Por Ariane Cordeiro |
Empresa quer disseminar uso consciente de papel e oferece solução inteligente para gerenciar documentos sem a necessidade de imprimir-los A Acesso Digital, especializada em digitalização de documentos e preocupada com ações sustentáveis, quer disseminar o uso consciente de papel no mundo corporativo. Na avaliação da empresa, a falta de consciência ambiental é um dos grandes problemas das companhias. Sabe-se que apenas um funcionário de escritório é responsável por utilizar, em média, 10 mil folhas por ano. Por outro lado, para a produção do papel, são necessárias duas a três toneladas de madeiras, além da utilização de produtos químicos tóxicos, altamente prejudiciais a saúde humana e ao meio ambiente. Para mudar este cenário, a empresa apresenta uma série de dicas práticas que podem ser incorporadas facilmente por companhias de todos os portes e segmentos. O primeiro passo, de acordo com a Acesso Digital, é criar uma conscientização ambiental entre os colaboradores. “Somos uma empresa que digitaliza documentos e, consequentemente, utilizamos pouco papel. Porém, como este material ainda não está totalmente descartado em nossa vida, buscamos realizar ações que engajem os nossos colaboradores ao uso consciente do material”, afirma Diego Torres Martins, presidente da Acesso Digital. Na companhia, os funcionários são orientados a substituírem impressões e cópias de papéis pela digitalização e guarda digital de documentos eletrônicos. “A nossa maior contribuição para preservar o meio ambiente surgiu com a própria missão da Acesso: popularizar a digitalização de documentos no Brasil. Quanto mais empresas estiverem adotando a digitalização, menor será a quantidade de papéis utilizados por elas”, analisa Martins. Na era do “paperless”, a Acesso Digital possui uma solução de gerenciamento de documentos e de imagens, obtidas a partir da digitalização, chamada SAFE-DOC, que armazena a documentação de maneira segura e organizada, sem a necessidade de impressão. Um exemplo prático pode ser observado em um escritório de contabilidade. Com o SAFE-DOC, o escritório deixa de imprimir diversos tipos de documentos, tais como: notas fiscais eletrônicas, declarações e recibos resultantes de obrigações acessórias (imposto de renda, GIA, DAME, RAIS), folhas de pagamento, entre outros. “Se esta empresa tiver cerca de 100 clientes, o volume médio mensal de documentos que ela deixa de imprimir é de aproximadamente 10 mil páginas. A contribuição de uma única empresa pode parecer pequena, entretanto, se analisar os usuários do SAFE-DOC como um todo, pensando na expansão da solução em grande escala, veremos que os números serão bem expressivos”, afirma Martins. Para saber mais sobre os impactos da produção de papel, acesse o site da WWF (www.wwf.org.br) e da Fase (www.fase.org.br). Sobre reciclagem, acesse www. cempre.org.br (Compromisso Empresarial para Reciclagem). Sobre certificação, acesse www.fsc.org.br (Conselho Brasileiro de Manejo Florestal). Sobre a Acesso Digital A Acesso Digital tem como missão popularizar a digitalização de documentos no Brasil. Com este foco, a empresa desenvolveu uma solução específica, que une simplicidade de uso, segurança de armazenagem e custo acessível para empresas de diferentes setores e portes. A Acesso Digital é comandada pelo jovem empreendedor, Diego Torres Martins, sócio-diretor da companhia. Atualmente, possui clientes do segmento de private label, concessão de crédito ao consumidor, concessionárias, contabilidade, recursos humanos, marketing promocional, entre outros. Para saber mais, entre em www.acessodigital.com.br. |
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sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Acesso Digital incentiva ações internas para reduzir gastos com papel.
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segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Desmatamento na Amazônia reduz 47%, mas região perde 265 km² de floresta
CLAUDIO ANGELO
DE BRASÍLIA
A taxa de desmatamento da Amazônia caiu 47% em agosto, mês em que as queimadas explodiram no Brasil. O dado é do Deter, o sistema de detecção do desmatamento em tempo real do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A queda se refere a agosto de 2009.
O número foi divulgado nesta sexta em Brasília pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que antecipou sua apresentação –prevista só para a semana que vem. Inevitavelmente, o dado será usado na campanha presidencial como credencial verde da candidata do governo, Dilma Rousseff.
Foram 265 km2 desmatados no mês, contra cerca de 500 km2 em agosto de 2009 e 485 km2 em julho deste ano. É um número positivo para inaugurar a série de dados de 2011 (o desmatamento é medido de agosto de um ano a julho do ano seguinte), e também uma surpresa. Afinal, em agosto as queimadas tiveram um aumento de 300% em todo o país.
Por conta dos incêndios, a degradação florestal medida pelo sistema de monitoramento por satélite do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) cresceu 241% em agosto de 2010. O desmatamento, porém, caiu 23%, diz o Imazon.
“Se a gente juntasse a degradação ao corte raso, [a taxa] explodiria [em agosto]“, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador do instituto.
Em agosto, o Pará liderou o desmate na região, com 134 km2 de desmate, seguido por Mato Grosso, com 54,85 km2 e pelo Amazonas, com 26,4 km2 a menos de florestas no período.
NO MUNDO
Um novo levantamento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) indica que, nesta década, o desmate em 121 países tropicais foi menor do que nos anos 1990. Os números: 9,34 milhões de hectares anuais, contra 11,33 milhões na década passada.
DE BRASÍLIA
A taxa de desmatamento da Amazônia caiu 47% em agosto, mês em que as queimadas explodiram no Brasil. O dado é do Deter, o sistema de detecção do desmatamento em tempo real do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). A queda se refere a agosto de 2009.
O número foi divulgado nesta sexta em Brasília pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, que antecipou sua apresentação –prevista só para a semana que vem. Inevitavelmente, o dado será usado na campanha presidencial como credencial verde da candidata do governo, Dilma Rousseff.
Foram 265 km2 desmatados no mês, contra cerca de 500 km2 em agosto de 2009 e 485 km2 em julho deste ano. É um número positivo para inaugurar a série de dados de 2011 (o desmatamento é medido de agosto de um ano a julho do ano seguinte), e também uma surpresa. Afinal, em agosto as queimadas tiveram um aumento de 300% em todo o país.
Por conta dos incêndios, a degradação florestal medida pelo sistema de monitoramento por satélite do Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia) cresceu 241% em agosto de 2010. O desmatamento, porém, caiu 23%, diz o Imazon.
“Se a gente juntasse a degradação ao corte raso, [a taxa] explodiria [em agosto]“, diz Adalberto Veríssimo, pesquisador do instituto.
Em agosto, o Pará liderou o desmate na região, com 134 km2 de desmate, seguido por Mato Grosso, com 54,85 km2 e pelo Amazonas, com 26,4 km2 a menos de florestas no período.
NO MUNDO
Um novo levantamento da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação) indica que, nesta década, o desmate em 121 países tropicais foi menor do que nos anos 1990. Os números: 9,34 milhões de hectares anuais, contra 11,33 milhões na década passada.
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
Mudança no Código Florestal pode causar estragos na proposta de redução de CO2.
Mais carbono no ar
Segundo um cálculo conservador e preliminar, feito pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e o Greenpeace, a conta de emissões de CO2 aumentará em 31,5 bilhões, só na Amazônia. Ou sete vezes mais do que a meta de redução do governo brasileiro para 2020.
O cálculo foi feito com base em um dos artigos do novo texto, o que extingue das pequenas propriedades a Reserva Legal, área de mata nativa que, pelo atual Código Florestal, deve ser mantida em qualquer propriedade rural.
A conta é simples: se propriedades com menos de quatro módulos (na média, algo em torno de 400 hectares) forem dispensadas desta preservação, basta multiplicar a quantidade dessas terras na região (diga-se, estimado pela própria Confederação Nacional da Agricultura (CNA), para chegar ao seguinte número: o Brasil perderá cerca de 30 milhões de hectares de florestas.
No caso de fazendas maiores de quatro módulos, a área a ser computada começa descontando-se os 400 hectares. Segundo dados do CNA, existem hoje 122 mil propriedades rurais nestas condições na Amazônia.
Resultado: mais 48,8 milhões de hectares deixarão de ser preservados. O cálculo ainda supôs que todas estas propriedades estivessem no bioma Cerrado. Mesmo assim, seriam outros 17 milhões de hectares de floresta.
“Se levarmos em consideração que todo o Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima e partes do Tocantins e Maranhão são regiões de bioma Amazônia, que deveriam ter 80% de Reserva Legal preservados, o número real é muito maior”, diz Paulo Adário, coordenador da Campanha de Amazônia.
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Cada um paga pelo que produz
A partir do próximo ano, Val d’Essone e os habitantes de 20 comunas dos arredores de Etampes, em França, pagarão uma taxa de acordo com a frequência com que levam o seu lixo à rua. Em França, o sistema de recolha de lixo é um pouco diferente do português: em geral, cada família que habite numa casa particular e cada prédio tem os seus próprios contentores, um para o lixo não reciclável, outro para o reciclável e um outro para o vidro, que é o único material recolhido separadamente. Os contentores devem ser colocados no passeio no dia da recolha, que ocorre normalmente 1 a 2 vezes por semana para o lixo não reciclável, 2 a 4 vezes por mês para o reciclável e para o vidro.

Actualmente, o imposto anual de resíduos domésticos depende do tamanho da habitação. Uma pessoa sozinha numa casa paga, portanto, mais do que uma família num apartamento, mesmo se esta produz menos resíduos. Tudo vai mudar com esta “taxa geral incitativa”, por enquanto, apenas aplicada ao lixo não reciclado.
Concretamente, os habitantes receberão uma factura, como a factura da água ou da electricidade. Para além de uma taxa fixa de utilização do serviço, o montante da factura dependerá do tamanho dos seus contentores e do número de vezes que foram esvaziados pelos camiões do lixo. Em Dezembro, os habitantes receberão uma simulação da factura individual para poderem ter uma ideia do preço a pagar pela sua produção de resíduos.
De forma a contabilizarem o número de recolhas realizadas, os contentores estão equipados com um código de barras ou com um microchip. Para o Sedre, o Sindicato de eliminação de resíduos da região de Etampes, que engloba 22 500 habitantes, trata-se de um sistema “mais justo e equitativo” e que contribui para a tomada de consciência de cada um sobre a sua produção de resíduos.
Este novo sistema foi desenvolvido como medida de promoção da prevenção e da redução de resíduos, dado que permite uma maior consciencialização de cada habitante. No entanto, já implementado noutras cidades, este só tem um impacto real na quantidade de resíduos produzidos quando enquadrado numa política global de consciencialização. Nos casos em que tal não aconteceu, para além da quantidade de resíduos não ter diminuído, verificou-se ainda um aumento dos casos de aparecimento de novas lixeiras selvagens devido às descargas ilegais de lixo na natureza.
Fonte:
- “Chaque foyer paiera selon ce qu’il jette”, le Parisien, 9 de Abril , 2010.
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terça-feira, 6 de abril de 2010
Toquio e o Plano de Redução das Emissões de CO2

Toquio, capital do Japão promove um iniciativa que pode iniciar uma reação em cadeia nos países que buscam se tornar economias de baixo carbono.
Desde o dia 01/abr, um plano obriga os grandes conglomerados industriais a diminuírem suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que, oferecem também acesso aos mercados de compra de venda de carbono.
Por esse plano, entre 2010 e 2014, as indústrias devem reduzir suas emissões em 6% comparado com suas médias entre 2002 e 2007, enquanto os escritórios tem a meta de 8%. Numa segunda fase desse projeto, as reduções devem chegar a 17% envolvendo cerca de 1,4 mil escritórios, edifícios comerciais e fábricas em Tokio, todos com elevado consumo energético.
O plano sugere o uso de equipamentos mais eficientes ou a compra de créditos de carbono de outras empresas que tenham conseguido reduzir suas emissões, ou comprar esses creditos de carbono fora do país.
Empresas que não atingirem a meta estarão sujeitas a penalidades e ao mesmo tempo, terão suas metas aumentadas.
Considero essa medida acertada, forçando empresas a buscarem atingir metas de redução das emissões, estimulando uso de tecnologias de baixo carbono e contribuir com a redução do aquecimento global.
Postado por George Dantas
Desde o dia 01/abr, um plano obriga os grandes conglomerados industriais a diminuírem suas emissões de CO2, ao mesmo tempo em que, oferecem também acesso aos mercados de compra de venda de carbono.
Por esse plano, entre 2010 e 2014, as indústrias devem reduzir suas emissões em 6% comparado com suas médias entre 2002 e 2007, enquanto os escritórios tem a meta de 8%. Numa segunda fase desse projeto, as reduções devem chegar a 17% envolvendo cerca de 1,4 mil escritórios, edifícios comerciais e fábricas em Tokio, todos com elevado consumo energético.
O plano sugere o uso de equipamentos mais eficientes ou a compra de créditos de carbono de outras empresas que tenham conseguido reduzir suas emissões, ou comprar esses creditos de carbono fora do país.
Empresas que não atingirem a meta estarão sujeitas a penalidades e ao mesmo tempo, terão suas metas aumentadas.
Considero essa medida acertada, forçando empresas a buscarem atingir metas de redução das emissões, estimulando uso de tecnologias de baixo carbono e contribuir com a redução do aquecimento global.
Postado por George Dantas
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