Cidades protetoras de florestas
Madeira que vira móvel, forros, pisos, esquadrias e até residências inteiras. Ainda assim, muita gente não nota a floresta silenciada que guarda em casa. Raramente as pessoas se perguntam de onde veio a madeira da espreguiçadeira que usam na varanda ou no banco do jardim. Se vier de madeira certificada, ótimo. Mas se não, é preciso dizer: quem compra e usa está sendo conivente com o comércio ilegal. Infelizmente o apelo da abundância e do preço baixo é forte, afinal, quem não segue a lei não paga impostos, remunera mal os empregados e comumente invade áreas públicas ou protegidas (ação promovida por grileiros e madeireiros mal-intencionados para conseguir matéria-prima; a Amazônia que o diga).Só para citar dois exemplos, a cidade de Americana, no interior paulista, há três anos incluiu como critério de compra nas licitações municipais a madeira de origem legal. São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, também construiu a primeira obra pública realizada totalmente com madeira certificada pelo FSC, que segue parâmetros sociais e ambientais.
Atualmente o programa “Cidade Amiga da Amazônia” está sob a tutela da Fundação Getúlio Vargas, que ampliou sua atuação e abrangência. No site da Rede Amigos da Amazônia (www.raa.org.br) já é possível conferir se sua cidade aparece na lista de lugares que protegem a floresta.
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