No dia 27 de março de 1512, o explorador espanhol Juan Ponce de Leon avistou a Flórida, nos Estados Unidos, pela primeira vez. Pouco menos de dois séculos depois, em 1703, o Czar Pedro, o Grande, fundou São Petersburgo (na atual Rússia), a quarta maior cidade europeia. Agora, quando o calendário marca o ano de 2010, em pleno século XXI, a data volta a entrar para a história. Desta vez, no entanto, o motivo está diretamente relacionado à luta contra as mudanças climáticas: um bilhão de pessoas, nos quatro cantos do mundo, apagaram suas luzes no último sábado durante 60 minutos em gesto simbólico para reduzir as emissões de carbono. O Brasil participou em peso da Hora do Planeta, com 98 cidades, sendo 20 capitais.
Em toda a extensão do território nacional, seja nas grandes metrópoles ou municípios modestos, a escuridão falou mais alto do que as tradicionais lâmpadas que iluminam a noite. Pelo menos durante uma hora. Às 21h30, os interruptores giraram novamente, mas desta vez em favor da claridade. Chegava ao fim a edição deste ano do movimento que teve início em 2007, na cidade australiana de Sidney, e aportou no Brasil dois outonos depois. A mensagem que ele passa, porém, está apenas começando.
Fonte: WWF Brasil
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sábado, 3 de abril de 2010
A Hora do Planeta no Brasil.. Chega ao fim...
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Irmã de Gisele Bündchen apaga as luzes do casamento durante a Hora do Planeta.
Patrícia Bündchen realizou cerimônia na noite do último sábado, 27.
Do EGO, no Rio
O casamento de Patrícia Bündchen às escuras durante a Hora do Planeta
Embaixadora da ONU para o meio-ambiente, a top Gisele Bündchen participou da Hora do Planeta, no último sábado, 27, mesmo estando no casamento de sua irmã, Patrícia. Gisele contou em seu blog, nesta segunda-feira,29, que todos os presentes na cerimônia desligaram as luzes durante a hora combinada. "As luzes do salão foram apagadas e o ambiente ficou iluminado apenas com velas. Ao final, todos os convidados aplaudiram em pé a iniciativa", escreveu. O evento aconteceu em uma vinícola no interior do Rio Grande do Sul.
Do EGO, no Rio
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Hora do planeta cumpre missão.
Movimento põe às escuras principais ícones do mundo
O saldo geral foi positivo. Além da Ponte Estaiada, em São Paulo, e da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, entre outros ícones nacionais, mais de cem países ao redor do mundo também participaram, no sábado (27/03), das 20h30 às 21h30, da Hora do Planeta, manifestação que serviu para alertar sobre as mudanças climáticas na Terra.No Brasil, além das duas principais capitais do País, dezenas de cidades apagaram luzes em locais simbólicos. Não foi só isso. Mais de 55 mil pessoas se cadastraram no site do WWF-Brasil para firmar seu compromisso com o futuro do planeta.
Pela primeira vez os mongóis se juntaram à Hora do Planeta reunindo um grupo incrível de 3 mil pessoas na Praça Sukhbaatar, em Ulaan Batar, capital do país, apesar das temperaturas gélidas daquela noite. A maioria das famosas pontes de Moscou também ficou na escuridão, bem como a Prefeitura e a Arena de Esportes de Lujniki.
Enquanto outros continentes concretizaram sua mensagem climática por meio de monumentos humanos, a África optou por monumentos naturais. As Montanhas da Mesa, próximos à Cidade do Cabo, África do Sul, teve sua iluminação apagada e provavelmente foi o maior monumento natural a participar. Monumentos antigos e repletos de segredos, a Esfinge e as Grandes Pirâmides de Guizé, no Egito, bem como o Acrópole, em Atenas, permaneceram no escuro em ato para a sobrevivência das civilizações modernas. A Grécia mostrou novamente sua incrível participação durante a Hora do Planeta, com 251 cidades participando da manifestação.
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Site do Tricolor "apaga" pela Hora do Planeta 2010.
Principal canal de comunicação com os torcedores de todo o mundo, o portal são-paulino aderiu à campanha do WWF e foi "apagado" por 60 minutos neste sábado
Repetindo o apoio de 2009, o São Paulo FC aderiu à Hora do Planeta 2010. Das 20h30 às 21h30 deste sábado, 27 de março, o site oficial do clube permaneceu "apagado", e apenas um interruptor revelava a mensagem da campanha.Além disso, uma camisa oficial autografada com o número 60 nas costas foi sorteada entre os Sócios Torcedores do clube. O sortudo que levou essa camisa histórica é RAFAEL RYUITI PESSANHA DE LIMA AKAO.
Conhecido pela vertente vanguardista, o clube aproveita a campanha para atuar novamente em uma área ainda pouco desbravada pelo esporte brasileiro, mas capaz de mobilizar centenas de milhões de pessoas ao redor da Terra, e já espera a mobilização em 2011.
Agradecemos a todos os tricolores que participaram desse apagão simbólico!
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Veja alguns dos monumentos apagados:

Acropole / Grecia

Big Ben / Inglaterra
O que é a Hora do Planeta?
A Hora do Planeta é um ato simbólico, no qual governos, empresas e cidadãos são convidados a partir da reação à ação em defesa da vida. E o apagar das luzes sinaliza este engajamento. É uma forma de comunicação entre os próprios manifestantes e entre estes e seus governos.
A Hora do Planeta é uma forma que a Rede WWF encontrou para engajar e mobilizar a sociedade para manifestar - por meio de uma ação simbólica e emblemática - a sua preocupação com o aquecimento do planeta.
No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, milhões de lares, milhares de ruas, centenas de monumentos, bairros e cidades ao redor do mundo apagaram suas luzes por sessenta minutos.
Aqui no Brasil, a Hora do Planeta também tem o objetivo de alertar para a necessidade de conservação e recuperação dos ecossistemas, como forma de nos proteger das mudanças climáticas e de reduzir nossas emissões de gases de efeito estufa causadas pelo desmatamento. É, também, uma forma de promover a defensa das matas ciliares e do Código Florestal.
Em nível global, a Hora do Planeta é uma das ações que serão desenvolvidas pela Rede WWF para que a população se manifeste de forma a influenciar as autoridades locais e mundiais para a redução das emissões globais de gases de efeito estufa.
Por que apagar as luzes?
Porque é um gesto simples e de visibilidade que pode ser adotado em todo o planeta. Apagar a luz, no caso brasileiro, é sinalizar que nós estamos preocupados com o aquecimento do planeta e queremos dar nossa contribuição, influenciando e pedindo ações de redução das emissões e de adaptação às mudanças climáticas, combatendo o desmatamento e conservando nossos ecossistemas.
O gesto simbólico mostra que o Brasil e os brasileiros devem fazer a sua parte e também incentiva o diálogo dos manifestantes entre si e entre esses e os governos.
O gesto simbólico mostra que o Brasil e os brasileiros devem fazer a sua parte e também incentiva o diálogo dos manifestantes entre si e entre esses e os governos.
Apagando a luz por 60 minutos, a população demonstra o quanto valoriza nossas florestas em pé, a preservação da vegetação natural e o seu uso sustentável, a saúde dos rios e a qualidade da água, além de mostrar a sua disposição para o combate ao aquecimento global e em favor da adaptação aos seus efeitos.
Embora defenda a economia de energia e a maior eficiência na sua produção, transporte e consumo, o WWF-Brasil não pretende que o apagar das luzes na Hora do Planeta represente esses resultados em si.
Portanto, apagar a luz também é um ato que simboliza a eficiência e o uso de todos os recursos com inteligência e responsabilidade. Apesar da eletricidade no Brasil ser gerada, principalmente, a partir de hidrelétricas, considerada uma fonte renovável, ela não é totalmente limpa, gerando danos aos ecossistemas aquáticos e podendo estimular o desmatamento se forem implantadas sem os devidos cuidados.
Outros países produzem energia elétrica a partir de combustíveis fósseis como carvão, gás e diesel, situação muito mais negativa para as mudanças climática do que no caso do Brasil, já que temos como principal fonte a produção proveniente de usinas hidrelétricas. Dados para o futuro apontam para um maior uso de energia oriunda de fontes fósseis, mesmo no Brasil. Infelizmente, dados para o futuro apontam para um maior uso de energia oriunda de fontes fósseis, mesmo no Brasil. Estudos apontam que grandes centrais hidrelétricas em regiões como a Amazônia também provocam grande impacto ambiental e social.
Sobre a campanha:
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. No ano passado, quando o Brasil participou pela primeira vez, o movimento superou todas as expectativas.
Centenas de milhões de pessoas em mais de 4 mil cidades de 88 países apagaram as luzes. Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor, o Congresso Nacional e outros ficaram uma hora no escuro. Além disso, artistas, atletas e apresentadores famosos ajudaram voluntariamente na campanha de mobilização.
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Mundo fica às escuras com movimento...
HORA DO PLANETA
Vários monumentos famosos em todo o mundo apagaram suas luzes anteontem, entre 20h30 e 21h30, no movimento Hora do Planeta. A ideia foi proposta pela ONG WWF como forma de alertar sobre o aquecimento global. A Torre Eiffel, em Paris, o Empire State Building, em Nova York, e a Cidade Proibida, em Pequim, tiveram as luzes desligadas. No Brasil, 72 cidades, incluindo 19 capitais aderiram ao movimento. Em São Paulo, a abertura da Hora do Planeta foi feita pelo prefeito Gilberto Kassab no Parque do Povo, que ficou à luz de velas por uma hora. O Monumento às Bandeiras, no Parque do Ibirapuera (foto) também teve as luzes apagadas, assim como a Ponte Octavio Frias de Oliveira (Estaiada) e o Viaduto do Chá. No Rio, o ministro do Meio Ambiente Carlos Minc apagou as luzes do Jardim Botânico.
O Estadao de S.Paulo
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HORA DO PLANETA VARRE O PACÍFICO E MILHÕES SE UNEM PARA DESLIGAREM AS LUZES
Funafuti, Tuvalu:
Os cidadãos de Tuvalu pegaram o bastão entregue pelas ilhas Fiji para dar continuidade à ação global combate às mudanças climáticas. A nação-ilha de pouca altitude desligou suas fontes de energia elétrica para marcar a Hora do Planeta.
Os cidadãos de Tuvalu pegaram o bastão entregue pelas ilhas Fiji para dar continuidade à ação global combate às mudanças climáticas. A nação-ilha de pouca altitude desligou suas fontes de energia elétrica para marcar a Hora do Planeta. Seu compromisso com a proteção de seu frágil lar é tão forte que a população de Tuvulu resolveu tirar os carros e motos das ruas também durante a Hora do Planeta, para tornar a nação livre de carbono durante a iniciativa da Rede WWF. Esta talvez seja a meta mais ambiciosa estabelecida por qualquer nação que participou da Hora do Planeta 2010.
Honiara, Ilhas Salomão:
As luzes de Honiara que iluminam o famoso memorial americano à batalha de Guadalcanal, da Segunda Guerra Mundial, foram desligadas para a Hora do Planeta, e a população das Ilhas Salomão se juntou a seus vizinhos do Pacífico na maior ação global já realizada para demonstrar a preocupação do planeta com as mudanças climáticas.
O prefeito de Honiara, Cr Andew Mua, deu uma palestra para convidados numa cerimônia especial para marcar a contribuição da nação às ações da Hora do Planeta.
Guam:
Guam recebeu reconhecimento como o 119º país/território a aderir e participou pela primeira vez da Hora do Planeta. A organização Miss Earth Guam coordenou as atividades locais associadas à iniciativa da Rede WWF, garantindo que a Hora do Planeta estivesse disponível para todos.
Tochas de Tiki substituíram as lâmpadas de rua enquanto holofotes iluminaram a avenida que leva ao resort Hilton Guam Resort & Spa, onde a Hora do Planeta foi celebrada com um jantar à luz de velas no restaurante Roy’s e no Islander Terrace.
Papua-Nova Guiné:
O Governador Distrital de Port Moresby, Hon. Powes Parkop, liderou a Hora do Planeta em Papua-Nova Guiné, e as luzes da Torre Deloitte, o prédio mais alto do país, e da embaixada americana foram desligadas para mostrar apoio à ação de alerta sobre o clima global.
Saipan, Ilhas Marianas Setentrionais
O prefeito de Saipan tomou a frente das atividades da Hora do Planeta nas Ilhas Marianas Setentrionais. As luzes do Parque Memorial Americano na cidade de Garapan foram apagadas, e grupos comunitários, entre os quais o Rotary de Saipan e a Câmara de Comércio, garantiram o reconhecimento da presença do povo das Ilhas Marianas Setentrionais na maior ação do mundo frente às mudanças climáticas.
Japão:
Com sua primeira participação oficial na Hora do Planeta, o Japão, segunda maior economia do mundo, contribuiu de forma marcante à mostra global de ações relacionadas ao clima. O emblemático Memorial da Paz em Hiroshima ficou às escuras, enquanto em Tóquio, a Torre Tóquio, um ícone da capital nacional, também desligou toda a iluminação, para demonstrar o desejo dos cidadãos de Tóquio de fazer parte desta jornada global em busca de soluções para o clima.
Coreia do Sul:
Cidadãos de mais de 100 cidades e municípios em toda a Coreia do Sul desligaram suas luzes para a Hora do Planeta. A capital Seul tomou a frente do movimento com uma forte demonstração de preocupação com as mudanças climáticas: em toda a cidade, as luzes e holofotes que iluminam os 20 marcos mais conhecidos da paisagem urbana foram desligados. Entre eles estavam o Aeroporto Internacional Gimpo, o Escritório do Presidente, o World Trade Centre, a Fortaleza de Seul e 13 pontes sobre o Rio Han.
Na aldeia histórica de Namsan Hanok, para marcar a Hora do Planeta houve uma vigília à luz de velas, acompanhada por um show musical tradicional, Samul-nori, e um outro nem tão tradicional mas igualmente poderoso de flash-mob Hora do Planeta.
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A HORA DO PLANETA É CELEBRADA EM 11 FUSOS HORÁRIOS NA RÚSSIA
Moscou, Rússia - Os cidadãos de Moscou comemoraram animadamente a Hora do Planeta ao som do grupo convidado de percussão STOMP - conhecido mundialmente por usar objetos do dia-a-dia como instrumentos musicais e, especialmente, por seu uso de tampas de latas de lixo. Realizaram uma aula para os presentes e um concerto como parte do seu tour pela Europa do Leste.
No entanto, a Hora do Planeta começou neste país, o maior do mundo, 11 fusos horários mais cedo, com cidadãos de Petropavlosk-Kamchatksky apagando suas luzes na mesma hora que os cidadãos de Fiji. Pela primeira vez, os Mongóis também se juntaram à Hora do Planeta reunindo um grupo incrível - e bem resistente considerando as temperaturas gélidas do momento - de 3.000 pessoas na Praça Sukhbaatar na capital Ulaan Batar.
Esses dois países participaram do movimento global Hora do Planeta que reúne centenas de milhões de pessoas em mais de 4.000 cidades e comunidades em 125 países.
Na capital cazaque Astana, as luzes se apagaram no monumento nacional Astana-Baiterek, como também em vários prédios públicos incluindo o Palácio Presidencial, a Corte Suprema e o Palácio da Independência. Cerca de 90 cidades cazaques aderiram à campanha da Hora do Planeta.
A maioria das pontes famosas de Moscou se juntaram à Prefeitura, Universidade de Moscou e Arena de Esportes de Lujniki e outros ao apagarem suas luzes durante a Hora do Planeta. As luzes também se apagaram na Pequena Arena de Esportes de Lujniki.
Ação presidencial no Paquistão e nas Maldivas
O Presidente e o Primeiro Ministro apagaram as luzes de suas casas liderando a primeira participação do Paquistão na Hora do Planeta, se juntando aos cidadãos de Islamabad, Karachi e Lahore. "A conservação de recursos naturais e bens essenciais é crítico para criar um ambiente sustentável", afirmou o Presidente Asif Ali Zardani. A Assembléia Nacional e várias cadeias de hotéis se juntaram à Hora do Planeta no Paquistão.
O maior prédio do mundo apaga sua luzes para a Hora do Planeta
O petróleo pode ter muito bem financiado várias das maravilhas arquitetônicas da região ao redor do Golfo Pérsico, mas existem sinais de que os estados da região estão buscando participar da crescente economia de energias renováveis. Liderando o esforço está Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, agora construindo a eco-cidade Masdar. Lá, a mesquita Xeque Zayed - a maior da cidade podendo acolher 40.000 fiéis - será o ícone da mensagem da Hora do Planeta.
Não muio longe ao sul, em Dubai, o destaque foi a participação do maior prédio do mundo, com 828 metros, Burj Khalifa. Também participou o símbolo mais conhecido de Dubai, o hotel Burj Al Arab, conhecido como vela Árabe.
No Bahrein, a Torre Almoayyad, de apelido "Torre Negra", apagou suas luzes, bem como o Circuito Internacional do Bahrain onde ocorre a corrida de Fórmula 1 - admitidamente um pequeno gesto considerando as elevadas emissões do esporte.
Monumentos naturais - um incrível pano de fundo para a Hora do Planeta na África
Enquanto outros continentes concretizaram sua mensagem climática por meio de monumentos humanos, a África optou por monumentos naturais.
As Montanhas da Mesa, próximos à Cidade do Cabo, África do Sul, teve sua iluminação apagada e provavelmente foi o maior monumento natural a participar. As Cataratas de Victoria na fronteira entre o Zimbabwe e a República Democrática do Congo, as maiores do mundo, chegaram como próximo segundo.
"Se houvesse uma hora que importasse e um nome para descrevê-lo, seria este", afirmou o Arcebispo Desmond Tutu, vencedor sul-africano da Hora do Planeta. O Arcebispo havia descrito as mudanças climáticas como a "a maior crise de responsabilidade humana enfrentada pelo mundo hoje".
"Não descrimina raça, cultura e religião. Afeta todo os seres humanos de todo o mundo", disse ele.
As áreas com maiores dificuldades de acesso à eletricidade procuraram pôr maior ênfase em atividades ao invés do ato de apagar as luzes. Em Madagascar, restaurantes organizaram jantares a luz de velas e um carnaval de dia aconteceu nas ruas da cidade de Mada.
Estações de trem constituíram escolha predileta para apagar as luzes, já que são bem iluminadas, públicas e movimentadas.
No Quênia, o Centro Internacional de Conferência Kenyatta apagaram as luzes e organizaram um concerto de Achieng’ Abura, cantor africano de jazz e também embaixador para o WWF Quênia.
Capital por séculos celebra a Hora do Planeta, uma ponte entre dois mundos
Istambul, uma cidade com um rico passado e que já foi capital sob os nomes de Bizâncio e Constantinopla, celebrou a Hora do Planeta apagando as luzes da Ponte Bosphorus que junta a Europa à Ásia. A ponte, inaugurada próximo ao 50º aniversário da República da Turquia em 1973, possui desde 2007 um sistema de luzes LED que produz um verdadeiro espetáculo visual no local.
Em outra parte da cidade, apoiadores da Hora do Planeta participaram de um concerto acústico a luzes de vela.
Os monumentos mais antigos da humanidade se juntam ao chamado
Monumentos antigos e repletos de segredos, a Esfinge e as Grandes Pirâmides de Guizé, Egito, bem como o Acrópole em Atenas permaneceram no escuro em ato para a sobrevivência das civilizações modernas. A Esfinge de Guizé, de 73,5 metros de altura, é a mais antiga escultura do mundo enquanto seu vizinho as Grandes Pirâmides é uma das poucas das sete maravilhas ainda em existência.
O Acrópole de Atenas, símbolo das primeiras democracias, simboliza a capacidade da humanidade de se superar.
A Grécia mostrou novamente sua incrível participação durante a Hora do Planeta, com 251 cidades participando. Em Tessalônika, a segunda maior cidade da Grécia, as luzes da estátua de Alexandre o Grande, que disseminou a cultura grega por uma grande área, se apagaram, bem como a Torre Branca, uma antiga fortificação otomana adotada como símbolo da cidade.
Apoio dos Bálcãs para a Hora do Planeta
Antes da Hora do Planeta, a Bulgária e a Romênia juntaram esforços para organizar um evento entre os dois países. Sob o nome de "Economia de baixo carbono - oportunidades de negócio e desafios", o evento foi organizado pelo WWF, o Conselho Britânico e as embaixadas britânicas de Sófia e Bucareste.
"Queremos conscientizar o setor privado já que enfrentar as mudanças climáticas requer uma transição para um economia de baixo carbono", afirmou Kanstantin Ivanov, Chefe de Comunicações e Marketing do WWF em Sófia. "Várias empresas estão aproveitando as oportunidades criadas pelas mudanças climáticas por meio de soluções inovadoras, enquanto aumentam seu volume de vendas e seus lucros", destacou.
Na noite, uma procissão de pessoas carregando velas e lanternas caminharam na parte central de Sófia e depois aproveitaram um concerto acústico no coração da cidade.
Na Bulgária, os prédios da Assembléia Nacional, o Palácio Nacional de Cultura e o Banco Nacional Búlgaro foram apagados para o evento.
Na Romênia, as luzes do Palácio do Parlamento, um dos prédios mais altos do mundo e certamente o maior prédio parlamentar, foram apagadas. Ele consome em uma hora o que uma casa consome normalmente em um ano, ou o que uma cidade de 20.000 pessoas consome em uma hora. As luzes do Palácio do Parlamento serão apagadas por Luminita Tanasie, o diretor do Programa Romeno do WWF para os Danúbio-Cárpatos, junto com Roberta Anastase, o presidente da Câmara de Deputados Romenos.
Outros prédios notáveis que serão apagados incluem o Athenaeum Romeno, a Casa de Ópera de Romênia em Bucareste e o Muséu Nacional de Artes.
Na Ucrânia, a capital Kiev liderou outras 16 cidades na adesão à Hora do Planeta pela segunda vez. Em Kiev, as luzes do movimento boulevard Kreschatik e do monastério ortodoxo cristão histórico Kievo-Pecherskaya se apagaram.
O centro histórico de Odessa, incluindo a Ópera e o quarteirão em frente ao mar, também ficaram às escuras. O dia todo, em Kiev, as pessoas podiam assistir a filmes no parque da cidade, projetadas com energias alternativas como eólica, solar e energia recebido por bicicletas elétricas movidas a esforço humano.
Cerca de 50 restaurantes da rede popular Kozyrna Karta ofereceram aos seus clientes um jantar a luz de velas ao redor da Ucrânia. Na cidade de Poltava, a Sociedade de Astronomia convidou as pessoas para um evento de "astronomia de rua" onde puderam olhar para estrelas com as luzes apagadas.
Na Sérvia, os Eco Mosqueteiros de Belgrado mais uma vez iniciaram atividades antes da Hora do Planeta. Armados com argumentos convincentes e material de divulgação da Hora do Planeta, eles pediram às transeuntes que apagassem suas luzes às 20:30. Em caixas da Hora do Planeta, eles coletaram mensagens a serem distribuídas às autoridades sobre a importância de enfrentar as mudanças climáticas.
Os Eco Mosqueteiros se juntaram a um dos monumentos do inventor Nikola Tesla (1856-1943). Um dos pais da energia comercial, Tesla foi "recrutado" como embaixador da Hora do Planeta por causa do seu jeito de pensar e sua pesquisa, fortemente influenciada pelo planeta.
O monumento de Nikola Tesla também "vestiu" uma camiseta da Hora do Planeta.
Na segunda maior cidade da Sérvia, Novi Sad, pessoas se aglomeraram na histórica Fortaleza Petrovaradin. No planetário, visitantes receberam uma palestra sobre as mudanças climáticas e foram convidados a olhar para um conjunto mais brilhante de estrelas.
FONTE:http://www.horadoplaneta.org.br
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sábado, 27 de março de 2010
Movimento dá a volta ao globo
Prevista adesão de 1,2 mil milhões de pessoas
A Hora do Planeta já começou. Portugal só fica às escuras logo à noite, mas, do outro lado do mundo, os 60 minutos de luta contra as alterações climáticas começaram esta manhã. Nas ilhas Chatham, na Nova Zelândia, as primeiras luzes apagaram-se às 6h45 de Lisboa. Depois de o ligar e desligar de interruptores ter dado a volta ao mundo, as últimas luzes acendem-se em Samoa, às 7h30 de amanhã de Portugal continental.
Em 2009, 1,2 mil milhões de pessoas aderiram ao apagão, um número que a WWF prevê que se repita.
Este ano, o número de países e regiões aderentes ascende aos 121.
O apagão é assinalado por vários monumentos importantes a nível mundial, como o Empire State Building, em Nova Iorque, o Memorial da Paz, em Hiroxima, a Torre Eiffel, em Paris, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Casa da Ópera de Sydney, o Portão da Índia e o Forte Vermelho, em Deli, o Anjo da Independência, na Cidade do México, ou a ponte do Bósforo, em Istambul.
Cento e oitenta cidades aderem na Bélgica, 131 em França, 111 na Suécia, 91 no Canadá e outras 90 na Grécia.
Personalidades como o arcebispo Desmond Tutu, Nobel da Paz em 1984, a modelo Giselle Bündchen, a primeira-dama do Peru, Eliane Karp, ou a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark deram a cara pela iniciativa.
A WWF apela à participação no apagão com o gesto de desligar o interruptor, mas também através da Internet (www.earthhour.org). C.S.
Em 2009, 1,2 mil milhões de pessoas aderiram ao apagão, um número que a WWF prevê que se repita.
Este ano, o número de países e regiões aderentes ascende aos 121.
O apagão é assinalado por vários monumentos importantes a nível mundial, como o Empire State Building, em Nova Iorque, o Memorial da Paz, em Hiroxima, a Torre Eiffel, em Paris, o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, a Casa da Ópera de Sydney, o Portão da Índia e o Forte Vermelho, em Deli, o Anjo da Independência, na Cidade do México, ou a ponte do Bósforo, em Istambul.
Cento e oitenta cidades aderem na Bélgica, 131 em França, 111 na Suécia, 91 no Canadá e outras 90 na Grécia.
Personalidades como o arcebispo Desmond Tutu, Nobel da Paz em 1984, a modelo Giselle Bündchen, a primeira-dama do Peru, Eliane Karp, ou a ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark deram a cara pela iniciativa.
A WWF apela à participação no apagão com o gesto de desligar o interruptor, mas também através da Internet (www.earthhour.org). C.S.
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Portugal apaga as luzes pelo ambiente na Hora do Planeta...
Promotores da iniciativa querem mobilizar um milhão de portugueses Maurício LIMA/ AFP
Por Cláudia Sobral Vinte e seis municípios aderiram ao apagão de hoje. Espera-se que um milhão de portugueses desligue os interruptores durante uma hora
Em Portugal, que apenas em 2009 aderiu à Hora do Planeta - uma iniciativa promovida pela World Wide Fund for Nature (WWF) -, são 26 os municípios a participar no apagão entre as 20h30 e as 21h30. Contando com aqueles que não abdicarão de desligar o televisor durante o jogo da bola de logo à noite, a organização estima que cerca de um milhão de portugueses se deixe ficar às escuras.
A responsável pela comunicação da iniciativa da WWF, Ângela Morgado, explicou ao PÚBLICO que as estatísticas da energia que poderá ser poupada com este gesto não são o que importa, por se tratar, precisamente, de uma acção simbólica (a WWF nem sequer conseguiu obter os dados relativos ao ano passado).
No entanto, "tendo por base uma equação muito rudimentar, podemos prever que, se um milhão de portugueses aderir à Hora do Planeta, se gaste, durante essa hora, menos cinco por cento de energia do que o habitual". Esta previsão baseia-se nos números avançados por Sydney em 2007: com dois milhões de pessoas às escuras naquela que é a mais populosa cidade australiana reduziu-se em dez por cento o consumo de energia habitual naquela hora.
Dois interruptores gigantes - um em Lisboa, junto à Fonte Luminosa de Belém, e outro em Faro, junto ao Arco da Vila - são desligados para assinalar o início da Hora do Planeta. Monumentos como a Ponte 25 de Abril, o Mosteiro dos Jerónimos, o Cristo-Rei ou o Castelo de São Jorge, em Lisboa, ou a Torre dos Clérigos e as pontes D. Luís e D. Maria, no Porto, ficam às escuras.
A Quercus, que nenhuma relação tem com a organização da Hora do Planeta, mas que se mostra "solidária" com a iniciativa, sublinha ser "fundamental e possível tornar isso um hábito". "As luzes dos monumentos e de muitas estradas deveriam ser desligadas todos os dias", defende Francisco Ferreira. "A iluminação pública é onde o consumo de electricidade mais tem crescido nos últimos anos. E isso deve ser avaliado pelas autarquias, porque, para além de ter custos muito elevados, tem um impacto ambiental considerável."
Recorde de adesão
O objectivo inicial da WWF portuguesa de duplicar o número de municípios participantes no ano passado já foi ultrapassado, mas, diz Ângela Morgado, "ainda há um longo caminho a percorrer", num país com 308 municípios. "Portugal poderá, no próximo ano, ter já cem municípios aderentes", arrisca prever.
Lisboa, Porto, Faro, Almeirim, Vila Real, Aveiro, Esposende, Águeda, Horta, Angra do Heroísmo e Lajes do Pico, nos Açores, Vila Nova de Famalicão, Loulé, Sintra, Albufeira, Tomar, Viseu, Amadora, Mirandela, Guarda, Matosinhos, Lamego, Setúbal, Sertã, Vale de Cambra e Coruche são os 26 municípios aderentes.
Mas não é só a adesão dos municípios que dita o sucesso da iniciativa, entendem os promotores. "Nas redes sociais o número de apoiantes portugueses não pára de aumentar", revela Ângela Morgado, referindo-se ao Facebook.
Contavam-se ontem perto de 11 mil registos portugueses no mapa mundial de apoio à iniciativa da WWF. Em Espanha eram quase 80 mil e no Reino Unido o número de apoiantes estava perto dos 1,4 milhões (os registos eram 5,7 milhões a nível mundial).
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Oceania apaga cartões-postais e abre a Hora do Planeta 2010...
27/03/2010 - 10h19 | do UOL Notícias
Greg Wood/AFP
Montagem traz participação da Ópera de Sydney, na Austrália, na Hora do Planeta
Do UOL Notícias
São Paulo
Austrália e Nova Zelândia apagaram alguns de seus cartões-postais mais famosos e abriram a Hora do Planeta 2010, um ato simbólico contra o aquecimento global.São Paulo
Na Nova Zelândia, por exemplo, a torre Sky Tower, em Auckland, teve suas luzes apagadas. A Austrália, por sua vez, apagou a ponte da Baía de Sydney, a Ópera de Sydney o Luna Park de Melbourne e o Parlamento em Canberra.
A campanha foi proposta pela Rede WWF (World Wide Fund for Nature) em 2007 e tem ganhado mais adesões a cada edição. No Brasil, monumentos como o Cristo Redentor, no Rio, a Ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, o Palácio de Cristal, em Curitiba, e o Arco da Praça Portugal, em Fortaleza, também vão ficar apagados durante a Hora do Planeta, a partir das 20h30.
O UOL aderiu simbolicamente à campanha e convida seu público a participar. Desde quinta-feira, o UOL Notícias e o UOL Ciência e Saúde mostram um cronômetro com o tempo que falta para a Hora do Planeta. A partir das 20h30 deste sábado, haverá um interruptor na home page do UOL estimulando o público a desligar o portal. Quem clicar no interruptor durante a Hora do Planeta, verá uma primeira página totalmente preta. Esta é uma iniciativa do UOL, que não conta com nenhum patrocinador. A adesão do público é também voluntária. Se o leitor não quiser aderir à Hora do Planeta, poderá acender novamente a página e ver o cobertura jornalística da mobilização global.
Acima, a ponte da Baía de Sydney (Austrália) antes (acima) e durante (abaixo) a Hora do Planeta
A mobilização já conta com o apoio de 64 cidades brasileiras - das quais 17 capitais - distribuídas em 19 Estados de norte a sul do país, além de mais de 1.500 empresas e 249 organizações. "Estamos felizes com os resultados já obtidos e esperançosos de que vamos conseguir ainda mais adesões", diz Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.
Anos anteriores
A adesão estimada no Brasil deve superar a do ano passado, quando participaram 51.926 pessoas cadastradas e centenas de outras que não fizeram o cadastro, mas apagaram suas luzes durante uma hora.
DICAS PARA ECONOMIZAR ENERGIA
A utilização de lâmpadas fluorescentes compactadas, no lugar das incandescentes, pode representar uma economia de até 80% de energia
Causas
No Brasil, a WWF escolheu como temas da Hora do Planeta o combate ao desmatamento, a proteção e recuperação de áreas de preservação permanente, como as matas ciliares e as nascentes, e a obrigatoriedade do cumprimento das metas de redução de desmatamento e de emissões de gases de efeito estufa assumidas na Conferência de Copenhague em 2009 (COP-15 da UNFCCC).
O país é considerado o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. A maior parte da emissão (75%) é proveniente de queimadas e desmatamento.
Embora defenda a economia de energia e a maior eficiência na sua produção, transporte e consumo, o WWF-Brasil esclarece que a Hora do Planeta é apenas um gesto simbólico. "Como acontece por apenas uma hora, não há qualquer impacto previsto sobre a economia", afirma Hamú.
O site oficial da campanha para obter mais informações e se cadastrar é www.horadoplaneta.org.br.
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Austrália apaga luz de monumentos e dá início à Hora do Planeta...
Alguns dos monumentos mais famosos da Austrália tiveram suas luzes apagadas neste sábado para marcar o início da Hora do Planeta, uma iniciativa mundial que tem por objetivo chamar a atenção para o aquecimento global.
A Opera House e a Harbour Bridge de Sydney, o Luna Park de Melbourne e o Parlamento em Canberra ficaram às escuras a partir das 20h30 (hora local, 6h30 em Brasília). Este é o horário em que, localmente, pessoas de todo o mundo estão sendo incentivadas a apagar suas luzes.
Segundo o jornal australiano ABC News, milhões de casas também aderiram ao "apagão" em todo o país.
Cidades em 120 países devem aderir à Hora do Planeta, criada por australianos em 2007. Na ocasião, apenas as luzes dos monumentos de Sydney foram desligadas.
Já no ano passado, cerca de 50 milhões de pessoas aderiram ao evento em todo o mundo.
Este ano, os organizadores esperam que o número aumente.
Eles contam também com a promessa de que 1,2 mil dos monumentos e pontos mais conhecidos do planeta terão as luzes apagadas - entre eles, a Torre Eiffel, em Paris, o Big Ben, em Londres, a Cidade Proibida, em Pequim, as Pirâmides do Egito e a "Strip", de Las Vegas.
A Hora do Planeta vem ganhando cada vez mais projeção com o apoio e o patrocínio de grandes empresas multinacionais.
A Opera House e a Harbour Bridge de Sydney, o Luna Park de Melbourne e o Parlamento em Canberra ficaram às escuras a partir das 20h30 (hora local, 6h30 em Brasília). Este é o horário em que, localmente, pessoas de todo o mundo estão sendo incentivadas a apagar suas luzes.
Segundo o jornal australiano ABC News, milhões de casas também aderiram ao "apagão" em todo o país.
Cidades em 120 países devem aderir à Hora do Planeta, criada por australianos em 2007. Na ocasião, apenas as luzes dos monumentos de Sydney foram desligadas.
Já no ano passado, cerca de 50 milhões de pessoas aderiram ao evento em todo o mundo.
Este ano, os organizadores esperam que o número aumente.
Eles contam também com a promessa de que 1,2 mil dos monumentos e pontos mais conhecidos do planeta terão as luzes apagadas - entre eles, a Torre Eiffel, em Paris, o Big Ben, em Londres, a Cidade Proibida, em Pequim, as Pirâmides do Egito e a "Strip", de Las Vegas.
A Hora do Planeta vem ganhando cada vez mais projeção com o apoio e o patrocínio de grandes empresas multinacionais.
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Governo Aécio Neves participa do movimento “Hora do Planeta”, organizado pela WWF- Brasil...
Publicado em 27/03/2010 por repórter mineiro
O Governo Aécio Neves, por meio das secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de Planejamento e Gestão (Seplag) e do Programa Ambientação, adere pelo segundo ano consecutivo ao movimento “Hora do Planeta”. Organizado pela WWF- Brasil, a Hora do Planeta é uma ato simbólico por meio do qual governos, empresas e a população são convidados para apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas.
Em 2008, o Brasil participou pela primeira vez, e o movimento superou todas as expectativas: no total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por 60 minutos. Em Minas Gerais, foram apagadas as luzes do Palácio da Liberdade e da antiga sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), localizada no Centro de Belo Horizonte.
Neste sábado (27), de 20h30 às 21h30 serão apagadas as luzes do complexo do Palácio da Liberdade (Palácio dos Despachos e Batalhão de Guarda), o Palácio das Mangabeiras, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) e dos prédios Minas, Gerais e Palácio Tiradentes da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. Centenas de milhões de pessoas em mais de quatro mil cidades de 88 países apagaram as luzes.
Conscientização
Um dos articuladores da adesão minera à Hora do Planeta 2010, o Programa Ambientação realizou nessa quinta (25) e sexta-feira (26) ações educativas nas dependências da Cidade Administrativa, ações de conscientização ambiental junto aos servidores do complexo para que eles repassem a ação em suas casas.
“O Ambientação, como programa de comunicação e educação socioambiental que é, vê seu foco de trabalho intimamente ligado ao objetivo da ação Hora do Planeta, uma vez que procuramos trabalhar junto aos servidores a consciência de que as nossas ações diárias têm impacto direto sobre o meio ambiente. Com a adesão do Governo de Minas Gerais esperamos, portanto, motivar a população por meio da ação multiplicadora dos funcionários públicos estaduais”, explica a coordenadora do Ambientação, Mirian Dias Baggio.
Por que apagar as luzes?
O acordo internacional de clima, com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2ºC, não foi assinado em 2009. Em 2010, novas ações deverão ser tomadas para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Cada ano que passa é crucial para o futuro do planeta.
Além disso, 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e a Hora do Planeta simboliza também a importância de protegermos ecossistemas e espécies e de nos adaptarmos aos efeitos das mudanças climáticas.
No Brasil, o desmatamento das nossas florestas, principalmente Amazônia e Cerrado, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal gás causador do aquecimento global. Evitar o desmatamento em todos os biomas, manter as matas ciliares e garantir a integridade e a saúde dos rios, aumentar o saneamento básico e a qualidade da água, além de promovermos uma economia mais verde e ambientalmente responsável, são alguns dos deveres de casa que devem ser feitos.
O Governo Aécio Neves, por meio das secretarias de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), de Planejamento e Gestão (Seplag) e do Programa Ambientação, adere pelo segundo ano consecutivo ao movimento “Hora do Planeta”. Organizado pela WWF- Brasil, a Hora do Planeta é uma ato simbólico por meio do qual governos, empresas e a população são convidados para apagarem as luzes por 60 minutos para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global e as mudanças climáticas.
Em 2008, o Brasil participou pela primeira vez, e o movimento superou todas as expectativas: no total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por 60 minutos. Em Minas Gerais, foram apagadas as luzes do Palácio da Liberdade e da antiga sede do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema), localizada no Centro de Belo Horizonte.
Neste sábado (27), de 20h30 às 21h30 serão apagadas as luzes do complexo do Palácio da Liberdade (Palácio dos Despachos e Batalhão de Guarda), o Palácio das Mangabeiras, o Centro Mineiro de Referência em Resíduos (CMRR) e dos prédios Minas, Gerais e Palácio Tiradentes da Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves.
A Hora do Planeta começou em 2007, apenas em Sidney, na Austrália. Em 2008, 371 cidades participaram. Centenas de milhões de pessoas em mais de quatro mil cidades de 88 países apagaram as luzes.
Conscientização
Um dos articuladores da adesão minera à Hora do Planeta 2010, o Programa Ambientação realizou nessa quinta (25) e sexta-feira (26) ações educativas nas dependências da Cidade Administrativa, ações de conscientização ambiental junto aos servidores do complexo para que eles repassem a ação em suas casas.
“O Ambientação, como programa de comunicação e educação socioambiental que é, vê seu foco de trabalho intimamente ligado ao objetivo da ação Hora do Planeta, uma vez que procuramos trabalhar junto aos servidores a consciência de que as nossas ações diárias têm impacto direto sobre o meio ambiente. Com a adesão do Governo de Minas Gerais esperamos, portanto, motivar a população por meio da ação multiplicadora dos funcionários públicos estaduais”, explica a coordenadora do Ambientação, Mirian Dias Baggio.
Por que apagar as luzes?
O acordo internacional de clima, com medidas para que se mantenha o aquecimento global abaixo dos 2ºC, não foi assinado em 2009. Em 2010, novas ações deverão ser tomadas para reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa. Cada ano que passa é crucial para o futuro do planeta.
Além disso, 2010 é o Ano Internacional da Biodiversidade e a Hora do Planeta simboliza também a importância de protegermos ecossistemas e espécies e de nos adaptarmos aos efeitos das mudanças climáticas.
No Brasil, o desmatamento das nossas florestas, principalmente Amazônia e Cerrado, é responsável por 75% das emissões de CO2, o principal gás causador do aquecimento global. Evitar o desmatamento em todos os biomas, manter as matas ciliares e garantir a integridade e a saúde dos rios, aumentar o saneamento básico e a qualidade da água, além de promovermos uma economia mais verde e ambientalmente responsável, são alguns dos deveres de casa que devem ser feitos.
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HORA DO PLANETA EM BELÉM - WWF BRASIL...
sábado, 27 de março de 2010
Em Belém o símbolo da Hora do Planeta será o Mercado São Brás, com a banda Suzana Flag e muita música regional, que ficará no escuro das 20h30 às 21h30. Muita música e a celebração pelo meio ambiente acontecem do lado de fora do mercado. O famoso mercado de peixe Ver-o-Peso também terá suas luzes desligadas.
Para a noite do planeta, o hotel Hilton prepara uma programação diferente: jantar à luz de velas, luau a beira da piscina, com iluminação de tochas, som acústico de violão e percussão e apresentação de grupo de dança. Quem for até lá ainda poderá provar drinks com nomes bem diferentes preparados para a ocasião: camada de ozônio, efeito estufa, etc. O hotel Crowne Plaza também oferecerá jantar a luz de velas aos hóspedes. (Fonte: http://www.horadoplaneta.org.br/noticias_aberto.php?id_not=55 )
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Notícias » Notícias Ilhas do Pacífico apagam luzes e iniciam Hora do Planeta
As remotas ilhas Chatham, no Pacífico, deram início hoje à campanha mundial Hora do Planeta, que busca chamar a atenção para a luta contra a mudança climática. Os 600 habitantes das pequenas ilhas, que marcam o início do ciclo horário, apagaram seus geradores a diesel para participar da iniciativa, impulsionada pela ONG WWF.
Sydney foi a primeira grande cidade a se somar à iniciativa ecológica, ao apagar as luzes de pontos famosos como a Casa da Ópera entre 20h30 e 21h30, a faixa horária escolhida para o apagão mundial.
Em seguida, também apagaram as luzes de pontos simbólicos Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul e China.
Sydney foi a primeira grande cidade a se somar à iniciativa ecológica, ao apagar as luzes de pontos famosos como a Casa da Ópera entre 20h30 e 21h30, a faixa horária escolhida para o apagão mundial.
Em seguida, também apagaram as luzes de pontos simbólicos Nova Zelândia, Japão, Coreia do Sul e China.
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Contra o aquecimento global, 72 cidades brasileiras apagam as luzes...
Evento criado pela rede WWF terá a participação de 19 capitais.
Na Amazônia, Mercado Ver-o-Peso e Teatro Amazonas devem se apagar.
Do Globo Amazônia, em São Paulo
Para manifestar sua preocupação com o aquecimento global, 72 cidades brasileiras - entre as quais 19 capitais - apagarão as luzes de seus principais pontos turísticos neste sábado (27). O ato faz parte da campanha “Hora do Planeta”, organizada pela rede de ONGs WWF, em que pessoas, governos e empresas apagarão as luzes das 20h30 às 21h30 (horário de Brasília) contra as mudanças climáticas.
A "Hora do Planeta" surgiu em 2007 na Austrália e terá este ano 125 países participando
A iniciativa costuma mobilizar governos a apagarem as luzes de monumentos importantes, como a Torre Eiffel, na França, a Times Square, em Nova York, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
Os estados da Amazônia Legal também vão aderir, deixando às escuras alguns cartões-postais que são referência na região, como o Mercado Ver-o-Peso, em Belém.
A demanda por energia vem crescendo a cada ano nesta parte do país. Em 2008, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, só a região Norte consumiu 23.873 GW / hora de energia. Os estados do Maranhão e de Mato Grosso, que compõem a Amazônia Legal, consumiram juntos 16.190 GW / hora de energia no mesmo ano.
No Rio de Janeiro, primeira cidade a aderir, acontece o evento oficial da "Hora do Planeta 2010", no Jardim Botânico. São Paulo, Brasília, Recife, Salvador e Porto Alegre também estão entre as participantes (veja o site oficial para informações sobre todo o Brasil).
Mundo perdeu dois Estados de SP de florestas na última década, diz ONU
Abaixo, conheça a programação da Hora do Planeta para a Amazônia Legal, segundo informações do site do evento.
Manaus: Os parques Ponto dos Bilhares e Lagoa do Japiim terão as luzes apagadas. Haverá shows com os grupos Imbaúba e Pássaros da Amazônia, no Centro Universitário Luterano de Manaus. Após os shows, a multidão irá até a Lagoa do Japiim, a pé ou de bicicleta.
No interior do estado, a Universidade do Estado do Amazonas está mobilizando seus campi em 24 municípios. Em Itapiranga, haverá uma procissão à luz de velas. Em São Sebastião, os jovens farão uma vigília na igreja adventista do município. Em Barcelos, a Hora do Planeta será na escadaria de uma igreja às margens do Rio Negro. Em Coari, haverá apresentação musical.
Belém: As luzes serão apagadas no Mercado São Brás e no Ver-o-Peso. Alguns hotéis e restaurantes na capital do Pará também preparam programação especial.
Palmas: As luzes do Espaço Cultural serão apagadas na capital do Tocantins.
São Luís: Ficam no escuro o Palácio La Ravardiere (sede da prefeitura), o Memorial Maria Aragão, a Igreja dos Remédios, a sereia da praça Dom Pedro II e o monumento da praça Gonçalves Dias.
Cuiabá: O Palácio Dante Martins de Oliveira, a praça Rachid Jaudy, o Museu do Morro da Caixa d’Água Velha e o Centro Geodésico da América do Sul terão as luzes apagadas.
Rio Branco: Participam o Horto Florestal e o Palácio Rio Branco. Alguns restaurantes também vão aderir ao evento.
Na Amazônia, Mercado Ver-o-Peso e Teatro Amazonas devem se apagar.
Do Globo Amazônia, em São Paulo
Para manifestar sua preocupação com o aquecimento global, 72 cidades brasileiras - entre as quais 19 capitais - apagarão as luzes de seus principais pontos turísticos neste sábado (27). O ato faz parte da campanha “Hora do Planeta”, organizada pela rede de ONGs WWF, em que pessoas, governos e empresas apagarão as luzes das 20h30 às 21h30 (horário de Brasília) contra as mudanças climáticas.
A "Hora do Planeta" surgiu em 2007 na Austrália e terá este ano 125 países participando
No coração da floresta, o Teatro Amazonas, em Manaus, apagou as luzes durante a Hora do Planeta, em 2009. (Foto: Raphael Alvez/ WWF Brasil/ Divulgação)
A iniciativa costuma mobilizar governos a apagarem as luzes de monumentos importantes, como a Torre Eiffel, na França, a Times Square, em Nova York, e o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro.
Os estados da Amazônia Legal também vão aderir, deixando às escuras alguns cartões-postais que são referência na região, como o Mercado Ver-o-Peso, em Belém.
A demanda por energia vem crescendo a cada ano nesta parte do país. Em 2008, segundo dados da Empresa de Pesquisa Energética, só a região Norte consumiu 23.873 GW / hora de energia. Os estados do Maranhão e de Mato Grosso, que compõem a Amazônia Legal, consumiram juntos 16.190 GW / hora de energia no mesmo ano.
No Rio de Janeiro, primeira cidade a aderir, acontece o evento oficial da "Hora do Planeta 2010", no Jardim Botânico. São Paulo, Brasília, Recife, Salvador e Porto Alegre também estão entre as participantes (veja o site oficial para informações sobre todo o Brasil).
Mundo perdeu dois Estados de SP de florestas na última década, diz ONU
Abaixo, conheça a programação da Hora do Planeta para a Amazônia Legal, segundo informações do site do evento.
Manaus: Os parques Ponto dos Bilhares e Lagoa do Japiim terão as luzes apagadas. Haverá shows com os grupos Imbaúba e Pássaros da Amazônia, no Centro Universitário Luterano de Manaus. Após os shows, a multidão irá até a Lagoa do Japiim, a pé ou de bicicleta.
No interior do estado, a Universidade do Estado do Amazonas está mobilizando seus campi em 24 municípios. Em Itapiranga, haverá uma procissão à luz de velas. Em São Sebastião, os jovens farão uma vigília na igreja adventista do município. Em Barcelos, a Hora do Planeta será na escadaria de uma igreja às margens do Rio Negro. Em Coari, haverá apresentação musical.
Belém: As luzes serão apagadas no Mercado São Brás e no Ver-o-Peso. Alguns hotéis e restaurantes na capital do Pará também preparam programação especial.
Palmas: As luzes do Espaço Cultural serão apagadas na capital do Tocantins.
São Luís: Ficam no escuro o Palácio La Ravardiere (sede da prefeitura), o Memorial Maria Aragão, a Igreja dos Remédios, a sereia da praça Dom Pedro II e o monumento da praça Gonçalves Dias.
Cuiabá: O Palácio Dante Martins de Oliveira, a praça Rachid Jaudy, o Museu do Morro da Caixa d’Água Velha e o Centro Geodésico da América do Sul terão as luzes apagadas.
Rio Branco: Participam o Horto Florestal e o Palácio Rio Branco. Alguns restaurantes também vão aderir ao evento.
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Tokyo Tower e Memorial da Paz apagarão as luzes por uma hora...
Empire State, Torre Eiffel e Cristo Redentor também apagarão as luzes às 20h30 do dia 27 de março - ipcdigital.com / Divulgação | |
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Marriott comemora a Hora da Terra, desliga as luzes em 500 hotéis em todo mundo
Empresa dá início a mês de consciência ambiental por meio de evento simbólico
BETHESDA, Md., 26 de março /PRNewswire/ -- Neste sábado, 27 de março, às 20h30, hora local, os hotéis e resorts da marca Marriott em todo o mundo apagarão as luzes, por uma hora, em apoio à Hora da Terra - movimento global que une empresas, organizações e indivíduos na tomada de medidas para aumentar a consciência nas questões das alterações climáticas - e dá início ao compromisso da empresa por todo um mês com a consciência ambiental.
No ano passado, a Hora da Terra, organizada pela WWF (World Wildlife Fund) atraiu mais de 80 milhões de participantes nos EUA e cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo. Assista a este vídeo de 30 segundos para uma visão divertida de como este evento é comemorado.
"Estamos estimulando os hotéis e unidades de negócios globalmente a ofuscar ou desligar a iluminação não essencial em apoio a este evento", diz Mari Snyder, vice-presidente, responsabilidade social e envolvimento comunitário da Marriott International, Inc. "Nossa meta é ter 500 hotéis, resorts e unidades de negócios participando este ano. É apenas uma parte da estratégia ambiental Spirit To Preserve (Atitude para preservar) em andamento e preâmbulo para a ação em nível de empresa em abril".
Fonte: Marriott International, Inc.
BETHESDA, Md., 26 de março /PRNewswire/ -- Neste sábado, 27 de março, às 20h30, hora local, os hotéis e resorts da marca Marriott em todo o mundo apagarão as luzes, por uma hora, em apoio à Hora da Terra - movimento global que une empresas, organizações e indivíduos na tomada de medidas para aumentar a consciência nas questões das alterações climáticas - e dá início ao compromisso da empresa por todo um mês com a consciência ambiental.
No ano passado, a Hora da Terra, organizada pela WWF (World Wildlife Fund) atraiu mais de 80 milhões de participantes nos EUA e cerca de um bilhão de pessoas em todo o mundo. Assista a este vídeo de 30 segundos para uma visão divertida de como este evento é comemorado.
"Estamos estimulando os hotéis e unidades de negócios globalmente a ofuscar ou desligar a iluminação não essencial em apoio a este evento", diz Mari Snyder, vice-presidente, responsabilidade social e envolvimento comunitário da Marriott International, Inc. "Nossa meta é ter 500 hotéis, resorts e unidades de negócios participando este ano. É apenas uma parte da estratégia ambiental Spirit To Preserve (Atitude para preservar) em andamento e preâmbulo para a ação em nível de empresa em abril".
Fonte: Marriott International, Inc.
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“Empresas assumem papel de agentes de mudança”
Entrevista a Ângela Morgado
Margarida Henriques
27/03/10 00:05
A ‘communications and fundraising officer’ da WWF introduziu a Hora do Planeta em Portugal em 2009.
Ângela Morgado afirma que as empresas trabalham com a WWF em projectos ainda mais ambiciosos.
Em que momento a Hora do Planeta se transformou numa ferramenta de marketing e comunicação para as marcas?
As empresas apoiam a Hora do Planeta na divulgação da mensagem - para colaboradores, clientes e fornecedores. Dada a dimensão do evento, mais empresas têm vindo a aderir.
Porque é que as marcas se associam à Hora do Planeta?
As marcas associam-se à Hora do Planeta e assumem a sua responsabilidade e o seu papel como agentes de mudança; muitas vezes estas empresas colaboram com a WWF em outros projectos onde assumem grandes compromissos ambientais.
Margarida Henriques
27/03/10 00:05
A ‘communications and fundraising officer’ da WWF introduziu a Hora do Planeta em Portugal em 2009.
Ângela Morgado afirma que as empresas trabalham com a WWF em projectos ainda mais ambiciosos.
Em que momento a Hora do Planeta se transformou numa ferramenta de marketing e comunicação para as marcas?
As empresas apoiam a Hora do Planeta na divulgação da mensagem - para colaboradores, clientes e fornecedores. Dada a dimensão do evento, mais empresas têm vindo a aderir.
Porque é que as marcas se associam à Hora do Planeta?
As marcas associam-se à Hora do Planeta e assumem a sua responsabilidade e o seu papel como agentes de mudança; muitas vezes estas empresas colaboram com a WWF em outros projectos onde assumem grandes compromissos ambientais.
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Coca Cola Brasil contra o aquecimento
por Divulgação
No Brasil, os 44 mil funcionários do Sistema estão engajados na campanha. Entre as ações propostas, está o incentivo para que todos desliguem as luzes de suas residências entre 20h30 e 21h30. Além disso, alguns fabricantes vão desligar as luzes das fábricas e centros de distribuição, escritórios, fachadas e outdoors por todo o país.
Ao longo deste mês, uma campanha de incentivo foi realizada com os funcionários para que todos engajem seus familiares e amigos nesta luta. Na sede da empresa, no Rio de Janeiro, as luzes do restaurante serão reduzidas nas vésperas do evento e os funcionários receberão caixinhas de fósforo com o lembrete da “Hora do Planeta”. Os fabricantes do Sistema também prepararam campanhas internas para o engajamento de funcionários, clientes e parceiros.
Durante o ano inteiro, o Sistema Coca-Cola Brasil estimula práticas que evitam o desperdício, como pedir a todos os seus funcionários que desliguem seus computadores quando não estiverem sendo utilizados, que apaguem as luzes ao sair da sala, e que façam coleta seletiva no escritório e em casa, além de participar voluntariamente do Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias.
O Vice-Presidente de Técnica e Logística, Rino Abbondi, destaca a importância do engajamento da indústria em iniciativas como essa: “Esta é mais uma oportunidade para a Coca-Cola Brasil colocar em prática, em parceria com a WWF, ações que estejam em linha com a sua plataforma de sustentabilidade, Viva Positivamente. Somos uma empresa responsável e estamos continuamente atentos às práticas que possam colaborar com o crescimento sustentável do nosso negócio. É importante que a indústria se una em movimentos em prol do meio ambiente para aumentar a conscientização da sociedade sobre as mudanças climáticas. Enquanto o WWF lidera a iniciativa mundial em torno da luta contra o aquecimento global, a plataforma Viva Positivamente traz metas aspiracionais ambiciosas, como neutralizar o consumo de água e atingir 100% de reciclagem de embalagens”.
Sistema Coca-Cola Brasil
A Coca-Cola Brasil atua em sete segmentos do setor de bebidas não-alcoólicas - águas, chás, refrigerantes, sucos, energéticos, hidrotônicos e lácteos, com uma linha de mais de 150 produtos, entre sabores regulares e versões de baixa caloria. O Sistema Coca-Cola Brasil, formado pela Coca-Cola Brasil e 16 grupos fabricantes brasileiros, além da Leão Junior e Del Valle, emprega diretamente mais de 44 mil funcionários, gerando indiretamente cerca de 400 mil empregos.
Os investimentos do Sistema no Brasil somaram R$ 6 bilhões nos últimos cinco anos e agora, em 2010, serão investidos mais R$ 2 bilhões. A sustentabilidade é um compromisso da Coca-Cola Brasil e se reflete na forma como a empresa e seus fabricantes lidam com as pessoas e com o meio ambiente. O índice de uso de água da Coca-Cola Brasil, por exemplo, é um dos melhores do mundo. São 1,98 litros de água para cada litro de bebida produzido - menos da metade do volume utilizado 12 anos atrás. Na reciclagem, a Coca-Cola Brasil desenvolveu, através do Instituto Coca-Cola Brasil, um programa chamado "Reciclou, Ganhou" que, desde 1996, colabora para que o País seja um dos mais avançados na reciclagem de materiais. Hoje, 91,5% das latas de alumínio e 54,8% das garrafas PET são recicladas.
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