quarta-feira, 20 de maio de 2009

Materiais reciclados podem gerar diversos objetos



  • G1, no Rio
  • Reprodução  / G1
  • Rio só encaminha 3% de seu lixo para reciclagem

    Coleta seletiva chega a apenas 30% da população.
    Crise leva catadores a não recolher material nas ruas.
    A maioria dos cariocas ainda não conjuga o verbo reciclar. Seja por falta de informação ou acesso – hoje a coleta seletiva municipal chega a apenas 1,8 milhão de pessoas, o que corresponde a 30% da população – a realidade é que só 3% de todo o lixo domiciliar, de quase 146 mil toneladas por mês, é encaminhado para reciclagem.

    Esse índice, segundo o assessor da diretoria técnico-industrial da Comlurb, José Henrique Penido, inclui o material recolhido pela companhia de limpeza e por catadores e sucateiros nas ruas.

    “O problema é que essa coleta seletiva acaba saindo cara, porque o caminhão anda muito e recolhe pouco”, explica Penido. “A população ainda não aderiu à coleta seletiva. Sem a participação da população não há como ter um bom programa”.

    Hoje, a Comlurb conta com quatro caminhões para coleta seletiva, que percorrem 42 bairros da cidade, quase a metade deles na Zona Sul. A coleta porta a porta foi iniciada em 2002 e vem aumentando aos poucos. Em 2004, segundo dados da empresa, 232 toneladas por mês eram recolhidas. Esse número passou para 449 toneladas em 2006 e 540 toneladas por mês em 2008.

    2 comentários:

    1. Ola querida!!
      A cidade que eu moro é tida como referência em reciclagem(Curitiba), mesmo assim há muito o que fazer para melhorar os hábitos da população para que aprendam a reciclar.
      Bjus

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    2. Tem umas amigas aqui em Valença, que estão com um projeto de reciclagem bem interessante. Bjs

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