix, Michael Jackson e Avatar.
Enric justificou a sua preferência pelos materiais que usa em suas obras: “Peso é igual a CO2. Quanto mais leves forem os nossos edifícios, menos poluentes eles serão”, concluiu.
O dinamarquês Andreas Klok Pedersen falou sobre o uso de carros e contou qual foi a solução para este problema em Copenhague: “lá, até o prefeito vai trabalhar de bicicleta”, disse. Para inspirar os chineses e o resto mundo, a pavilhão Dinamarquês na Expo Xangai 2010 pode ser totalmente percorrido de bicicleta. O espaço, assinado pelo escritório BIG (Bjarke Ingels Group) do qual Andreas faz parte, procurou levar o melhor de Copenhague para a China: os passeios, os jardins e até o mar. Uma grande piscina foi instalada no edifício e a famosa estátua dinamarquesa da pequena Sereia foi levada para Xangai. Em seguida, Andreas explicou para a plateia a idéia do carro sem motorista, um sistema em que o veículo trafegaria guiado por um computador de bordo. De acordo com o arquiteto, este método seria eficaz para reduzir acidentes e facilitar o fluxo nas cidades. Conheça alguns pavilhões da Expo Xangai 2010!
Palestrantes Nacionais
Os palestrantes nacionais do 2º Simpósio de Arquitetura e Urbanismo apresentaram projetos sustentáveis e realistas. Com as obras completas, a os edifícios estão localizados em regiões bem conhecidas pelos paulistas: em bairros populosos da capital ou no litoral do estado. Quem iniciou os debates e preparou a platéia para absorver o que estava por vir foi Lauresto Esher. O arquiteto e professor universitário expôs, de forma didática, projetos de sua autoria, como o prédio da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie.
Vinícius Andrade, do escritório Andrade e Morettin Arquitetos, apresentou casas construídas de forma sustentável que fazem uso da luz e de sistemas de ventilação natural. Para Vinícius, um edifício sustentável precisa levar em consideração as características geográficas e climáticas da região. Assim, uma construção sustentável brasileira não deve ser feita aos moldes de uma construção européia.
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Iveco incentiva a sustentabilidade durante test-drive do novo Iveco Vertis.
Ação pioneira faz parte do Próximo Passo, o programa de sustentabilidade da Iveco
Texto: Imprensa Iveco
A Iveco, por meio de seu Programa Próximo Passo, avançou mais uma etapa rumo à sustentabilidade durante o lançamento do Iveco Vertis e marcou mais uma ação pioneira. O novo caminhão da montadora entrou para o segmento dos médios após o lançamento realizado no último dia 22 de outubro na Praia do Forte, Bahia, A cada test-drive do Iveco Vertis realizado pelos jornalistas, concessionários, clientes e convidados presentes no lançamento, a montadora doou uma cesta básica para duas instituições de Porto do Sauípe, vilarejo localizado próximo ao município de Entre Rios (BA) e à Praia do Forte, onde o test-drive foi realizado.
As entidades Escolinha Meninos do Porto do Sauípe e Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe receberam cerca de 80 cestas básicas da Iveco, todas com mensagens dos participantes do test-drive. “A Iveco sai na frente mais uma vez, como a única montadora de caminhões a realizar um test-drive solidário, e demonstra a importância da sustentabilidade, que já faz parte da cultura e é um dos pilares da marca no Brasil”, afirma Marco Piquini, diretor de comunicação da Iveco Latin America. Para Piquini, essa ação foi uma forma de contribuir com a região, que abriga grandes eventos como o lançamento do Iveco Vertis. “Além de marcarmos presença com esse grande evento, queríamos deixar uma mostra de nossa preocupação com o desenvolvimento social dos moradores da região, objetivo do nosso programa Próximo Passo”, informa.
A preocupação com a sustentabilidade para o novo Iveco Vertis aparece antes mesmo da ação solidária no test-drive. O caminhão apresenta superior economia de combustível e baixa emissão de poluentes, além de já estar preparado para a conversão ao Euro V.
As duas entidades que foram beneficiadas fazem parte do Projeto Berimbau, que visa melhorar a qualidade de vida das comunidades da região do Sauípe por meio de geração de emprego e renda. A Escola Meninos do Porto acolhe mais de 100 crianças, de 3 a 5 anos, utilizando metodologias diferenciadas de ensino, com projetos pedagógicos e oferece recreação, educação ambiental, oficinas lúdicas, introdução a conhecimentos em matemática e português, além de interação com o meio e a comunidade, como plantação e cultivo de horta.
A Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe reúne cerca de 25 artesãos que se dedicam ao trançado da palha de piaçava, desde a coleta da matéria-prima em lugares afastados, à secagem, tingimento, desfiamento e costura final. São produzidas mais de 1.000 peças por mês, entre tapetes, sacolas, bolsas, chapéus, cestos, petisqueiras e descanso de copos, tudo na palha piaçava com grafismos e variadas cores. Para Maria Joelma Bispo Silva, uma das responsáveis pela Associação, ações como essa são importantíssimas para a manutenção dos projetos. “Sentimos falta de iniciativas como a da Iveco. Nossas instituições funcionam a partir de parcerias e doações, e é maravilhoso poder ajudar tantas crianças e moradores do Porto do Sauípe”, disse. As cestas básicas serão distribuídas para as famílias das crianças e dos artesãos, além de moradores da comunidade que mais precisam.
A iniciativa inédita da Iveco com o test-drive solidário faz parte do programa de sustentabilidade da montadora, o Próximo Passo. Segundo Júnea Sá Fortes, coordenadora do programa, essa ação buscou permear o aspecto sustentável da marca, demonstrando compromisso com a sociedade. “Depois de termos sido tão bem recebidos na região, que acolheu o lançamento do Vertis, nada mais justo do que beneficiarmos entidades que buscam o desenvolvimento sustentável, como a Associação de Artesãos e a Escola Meninos do Porto do Sauípe”, informa Júnea.
Postado por Sérgio Dias
Texto: Imprensa Iveco
A Iveco, por meio de seu Programa Próximo Passo, avançou mais uma etapa rumo à sustentabilidade durante o lançamento do Iveco Vertis e marcou mais uma ação pioneira. O novo caminhão da montadora entrou para o segmento dos médios após o lançamento realizado no último dia 22 de outubro na Praia do Forte, Bahia, A cada test-drive do Iveco Vertis realizado pelos jornalistas, concessionários, clientes e convidados presentes no lançamento, a montadora doou uma cesta básica para duas instituições de Porto do Sauípe, vilarejo localizado próximo ao município de Entre Rios (BA) e à Praia do Forte, onde o test-drive foi realizado.
As entidades Escolinha Meninos do Porto do Sauípe e Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe receberam cerca de 80 cestas básicas da Iveco, todas com mensagens dos participantes do test-drive. “A Iveco sai na frente mais uma vez, como a única montadora de caminhões a realizar um test-drive solidário, e demonstra a importância da sustentabilidade, que já faz parte da cultura e é um dos pilares da marca no Brasil”, afirma Marco Piquini, diretor de comunicação da Iveco Latin America. Para Piquini, essa ação foi uma forma de contribuir com a região, que abriga grandes eventos como o lançamento do Iveco Vertis. “Além de marcarmos presença com esse grande evento, queríamos deixar uma mostra de nossa preocupação com o desenvolvimento social dos moradores da região, objetivo do nosso programa Próximo Passo”, informa.
A preocupação com a sustentabilidade para o novo Iveco Vertis aparece antes mesmo da ação solidária no test-drive. O caminhão apresenta superior economia de combustível e baixa emissão de poluentes, além de já estar preparado para a conversão ao Euro V.
As duas entidades que foram beneficiadas fazem parte do Projeto Berimbau, que visa melhorar a qualidade de vida das comunidades da região do Sauípe por meio de geração de emprego e renda. A Escola Meninos do Porto acolhe mais de 100 crianças, de 3 a 5 anos, utilizando metodologias diferenciadas de ensino, com projetos pedagógicos e oferece recreação, educação ambiental, oficinas lúdicas, introdução a conhecimentos em matemática e português, além de interação com o meio e a comunidade, como plantação e cultivo de horta.
A Associação dos Artesãos do Porto do Sauípe reúne cerca de 25 artesãos que se dedicam ao trançado da palha de piaçava, desde a coleta da matéria-prima em lugares afastados, à secagem, tingimento, desfiamento e costura final. São produzidas mais de 1.000 peças por mês, entre tapetes, sacolas, bolsas, chapéus, cestos, petisqueiras e descanso de copos, tudo na palha piaçava com grafismos e variadas cores. Para Maria Joelma Bispo Silva, uma das responsáveis pela Associação, ações como essa são importantíssimas para a manutenção dos projetos. “Sentimos falta de iniciativas como a da Iveco. Nossas instituições funcionam a partir de parcerias e doações, e é maravilhoso poder ajudar tantas crianças e moradores do Porto do Sauípe”, disse. As cestas básicas serão distribuídas para as famílias das crianças e dos artesãos, além de moradores da comunidade que mais precisam.
A iniciativa inédita da Iveco com o test-drive solidário faz parte do programa de sustentabilidade da montadora, o Próximo Passo. Segundo Júnea Sá Fortes, coordenadora do programa, essa ação buscou permear o aspecto sustentável da marca, demonstrando compromisso com a sociedade. “Depois de termos sido tão bem recebidos na região, que acolheu o lançamento do Vertis, nada mais justo do que beneficiarmos entidades que buscam o desenvolvimento sustentável, como a Associação de Artesãos e a Escola Meninos do Porto do Sauípe”, informa Júnea.
Postado por Sérgio Dias
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BNDES propõe que inovação valorize sustentabilidade ambiental
O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, enfatizou nesta sexta-feira, 5 de novembro, a necessidade das inovações tecnológicas promovidas pela indústria brasileira valorizarem a sustentabilidade ambiental. Após participar de reunião com empresários da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), no escritório da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em São Paulo, afirmou que esse será um grande diferencial competitivo do produto brasileiro em relação à maioria dos países concorrentes.
“A inovação deveria ter um viés pró-exportação e valorizar um ingrediente brasileiro diferenciado, que é a sustentabilidade. O Brasil tem matriz energética limpa, novas formas de energia e capacidade de desenvolver produtos com certificação verde, ambiental”, avaliou Coutinho. “Precisamos tirar proveito também de inovação com sustentabilidade ambiental e ter competência em comunicar isso para o mundo”, completou..
O presidente do BNDES afirmou que dobrar o investimento privado em inovação é um enorme desafio e deve ser encarado como grande prioridade do desenvolvimento do país. “A inovação é necessária para a competitividade e aumento da presença do Brasil nos mercados globais em que temos vantagens”, enfatizou.
A duplicação do investimento privado em inovação é a principal meta da MEI, movimento de incentivo à inovação liderado pela CNI, lançado há dois anos. De acordo com a Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) divulgada semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 38,6% das empresas industriais praticam inovação, seja em produtos, seja em processos.
Articulação - O aumento dessa taxa, de acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, passa pela articulação que a MEI tem feito com o próprio BNDES, ministérios de Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “A MEI tem feito essa articulação para aumentar o investimento, que hoje chega a 1% do PIB apenas se somados os investimentos públicos e privados. Esperamos que isso possa aumentar muito, principalmente entre as pequenas e médias empresas”, afirmou Andrade.
Ressaltou ter sido a partir da articulação da MEI que o governo lançou, nesta sexta-feira, na CNI, a Sala de Inovação, que reunirá os órgãos federais da área de inovação num único lugar. “A Sala de Inovação vai facilitar o andamento dos projetos, que às vezes se perdem na burocracia, indo e vindo em ministérios. É uma solução prática”, definiu Robson Braga de Andrade.
Lembrou que depois do lançamento da MEI a parceria com o governo aumentou bastante. “Nos últimos meses tivemos muitos avanços. O presidente Lula aprovou R$ 500 milhões num edital voltado para a inovação e o desenvolvimento tecnológico e fizemos um convênio com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, que está colocando R$ 25 milhões, e a CNI outros R$ 25 milhões, para a criação de 27 núcleos estaduais de inovação que vão auxiliar as pequenas e médias empresas a inovar”, relatou.
Assegurou que a interlocução continuará com o próximo governo. “Teremos no início de dezembro uma reunião para trabalhar essa agenda com o novo governo”, informou o presidente da CNI.
Fonte: Assessoria da CNI
“A inovação deveria ter um viés pró-exportação e valorizar um ingrediente brasileiro diferenciado, que é a sustentabilidade. O Brasil tem matriz energética limpa, novas formas de energia e capacidade de desenvolver produtos com certificação verde, ambiental”, avaliou Coutinho. “Precisamos tirar proveito também de inovação com sustentabilidade ambiental e ter competência em comunicar isso para o mundo”, completou..
O presidente do BNDES afirmou que dobrar o investimento privado em inovação é um enorme desafio e deve ser encarado como grande prioridade do desenvolvimento do país. “A inovação é necessária para a competitividade e aumento da presença do Brasil nos mercados globais em que temos vantagens”, enfatizou.
A duplicação do investimento privado em inovação é a principal meta da MEI, movimento de incentivo à inovação liderado pela CNI, lançado há dois anos. De acordo com a Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec) divulgada semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 38,6% das empresas industriais praticam inovação, seja em produtos, seja em processos.
Articulação - O aumento dessa taxa, de acordo com o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, passa pela articulação que a MEI tem feito com o próprio BNDES, ministérios de Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “A MEI tem feito essa articulação para aumentar o investimento, que hoje chega a 1% do PIB apenas se somados os investimentos públicos e privados. Esperamos que isso possa aumentar muito, principalmente entre as pequenas e médias empresas”, afirmou Andrade.
Ressaltou ter sido a partir da articulação da MEI que o governo lançou, nesta sexta-feira, na CNI, a Sala de Inovação, que reunirá os órgãos federais da área de inovação num único lugar. “A Sala de Inovação vai facilitar o andamento dos projetos, que às vezes se perdem na burocracia, indo e vindo em ministérios. É uma solução prática”, definiu Robson Braga de Andrade.
Lembrou que depois do lançamento da MEI a parceria com o governo aumentou bastante. “Nos últimos meses tivemos muitos avanços. O presidente Lula aprovou R$ 500 milhões num edital voltado para a inovação e o desenvolvimento tecnológico e fizemos um convênio com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, que está colocando R$ 25 milhões, e a CNI outros R$ 25 milhões, para a criação de 27 núcleos estaduais de inovação que vão auxiliar as pequenas e médias empresas a inovar”, relatou.
Assegurou que a interlocução continuará com o próximo governo. “Teremos no início de dezembro uma reunião para trabalhar essa agenda com o novo governo”, informou o presidente da CNI.
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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Brasil quer o fim da biopirataria para preservar biodiversidade
(AFP)
Para Teixeira, garantir um acordo vinculante que acabe com a "biopirataria" é indispensável para que se alcance um pacto mais amplo nas negociações, que acontecem esta semana na cidade japonesa de Nagoya.
Precisamos de um acordo para um protocolo ABS", disse a ministra à AFP, referindo-se ao Acordo de Acesso e Compartilhamento de Lucros (ABS, na sigla em inglês).
"É muito importante que consigamos ainda este ano. Para nós, é inaceitável que ainda não tenhamos uma legislação formal" (para o ABS).
Delegados de mais de 190 países participam na conferência de Nagoya, cuja função é discutir o 'modus vivendi' da raça humana, a destruição da natureza e quem está liderando a corrida da extinção.
Um rascunho do texto proposto lista 20 metas a serem alcançadas nos próximos 10 anos, como a proteção de florestas e mares, a redução dos níveis de poluição e recuperar ecossistemas degradados.
O Brasil, no entanto, insistiu que nenhum objetivo será estabelecido até que os países ricos assinem um acordo BDS.
Por quase duas décadas, os países ricos resistiram à consolidação de um pacto como este.
"É preciso entender a necessidade de compartilhar os lucros", disse a ministra à AFP em Nagoya.
"Para haver um acordo sobre a biodiversidade, é importante proteger, é importante ter um uso sustentável, mas também é importante dividir os lucros", indicou.
Questionada sobre a possibilidade de que as negociações terminem em fracasso na sexta-feira, Teixeira disse que "sempre há um risco".
Ela disse, no entanto, que é otimista.
"Acho que conseguiremos alcançar um acordo", afirmou.
"Sou uma otimista, então... espero que sim. Trabalhei duro para isso".
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Soluções "Verdes" para Um Planeta "Azul"
Ecodesign, a nova investida empresarial
Através de visão empreendedora aliada à preservação ambiental, empresas brasileiras têm investido pesadamente em altíssima tecnologia na construção de novos conceitos para melhor posicionamento dos seus serviços e produtos. Exemplo-chave deste processo é a Braskem e o seu plástico “verde”, que do investimento inicial de R$ 500 milhões obteve lucro estimado anual bilhonário. Pensadas esteticamente e sem perder em funcionalidade, as embalagens de diversos produtos têm ganhado o valor agregado do desenvolvimento sustentável. O que antes era visto apenas como papel da natureza – reaproveitar e otimizar o que já existe – já é parte integrante da realidade de outras grandes empresas brasileiras e estrangeiras. Boeing, General Electric, Procter & Gamble, Natura e Walmart são exemplos consolidados de instituições que viram no ecodesign uma excelente saída para posicionamento de marca no mundo atual. A saída é lógica e satisfaz o consumidor: produtos que durante o seu ciclo de existência não tragam danos ao meio ambiente, ou seja, a nós mesmos.
Sabe o que é um Eco Urinol?
Através de arrojado design, o Eco Urinol é uma prova concreta na qual desenvolvimento tecnológico inteligente é aquele que minimiza todas as formas de impactos possíveis em relação ao meio ambiente e seus recursos naturais. Desenvolvido pelo designer de produtos Yeongwoo Kim, funcionário da empresa Yanko Design, o mictório reutiliza instantaneamente toda a água usada na lavagem das mãos para a função de descarga, otimizando o tempo do usuário e poupando os recursos hídricos do planeta.
Coca-cola “verde”
Parece estranho, mas a proposta de alterar as já tradicionais formas das garrafas de Coca-Cola para modelos sustentáveis é mais real do que se imagina. Com os mesmos padrões de tamanho, mas em formato de caixa tetra-pak feita 100% à base de cana-de-açúcar, as futuras embalagens do produto foram criadas e desenvolvidas a partir de um trabalho de faculdade do designer Andrew Seunghyun Kim.
Vestida para casar, biodegradável
Se o casamento for em local fechado ou ao abrigo das águas de São Pedro, este é o vestido ideal para a noiva do futuro. Após intensa pesquisa de estudantes de moda e engenharia da universidade inglesa Shaffield Hallam, eis a novidade: o primeiro vestido de noiva solúvel. Formado por tecido criado a partir de álcool de polivinil (PVA), substância biodegradável muito utilizada em detergentes e demais materiais de limpeza, o vestido se dissolve toda vez que em contato com água. O interessante é que composto de cinco camadas, a cada lavagem a peça ganha novas formas.
Carro elétrico feito com fibra natural
Após anunciar que sua mais nova invenção, o carro batizado de Kestrel, seria feita à base de fibra natural, a empresa canadense Motive trouxe ao público - no lançamento oficial do veículo em Vancouver - detalhes sobre o automóvel: além de elétrico, sua carroceria é à base de fibra de cânhamo. Batizado de Kestrel, a empresa fabricante afirma que tal escolha foi devido ao material ser mais leve que as latarias habituais e não enferrujar. Para Nathan Armstrong, presidente da Motive, a medida foi uma forma de promover os grandes progressos da indústria automotiva nos dias atuais (nos quais a palavra de ordem é sustentabilidade). O veículo, que atinge a velocidade máxima de 135 km/h, faz parte da galeria de modelos do Project Ave – uma espécie de consórcio das empresas automotivas do Canadá que visa à propagação da eletromobilidade no país – e a previsão de venda é para o ano de 2012 no Canadá.
Bicicleta sustentável
Acordo assinado entre o Instituto Via Viva e a Caloi vai permitir que as bicicletas da marca se tornem 100% recicláveis. O instituto fará a coleta e o reaproveitamento de pneus usados (único item que ainda não era reciclado), entregues por clientes da Caloi. Em troca eles receberão um "selo verde".
Carro sustentável
Na corrida pelo carro mais sustentável do Brasil, a Renault, ao que parece, está levando a melhor. Isso porque seu modelo Sandero, fabricado em São José dos Pinhais (PR), possui um índice de 91% de itens recicláveis. Montante 39,7 pontos percentuais acima do registrado pela filial em 2006. Conseguiu isso graças à utilização de componentes feitos de fibra de PET reciclado em peças como o forro do assoalho, o forro do porta-mala e o tampão que separa o compartimento de bagagem. Cada Sandero "consome" o equivalente a 60 garrafas plásticas de dois litros.
HOTEL OFERECE REFEIÇÕES DE GRAÇA PARA QUEM ESTIVER DISPOSTO A GERAR ELETRICIDADE
O Crown Plaza Hotel, em Copenhague, Dinamarca, oferece uma chance para quem quer fazer uma boa refeição sem deixar de cuidar do planeta. O hotel disponibiliza bicicletas ligadas a um gerador de eletricidade para os hóspedes voluntários. Cada um deles deve produzir pelo menos 10 Watts/hora de eletricidade ? aproximadamente 15 minutos de pedalada para um adulto saudável. Após o exercício, o hóspede recebe um generoso vale-refeição: 26 euros, aproximadamente 60 reais.
BAR CAPTA ENERGIA PRODUZIDA PELA DANÇA DE SEUS FREQUENTADORES
Todas as luzes e os sons de uma ?balada? gastam uma quantia considerável de eletricidade. Pensando nisso, o dono do Bar Surya, em Londres, refez o chão da pista de dança de seu estabelecimento e o revestiu com placas que, ao serem pressionadas pelos frequentadores do lugar, produzem corrente elétrica. Essa energia é então usada para ajudar na carga elétrica necessária à casa. Andrew Charalambous, o visionário dono do bar, diz que a eletricidade produzida pela pista modificada representa 60% da necessidade energética do lugar.
3 ? BORDEL OFERECE DESCONTO AOS CLIENTES QUE FOREM DE BICICLETA
Uma casa de diversão adulta encontrou uma maneira de atrair mais frequentadores, espantando a crise econômica, e ainda ajudar a frear as mudanças climáticas globais. Quem chega de bicicleta, ganha desconto. Segundo Thomas Goetz, dono do bordel ?Maison D?envie?, a recessão atingiu em cheio os negócios. Consumidores que foram ao bordel pedalando, ou que provarem ter utilizado um meio de transporte público, recebem 5 euros de desconto sobre os tabelados 70 euros (mais de 150 reais) para 45 minutos.
EMPRESA CRIA IMPRESSORA QUE NÃO USA TINTA NEM PAPEL
Quem disse que uma impressora precisa de tinta ou papel para existir? Conheça a Impressora PrePean. Diferente das convencionais, ela utiliza uma peça térmica para fazer as impressões em folhas plásticas feitas especialmente para isso. Além de serem à prova d?água, elas podem ser facilmente apagadas. É só colocá-las novamente na impressora que, através de outra temperatura, a próxima impressão ficará no lugar da anterior. A mágica faz com que apenas uma dessas folhas possa ser utilizada mil vezes.
UNIVERSIDADE CONSTROI TELHADO VERDE
O Design Verde é uma tendência da arquitetura moderna, e não estamos falando apenas da cor, mas sim de locais como o prédio de cinco andares da Escola de Arte, Design e Comunicação da Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura. A construção conta com uma cobertura vegetal e sua forma orgânica se mistura com a natureza onde está inserida. Os telhados revestidos de grama servem como ponto de encontro informal, além de ajudar no equilíbrio térmico do edifício e na absorção da água da chuva.
DESIGNER CRIA PIA QUE UTILIZA ÁGUA DESPERDIÇADA PARA REGAR PLANTA
DESIGNER CRIA CHUVEIRO QUE O OBRIGA A SAIR QUANDO JÁ DESPERDIÇOU MUITA ÁGUA
O designer Tommaso Colia criou uma solução para aqueles que adoram passar um tempão tomando uma ducha relaxante (é, você mesmo!). O chuveiro Eco Drop possui círculos concêntricos como tapetes no chão, que vão crescendo enquanto o chuveiro está ligado. Após um tempo, a sensação fica tão incômoda que te força a sair do banho e, consequentemente, economizar água. Cerca de 20% de toda energia gasta no lar vem da água quente utilizada no banho ? seis vezes mais do que a iluminação doméstica, por exemplo.
DESIGNER CRIA INTERRUPTOR QUE MUDA DE COR PARA ENSINAR CRIANÇAS A ECONOMIZAR ENERGIA
Tio é o nome do interruptor em forma de fantasma que avisa, através de sutis luzes, há quanto tempo a lâmpada está acesa. Até uma hora, a expressão do fantasminha é feliz e a luz do interruptor permanece verde. Se a luz é deixada ligada por mais de quatro horas, ele se assusta e fica amarelo. Já se o morador da casa se atreve a deixar a luz acesa por mais de oito horas, o até então amigável fantasma se zanga e fica vermelho. Com o auxílio visual e tátil, espera-se que as crianças comecem a tomar consciência do desperdício de energia logo cedo, e de uma maneira divertida.
EMPRESA CRIA GRAMPEADOR SEM GRAMPOS PARA EVITAR POLUIÇÃO
Grampos de grampeador são tão poluentes que uma empresa decidiu criar um novo modelo do produto, sem grampos! Em vez dos grampos a que todos estamos acostumados, ele ?recorta pequenas tiras de papel e as usa para costurar até cinco folhas de papel juntas?. Se você se empolgou com a ideia, pode encomendar esses grampeadores personalizados para que sua empresa se vanglorie de contribuir para um mundo livre grampeadores com grampos.
DESIGNER CRIA CARREGADOR DE IPHONE ALIMENTADO POR APERTO DE MÃO
Eis uma invenção que dará uma mão na economia de energia. Carregue seu iPhone com um aperto de mão! O conceito foi chamado de ?You can work it out? ? uma brincadeira entre encontrar uma solução (work it out) e exercitar-se (to work out) ? e foi pensado por Mac Funamizu.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
As 5 cidades mais ecológicas do mundo...
Você já ouviu falar que Curitiba, capital do Paraná, é a “Capital Ecológica” do Brasil? Pode até ser verdade! Confira uma lista que preparamos com as cidades mais verdes e sustentáveis no mundo e escolha sua preferida:
5 - Vancouver, Canadá

A cidade que recentemente foi sede das Olimpíadas de Inverno tem como lema a sustentabilidade – e levou isso a sério até mesmo nos jogos olímpicos. As medalhas que eram entregues aos atletas eram feitas de restos de metal, jogados fora (lixo eletrônico). Mas o conceito de sustentabilidade está presente em Vancouver há muito tempo – 90% de sua energia é produzida através de ondas, vento, painéis solares e hidrelétricas.
4 - Malmo, Suécia

Ela tem muito espaço verde, mas não é famosa apenas por seus jardins e parques, mas também pelo desenvolvimento urbano sustentável. É uma das maiores cidades do país e, mesmo assim, não há congestionamentos, já que várias ciclovias cortam todo o território. Além disso, 20% dos habitantes de Malmo são estrangeiros, o que contribuiu para um ambiente muito rico culturalmente.
3 - Curitiba, Brasil

E eis a nossa representante nacional. Curitiba é a capital do estado do Paraná desde 1854 e foi fundada em 1654, como um campo de mineração. A lenda é que um cacique indígena indicou o lugar para os tropeiros, exploradores da região, dizendo “Curi-Etuba” que, em tupi, significa “muito pinhão” ou “muitos pinheiros”. Atualmente a cidade tem 1,8 milhão de habitantes e possui vários espaços verdes (bosques e parques). É considerada a capital ecológica do Brasil e, por ter um transporte coletivo que também é considerado eficiente, os curitibanos são aconselhados a deixar os carros (e o monóxido de carbono) em casa.
2 - Portland, Estados Unidos

Mesmo com muitas grandes cidades dos Estados Unidos usarem grandes avenidas, carros e táxis, Portland investe em alternativas mais ecológicas, como ciclovias e ferrovias. Ela também se comprometeu a reduzir a emissão de gases nocivos na atmosfera e passou a construir seus edifícios apenas com materiais sustentáveis.
1 - Reykjavik, Islândia

A capital da Islândia é considerada a cidade mais sustentável do mundo. Sua energia é produzida através de hidrelétricas e de usinas geotermais. O sistema de transporte coletivo trabalha com hidrogênio como combustível. O ar de lá é tão puro que alguns turistas visitam a cidade para conhecer apenas o seu sistema de sustentabilidade.
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sábado, 23 de outubro de 2010
Pernambuco discute sobre sustentabilidade.
No dia 21 de outubro, a Companhia de Energia de Pernambuco (Celpe) realizou a 3ª Conferência Sustentabilidade Celpe/Neoenergia. Durante o evento, representantes de organizações públicas e privadas, organizações não governamentais e estudantes puderam participar de discussões sobre consumo consciente, sustentabilidade em empresas de varejo e valor da biodiversidade.
O ciclo de palestras contou com organizações que trabalham em prol da sustentabilidade de destaque nacional, entre eles estavam o diretor de comunicação do Wal Mart Brasil, Luiz Ferrisson; o consultor de desenvolvimento sustentavél do Insituto Akatu, Júlio de Mello; a coordenadora da Global Reporting Initiative, Glaucia Terreo; e o diretor-presidente do Instituto EcoDesenvolvimento, Isaac Edington.
O evento fomentou a rede de conhecimento sustentável da região. "A 3ª Conferência Sustentabilidade foi importante para Pernambuco que atualmente carece de discussões sobre iniciativas para a sustentabilidade", afirmou Mirella Pessoa, analista de Responsabilidade Social da Celpe.
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quinta-feira, 21 de outubro de 2010
KPMG promove formação sobre relatórios de sustentabilidade
A KPMG vai organizar nos próximos dias 18 e 19 de Novembro, nas suas instalações de Lisboa, uma formação sobre relatórios de sustentabilidade.
A formação terá a duração de 16 horas e irá abordar o contexto da sustentabilidade e o seu reporte, os desafios e benefícios do relato de sustentabilidade, o standard GRI (Global Reporting Initiative) – e a versão GRI G3 – e o processo de reporte do GRI.
Ministrada pela equipa de Climate Change & Sustainability da KPMG Portugal, esta formação dirige-se a responsáveis de comunicação, recursos humanos, ambiente, I&D, sustentabilidade e Investor Relations, a colaboradores envolvidos no relato ou reporte de sustentabilidade, aos jornalistas e responsáveis de ONGs.
A GRI é uma organização multi-stakeholder pioneira no desenvolvimento do standard globalmente utilizado para a elaboração de relatórios de sustentabilidade.
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Henkel participa do Latincoat & Adhesives 2010
Empresa discute sustentabilidade nos negócios e apresenta produtos que geram economia de energia.
São Paulo – A Henkel, líder mundial em adesivos, estará presente no Congresso Latincoat & Adhesives 2010, que acontecerá de 26 a 28 de outubro, no Espaço Apas, em São Paulo. Com iniciativas pautadas em inovação e tecnologia, a Henkel tem na sustentabilidade um dos seus principais valores corporativos e acredita que a mesma contribui diretamente para o seu negócio. No dia 27 de outubro, Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto da empresa, mostrará como isso acontece na prática na palestra “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”, às 15h.
Para a Henkel, a sustentabilidade é a forma pela qual a empresa conduz os seus negócios. A companhia investe cerca de 3% do seu faturamento global total em pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de lançar produtos que atendam cada vez melhor às necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, sejam mais compatíveis com o meio ambiente. Esse conceito norteia o tipo de produto que é desenvolvido, o modo de produção (do ponto de vista ambiental e social, com os funcionários), a utilização pelo cliente e a sua destinação após o uso.
A empresa está comprometida com a liderança em sustentabilidade, sendo que cinco pilares orientam as ações socioambientais desenvolvidas pela empresa no mundo. São eles: energia e clima; água e resíduos; segurança e saúde; progresso social; materiais e clima. Seguindo essas diretrizes, a Henkel, entre 2005 e 2009, reduziu em 57% os acidentes ocupacionais*, 37% o consumo de água, 26% o consumo de energia, 12% a geração de resíduos e 41% as emissões de dióxido de enxofre. Até 2012, a empresa tem como meta diminuir ainda mais os seus indicadores ambientais, sendo 15% em consumo de energia, 10% em consumo de água, 10% em geração de lixo e 20% em acidentes de trabalho. (*por milhões de horas trabalhadas).
Para 2012, a empresa tem como meta garantir que - Todos os novos produtos devem contribuir para o desenvolvimento sustentável em, pelo menos, uma área de foco. Todos os funcionários devem receber treinamento e educação continuada para assegurar que estão qualificados de forma apropriada para suas tarefas. Todos os fornecedores estratégicos devem atender as expectativas da Henkel relativas à ética corporativa..
“A Henkel oferece produtos, tecnologias e processos que atendem aos mais altos padrões. Nós temos um compromisso com a segurança e a saúde de nossos colaboradores, a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida das comunidades onde operamos.O fator decisivo é alcançar um balanço sustentável entre os objetivos econômicos, sociais e ecológicos”, explica Crude.
Produtos sustentáveis da Henkel - No evento, a Henkel apresentará os produtos Technomelt Cool e MiraFoil Coating. O Technomelt Cool é uma linha de hot melts (adesivos termofundíveis) para o mercado de embalagens e gráfico. Enquanto um hot melt convencional precisa ser aquecido entre 150C e 180ºC, a linha Technomelt Cool pode ser aplicada em temperaturas inferiores, entre 120ºC e 130ºC. Essa redução na temperatura de aplicação proporciona uma maior estabilidade térmica, menor degradação do adesivo e, consequentemente, reduz as paradas de máquinas por problema de carbonização e entupimento de bicos.
Além das características técnicas superiores, o Technomelt Cool conta com atributos sustentáveis, pois a aplicação em temperaturas mais baixas permite a redução do consumo de energia elétrica utilizada no aquecimento. O produto também diminui a emissão de voláteis, odor e fumaça no ambiente e é mais seguro ao operador na aplicação, pois proporciona a redução de riscos de queimaduras. Além disso, diminui as intervenções de manutenção e o desgaste dos equipamentos. Essa nova tecnologia é usada no fechamento de caixas e cartuchos e na construção de produtos editoriais tais como livros, listas telefônicas, catálogos, cadernos, entre outros.
Já o MiraFoil Coating é um revestimento totalmente reciclável que cria um efeito metálico brilhante nas embalagens, cartonagens flexíveis, etiquetas, entre outros. O produto pode ser aplicado em áreas precisas com uma simples demão, o que reduz o desperdício, economiza tempo e energia e diminui os custos. Além disso, reduz problemas no uso como atrito (rub-off), descascamento, empenamento (warping), e adesão da tinta. A reciclabilidade, baixa pegada de carbono e propriedades de rodagem (runability) do MiraFoil Coating em diversas superfícies, torna este produto ambientalmente sustentável, excelente nos processos e atraente para gerentes de marca, designers de embalagens, impressores e convertores e gerentes de sustentabilidade.
.[Latincoat & Adhesives:Palestra: “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”| Palestrante: Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto, dia 27 de outubro de 2010, às15h, no Espaço Apas, Rua Pio XI, n° 1200 – Alto da Lapa, São Paulo. www.latincoat.com.br ].
Perfil- A Henkel opera em todo mundo com marcas e tecnologias líderes em três áreas de negócios: Detergentes e Cuidados Domésticos, Cosméticos/ Higiene Pessoal, e Tecnologias em Adesivos. Fundada em 1876, a Henkel mantém posições de destaque no mercado global, tanto nos negócios ao consumidor quanto nos negócios industriais, com marcas de sucesso como Persil, Schwarzkopf e Loctite. A Henkel emprega cerca de 50 mil pessoas e obteve um faturamento de 13,573 bilhões de euros e lucro operacional ajustado de 1,364 bilhão de euros no ano fiscal de 2009. As ações preferenciais da Henkel são negociadas na bolsa de valores alemã DAX e a empresa faz parte do ranking Fortune Global 500.
São Paulo – A Henkel, líder mundial em adesivos, estará presente no Congresso Latincoat & Adhesives 2010, que acontecerá de 26 a 28 de outubro, no Espaço Apas, em São Paulo. Com iniciativas pautadas em inovação e tecnologia, a Henkel tem na sustentabilidade um dos seus principais valores corporativos e acredita que a mesma contribui diretamente para o seu negócio. No dia 27 de outubro, Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto da empresa, mostrará como isso acontece na prática na palestra “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”, às 15h.
Para a Henkel, a sustentabilidade é a forma pela qual a empresa conduz os seus negócios. A companhia investe cerca de 3% do seu faturamento global total em pesquisa e desenvolvimento com o objetivo de lançar produtos que atendam cada vez melhor às necessidades dos clientes e, ao mesmo tempo, sejam mais compatíveis com o meio ambiente. Esse conceito norteia o tipo de produto que é desenvolvido, o modo de produção (do ponto de vista ambiental e social, com os funcionários), a utilização pelo cliente e a sua destinação após o uso.
A empresa está comprometida com a liderança em sustentabilidade, sendo que cinco pilares orientam as ações socioambientais desenvolvidas pela empresa no mundo. São eles: energia e clima; água e resíduos; segurança e saúde; progresso social; materiais e clima. Seguindo essas diretrizes, a Henkel, entre 2005 e 2009, reduziu em 57% os acidentes ocupacionais*, 37% o consumo de água, 26% o consumo de energia, 12% a geração de resíduos e 41% as emissões de dióxido de enxofre. Até 2012, a empresa tem como meta diminuir ainda mais os seus indicadores ambientais, sendo 15% em consumo de energia, 10% em consumo de água, 10% em geração de lixo e 20% em acidentes de trabalho. (*por milhões de horas trabalhadas).
Para 2012, a empresa tem como meta garantir que - Todos os novos produtos devem contribuir para o desenvolvimento sustentável em, pelo menos, uma área de foco. Todos os funcionários devem receber treinamento e educação continuada para assegurar que estão qualificados de forma apropriada para suas tarefas. Todos os fornecedores estratégicos devem atender as expectativas da Henkel relativas à ética corporativa..
“A Henkel oferece produtos, tecnologias e processos que atendem aos mais altos padrões. Nós temos um compromisso com a segurança e a saúde de nossos colaboradores, a preservação do meio ambiente e a qualidade de vida das comunidades onde operamos.O fator decisivo é alcançar um balanço sustentável entre os objetivos econômicos, sociais e ecológicos”, explica Crude.
Produtos sustentáveis da Henkel - No evento, a Henkel apresentará os produtos Technomelt Cool e MiraFoil Coating. O Technomelt Cool é uma linha de hot melts (adesivos termofundíveis) para o mercado de embalagens e gráfico. Enquanto um hot melt convencional precisa ser aquecido entre 150C e 180ºC, a linha Technomelt Cool pode ser aplicada em temperaturas inferiores, entre 120ºC e 130ºC. Essa redução na temperatura de aplicação proporciona uma maior estabilidade térmica, menor degradação do adesivo e, consequentemente, reduz as paradas de máquinas por problema de carbonização e entupimento de bicos.
Além das características técnicas superiores, o Technomelt Cool conta com atributos sustentáveis, pois a aplicação em temperaturas mais baixas permite a redução do consumo de energia elétrica utilizada no aquecimento. O produto também diminui a emissão de voláteis, odor e fumaça no ambiente e é mais seguro ao operador na aplicação, pois proporciona a redução de riscos de queimaduras. Além disso, diminui as intervenções de manutenção e o desgaste dos equipamentos. Essa nova tecnologia é usada no fechamento de caixas e cartuchos e na construção de produtos editoriais tais como livros, listas telefônicas, catálogos, cadernos, entre outros.
Já o MiraFoil Coating é um revestimento totalmente reciclável que cria um efeito metálico brilhante nas embalagens, cartonagens flexíveis, etiquetas, entre outros. O produto pode ser aplicado em áreas precisas com uma simples demão, o que reduz o desperdício, economiza tempo e energia e diminui os custos. Além disso, reduz problemas no uso como atrito (rub-off), descascamento, empenamento (warping), e adesão da tinta. A reciclabilidade, baixa pegada de carbono e propriedades de rodagem (runability) do MiraFoil Coating em diversas superfícies, torna este produto ambientalmente sustentável, excelente nos processos e atraente para gerentes de marca, designers de embalagens, impressores e convertores e gerentes de sustentabilidade.
.[Latincoat & Adhesives:Palestra: “Sustentabilidade na Henkel: A Maneira que Conduzimos Nossos Negócios”| Palestrante: Sergio Crude, Gerente Regional de Sustentabilidade & Segurança de Produto, dia 27 de outubro de 2010, às15h, no Espaço Apas, Rua Pio XI, n° 1200 – Alto da Lapa, São Paulo. www.latincoat.com.br ].
Perfil- A Henkel opera em todo mundo com marcas e tecnologias líderes em três áreas de negócios: Detergentes e Cuidados Domésticos, Cosméticos/ Higiene Pessoal, e Tecnologias em Adesivos. Fundada em 1876, a Henkel mantém posições de destaque no mercado global, tanto nos negócios ao consumidor quanto nos negócios industriais, com marcas de sucesso como Persil, Schwarzkopf e Loctite. A Henkel emprega cerca de 50 mil pessoas e obteve um faturamento de 13,573 bilhões de euros e lucro operacional ajustado de 1,364 bilhão de euros no ano fiscal de 2009. As ações preferenciais da Henkel são negociadas na bolsa de valores alemã DAX e a empresa faz parte do ranking Fortune Global 500.
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Em debate sobre diversidade biológica, Brasil exige divisão de lucros
Max Milliano Melo
O Brasil — considerado uma das peças-chaves nas negociações da 10ª Conferência das Partes sobre Diversidade Biológica (COP-10), que ocorre na cidade japonesa de Nagoia — não pretende se comprometer com nenhuma meta de proteção das espécies se o acordo não contemplar uma divisão dos lucros provenientes da diversidade com os países que a abriga. Em outras palavras, isso significa que as nações que utilizam recursos naturais de outros países teriam de dividir os lucros dessa utilização. Conhecida pela sigla em inglês ABS, a questão do acesso e compartilhamento de benefícios é tão complexa que um grupo paralelo e informal foi criado na tentativa de costurar um acordo até a próxima semana, quando os ministros do Meio Ambiente das nações devem chegar ao Japão. “Se adotarmos um protocolo ABS, podemos ter um plano estratégico na compreensão de que também teremos recursos financeiros. Esses aspectos estão interrelacionados”, afirmou Paulino Franco de Carvalho, chefe da divisão de meio ambiente do Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil.
A posição brasileira vai contra o interesse de nações que atualmente utilizam espécies nativas, principalmente de países tropicais, sem compensá-los financeiramente. Por isso, a discussão promete ser um dos principais desafios dos líderes mundiais, que até o dia 29 discutem metas de preservação para os próximos 10 anos. “Acho vergonhoso essa questão ainda não ter sido aprovada”, comentou o secretário interino de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus. Apesar de divididas, as 188 delegações que estão em Nagoia já veem espaço para negociar a abrangência do acordo. Enquanto o Brasil defende a inclusão irrestrita de derivados da biodiversidade, as nações mais ricas defendem um acordo menos restritivo, contemplando apenas o uso direto das espécies.
Oceanos
Enquanto as discussões continuam, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou um relatório com dados alarmantes sobre a vida nos oceanos. De acordo com o estudo, que mapeou a vida em 18 regiões do planeta, o aquecimento global deve reduzir a fertilidade dos oceanos nos próximos 40 anos, eliminando centenas de espécies de peixes e de corais. Além dos efeitos do aumento da temperatura da água, o crescimento excessivo de algas corre o risco de envenenar a água e causar mortes em massa de peixes.
Segundo a pesquisa, a diminuição da vida marinha também deve ter impactos sobre a indústria pesqueira, que será dominada por espécies menores, que ocupam a base da cadeia alimentar. “Serviços multimilionários, inclusive a indústria da pesca, o controle climático e os que sustentam indústrias como o turismo, estão sob risco se os impactos ao ambiente marinho continuarem”, afirmou Achim Steiner, chefe do Pnuma, em comunicado.
A posição brasileira vai contra o interesse de nações que atualmente utilizam espécies nativas, principalmente de países tropicais, sem compensá-los financeiramente. Por isso, a discussão promete ser um dos principais desafios dos líderes mundiais, que até o dia 29 discutem metas de preservação para os próximos 10 anos. “Acho vergonhoso essa questão ainda não ter sido aprovada”, comentou o secretário interino de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), João de Deus. Apesar de divididas, as 188 delegações que estão em Nagoia já veem espaço para negociar a abrangência do acordo. Enquanto o Brasil defende a inclusão irrestrita de derivados da biodiversidade, as nações mais ricas defendem um acordo menos restritivo, contemplando apenas o uso direto das espécies.
Oceanos
Enquanto as discussões continuam, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) lançou um relatório com dados alarmantes sobre a vida nos oceanos. De acordo com o estudo, que mapeou a vida em 18 regiões do planeta, o aquecimento global deve reduzir a fertilidade dos oceanos nos próximos 40 anos, eliminando centenas de espécies de peixes e de corais. Além dos efeitos do aumento da temperatura da água, o crescimento excessivo de algas corre o risco de envenenar a água e causar mortes em massa de peixes.
Segundo a pesquisa, a diminuição da vida marinha também deve ter impactos sobre a indústria pesqueira, que será dominada por espécies menores, que ocupam a base da cadeia alimentar. “Serviços multimilionários, inclusive a indústria da pesca, o controle climático e os que sustentam indústrias como o turismo, estão sob risco se os impactos ao ambiente marinho continuarem”, afirmou Achim Steiner, chefe do Pnuma, em comunicado.
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terça-feira, 19 de outubro de 2010
Oficina móvel transforma carros em veículos sustentáveis.
Da Redação
A Green Garage, criada no ínicio de 2010 nos Estados Unidos, é um negócio especializado na transformação de carros comuns em veículos ecológicos. O serviço é realizado na frente da casa do cliente, em um caminhão equipado, onde são feitas as modificações necessárias. Para atender empresas, com maior frota de veículos, o Green Garage’s Corporate Mobile Service Truck fica estacionado na garagem do local, e rapidamente toda frota é modificada.
Para conseguir atingir tais metas de sustentabilidade, a Green Garage usa peças que economizam dinheiro, melhoram a eficiência do combustível e reduzem a frequência de reparos e revisões. Dentre os serviços oferecidos está a “intervenção de energia”, que inclui um diagnóstico preliminar que indica as maneiras mais apropriadas de aproveitar a vida útil do motor.
A oficina oferece uma linha com mais de 60 produtos sustentáveis que conservam água, utilizam melhor os recursos naturais e reduzem resíduos sólidos, emissões de CO2 e níveis tóxicos. O preço de um kit básico de transformação, o “Drive Good”, com filtro de óleo que é 10 vezes mais eficiente que o regular, custa US$ 69,95 (cerca de R$ 117). Os clientes da empresa chegam a usar 70% menos óleo, e com esse pacote economizam US$ 175 (cerca de R$ 294) em 24.000 km rodados.
Para conseguir atingir tais metas de sustentabilidade, a Green Garage usa peças que economizam dinheiro, melhoram a eficiência do combustível e reduzem a frequência de reparos e revisões. Dentre os serviços oferecidos está a “intervenção de energia”, que inclui um diagnóstico preliminar que indica as maneiras mais apropriadas de aproveitar a vida útil do motor.
A oficina oferece uma linha com mais de 60 produtos sustentáveis que conservam água, utilizam melhor os recursos naturais e reduzem resíduos sólidos, emissões de CO2 e níveis tóxicos. O preço de um kit básico de transformação, o “Drive Good”, com filtro de óleo que é 10 vezes mais eficiente que o regular, custa US$ 69,95 (cerca de R$ 117). Os clientes da empresa chegam a usar 70% menos óleo, e com esse pacote economizam US$ 175 (cerca de R$ 294) em 24.000 km rodados.
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Ideias inovadoras e práticas sustentáveis no Espaço Sebrae de Conhecimento.
Da Redação
Empresários e sociedade mato-grossense terão um lugar em Cuiabá como referência para visualizar ideias inovadoras e aprender práticas sustentáveis.
O Espaço Sebrae de Conhecimento, a ser inaugurado dia 20 de outubro, vai dispor conceitos e oportunidades de negócios para gestores de micro e pequenas empresas desenvolverem a criatividade e pensar negócios em sintonia com a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais. O espaço é anexo à sede do Sebrae-MT, no Centro Político Administrativo, em Cuiabá.
Na avaliação institucional do diretor-superintendente José Guilherme Barbosa Ribeiro, a sustentabilidade significa a manutenção da vida não só humana, mas animal e vegetal em todo o conhecimento e intervenções das pessoas. “É uma preocupação de análise científica e de inteligência para melhor uso dos recursos existentes”, ou, como, frisa, “o Sebrae vê a sustentabilidade como negócio”.
E por isso, “no Espaço de Conhecimento, será possibilitado aos inventores de produtos e processos, nos diversos segmentos empresariais, o apoio para que eles desenvolvam suas ideias e tenham acesso às tecnologias e profissionais qualificados”.
Nos últimos 10 anos, diz, devido restrições de produtos mato-grossense no exterior, a instituição iniciou trabalho para conscientizar o empresário local sobre exemplos de sustentabilidade.
Ele cita a Amazontech – Novos Rumos para Ciência, Tecnologia e Negócios Sustentáveis, realizada em Cuiabá em 2004, quando foram mostradas aplicações práticas aos empresários de Mato Grosso e autoridades públicas sobre produção e respeito ao ambiente, já desencadeados em países desenvolvidos e o que instituições internacionais pensavam sobre o binômio.
O vetor sustentabilidade, explica José Guilherme, tornou-se constante nos últimos anos em projetos e ações do Sebrae Mato Grosso. “O Sistema Sebrae, há dois anos, tem dado ênfase grande à inovação e competitividade”, contextualiza. “O Conselho Deliberativo Estadual determinou uma macropolítica para o Sebrae Mato Grosso de incentivo aos princípios de sustentabilidade que começaram a ser aplicados na obra do Espaço de Conhecimento, com os conceitos mais modernos de edifício verde”.
Materiais
A líder da Unidade de Acesso à Inovação e Tecnologia da instituição, Suênia Sousa, explica que do conceito à construção, tudo no Espaço Sebrae de Conhecimento foi pensado para gerar o menor impacto ambiental. “Numa obra convencional, teria sido utilizada alvenaria, aqui usamos vidro. Ele facilita a iluminação natural, a manutenção e a desconstrução, dentro do conceito e prática de não gerar resíduo”.
Autor e arquiteto responsável pela obra, José Afonso Botura Portocarrero destaca que o prédio pretende ser o de menor consumo de energia. Nos dois lados extremos do prédio há ventanas ou painéis do teto ao piso para controlar luz natural e ventilação.
Placas de vidro fazem a interface com o ambiente interno para completar o sistema que combina redução do uso de energia e clima mais ameno dentro do prédio. Plantas nesses extremos ainda auxiliarão nesse mecanismo.
Seis conjuntos de luminárias solares foram instaladas no teto do prédio. Cada uma gera 400 Watts, o que equivale a 8 lâmpadas incandescentes normais. Essa instalação faz com que todo o salão principal da obra, de 308 metros quadrados, não tenha lâmpada convencional ou interruptor para ligá-la.
Portocarrero se inspirou em uma oca indígena do Xingu para dar forma real ao espaço. “O arco ogival (teto) é em camadas cobertas (na oca é de palha) que deixam escapar ar quente. Entre elas tem um colchão de ar que mantém a casca interna mais fresca. A casca externa absorve a radiação solar”, explica.
Ele diz que houve também o aproveitamento do terreno natural ao máximo. “Mantivemos árvores existentes e algumas foram replantadas”. Mais informações no www.mt.agenciasebrae.com.br.
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5ª ExpoÁgua: Conferência Nacional da Água.
«O que interessa é encontrar a sustentabilidade dos sistemas»
A 5ª Expo Água abriu hoje as portas com a Conferência Nacional da Água, dedicada ao tema Repensar Estratégias rumo a 2015, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa. Gérard Payen, presidente da Aquafed, foi o orador convidado que marcou a manhã da conferência organizada pelo Água&Ambiente, depois do embaixador dos Países Baixos, Henk Soeters, ter aberto os trabalhos lembrando que «Deus criou o mundo, os holandeses criaram a Holanda».
«Holanda e água são como gémeos siameses. Podia mesmo existir uma fórmula química, por exemplo H2olanda», referiu o embaixador que representou o primeiro País convidado da Expo Água. A ideia é partilhar a sua experiência no domínio da água e do saneamento, know how que, aliás, foi requerido pelos EUA na sequência do furacão Katrina que arrasou Nova Orleães.
Na sua apresentação, Gérard Payen, deu ênfase às questões da universalidade da água e da sustentabilidade dos sistemas de gestão de abastecimento de água e saneamento de águas residuais, com destaque para o facto do acesso á água ter sido considerado um direito fundamental no âmbito dos direitos universais das Nações Unidas. Para o reconhecido especialista mundial, a grande questão não é se a gestão é feita por operadores públicos ou privados mas quais os resultados conseguidos. «Há espaço para todos os modelos. Na Europa não há dois países com um modelo de gestão igual e todos têm questões positivas e negativas. O que interessa é encontrar a sustentabilidade. E essa é uma questão por resolver, também aqui, em Portugal», avançou Gérard Payen.
A apresentação do especialista internacional seguiu-se de uma sessão de questões colocados por seis representantes do mercado nacional da água e do saneamento, em que Pedro Serra, presidente da Águas de Portugal (AdP), e Paulo Pinheiro, presidente da Associação das Empresas Portuguesas do Sector do Ambiente (AEPSA), protagonizaram uma troca de palavras mais acalorada. «Com o mais recente modelo das parcerias públicas [entre municípios e AdP], o sector privado saiu derrotado», disse Pedro Serra ao que Paulo Pinheiro corrigiu: «Quem perdeu não foram os privados mas os portugueses que ficaram com um sistemas mais deficiente». Como resposta, o presidente da AdP, explicou : «Não queria dizer derrota. Se os privados não têm participado no sector da água é porque as políticas públicas não o têm permitido. Há espaço para os provados mas penso que há um preconceito com a gestão privada que é transversal a todas as forças políticas. Não sou apologista do público pelo público», rematou Pedro Serra.
Autor / Fonte
Lúcia Duarte
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Sustentabilidade: Janela movida à energia solar é destaque na Fesqua 2010
A persiana alia sustentabilidade, economia, comodidade e segurança.
Não há novidade ao se falar em janelas com persianas elétricas. Mas o lançamento da Somfy para a Fesqua 2010 (Feira Internacional de Esquadrias, Acessórios e Componentes) aliou um componente sustentável ao objeto: A persiana é produzida com bateria integrada que é recarregada com energia solar. A placa solar fica localizada na própria janela e mesmo em dias nublados a bateria é recarregada. Além disso, a janela também tem um sensor de obstáculos, que a faz parar caso seja detectada alguma barreira no percurso.
“Entre os grandes diferenciais está a autonomia, uma vez que funciona sem qualquer ligação elétrica com a casa. E além da economia em energia elétrica, o cliente também ganha comodidade, já que pode controlá-la por controle remoto”, afirma Licia Moura, gerente de Marketing da Somfy.
A Fesqua ocorre entre os dias 20 e 23 de outubro de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. “Acreditamos que a inovação é o que move o visitante, no entanto, novidades que agregam beleza e sustentabilidade são itens indispensáveis para o êxito de uma feira”, explica José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.
O maior evento do setor na América Latina reunirá mais de 280 marcas do Brasil e do mundo para apresentar novidades para o mercado em plena expansão no país. Esta edição contará com uma novidade especial: a Fábrica de Esquadrias, que possibilitará que todo o público conheça de perto o processo de fabricação de uma esquadria, do corte do perfil à embalagem do produto.
Somente em relação à última edição, que aconteceu em 2008, a Fesqua cresceu mais de 34% em relação ao número de expositores, número este que deve crescer até a realização do encontro. A expectativa é ainda superar os negócios gerados na feira anterior, que foram de aproximadamente R$ 165 milhões.
Entre as entidades representativas do setor, estará a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio que promoverá encontros entre os associados. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis de PVC para Construção Civil também estará presente com especialistas do setor, e para sanar dúvidas sobre o mercado de esquadrias e forros de PVC.
Simultânea à Fesqua, outro destaque é a realização da 1ª Feira Internacional do Vidro – Vitech. Por conta dessa sinergia entre os setores, os visitantes poderão acompanhar as novidades dos diversos tipos de modelagens e composições em vidraçaria, além de eventos ligados à construção civil, como a Expo Serralheria (Exposição de Produtos e Equipamentos para Serralheria), SEBRASER (Seminário Brasileiro de Serralheria) e Tecno Fachadas (Salão de Tecnologia e Acabamento de Fachadas).
.[Fesqua – Feira Internacional de Esquadrias, Acessórios e Componentes, de 20 a 23 de outubro de 2010 (Quarta à Sexta das 14h às 21h e Sábado das 11h às 19h, no Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP). www.fesqua.com.br ou telefone (11) 5585-4355 | Entrada franca e transporte Gratuito: Vans do metrô Jabaquara a cada 5 minutos (saída Rua Nelson Fernandes)].
Não há novidade ao se falar em janelas com persianas elétricas. Mas o lançamento da Somfy para a Fesqua 2010 (Feira Internacional de Esquadrias, Acessórios e Componentes) aliou um componente sustentável ao objeto: A persiana é produzida com bateria integrada que é recarregada com energia solar. A placa solar fica localizada na própria janela e mesmo em dias nublados a bateria é recarregada. Além disso, a janela também tem um sensor de obstáculos, que a faz parar caso seja detectada alguma barreira no percurso.
“Entre os grandes diferenciais está a autonomia, uma vez que funciona sem qualquer ligação elétrica com a casa. E além da economia em energia elétrica, o cliente também ganha comodidade, já que pode controlá-la por controle remoto”, afirma Licia Moura, gerente de Marketing da Somfy.
A Fesqua ocorre entre os dias 20 e 23 de outubro de 2010, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. “Acreditamos que a inovação é o que move o visitante, no entanto, novidades que agregam beleza e sustentabilidade são itens indispensáveis para o êxito de uma feira”, explica José Roberto Sevieri, presidente do Grupo CIPA.
O maior evento do setor na América Latina reunirá mais de 280 marcas do Brasil e do mundo para apresentar novidades para o mercado em plena expansão no país. Esta edição contará com uma novidade especial: a Fábrica de Esquadrias, que possibilitará que todo o público conheça de perto o processo de fabricação de uma esquadria, do corte do perfil à embalagem do produto.
Somente em relação à última edição, que aconteceu em 2008, a Fesqua cresceu mais de 34% em relação ao número de expositores, número este que deve crescer até a realização do encontro. A expectativa é ainda superar os negócios gerados na feira anterior, que foram de aproximadamente R$ 165 milhões.
Entre as entidades representativas do setor, estará a Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio que promoverá encontros entre os associados. A Associação Brasileira dos Fabricantes de Perfis de PVC para Construção Civil também estará presente com especialistas do setor, e para sanar dúvidas sobre o mercado de esquadrias e forros de PVC.
Simultânea à Fesqua, outro destaque é a realização da 1ª Feira Internacional do Vidro – Vitech. Por conta dessa sinergia entre os setores, os visitantes poderão acompanhar as novidades dos diversos tipos de modelagens e composições em vidraçaria, além de eventos ligados à construção civil, como a Expo Serralheria (Exposição de Produtos e Equipamentos para Serralheria), SEBRASER (Seminário Brasileiro de Serralheria) e Tecno Fachadas (Salão de Tecnologia e Acabamento de Fachadas).
.[Fesqua – Feira Internacional de Esquadrias, Acessórios e Componentes, de 20 a 23 de outubro de 2010 (Quarta à Sexta das 14h às 21h e Sábado das 11h às 19h, no Centro de Exposições Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes Km 1,5 - São Paulo (SP). www.fesqua.com.br ou telefone (11) 5585-4355 | Entrada franca e transporte Gratuito: Vans do metrô Jabaquara a cada 5 minutos (saída Rua Nelson Fernandes)].
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