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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Mais de mil tigres sacrificados para tráfico na última década... Imagens Fortes.

Mais de mil tigres foram mortos na última década, por causa do comércio ilegal de partes destes animais, concluiu um relatório do Traffic International.


De acordo com a edição online da BBC, o Traffic International, um grupo de trabalho que se dedica ao tráfico de animais selvagens, concluiu que as peles, os ossos e as garras estão entre as partes de tigres apreendidas com mais frequência pelas autoridades.

O tráfico de partes do corpo dos tigres continua muito elevado, apesar dos esforços para proteger as crias, alertou ainda a organização. No último século, o número de tigres caiu de cerca de 100 mil exemplares para uma estimativa de apenas 3500.

O estudo, que se baseia em dados de 11 dos 13 países onde há populações de panthera tigris, estima que entre 1069 e 1220 tigres tenham sido mortos para abastecer a procura ilícita de partes de tigres.

Desde outubro de 1987, quando os tigres foram listados como sendo uma espécie em risco de extinção, que o tráfego comercial destes animais ou das suas partes está banido.

Os números foram retirados de análises a 481 apreensões, 275 delas feitas na Índia, correspondendo a entre 469 a 533 tigres sacrificados, adiantam os autores do estudo.

A China, com 40, detém o segundo maior número de apreensões, correspondentes a 124 animais e o Nepal surge em terceiro lugar na lista, com 39 apreensões, relativas a entre 113 a 130 tigres.

"Tendo em conta que metade dos tigres do mundo vive na Índia, não é uma surpresa que o país tenha registado o maior número de apreensões", explicou Pauline Verheij, co-autora do estudo, membro do Traffic International e coordenadora do programa de tráfico de tigres do WWF (World Wild Fund).



(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)

Lusa


sábado, 23 de outubro de 2010

Tigres podem estar extintos em apenas 12 anos, adverte organização.

WWF faz campanha para dobrar número de animais até 2022.
População caiu 97% no século passado, para 3.200 indivíduos.

Da AFP
Encontro na Rússia de 21 a 24 de novembro vai tentar elaborar estratégia para impedir a extinção dos tigresEncontro na Rússia de 21 a 24 de novembro vai tentar elaborar estratégia para impedir a extinção dos tigres (Foto: Tambako the Jaguar / Flickr - Creative Commons, a-nd 2.0 genérico)

Os tigres podem estar extintos em 12 anos, mas um encontro na Rússia, no próximo mês, poderá reverter o declínio da população desses animais, anunciou nesta quinta-feira (21) a organização ambientalista Fundo Mundial para a Natureza (WWF).
Tigres são vítimas da caça ilegal,
da redução do hábitat e do comércio de órgãos utilizados
na medicina oriental
"O pior cenário é aquele no qual os tigres podem estar extintos quando entrarmos no próximo ano do tigre, em 12 anos", disse Ola Jennersten, diretor do programa de preservação internacional da WWF sueca.
A organização lidera uma campanha global para tentar dobrar o número de tigres até 2022, quando começará o próximo ano do tigre.
O WWF informou que no último século, a caça ilegal, a redução do hábitat e o comércio de partes de tigre utilizadas na medicina oriental fizeram o número de grandes felinos cair, em todo o mundo, 97%, diminuindo sua população para 3.200 indivíduos, atualmente.
"Apesar dos números pessimistas, a situação é mais esperançosa do que nunca", disse Jennersten, enaltecendo a iniciativa política dos 13 'estados tigres' e de diferentes entidades de se encontrar na Rússia de 21 a 24 de novembro a fim de deter uma possível extinção da espécie.
"Isto será alcançado com um maior envolvimento político, concentrado em áreas para tigres, que têm a maior chance de garantir a conservação a longo prazo dos animais, e um controle maior sobre o comércio" ligado aos felinos, afirmou.
Segundo a WWF, 1.800 tigres vivem na Índia, no Nepal, no Butão e em Bangladesh; 450, em Sumatra, 400 na Malásia, 350 estão espalhados em todo o sudeste asiático e 450 vivem, em hábitat natural, na Rússia.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Leonardo DiCaprio defende proteção a tigres na Ásia


O ator participa de campanha do WWF
QUEM Online

.Reprodução
 
Leonardo DiCaprio está engajado na campanha do WWF
Leonardo DiCaprio está aproveitando as férias para defender a preservação dos cerca de 3.200 tigres ameaçados de extinção na Ásia. Ele atua em parceria com o World Wildlife Fund (WWF).

"Os tigres estão ameaçadas e em situação crítica em alguns dos mais importantes ecossistemas do mundo", disse ele à revista "US", em comunicado. "Os esforços de conservação podem salvar a espécie da extinção, proteger alguns dos últimos habitats selvagens do planeta e ajudar a manter no local as comunidades que as cercam".

A meta do WWF é arrecadar US$ 20 milhões para dobrar a população de tigres em 2022 - próximo ano do tigre no horóscopo chinês.