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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Potencial econômico de parques brasileiros será mapeado.

Objetivo do estudo é elaborar diagnóstico de oportunidades econômicas oferecidas por áreas de preservação

 

Afra Balazina e Andrea Vialli - O Estado de S. Paulo
O potencial econômico das Unidades de Conservação (UCs) do Brasil, como parques e florestas públicas, é tema de um estudo que o Ministério do Meio Ambiente (MMA) prepara para levar à COP-10, a Conferência das Nações Unidas sobre Biodiversidade, que será realizada em outubro deste ano em Nagoya, no Japão.
O Brasil possui 310 áreas de conservação federais e 374 estaduais. Do total, 26,7% permitem variedade de usos econômicos, como ecoturismo, pesquisa científica, manejo de recursos florestais e agricultura. “O Brasil tem um amplo potencial de aproveitamento dos parques, que ainda é pouco conhecido e explorado”, diz Fábio França de Araújo, diretor do departamento de áreas protegidas do MMA. Ele explica que em países como os Estados Unidos o turismo em parques nacionais promove uma receita de US$ 15 bilhões na economia e gera 250 mil empregos.

O objetivo do estudo, feito em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e a UFRJ, será elaborar um diagnóstico das oportunidades econômicas que áreas de preservação oferecem.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

CMN confirma R$ 2 bi para agricultura de baixo carbono.

Programa inclui plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de pastagens degradadas e integração lavoura-pecuária-florestas 

 Estadão online

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta terça-feira a instituição do Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC). Serão R$ 2 bilhões em créditos para a atividade, sendo R$ 1 bilhão operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o restante pelo Banco do Brasil.
As boas novas foram divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). “O BNDES irá enviar circular com as regras da linha de crédito para os agentes financeiros que vão operar os recursos”, afirma o diretor de Economia Agrícola do MAPA, Wilson Araújo. A expectativa do ministério é que até o início de setembro os recursos estejam disponíveis para o produtor rural. O Banco do Brasil contrata o financiamento diretamente por meio de suas agências.
O programa ABC faz parte das ações do Plano Agrícola e Pecuário 2010/2011 e foi instituído para incentivar o uso de técnicas sustentáveis que tragam mais eficiência ao campo e permitam a redução da emissão dos gases de efeito estufa.

“O Brasil não está abdicando de seu crescimento como grande operador de commodities no mercado internacional, mas preocupando-se em manter o equilíbrio ambiental e o bem-estar social e econômico da população”, afirmou o secretário-executivo do ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gerardo Fontelles.

Para formar multiplicadores do Programa, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) organizou o Seminário de Difusão do ABC, que acontece nos dias 17 e 18 na , em Brasília. Participam do encontro cerca de 150 gestores e técnicos do agronegócio, meio ambiente, pesquisa, extensão rural e desenvolvimento agrário de todos os estados brasileiros. 
De acordo com o MAPA, o ABC incorpora cinco práticas: plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de pastagens degradadas e o sistema Integração Lavoura-Pecuária-Florestas (ILPF). Como vantagem de uma delas, o secretário citou o aumento de área do cultivo com a recuperação de pastagens degradadas. “Temos cerca de 200 milhões de hectares para a pecuária. Se aumentarmos em 10% a produtividade nessas áreas, teremos mais 20 milhões de hectares disponíveis para a agricultura”, informou Fontelles.

Protocolos de intenção para o aperfeiçoamento e difusão das práticas que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa foram assinados pelo secretário-executivo, o presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Pedro Arraes, e entidades representativas do plantio direto na palha, florestas plantadas e fixação biológica de nitrogênio.

Pedro Arraes lembrou que o ABC consolida as metas negociadas pelo Brasil em 2009, na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP15), dando oportunidade ao País de ser a agricultura mais verde do mundo. “O Brasil vai vender a âncora verde de sua agricultura. Isso abre negócios, aumenta a renda para os agricultores e melhora as condições ambientais”, ressaltou. Para Arraes, a agricultura ambientalmente correta só traz benefícios para a sociedade e para a economia, já que o País poderá aumentar as exportações para mercados que valorizam a sustentabilidade.
 

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Brasil prepara plano de emergência para enfrentar desastres ambientais.

Decreto vai regulamentar as funções dos órgãos públicos e estabeler uma cultura de gestão integrada

Por: Kelly Lima - Agência Estado
istra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, afirmou que ate setembro o Brasil dever ter concluída uma proposta para o novo Plano Nacional de Contingências em caso de emergências de grande porte. O novo plano abrigará os já existentes destinados para regiões e setores específicos.
"A ideia é um decreto que regulamente todas as funções e estabeleça uma cultura de gestão integrada no caso de um acidente da magnitude do que ocorreu no Golfo do México. É um plano voltado para a área de petróleo, mas que eventualmente poderá ser adaptado para catástrofes de grande porte, como enchentes ou outros desastres naturais", afirmou a ministra após participar de reunião na Petrobrás, com técnicos do setor e que contou com a presença do especialista Ian Hernandez, que atua na empresa americana que acompanhou a BP nas ações que se sucederam o acidente. 
Na próxima semana, segundo ela, haverá em Brasília reunião interministerial para discussão do esboço deste plano de contingência, que já vinha sendo debatido pelo ministério, com um grupo de trabalho composto por técnicos do Ibama , Marinha, além de representantes de empresas, Estados, e de outras autarquias.
"Queremos saber se o acidente do Golfo foi um ponto fora da curva, ou se poderíamos evitar isso, de que maneira, e se estamos preparados para isso, ou como nos prepararmos", disse a ministra, destacando que os estudos para um plano de contingência já vinham sendo feito desde 2001, mas foram agora acelerados. 
Segundo ela, o Brasil tem legislação bastante semelhante aos Estados Unidos e muito pouco deveria ser mudado neste sentido.
Indagada sobre considerar como modelo a legislação americana neste segmento específico, a ministra disse que "não se trata de uma comparação entre países".
"Fiquei muito bem impressionada com a capacidade americana de responder ao acidente. Os Estados Unidos estão lidando com um acidente sem parâmetros na história mundial e estamos avaliando sua capacidade de resposta. Dentro da magnitude, a resposta foi muito rápida", disse, completando que não tem condições de avaliar como o Brasil responderia num evento de tamanha proporção.
"Há acertos e erros aqui e lá. Aqui, por exemplo, a legislação permite autorizar uma perfuração imediatamente, e lá levaram 12 dias para autorizar um novo poço para tentar solucionar o problema", comentou. 
Por outro lado, a ministra lembrou que a exemplo dos Estados Unidos, o Brasil está despreparado para uma série de ações que precisam ser adotadas muito rapidamente, como a autorização para importação de equipamentos, ou mobilização de pessoal. "A proposta para o decreto prevê a regulamentação de todo o modus operandi em caso de emergência, seja da Receita Federal, Polícia Federal, Ibama, etc. Mas a ideia não é tornar a legislação mais rígida e sim sofisticar o debate de licenciamento ambiental, ao mesmo tempo em que se amplia a regulamentação de todas as funções e todos os processos que não estão previstos", disse a ministra. 
Ela também apresentou a necessidade de "mudança de cultura", para que o conceito integrado de coordenação das ações substitua a atribuição de funções para diversos órgãos. "Este é o grande conceito inovador que ficou pra nós a partir do acidente do Golfo. Já que no âmbito das leis não existe tanta distância", disse.
Ela destacou que 44 mil pessoas atuaram no contingenciamento do acidente do Golfo. "Como coordenar todo este núcleo a partir de várias autarquias, ministérios, órgãos diversos?"

sábado, 19 de junho de 2010

Retorno à caça comercial de baleias pode ser determinado por pequena ilha do Pacífico

Palau, ilha do Pacífico, votará a favor de quotas de caça para Japão, Noruega e Islândia


estadao.com.br

Um dos menores países do mundo poderia determinar a legitimação da caça comercial de baleias após 24 anos de proibição, de acordo com informações levantadas pelo jornal britânico The Guardian nesta sexta-feira. Palau, uma ilha do Pacífico que só atingiu a independência em 1992 e tem uma população de apenas 20 mil habitantes, afirmou que pretende mudar de lado e se unir aos países contrários à caça na reunião da Comissão Internacional da Baleia (IWC, na sigla em inglês), que a partir de segunda-feira (21), em Agadir, no Marrocos.
Apesar de que Palau muda de lado deixando de apoiar o Japão para apoiar os países anti-caça, isso significa apoiar a permissão controlada de retorno a caça comercial, com a adesão à proposta da IWC de estabelecer quotas de baleias a serem mortas por ano pelos três países que praticam a caça, Japão, Noruega e Islândia.
A proposta será votada por 88 países membros da comissão. Se passar com uma maioria de 75% dos votos, o novo sistema de quotas proposto pela IWC poderá ser implantado em questão de meses.
A proposta permitiria a caça comercial da baleia Fin e outras espécies ameaçadas no santuário de baleias do Oceano Austral, na Antártida, uma ampla área procurada por várias espécies de baleias para alimentação. O santuário foi estabelecido pela IWC, mas os caçadores japoneses matam mais de mil baleias por ano com a desculpa de usá-las para "fins científicos".
A reunião da IWC em Agadir vem sendo considerada como o momento de equilibrar as opiniões e lobbies contrários e favoráveis à caça, principalmente para países que ainda não estão comprometidos em nenhum dos dois lados.
A União Europeia está dividida, pois países como a Dinamarca e a Suécia decidiram apoiar a Noruega, que é um dos três países que praticam a caça, junto com Japão e Islândia. Mas, de acordo com uma fonte que faz parte das negociações, o bloco está muito próximo de chegar a um consenso.
A IWC argumenta que pode fazer a ponte entre os países que suportam e que se opõe à caça com o seu chamado "plano de paz". Sob a proposta da IWC, os países terão que concordar com limites estabelecidos pela comissão e com aconselhamento científico. Mas ainda não está claro se a proposta permitiria que um número maior ou menor de baleias fosse caçado por ano em comparação com os níveis atuais.
"A proposta foi desenvolvida porque a maioria dos membros da IWC, seja quais forem suas opiniões sobre caça de baleias, reconheceram que a IWC não estava fazendo um trabalho bom o suficiente na conservação desses animais e na gestão da caça", disse o presidente da IWC, Christian Macquieira. "Precisa ser um plano comprometido e, inevitavelmente, isso quer dizer que os dois lados vão ter que ceder. Apesar das críticas que recebemos de todos os lados, nós provavelmente não estejamos longe do equilíbrio correto."
Como nos outros anos, existem acusações de que o Japão está comprando votos das pequenas ilhas do Pacífico e dos estados caribenhos. No domingo, dia 13, uma matéria do jornal Sunday Times usou repórteres disfarçados para desmascarar o esquema de compra de votos. O japão estaria oferecendo recursos para os ministérios da pesca desses países, além de dinheiro para pagar as despesas com passagens, hospedagem, alimentação - e até garotas de progamas - dos seus representantes na comissão. O Japão negou as acusações, mas é de conhecimento público que os japoneses são uma fonte relevante de dinheiro para muitos pequenos países.
O presidente de Palau, Johnson Toribiong, disse que não está convencido com os argumentos japoneses. "Eles afirmam que são consumidas 1 milhão de toneladas de peixe por ano, que as baleias consomem de três a cinco vezes mais do que isso e que, para garantir os estoques de peixe, a caça controlada de baleias deveria ser permitida", disse.
Recentemente a Alemanha estipulou à Islândia que, para se tornar membro da União Europeia, deverá parar de caçar. A ordem foi incluída em um memorando oficialmente aprensentado à Islândia por representação do embaixador alemão no país.
Os grupos ambientalistas pediram aos países que votem contra a proposta da IWC. "Se existe um lugar na Terra onde as baleias deveriam ter proteção integral é no Oceano Austral", disse a especialista em política de espécies do WWF, Heather Sohl. "Algumas baleias se alimentam exclusivamente nesse oceano, ficando sem comer nos meses de inverno quando migram para águas tropicais. Permitir a caça comercial numa área onde as baleias são tão vulneráveisvai contra qualquer tipo de lógica."
A proposta permitira a caça comercial de 65 baleias Fin no Oceano Austral e 500 baleias Sei no Pacífico Norte por um período de dez anos. Ambas as espécies foram reduzidas a pequenos números por períodos de caça permitida anteriormente à proibição.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Planeta enfrenta crise ambiental... Esteja por dentro.

Aline Bosio
Marciel Peres
A arquiteta e urbanista Mirella Santos, que atua na prefeitura de Santo André, destacou a ocupação desordenada da cidade, que começou no fim da década de 40 com o êxodo rural. Segundo ela, Santo André, assim como outros tantos municípios, não foi planejada
Marciel Peres
Cintia: é necessário mudar o rumo do desenvolvimento e do consumo que adotamos até hoje, senão será o fim da raça humana. Quem está em risco não é o planeta Terra, somos nós, pois a Terra ficaria melhor do que está hoje se nós não estivéssemos mais aqui
Em uma época em que muito se fala da crise econômica, seja a que assola a Europa ou a que atingiu todo o mundo no fim de 2008 – cujos efeitos ainda podem ser sentidos –, ambientalistas alertam para um fato antigo e recorrente, mas que a maioria das pessoas ainda não se atentou: estamos no meio de uma crise ambiental.

Para que a sociedade saia desta situação, estudiosos defendem uma maior atenção com a Educação Ambiental, tema que vai muito além da coleta seletiva ou da reciclagem de lixo. 'As Ambiências Urbanas e o Papel da Educação Ambiental' foi um dos temas abordados nesta terça-feira durante o 1º Ciclo de Palestras – Meio Ambiente Urbano e as Cidades Sustentáveis, realizado no Sesi Santo André, uma realização do jornal Repórter Diário.

Para a pesquisadora da USP e especialista em psicologia ambiental, Cíntia Okamura, é necessário uma mudança o quanto antes de conceitos e atitudes para que o modelo de desenvolvimento econômico seja repensado e adequado a nova realidade ambiental.

“Evoluímos muito na ciência e na tecnologia, mas ao mesmo tempo degradamos muito o meio ambiente. Então entendo que o momento é agora, é necessário mudar o rumo do desenvolvimento e do consumo que adotamos até hoje, senão será o fim da raça humana. Quem está em risco não é o planeta Terra, somos nós, pois a Terra ficaria melhor do que está hoje se nós não estivéssemos mais aqui”, destaca. “Por este motivo é que as pessoas precisam repensar os resíduos que produzem e o que consomem”, completa.

Já a arquiteta e urbanista Mirella Santos, que atua na prefeitura de Santo André, destacou a ocupação desordenada da cidade, que começou no fim da década de 40 com o êxodo rural. Segundo ela, Santo André, assim como outros tantos municípios, não foi planejada, pois não havia a preocupação com o meio ambiente e nem a real noção de qual seria o impacto da urbanização desenfreada.

“Naquela época não havia este conceito de sustentabilidade ou de preservação ambiental que existe hoje. Mas há pequenas atitudes que podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e o próprio meio ambiente, como participar da revisão do Plano Diretor da cidade, plantar uma árvore no quintal de casa e não acabar com o jardim. A poluição visual e a industrial também devem ser levadas em conta, mas quando o assunto é poluição, os carros são os maiores vilões”, ressalta.

Confira a programação das próximas palestras:

9 de junho
Tema: O ambiente que nos alimenta, também nos coloca em risco – segurança alimentar e riscos urbanos
Local: FAINC – Santo André
Horário: às 19h

16 de junho
Tema: Cidades Sustentáveis e a revisão do Plano Diretor de Santo André
Local: SENAC – Santo André
Horário: às 19h

21 de junho
Tema: Uso racional dos recursos naturais
Local: UFABC – Santo André
Horário: às 17h

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Fazer uma festa de casamento bonita e animada não significa aumentar sua pegada ecológica.

No altar, mas sem esquecer do meio ambiente


Por: Fernanda Fava - especial para O Estado de S. Paulo
 
Na lista de itens para garantir uma festa de casamento animada não podem faltar boa música, comes e bebes de qualidade e decoração caprichada. Olhando pelo lado menos glamouroso, isso implica um alto consumo de energia, gasto de papel, desperdícios e emissões de carbono.
Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
A noiva Sabrina Campos conseguiu autorização para alugar o parque Trianon no seu casamento, em 2007
Se a ideia é reduzir o impacto no meio ambiente e aliviar a consciência na hora de trocar alianças, a boa notícia é que existem cada vez mais fornecedores para garantir uma celebração ecológica e sustentável. E o melhor é que isso não significa uma festinha sem graça.
Do convite ao descarte das flores, as noivas Sabrina Campos e Ana Paula Caribé pensaram em todos os detalhes para ter uma festa mais verde. Ana Paula, inclusive, transformou essa experiência em uma empresa de organização de festas, a Ecowedding. Veja algumas eco-dicas:
Convite
O ideal seria convidar as pessoas por e-mail. Sabrina, por exemplo, mandou 250 dos seus 350 convites pela internet. Se fizer questão, mande os de papel apenas para os convidados mais especiais. “O melhor é usar papel reciclado com fita de tecido orgânico”, sugere Ana Paula.
Local
Casamentos ao ar livre podem ser mais sustentáveis, mais baratos e até mais românticos, já que aproveitam a luz natural e dispensam o ar condicionado. Sabrina conseguiu autorização para alugar o parque Trianon, na Avenida Paulista. Em ambientes fechados, velas podem substituir parte das lâmpadas.
Comida
No casamento de Ana Paula, até o tradicional bem-casado foi feito com doce-de-leite, farinha e açúcar orgânicos. Sabrina optou pelos orgânicos também nos coquetéis e no bolo. Lembre-se: frutas e legumes da estação deixam a comilança mais leve e sustentável.
Transporte
Incentive seus convidados a deixarem seus carros em casa e sugira um esquema de carona, para reduzir as emissões de dióxido de carbono. Sabrina dispensou a limusine e chegou ao parque Trianon de metrô e bicicleta. Já Ana Paula contratou um serviço de vans para levar e buscar metade de seus 300 convidados.
Aliança
Não é tarefa fácil encontrar no Brasil peças feitas de ouro certificado, ou seja, extraído de forma sustentável. Mas há outras maneiras de fazer sua aliança mais ecológica. Ana Paula, por exemplo, reciclou as joias antigas de sua família e criou anéis personalizados.
Vestido
Invista nos tecidos orgânicos. Também vale reutilizar peças do seu armário e até remodelar o vestido da mãe ou da avó. Ter um vestido reciclado não significa que você não estará bonita a caminho do altar. Preocupada com a reciclagem, a noiva Sabrina escolheu um longo feito de fios de PET.
Flores e decoração
A melhor alternativa são as flores orgânicas, cultivadas sem substâncias químicas. O problema é que elas podem custar 50% mais. Então, para economizar, Ana Paula sugere plantas da estação: “Depois da festa, doei as flores para hospitais e asilos.”
Pós-festa
Você pode até seguir todos os passos anteriores, mas, se não pensar no lixo, sua festa não será verdadeiramente sustentável. Envie os resíduos para uma cooperativa de reciclagem. Se quiser ir além, procure uma empresa para neutralizar as emissões de carbono da sua festa.

Obama despacha Marinha para conter vazamento de óleo no Golfo do México.

Obama prometeu deslocar "todo e qualquer recurso disponível" para a área


Associated Press

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, comprometeu-se a responder com todos os recursos possíveis ao grande vazamento de óleo que deve chegar á costa do Golfo do México na sexta-feira, e enviou altas autoridades federais para a região, a fim de ajudar a coordenar as defesas contra o desastre ambiental em potencial.

Na Casa Branca, A almirante da Guarda Costeira Sally Brice-O'Hara disse: "Estamos sendo muito agressivos e estamos preparados para o pior". Autoridades informaram que inspeções em plataformas petrolíferas terão início imediatamente no Golfo, e que o poder de emitir intimações será usado na investigação. Mas a prioridade é apoiar a empresa responsável, a BP, no controle do óleo que não para de eclodir do leito marinho.

Obama prometeu deslocar "todo e qualquer recurso disponível" para a área e ordenou que os principais encarregados pelo controle de desastres e defesa do meio ambiente se dirijam para lá. A marinha está enviando 22.000 metros de barreiras infláveis e sete sistemas de limpeza, além de usar suas bases na região para coordenar os esforços.

Altas autoridades da Segurança Interna e da Agência de Proteção Ambiental vão para a região. Obama conversou com cinco governadores de Estados da área afetada.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Curiosos agora podem acessar ferramenta online para saber mais sobre espécies nativas vegetais e animais

Mapa de biodiversidade amazônica é lançado na internet



Por: estadao.com.br
Interessados em flora e fauna brasileiras vão encontrar, a partir desta terça-feira, 27, mais de 100 espécies nativas da Amazônia no site Biomapas. Essa pesquisa sobre os ecossistemas nos arredores da Província Petrolífera de Urucu, a 650 quilômetros de Manaus – base de produção da Petrobras -, foi realizada pela Companhia, em parceria com alguns centros de pesquisa da região.
Reprodução
Reprodução
Internauta pode encontrar informações sobre espécies nativas vegetais e animais da Amazônia
Depois de ter originado um livro (“Biodiversidade na Província Petrolífera de Urucu”) em 2008, o material foi ampliado pelo Projeto Biomapas e transformado agora em fonte de consulta na Internet. São encontradas curiosidades sobre espécies nativas vegetais como goiaba de anta, caroba, breu, Pará-pará, e animais, como piaba e estalador-do-norte.
A visualização e pesquisa de forma georreferenciada usa as ferramentas do Google Maps e do Google Earth). Vídeos e fotos sobre expedições realizadas nos últimos anos por biólogos, engenheiros florestais e de coletores locais, entre outros especialistas ambientais, estão disponíveis no YouTube, Flickr e Picasa.
No portal, basta deslizar o mouse em cima dos ícones no mapa, que representam fauna, flora e vídeos, e dar um clique simples em cima das opções da qual se quer ver detalhes. Também é possível compartilhar as descobertas por Twitter, Facebook e Orkut.
Urucu
Conciliar o desenvolvimento da produção de gás e óleo leve de Urucu com a biodiversidade amazônica é um grande desafio  para a Petrobras na região.
De acordo com a companhia, uma das ações mais importantes foi o rearranjo das instalações, com o objetivo de reduzir as áreas ocupadas pela unidade.
As áreas desocupadas foram reflorestadas, devolvendo à floresta o máximo de seu ambiente natural. No local, já funciona um viveiro com mais 170 mil mudas de 90 espécies nativas.

A florestação do planeta não serve apenas para reduzir a pegada de carbono.

O aquecimento global e a mudança no clima são temas que se encontram permanentemente em foco na actualidade. Mas o debate sobre o ambiente vai muito para além da emissão de gases com efeito de estufa. Inclui a gestão dos recursos naturais e do lixo,

O aquecimento global e a mudança no clima são temas que se encontram permanentemente em foco na actualidade. Mas o debate sobre o ambiente vai muito para além da emissão de gases com efeito de estufa. Inclui a gestão dos recursos naturais e do lixo, a erosão, a poluição do ar, a sustentabilidade.

A crescente preocupação com os riscos associados ao uso dos combustíveis fósseis está a conduzir a energia renovável cada vez mais à ribalta. É, por isso, que muitos governos e organizações estão a promover o uso das energias renováveis de várias formas, como acontece com o nosso país com a energia eólica.

Entraves ao renovável
O interesse das empresas em mudar para a energia renovável tem uma série de entraves. O primeiro deles é o custo. O segundo é a falta de uma vontade política concertada, no âmbito das Nações Unidas, que transmita um sinal claro de mudança do paradigma energético.

A falta de acordo da Cimeira de Copenhaga constituiu, por exemplo, um entrave para a vontade de União Europeia, de elevar a sua meta de redução de emissão de CO2 para não perder competitividade em relação a outras economias.

Actualmente a energia renovável é mais cara de produzir do que a dos combustíveis fósseis. Só que o crescimento do preço destes devido, não tanto pela sua escassez, mas mais pelos custos crescentes da sua exploração, pode contribuir para inverter essa relação.

Mas a descarbonização global da economia mundial não é esperada no curto prazo, até porque o valor previsto para que isso aconteça é superior a 7,4 mil milhões de euros, e implica a necessidade do envolvimento de todos. A acrescentar a isto, e apesar dos avanços tecnológicos, a energia renovável ainda é considerada menos fiável e previsível do que a dos combustíveis fósseis.

O movimento do sol, água e vento está sujeito a flutuações frequentes, e o armazenamento da energia gerada é um desafio mais difícil de enfrentar do que o de armazenar petróleo ou carvão. E nenhuma empresa quer defrontar-se com a perspectiva de ser desligada durante horas ou mesmo dias, porque o sol não se mostrou o suficiente ou a intensidade do vento é baixa.

Finalmente há a questão da acessibilidade. Nalguns países, como a Escócia, os fornecedores oferecem aos seus clientes a oportunidade de dispor de parte ou de toda a energia que precisam a partir de fontes de energia renovável. Mas esta opção não existe em economias em desenvolvimento com grande dependência dos combustíveis fósseis. É evidente que as empresas podem optar por construir as suas próprias centrais de energia renovável no local, mas essa mudança é dispendiosa e arriscada. A tecnologia actual permite elevar a proporção de energia renovável necessária para suprir as necessidades mundiais para valores muito mais altos. Mas concretizar este potencial depende tanto da tecnologia como da política.

Eficiência energética
Isto não acaba aqui. O contributo da humanidade para um melhor planeta também passa pelo uso mais eficiente da energia, algo que começa em casa de cada um, com pequenos gestos como o apagar das luzes ou da chama do esquentador quando não são necessários. E vai até ao uso mais racional dos recursos por parte das empresas e instituições, onde se tem sentido avanços no sentido da reciclagem ou do uso mais racional do papel, entre outras coisas.

A florestação do planeta contribui para a diminuição da denominada pegada de carbono, mas também é essencial para diminuir a erosão e todos os seus efeitos nefastos. É, pois, preciso fazer um uso mais racional da produção florestal e agrícola, para melhorar o coberto vegetal e explorar os solos de forma mais sustentada, numa visão integrada do uso dos recursos, para além da necessidade imediata de maximização dos lucros.

Tudo isto tem a ver com equilíbrio, com a capacidade da Terra ser, ou não, um bom lugar para viver no futuro. Queremos pensar no nosso bem estar de hoje, ou queremos um planeta melhor para os nossos descendentes? Eu prefiro a opção de longo prazo.

sábado, 3 de abril de 2010

Desmatamento cai, mas ainda há muita devastação no planeta.

Apesar de programas ambientais na Ásia e nos Estados Unidos ajudarem a diminuir a taxa de desmatamento, fazendeiros ainda derrubam florestas locais em um nível alto e alarmante, advertiu hoje um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O documento também mencionou a queda do desmatamento no Brasil.O diretor-assistente da ONU para florestas, Eduardo Rojas, disse que o estudo relativo à última década mostra a primeira queda no desflorestamento desde que os especialistas começaram a monitorar o fenômeno
Os programas de plantação, sobretudo na China, na Índia e no Vietnã, ajudaram muito a reduzir a taxa de perda florestal. O total caiu de 20,3 milhões de acres por ano, na década de 1990, para 12,8 milhões de acres, entre 2000 e 2010, informaram os especialistas que apresentaram o estudo, na sede da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma.
"O Brasil e a Indonésia, que tinham os índices mais altos de perda de florestas nos anos 1990, reduziram significativamente suas taxas de desflorestamento", afirmou o estudo. E os três programas de reflorestamento, incluindo os Estados Unidos, acrescentaram milhões de acres de novas florestas anualmente
A América do Sul como um todo, porém, perdeu 9,9 milhões de acres anualmente, ao longo da última década, e a África perdeu outros 8,3 milhões de acres todos os anos, no mesmo período. A dura seca na Austrália desde 2000 contribuiu para a perda florestal, informou o relatório
Obstáculos
Notando que o programa de reflorestamento da China tem data marcada para acabar, em 2020, Mette Loyche Wilkie, coordenadora do levantamento da FAO, disse: "Nós temos uma pequena janela de oportunidade" para manter a redução no desmatamento na próxima década. Caso isso não ocorra, podemos "voltar aos altos índices dos anos 1990", advertiu
Fazendeiros comprando florestas virgens para transformar essas áreas em terra agricultável tem sido um problema crescente em partes de América do Sul, Ásia e África, mas Wilkie disse que não está claro quanto esse comportamento impactou na perda de florestas. Um estudo da ONU, que deve ser concluído no fim do ano que vem, busca determinar o papel que essas ações têm no desflorestamento, disse ela
As árvores também estão vulneráveis aos efeitos das mudanças climáticas. O besouro mountain pine, espécie que tem resistido mais ao inverno, graças às temperaturas menos frias, tem dizimado florestas de pinheiros no oeste do Canadá e dos EUA, afirmou Wilkie. "A escala de danos causados pelos insetos tem sido "massiva e sem precedentes" desde o fim dos anos 1990, destruindo um total de 2,7 milhões de acres, disse.

Fonte: Exame

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Estímulo ao consumo em tempos de crise ameaça futuro sustentável ...

Pesquisa mostra que se todos os consumidores seguissem padrão norte-americano, seriam necessários 4,5 planetas para atender à demanda.


Se o impacto do ser humano na Terra fosse medido segundo a numeração de roupa, seria possível dizer que a humanidade, de tamanho 54, tenta ocupar um planeta cujo o formato é capaz apenas de suportar o tamanho 34.

"Nós vivemos num planeta em que, em menos de 200 anos, saltamos de 1,5 bilhão de pessoas para 6,5 bilhões. Em 40 anos, deveremos ser 9 bilhões na Terra. Precisamos entender que não estamos enfrentando um problema pequeno, como escassez de petróleo: viveremos o fenômeno de que tudo será escasso."

A conclusão pouco animadora é de Achim Steiner, diretor do Pnuma, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. Em sua atribuição, ele se preocupa com as medidas econômicas adotadas pelas nações industrializadas: o consumo como remédio para combater a recessão.

Sociedade do consumo

A ideia está por toda a parte: quanto mais se compra mais feliz se vive. E também se consolida nos estudos de psicologia.

"Durante séculos, milênios mesmo, tivemos que acumular para sobreviver. Quem acumulava mais tinha melhores chances de resistir ao próximo inverno. Isso, aprendemos ao longo da nossa história. Atualmente, as pessoas continuam seguindo esse padrão de comportamento. Elas creem: preciso ter cada vez mais e mais, porque assim minha sobrevivência e minha felicidade estarão garantidas", analisa Tal Ben Shahar, que conduziu uma pesquisa sobre o assunto em Harvard.



Gerações futuras terão que triplicar produção de enérgia livre de CO2Bildunterschrift: Gerações futuras terão que triplicar produção de enérgia livre de CO2

Tempo de ser sustentável

Há quase 40 anos, o Clube de Roma, uma organização ambientalista que prega uma mudança de pensamento global para diferentes questões políticas, profetizou o fim da sociedade consumista no relatório Fronteiras do crescimento. Aparentemente, o prognóstico não se consolidou, tendo em vista a geração que vem por aí.

Charles Hopkins, membro da UNESCO e professor da Universidade York, em Toronto, ressalta que as gerações futuras terão que encontrar soluções para questões ligadas à agricultura, escassez de água e diminuição do estoque de peixes.

O pesquisador acrescenta: "E não podemos esquecer que as próximas gerações terão que triplicar o abastecimento de energia. E o mais complicado: a produção de energia precisa ser livre de emissões de carbono. Ainda não temos solução para o problema atualmente, mas já sabemos que o sistema energético no futuro precisa ser neutro em CO2".

Em sua pesquisa intitulada Transformação da cultura: Do consumo à sustentabilidade, Hopkins calcula qual padrão de vida manteria o planeta estável. Se todos os 6,5 bilhões de habitantes vivessem segundo os padrões norte-americanos de consumo, seriam necessários 4,5 planetas Terra para atender à demanda. Se o fosse adotado o exemplo europeu, três planetas dariam conta da sede dos consumidores. E mesmo o nível de vida da Tailândia ou da Jordânia excederia a capacidade sustentável.


Mudança ou futuro sombrio

"O princípio básico: precisamos de mais eficiência e menos lixo. A natureza não sabe o que é lixo. O que para um organismo é descartado como resíduo, para outro pode ser fonte de alimento", ressalta Achim Steiner. O pesquisador lembra a importância da adoção de um sistema semelhante na sociedade moderna. "Temos apenas que fazê-lo de uma maneira economicamente plausível."

Esse seria o fim da sociedade do descartável. E, como espera Charles Hopkins, haveria uma renascença do modelo de economia verde. "A solução não está apenas em aumentar a eficiência. Como efeito final, Isso significaria apenas mais produção de mercadoria mais barata e, com isso, extinguir ainda mais rápido as fontes não-renováveis. Se não mudarmos o modo de pensar de forma radical, podemos nos conduzir ao abismo", teoriza Hopkins.

A conclusão de Steiner não é diferente. "Uma coisa nós já sabemos com certeza: não poderemos viver pacificamente neste planeta se continuarmos, no século 21, seguindo o modelo econômico do século 20."

Autor: M. Amberger / H. Jeppesen / N. Pontes
Revisão: Augusto Valente

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Novo modelo prevê aumento de furacões conforme planeta se aquece...


Fórmula matemática relaciona aquecimento global à incidência de furacões e consegue antecipar sua magnitude e local de ocorrênciapor Redação Galileu.

Um físico da Universidade de George Mason de Washington DC acaba de criar uma fórmula matemática capaz de prever a intensidade e locais de incidência de tempestades e furacões antes que eles se formem. E quer saber a pior notícia? As primeiras previsões do modelo já anunciam que o número de tempestades vai aumentar drasticamente conforme o planeta se aquece. Segundo o pesquisador Robert Ehrlich, a cada dois graus de acréscimo na temperatura média do planeta, o número de furacões irá crescer 11 vezes.

E o aumento não fica só no número de ocorrências: também crescerá “o potencial destruidor dos furacões e do impulso das tempestades, devido à subida do nível do mar, o que invariavelmente acontece em um mundo mais aquecido”, diz ele.

>>Buraco na camada de ozônio ajuda geleiras, afirma estudo
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Há algum tempo meteorologistas sabem que dois fatores principais atuam na formação de furacões: a temperatura do mar e a latitude. Como isso acontece? Quando as águas do mar estão superaquecidas, o ar próximo ao mar fica quente e, como é mais leve, sobe, gerando fortes correntes de ar. Essas correntes colaboram para o surgimento tempestades. Se essas correntes surgem na linha do Equador, não há nenhum risco de gerarem furacões. Já se o fenômeno acontece mais próximo aos pólos, a história é outra. A latitude determina a intensidade da força que provoca a rotação da tempestade, a Força Coriolis.

A descoberta de Robert Ehrlich foi a de que essas duas variáveis, sozinhas, compõem uma fórmula capaz de prever a intensidade de tempestades e furacões. Para chegar a essa conclusão, Ehrlich analisou imagens de satélite entre 1960 e 2007. As variáveis se influenciam da seguinte forma: quanto maior a latitude (ou mais próximo aos pólos) e quanto mais longe dos 25oC a temperatura do mar chegar, mais chances há de ocorrer um furacão. Pobre sul do Brasil, tão perto do oceano, e tão longe da linha do Equador...

Degelo do Ártico

Durante 15 meses, mais de 300 cientistas de 27 nações se revezaram em uma expedição pelo Ártico a bordo do navio de pesquisas CCGS Amundsen. Os resultados preliminares deste trabalho foram anunciados em uma conferência no dia 5 de fevereiro, em Winnipeg, no Canadá. Os pesquisadores chegaram à conclusão de que as transformações no meio ambiente do Ártico estão muito mais velozes do que qualquer outro estudo anterior sugerira, e que a falta de gelo no mar da região durante o verão, que era anunciada para 2100, na realidade já pode acontecer entre 2013 e 2030.

De uma maneira geral, cientistas consideram o Ártico como uma das zonas mais vulneráveis às mudanças climáticas e dessa forma o que acontece por lá é uma amostra do que está por vir para o resto do planeta.

Os custos do degelo do Ártico podem chegar a US$ 2,4 trilhões até 2050, avaliou o Pew Environment Group, em um relatório também divulgado na última sexta. Segundo o documento, a região está se aquecendo em um ritmo duas vezes mais rápido do que o resto do planeta.(Envolverde) Agência Estado

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A sobrevivência do planeta



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JUACY SILVA

Estamos a praticamente três meses da 15ª Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas a ser realizada em Copenhague, capital da Dinamarca. Este é o mais importante acordo multilateral em matéria ambiental, sob os auspícios da ONU, cujo objetivo é a negociação de um novo tratado internacional que vai substituir o Protocolo de Quioto vigente até 2012.

Pensado e articulado como um marco na redução das emissões de CO2 e outros gases que causam o efeito estufa e o aquecimento da terra, o Protocolo de Quioto não avançou muito nesta matéria por alguns motivos, incluindo a recusa do governo Bush em aceitá-lo, e também por que praticamente nada foi exigido dos países pobres ou em processo de desenvolvimento.


Nos últimos dez anos as emissões de gases poluentes na atmosfera terrestre aumentaram e os seus efeitos já estão sendo sentidos em todos os países, principalmente em termos de aumento da temperatura média da terra, derretimento das geleiras em diversos países, das calotas polares e inúmeros desastres naturais.


Tais efeitos também afetam o regime das chuvas, o nível dos mares, a perda de lavouras e criações, reduzindo a oferta de alimentos e o aumento dos preços, da pobreza e da miséria em várias partes do mundo, principalmente na África, Ásia e outros lugares.


Existem vários desafios que esta conferência deverá enfrentar e buscar respostas, tais como: definição das metas nacionais e globais de redução das emissões de gases que causam o efeito estufa; uso livre de tecnologias limpas que promovam maior eficiência energética, mudança da matriz energética e dos sistemas de transportes, enfim, lançar as bases para uma economia realmente verde e sustentável, não apenas nos países desenvolvidos, mas também nos demais países, inclusive o grupo denominado Bric (Brasil, Rússia, Índia e China).


Segundo dados recentes, o processo de crescimento rápido da China, da Índia e do Brasil e de outros países pode gerar inúmeros problemas ambientais, destruir ecossistemas e contribuir de forma acelerada para as mudanças climáticas e o aquecimento global.


Entre os 20 países que mais poluem o planeta, e que representam 80% das emissões de gases poluentes, a China já ocupa o primeiro lugar, seguindo-se os Estados Unidos, a Rússia, a Índia, Alemanha, Japão, Canadá e outros mais. O Brasil ocupa a 17ª posição neste ranking macabro. Quando o referencial é a quantidade de CO2 per capita e de outros gases poluentes lançados na atmosfera o Brasil ocupa a 19ª entre os 20 países que mais poluem e a 91ª no contexto de todos os países. Mas isto não significa que podemos continuar destruindo o meio ambiente.


As áreas que mais produzem tais gases poluentes são: a) sistema de produção em geral e da produção industrial em particular; b) sistema de transporte baseado em veículos automotores movidos a derivados de petróleo, c) sistemas energético baseado em matéria fóssil (petróleo e derivados) e d) queimadas de florestas e queimadas urbanas.


Há décadas ou mais de um século o mundo não tinha uma visão crítica quanto ao uso dos recursos naturais e os sistemas econômicos foram pensados e definidos partindo-se de uma premissa falsa, ou seja, que tais recursos eram infinitos, principalmente o petróleo, as florestas, o solo e o subsolo.


Ainda hoje, apesar de vários estudos e pesquisas estarem alertando para os malefícios ou efeitos perversos deste modelo, muita gente, muitos governos e gestores públicos, inclusive no Brasil, ainda teimam em pensar apenas no lucro fácil e imediato, deixando o passivo ambiental para as gerações futuras, quando todos poderão estar mortos.


A destruição de ecossistemas como a Amazônia, o Cerrado, o Pantanal, a Caatinga, a Mata Atlântica, no caso brasileiro, bem demonstram a falta de visão que as atuais gerações tem em relação às possibilidades da sobrevivência das espécies vegetais, animais e, principalmente, da espécie humana.


Além dos aspectos econômicos, tecnológicos e ambientais propriamente ditos, a próxima conferência sobre mudanças climáticas deverá ater-se também a dimensão ética e espiritual que rege a relação do ser humano com as demais espécies e com o planeta, principalmente para quem acredita que a terra e o ser humano são criações divinas! Vamos ver qual a posição do governo brasileiro nesta conferência!


JUACY SILVA é professor universitário e mestre em Sociologia.

terça-feira, 23 de junho de 2009

'Água, Seiva do Planeta' é a exposição deste mês na Biblioteca de Jacarepaguá

Rio - De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, e aos sábados, entre 10h e 16h, a Biblioteca Popular Municipal Cecília Meireles, em Jacarepaguá, oferece ao público a exposição Água: Seiva do Planeta. A mostra dá exemplos de como a água é um bem indispensável à vida, e o quanto a sua preservação é importante para garantir a qualidade de vida das gerações futuras.

Vinculada à Secretaria Municipal de Cultura, a Biblioteca Popular de Jacarepaguá fica na Rua Dr. Bernardino n° 218, perto da Praça Barão da Taquara (antiga Praça Seca).

SEMINÁRIO INTERNACIONAL

 por Jornal do Tocantins

Pensadores de várias partes do mundo se reúnem em Palmas 
para debater as crises globais enfrentadas pela civilização 

O planeta está à beira de uma crise civilizacional. Em 1950, éramos 2,5 bilhões de pessoas habitando a terra. Hoje, passamos dos 6,5 bilhões e, até 2050, as Nações Unidas estimam que contaremos 9 bilhões de habitantes. Será que o planeta pode suportar essa extraordinária expansão? 

A humanidade já experimenta uma série de sintomas dessa crise: escassez de alimento, degradação ambiental, falência ética e moral, descuido com as crianças e os idosos, marginalização dos pobres e dos excluídos do processo de produção. O modelo de civilização vigente na maior parte do planeta dá sinais de esgotamento: ao mesmo tempo em que promoveu o desenvolvimento econômico, científico e de infraestrutura, vem extenuando os recursos naturais e acentuando as desigualdades sociais. 

Para compreender as crises globais geradas por este modelo de civilização e propor ações de enfrentamento e superação, pensadores de diversas áreas e de diversos continentes vão se reunir a partir de amanhã, em Palmas, no Seminário Internacional Crise Civilizacional: Distintos Olhares - transição de paradigma de desenvolvimento nos países do Sul, cujas discussões envolverão temas como desenvolvimento sustentável, aquecimento global, crise energética, conservação ambiental, eqüidade e governança mundial.

Por sua localização geográfica estratégica - inserido na Amazônia Legal, um dos principais focos da atenção do planeta -, o Tocantins foi escolhido para sediar o encontro que segue até quarta-feira, dia 24. O evento acontece duas vezes ao ano, nos Hemisférios Sul e Norte. O último foi realizado em Santiago, no Chile. Durante os próximos três dias, mais de 20 palestrantes de várias partes do mundo e 450 participantes convidados discutirão os aspectos do modelo de desenvolvimento econômico vigente e buscarão compreender as crises globais geradas por esse sistema, com a expectativa de, ao final do encontro, propor ações para um novo pacto social entre os povos. 

Fome 

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) informou na última sexta-feira que o mundo ultrapassará, ainda este ano, a marca de 1 bilhão de famintos.

A alta nos preços dos alimentos levou mais 105 milhões de pessoas a passarem fome na primeira metade de 2009, segundo a chefe do Programa Alimentar Mundial (PAM) da Organização das Nações Unidas (ONU), Josette Sheeran. A média é de quatro milhões de novas pessoas com fome por semana. Em 2008, a fome no mundo atingia 963 milhões de pessoas. 

Corrupção

Um estudo da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) sobre o problema no Brasil demonstra que o país perde R$ 26,2 bilhões com os atos corruptos praticados. Esses recursos custeariam a construção de mais de um milhão de casas populares, que atenderiam cerca de 4 milhões de brasileiros. Estima-se que a corrupção no mundo consuma cerca de U$ 1 trilhão, o que corresponde a 1,5% do PIB mundial. (Fonte: ONG Contas Abertas, setembro/2007)

Desemprego

A OIT calcula que o ano de 2009 deve terminar com o número de desempregados no mundo variando de 220 a 239 milhões, com taxas de desemprego global entre 6,5% e 7,4%. A Organização calcula também que, entre 2009 e 2015, 300 milhões de emprego no mundo terão que ser criados só para absorver o crescimento da força de trabalho. 

Violência

Relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2005 apontava que a violência já matava mais de 1,6 milhão de pessoas no mundo por ano. A violência é a principal causa das mortes de pessoas com idades entre 15 e 44 anos.

Água 

A quantidade de água doce no mundo estocada em rios e lagos, pronta para o consumo, é suficiente para atender de 6 a 7 vezes o mínimo anual que cada habitante do Planeta precisa. Apesar de parecer abundante, esse recurso é escasso: representa apenas 0,3% do total de água no Planeta. O restante dos 2,5% de água doce está nos lençóis freáticos e aquíferos, nas calotas polares, geleiras, neve permanente e outros reservatórios, como pântanos, por exemplo. (Fonte: Almanaque Brasil Socioambiental) 

Trabalho infantil 

Segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho), cerca de 218 milhões de crianças entre 5 e 17 anos trabalham no mundo, das quais 126 milhões realizam trabalhos perigosos.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

sábado, 20 de junho de 2009

20 de junho de 2009 • 14h28 • atualizado às 14h28
Desde o surgimento há 4,6 bilhões de anos, foram registrados fatos que marcaram o histórico lunar
Desde o surgimento há 4,6 bilhões de anos, foram registrados fatos que marcaram o histórico lunar
20 de junho de 2009
Arquivo/Getty Images

O lançamento do foguete Atlas V rumo à Lua, realizado nesta quinta-feira, é considerado a primeira etapa dentro das intenções da Nasa, agência espacial americana, de voltar ao solo pisado por Neil Armstrong em julho de 1969. O Orbitador de Reconhecimento Lunar (LRO, em inglês) e o Satélite Sensor e de Observação de Crateras Lunares (LCROSS, em inglês), que viajam a bordo do foguete, têm a missão de buscar possíveis locais de aterrissagem para as naves tripuladas que partirão rumo à Lua até 2020.

Confira abaixo os dez fatos incríveis registrados no satélite da Terra, conforme o site científico Live Science:

10 - O Grande impacto
A teoria mais aceita sobre a origem da Lua é a de que o satélite terrestre é o resultado de uma grande colisão conhecida como Impacto Gigante (Big Whack, em inglês). Conforme os cientistas, a Lua nasceu da colisão entre um planeta do tamanho de Marte, chamado Theia, com a Terra há 4,6 bilhões de anos, pouco tempo depois do Sol e do Sistema Solar existirem. O impacto fez com que uma nuvem de poeira e rochas, composta por parte do núcleo condensado da Terra, se juntasse sobre o planeta e entrasse em órbita.

9 - Terra controla nascer da Lua
Mesmo não sendo ao mesmo tempo, a Lua diariamente surge no leste e se põe no Oeste, assim como o Sol e outras estrelas, também pela mesma razão: A Terra gira em torno do seu eixo em direção ao Leste, puxando objetos celestes no caminho e, em seguida, os empurra para fora. A Lua tambpem realiza uma viagem orbital ao redor do planeta uma vez a cada 29,5 dias.

No céu, o movimento é gradual ao leste, mas não é perceptível durante uma observação. O motivo explica porque o satélite terrestre fica maior cada dia mais tarde, em média, por cerca de 50 minutos. Por isso também a Lua aparece as vezes no anoitecer ou durante a noite, enquanto em outros momentos ela pode ser vista de dia.

8 - Sem "lado negro"
Contrariando o que muitos acreditam, cientistas explicam que a Lua não possui um "lado negro", e sim, um "outro lado" que não pode ser visto da Terra. Há muito tempo, os efeitos gravitacionais terrestres diminuíram a rotação da Lua em torno do seu eixo. Assim que o satélite desacelerou o suficiente para corresponder ao seu período orbital - o tempo que leva para a Lua viajar ao redor da Terra -, os efeitos se estabilizaram.

Por causa disso, a Lua dá uma volta na Terra e gira em torno de si uma vez e na mesma quantidade de tempo, mostrando apenas um lado em tempo integral.

7 - Gravidade muito menor
A lua é muito menos massiva do que a Terra, tendo 27% do tamanho do planeta azul. A gravidade em sua superfície também é muito menor, sendo apenas um sexto da encontrada na Terra. Ou seja, se uma pessoa pesa 150 kg aqui no chão, lá em solo lunar ela vai pesar 25 kg. Uma pedra jogada para cima também caíra de forma bem mais lenta.

6 - Lua mais ou menos cheia
A órbita da Lua em torno da Terra possui forma oval, e não de um círculo, de modo que a distância entre o centro da Terra e do centro lunar varia ao longo de cada percurso. No perigeu, quando a Lua está mais próxima da Terra, a distância é de 363,3 mil km. No apogeu, quando está mais longe, a distância é de 405,5 mil km. Quando a Lua cheia surge durante o apogeu, o disco visível da Terra pode ser entre 14% e 30% mais brilhante que outras fases lunares.

Quando a lua está nascendo, ela parece ser maior, mas isso é uma ilusão que ainda os astrônomos não sabem explicar. Se alguém quiser testá-la, deve segurar um objeto pequeno, como uma borracha, com o braço esticado próximo à lua, e depois fazer a mesma experiência quando a lua estiver mais alta e parecer menor. Próxima ao objeto pequeno, a Lua fica com o mesmo tamanho nos dois testes.

5 - Histórico de violência
Os cientistas acreditam que as crateras lunares confirmam um passado violento no histórico lunar. Apesar de quase não haver atmosfera e atividade em seu interior, a Lua bateu recordes de quedas de corpos espaciais há bilhões de anos.

A Terra também sofreu com o bombardeio, mas as crateras foram desaparecendo com o tempo devido aos efeitos climáticos. De acordo com um estudo, os impactos podem ter ajudado no desenvolvimento das formas de vida existentes na Terra na época, em vez de destruí-las.

4 - Formato semelhante a um ovo
A Lua possui o formato oval e não arredondado ou esférico como alguns pensam. Se uma pessoa sair na rua para observá-la, uma de suas pequenas extremidades da direita estará virada para ela. Por causa desse efeito é que ela parece redonda.

3 - Cuidado! Terremotos lunares
Se engana quem pensa que a superfície lunar é sempre um mar de tranquilidade. Durante as visitas ao satélite munidos de sismógrafos, os astronautas descobriram que a estrutura geológica é bastante hostil.

Pequenos terremotos acontecem com frequência, provavelmente devido à força gravitacional liberada pela Terra, causando rachaduras no solo e liberando gases. Segundo os cientistas, a Lua possui um centro quente semelhante ao do planeta azul.

2 - Atração nos mares
Por incrível que pareça, as marés na Terra são causadas pela gravidade da Lua (o Sol em menor intensidade), que "puxa" os oceanos. Durante a rotação da Terra, as marés altas se alinham com a Lua. Do outro lado do planeta, a maré também fica alta pelo fato de que a gravidade "puxa" a Terra em direção ao seu satélite mais do que atrai a água.

O resultado de todos esses efeitos é interessante: conforme os cientistas, parte da energia rotacional da Terra é "roubada" pela Lua, fazendo com que o planeta fique mais lento em aproximadamente 1,5 milissegundos por século.

1 - Tchau, Lua!
Infelizmente, a Lua está se afastando da Terra gradativamente e, a cada ano, a distância aumenta 4 cm. Os pesquisadores explicam que, há 4,6 bilhões de anos, quando a Lua se formou, ela estava a 22 mil km da Terra. Atualmente, a distância evoluiu para 450 mil km.

Um estudo informa que a taxa de rotação da Terra está diminuindo, o que deixa os dias cada vez maiores. Os cientistas acreditam que se este efeito prosseguir, em bilhões de anos um dia terrestre poderá durar cerca de um mês.

Redação Terra

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Nasa lançará míssil contra a Lua.

18 de junho de 2009


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(Crédito: )


Com o objetivo de detectar traços de água na Lua, a Nasa (agência espacial americana) tentará abrir um buraco na superfície lunar. Na primeira missão do gênero desde 1999, será lançado nesta quinta-feira, do Cabo Canaveral, na Flórida, um foguete em direção ao satélite natural da Terra. Dentro dele, não haverá tripulação, mas um míssil.

A ideia é analisar quaisquer traços de vapor de água na nuvem espacial que será criada pela explosão. Os cientistas estimam que o impacto produzirá uma nuvem de pelo menos 9,5 quilômetros de altura, podendo ser vista até mesmo a partir da Terra. A missão irá custar 583 milhões de dólares (cerca de 1,1 bilhão de reais).

Segundo a Nasa, a explosão fornecerá as informações necessárias para uma futura presença humana na Lua. Nesta quinta, há três possíveis janelas de lançamento, às 17h12min, às 17h22min e às 17h32min (hora local). Caso sejam perdidas, existirão ainda três outras oportunidades na sexta-feira.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Planeta Terra ajuda a entender o ambiente

Escolhido como tema central do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2008, o ambiente gerou questões em todas as disciplinas. Na proposta de redação, a prova destacou a chuva e o ciclo da água na Amazônia e pediu a reflexão sobre o desmatamento. Questões atuais sobre o assunto estão na Coleção Planeta Terra, da RBS Publicações, uma fonte de estudo e informação para quem quer conhecer mais sobre o mundo e se preparar para as provas.

No próximo domingo, a coleção apresenta o volume Tempo e Clima. Da mais leve garoa aos furacões mais violentos, os leitores vão descobrir como funciona o ciclo da água, como se formam os tornados, como os cientistas conseguem prever o tempo e curiosidades.

Ao todo são seis livros com conteúdos baseados nos currículos das disciplinas escolares de ciências e geografia. No final de cada edição (a coleção completa ainda pode ser adquirida), um glossário apresenta a definição das palavras e expressões que aparecem nos textos. O colecionável traz fotos e diagramas para facilitar a interpretação e compreensão. E, para não ficar só na teoria, também mostra experiências a serem realizadas para se entender melhor os fenômenos que ocorrem na Terra.

Fonte: Zero Hora