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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Operação combate venda ilegal de madeira da Amazônia.

Três pessoas foram presas por extração e transporte ilegal de madeira.

Mandados de prisão e busca e apreensão são cumpridos no RS, SC e PA.

Do G1, em São Paulo

Três pessoas foram presas, nesta quarta-feira (18), durante a Operação Acuti, da Polícia Federal. A ação combate a venda e o transporte de madeira extraída ilegalmente da região amazônica. Outros mandados de prisão e quatro de busca e apreensão devem ser cumpridos, ainda nesta quarta, em Três Cachoeiras (RS), Sombrio (SC), Jacinto Machado (SC) e Marabá (PA).

Segundo a PF, o grupo investigado pela Delegacia de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente extraía espécies em extinção, especialmente a castanheira, da região amazônica e a madeira abastecia uma empresa de fabricação de carrocerias de caminhão no Sul do país. A investigação começou em abril deste ano.
Durante a fase de investigação foram apreendidos documentos e notas fiscais com indícios de falsidade. Também foram apreendidas 100 metros cúbicos de madeira identificada como castanheira e dois caminhões empregados no transporte. Participam da operação 34 policiais federais e servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
 

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Ibama faz grande apreensão de madeira em posto fiscal da Tabuleta.

O Ibama apreendeu três caminhões que transportavam 139 metros cúbicos de madeira de lei provenientes das cidades de Zé Doca-MA e Porto de Móis-PA.

Eles foram multados em R$ 83.460,00. “Ela é resultado do desmatamento ilegal da Amazônia. Estamos verificando se há reincidência e se for constatado os veículos ficarão a cargo do Estado”, destacou o superintendente do Ibama, Romildo Mafra.
As cargas de ripas, caibros e linhas eram destinadas à Bahia e ao Rio Grande do Norte. Os três caminhões Scania tinham placas da cidade de Marituba no Pará e possuíam carroceria dupla.

Foram autuados por tráfico de madeira e alteração no DOF (Documento de Origem Florestal) no posto fiscal da Tabuleta ontem ao meio-dia.

Os caminhoneiros e os proprietários dos caminhões estão no Ibama sendo multados. 

 
Flash de Francisco Magalhães
Redação Caroline Oliveira
redacao@cidadeverde.com

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Madeira ilegal deixa de entrar em várias localidades brasileiras pela adoção do programa "Cidade Amiga da Amazônia"

Cidades protetoras de florestas

Madeira que vira móvel, forros, pisos, esquadrias e até residências inteiras. Ainda assim, muita gente não nota a floresta silenciada que guarda em casa. Raramente as pessoas se perguntam de onde veio a madeira da espreguiçadeira que usam na varanda ou no banco do jardim. Se vier de madeira certificada, ótimo. Mas se não, é preciso dizer: quem compra e usa está sendo conivente com o comércio ilegal. Infelizmente o apelo da abundância e do preço baixo é forte, afinal, quem não segue a lei não paga impostos, remunera mal os empregados e comumente invade áreas públicas ou protegidas (ação promovida por grileiros e madeireiros mal-intencionados para conseguir matéria-prima; a Amazônia que o diga).
Mas essa história está mudando. Durante cinco anos, prefeituras e governos trabalharam com o Greenpeace para criar uma legislação municipal e eliminar a madeira de origem ilegal e de desmatamentos criminosos de todas as compras municipais. Foi o primeiro passo, até porque a administração pública responde por um terço desse mercado no Brasil. E olha que madeira certificada, de manejo sustentável, demanda conhecimento técnico, documentação regular e responsabilidade social.
Hoje os Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia e Acre já aderiram ao “Cidade Amiga da Amazônia”. Além de 32 municípios, a lista inclui as capitais Fortaleza (CE), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Só para citar dois exemplos, a cidade de Americana, no interior paulista, há três anos incluiu como critério de compra nas licitações municipais a madeira de origem legal. São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, também construiu a primeira obra pública realizada totalmente com madeira certificada pelo FSC, que segue parâmetros sociais e ambientais.
Atualmente o programa “Cidade Amiga da Amazônia” está sob a tutela da Fundação Getúlio Vargas, que ampliou sua atuação e abrangência. No site da Rede Amigos da Amazônia (www.raa.org.br) já é possível conferir se sua cidade aparece na lista de lugares que protegem a floresta.

sábado, 24 de abril de 2010

Dezesseis mil metros de madeira são apreendidos.





Dezesseis mil metros cúbicos de madeira ilegalmente extraída e 60 altos de infrações lavrados. Este foi o resultado da Operação Delta, divulgada nesta sexta-feira (23), em coletiva a imprensa no prédio do Sipam (Sistema de Proteção da Amazônia).

Realizada em conjunto entre o Ibama, Polícia Federal do Pará e Força Nacional, a operação teve como objetivo fiscalizar madeireiras suspeitas de irregularidades no comércio de madeira no Pará. As fiscalizações foram concentradas no delta do rio Guamá, um dos maiores polos madeireiros do país.

Foram fiscalizadas 62 madeireiras, entre elas 15 grandes empreendimentos identificados durante a fase de investigação da operação como os que mais praticam irregularidades no comércio de madeira no Pará. Elas foram apontadas por investigações realizadas desde novembro de 2009 como as que mais esquentam madeira ilegal em toda a Amazônia Legal. As empresas responderão inquérito na Polícia Federal. Em dez dias de operação, o Ibama aplicou R$ 47 milhões em multas, além de 60 altos de infrações lavrados. Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, além de 16 inquéritos policiais instaurados e que estão em andamento na Polícia Federal.

De acordo com Alex Lacerda, do Ibama, grande parte da madeira extraída ilegalmente da floresta amazônica é enviada como se fosse resíduo florestal para países da Europa. 'É um comércio ilegal, pois a madeira é enviada para países como Espanha, França e Dinamarca. Além de perderem as cargas as empresas envolvidas na exportação irregular foram multadas pelo Ibama', declarou Lacerda.

Segundo ele, a fraude no comércio madeireiro acontece por meio da inclusão de créditos falsos no Sisflora, o sistema que controla o comércio e transporte florestal no Estado. 'São os chamados créditos virtuais, que é uma comercialização que não deixa nenhum tipo de lucro ao Pará. Quem lucra com essa transação são as madeireiras que comercializam o produto de forma irregular', completou. A operação Delta reuniu os principais órgãos integrantes da Comissão Interministerial de Combate a Crimes e Infrações Ambientais (Ciccia), o Ibama, PF e Força Nacional, Receita Federal, Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) e Sipam


ORM