segunda-feira, 17 de maio de 2010

Secretaria do Meio Ambiente e Fundação Parque Zoológico lançam o "Livro Vermelho", com espécies em risco

SP lista a fauna ameaçada.

17/05/2010 - 09:26
fonte: SMA
Acaba de ser lançado pela Secretaria do Meio Ambiente (SMA) e a Fundação Parque Zoológico o livro “Fauna Ameaçada de Extinção no Estado de São Paulo – Vertebrados”, também conhecido como “Livro Vermelho”. Com base na última lista de fauna, publicada em outubro de 2008, após dez anos sem ser atualizada, a publicação relaciona as espécies ameaçadas de extinção no Estado.

Vale dizer que no caso do Livro Vermelho paulista, ele traz uma metodologia nova, que segue os padrões estabelecidos pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Ou seja, além de apontar as espécies que efetivamente estão ameaçadas de extinção, a publicação também lista espécies muito pouco pesquisadas, fato que normalmente impede o conhecimento necessário até para classificá-las.
Visualmente, o Livro Vermelho também é repleto de imagens e mapas das espécies, apontando os locais onde elas ocorrem. Ao todo, são 436 espécies e subespécies – 17% do total de vertebrados conhecidos no Estado – que compõem a lista. Destas, 86 foram consideradas quase ameaçadas. Em outras palavras, ainda não sofrem ameaças de extinção, mas demandam atenção para que não entrem nesta classificação.

Dentro das categorias de ameaça, as espécies que correm um risco maior de extinção são classificadas como “Criticamente em Perigo” (CR), seguida pelas categorias “Em Perigo” (EN) e “Vulnerável” (VU) – na qual, apesar da espécie ainda sofrer sério risco de extinção, não está em situação tão crítica. Os dois mil exemplares do livro vermelho da fauna paulista não serão comercializados, mas estarão disponíveis em bibliotecas, universidades, centros de pesquisas além de serem distribuídos aos 87 autores da obra. Os interessados também podem baixar o livro na internet na página: http://www.ambiente.sp.gov.br/fauna/livro_vermelho2009.zip.

Um comentário:

  1. Há culpados pela tragédia no Butantan

    Mesmo que os funcionários desafiem o medo de represálias por parte da truculência do governo do Estado, a mídia serrista boicotará qualquer denúncia que o responsabilize pelo incêndio que destruiu o Butantan. Mas alguém precisa dizer que esse absurdo de conseqüências incalculáveis teria sido evitado se a administração tucana concedesse mínimos recursos para equipamentos de segurança na instituição.
    Não faltou hegemonia eleitoral para essas medidas preventivas. E não faltaram recursos. O que faltou mesmo foi vontade política, competência administrativa, preocupação com um patrimônio científico de porte mundial, construído por alguns abnegados, que em algumas horas desapareceu para sempre.
    É o mesmo descaso que proporcionou as destruições das enchentes no interior. E novamente a imprensa mergulha em sua criminosa quietude eleitoreira.

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