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sábado, 6 de novembro de 2010

Cerca de 300 pessoas participam de pedalada em Maceió

Ação reunião adultos e crianças na orla da Pajuçara

Gazetaweb
Cerca de 300 pessoas participaram na manhã deste sábado (06), da uma pedalada pela saúde. O evento organizado pelo Sesc Alagoas, partiu da praia de Pajuçara e seguiu até Posto 7. Segundo o coordenador técnico da ação Jorge Alves, o objetivo da bicicletada é estimular o exercício físico, a integração com o meio ambiente.

“Em setembro foi comemorado o Dia Mundial Sem Carro, uma forma de mostrar a população outros meios de locomoção e estimulando as pessoas a se libertarem do automóvel. A pedalada está inserida nessa conscientização” – afirmou o coordenador.

Bicicletada (Foto: Adelaide Nogueira)


Ainda segundo Alves, com a redução de automóveis nas ruas das grandes cidades, é possível evitar os grandes congestionamentos. Além do grupo de jovens e adultos, a pedalada reunião crianças a partir de quatro anos.


sábado, 23 de outubro de 2010

CABM realiza campanha Pegada Ecológica na Redenção

População é convidada a responder um questionário sobre o consumo de produtos eletrônicos, uso racional da água, etc, para a criação de um perfil que deverá nortear ações de educação ambiental


aredencao.com.br




Atividade acontece domingo em frente ao Colégio Militar



Por Jussara Pelissoli - CABM Neste domingo (24), entre 9h e 16 horas, o Comando Ambiental da Brigada Militar (CABM) estará com uma tenda no Parque da Redenção, em frente ao Colégio Militar, aplicando o questionário da Campanha Pegada Ecológica – Que legado você quer deixar.

A Campanha busca colher informações sobre o comportamento do gaúcho em relação ao meio ambiente e vem sendo realizada desde a Semana Farroupilha, quando foi lançada. O questionário enfoca questões práticas do cotidiano das pessoas com relação ao consumo de produtos eletrônicos, uso racional da água, separação do lixo, racionamento de energia, entre outros itens. Os dados serão tabulados e a partir do perfil dos entrevistados o CABM deverá elaborar ações de educação ambiental não-formal, buscando ampliar a conscientização das pessoas para o uso adequado dos recursos naturais.

A Pegada Ecológica se compõe de todo o impacto que o cidadão gera no meio ambiente e ela não é uma medida exata, mas uma estimativa para mostrar até que ponto a forma de viver da humanidade está de acordo com a capacidade que o Planeta tem de oferecer e renovar seus recursos naturais, além de absorver os resíduos gerados por longos anos.

A média diária por pessoa para garantir a sustentabilidade é de 1,8 hectares de área disponível, considerando uma população mundial de 6 bilhões de pessoas, mas desde 1999 a média de consumo por pessoa no mundo está calculada em 2,2 hectares, ou seja, cerca de 25% a mais do que o Planeta pode suportar, conforme divulgação da organização ambientalista WWF.
CABM - EcoAgência

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

WWF: Portugal tem a 39ª maior pegada ecológica « Energias Renováveis

Portugal é o 39.º país com impactos ambientais mais elevados relativos ao consumo de recursos naturais, embora a pegada ecológica portuguesa tenha diminuído face a 2005, anunciou hoje a WWF.
“A pegada ecológica per capita de Portugal em 2007 posiciona o país em 39.º lugar”, com 4,5 hectares, quando a pegada mundial é de 2,7 hectares, refere a organização de conservação da natureza, que divulgou hoje o seu relatório “Planeta Vivo 2010″.
A biocapacidade, indicador relacionado com a capacidade regenerativa do planeta para satisfazer as necessidades da humanidade, é em Portugal de 1,3 hectares por pessoa (ocupa o 85.º lugar entre 124 países) quando em 2005 era de 1,2 hectares.
Assim, “Portugal está em défice ecológico, pois a pegada ecológica, de 4,47 hectares por pessoa, excede o valor da biocapacidade, de 1,3 hectares por pessoa”, segundo a WWF.
“A pegada portuguesa diminuiu em relação a 2005 devido fundamentalmente a reduções da produção a nível nacional, que se traduziram em menores emissões de dióxido de carbono, resultando numa menor pegada de carbono”, explica a organização.

Diário Digital

terça-feira, 6 de julho de 2010

F1 quer ser mais verde.


Taí uma coisa que ninguém pensa: o quanto de poluição gera uma prova de F1. Pois acredite: é muita – afinal, são carros com motores imensos, muito potentes, em alto giro e, claro, nem pensar em catalisador. Isso sem falar em aviões rodando o mundo transportando toneladas de equipamentos e muito, muito mais.
Por isso, a Associação das Equipes de F1 (Fota) revelou que tem projetos para cortar (a partir dos níveis de 2009) em até 15% as emissões nos próximos três anos.
A Fota disse que a categoria é a primeira a ter um programa abrangente e auditável (ou seja, com verificação externa independente) de redução da chamada "pegada de carbono".
Além disso, outras ambições incluem dobrar a eficiência energética dos motores – algo que, um dia, acreditam as equipes, acaba sendo levado para os carros.
De acordo com reportagem da BBC, fontes ligadas ao assunto dizem que há uma forte pressão dos patrocinadores, que estão doidos para serem ligados a um produto "verde".
A auditoria foi feita pela consultoria Trucost. "Fomos capazes de analisar todos os fatores de emissão de carbono, da logísticas aos motores em si", disse à BBC Richard Mattiso, COO da empresa.
Os motores dos carros, tanto em corridas como em testes, responderam por apenas uma pequena parte do total das emissões – mesmo com a absurda consumo de 2,1 km por litro de combustível.
Cerca de metade das emissões são provenientes dos itens que as equipes compram, outros fatores são os caminhões e aviões que transportam os equipamentos pelo mundo, e a eletricidade – muito dela é consumida nos testes em túneis de vento.
Além disso, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e a Fota estão trabalhando para que as regras da categoria em 2013 sejam adequadas para o objetivo de aumentar a eficiência dos motores – ou seja, mesma ou mais potência, mesmo ou menos consumo de gasolina.
Uma das opções, inclusive, é limitar a quantidade da combustível que os times podem usar ao longo do ano.
Atualmente, cada F1 queima cerca de 160kg (sim, é assim que é medido na categoria) de gasolina por corrida, com o motor aspirado V8 de 2.4 litros.
A ideia é que os motores sejam mais compactos, de 1.5 litro, com quatro cilindros em linha ou V6, com a volta do turbo.
Então, o limite de cada carro seria baixado um pouco a cada temporada, até chegar em uns 80kg daqui a cinco anos. E isso tudo mantendo-se a potência.
Para cortar o resto, a auditoria propôs um calendário mais racional, com melhor coordenação das provas na Ásia, Europa e Américas.

Por Renato Rodrigues